SE COMEÇARMOS A DIZER CLARAMENTE QUE A DEMOCRACIA É UMA PIADA, UM ENGANO, UMA FACHADA, UMA FALÁCIA E UMA MENTIRA, TALVEZ
PASSEMOS A NOS ENTENDER MELHOR.
O ancestral mais remoto da calculadora surgiu há cerca de 5.000 anos, o primeiro "cérebro eletrônico", em meados do século passado, e os primeiros microcomputadores, nos anos 1960, mas só se popularizaram na década de 1990 e perderam o protagonismo para os smartphones depois que a Apple lançou o icônico iPhone, em 2007.
O aumento da demanda por mobilidade propiciou o surgimento de notebooks com hardware comparável ao dos desktops, mas um levantamento feito pela FGV em 2023 apontou que 70% dos 364 milhões de dispositivos digitais portáteis ativos no Brasil são smartphones (média de 1,2 por habitante), que, a exemplo de seus “irmãos maiores”, são suscetíveis a pragas digitais, bugs e travamentos. Por outro lado, enquanto os PCs de mesa e portáteis permitem incontáveis combinações de CPUs, placas-mãe, módulos de memória RAM, HDDs, SSDs etc., os pequenos notáveis "nascem e morrem com o mesmo hardware".
CONTINUA DEPOIS DA POLÍTICA
É no Judiciário que se acumulam as mais fartas e escandalosas concessões de auxílios, e ali que deve se concentrar a resistência; senão ao fim, ao menos a uma reorganização da farra com o dinheiro público. Quando Dino partiu ao encalço do uso indevido de emendas parlamentares, o Congresso fez de conta que aderiu ao pacto proposto em 2024, mas até hoje cria atalhos para fugir das correções.
Está nas mãos do Supremo levar adiante a cruzada ou ceder ao canto das regalias das quais também se beneficia.
Falando em histórias da Carochinha, a política, que é a arte de engolir sapos, vai mais além em período eleitoral, pedindo apoio aos aliados, votos ao eleitorado, e mentindo para ambos. Tarcísio de Freitas engoliu o sapo do veto de Bolsonaro a seu plano de disputar o Planalto, e agora é convidado pelo filho do pai a acreditar que existe vida após a morte dos projetos políticos.
Nessa coisa de crença, convém agir com cuidado sob pena de maltratar a faringe. Quem acredita piamente em tudo o que ouve não pode ter de engolir elefantes em vez de sapos.
Bolsonaro elegeu-se em 2018 combatendo a reeleição. No trono, mudou de ideia. Derrotado em 2022, tentou o golpe. Preso, empurrou o filho para a urna. Quer dizer: Flávio está preso à ideia de extinguir a reeleição por grilhões de barbante.
Os aplicativos projetados para smartphones são mais leves e menos exigentes, e o próprio sistema se encarrega de gerenciá-los. O Android dispõe de um vastíssimo ecossistema de apps, mas recomenda-se instalar somente os necessários — e fazê-lo a partir da Google Play Store ou das lojas de apps do fabricante do aparelho.
Mesmo que os smartphones substituam com vantagens os PCs convencionais como instrumento de trabalho, entretenimento, compras, pagamento de contas etc., algumas tarefas ainda requerem telas de grandes dimensões, teclado e mouse físicos e poder de processamento superior. Assim, é recomendável manter um notebook em casa — além de oferecer mobilidade e portabilidade, essa arquitetura substitui os jurássicos computadores de mesa.
Para prolongar a vida útil do notebook, evite operá-lo no colo, sobre travesseiros, almofadas, colchas ou edredons — o bloqueio das ranhuras de ventilação pode dificultar a troca do ar quente dissipado pelos componentes internos pelo ar fresco do ambiente.
Para limpar a tela (tanto dos notes quanto dos smartphones e monitores), use um produto apropriado, vendido em lojas de suprimentos para informática — o álcool isopropílico possui menos de 1% de água, mas ser usado em telas sensíveis ao toque, com ou sem película de proteção. Fuja do álcool em gel, que possui emulsificantes e hidratantes — e evite usar detergente de louça, limpa-vidros, alvejantes à base de amônia, esponjas, escovas duras ou produtos abrasivos, que podem causar manchas e outros danos irreversíveis.
Proceda à limpeza com um pano de microfibras — toalhas de papel ou papel higiênico tendem a espalhar a sujeira pela tela e causar arranhões permanentes — borrife o produto no pano — que não deve ficar encharcado, apenas levemente umedecido — esfregue delicadamente e dê acabamento com uma flanela. Para remover a sujeira que se acumula entre a tela e a moldura dos notes, use um cotonete ou uma escova de cerdas macias. Caso a tela esteja rachada, evite líquidos. Na dúvida, siga as recomendações do fabricante do aparelho.
Crie senhas fortes, não as repita, reutilize ou compartilhe com quem quer que seja (namoros terminam, noivados são rompidos, casamentos acabam em divórcio — nem sempre de forma amigável — e segredo entre três, só matando dois) e recorra sempre que possível à dupla autenticação. Mantenha o sistema e os programas devidamente atualizados e invista numa boa suíte de segurança.
Observação: John McAfee, criador do primeiro antivírus comercial, disse que os programas antimalware são obsoletos (detalhes nesta postagem), mas, com a possível exceção da virtualização, não existe outra maneira de manter o computador protegido, e nenhum sistema operacional é imune a malwares e/ou ataques baseados em engenharia social.
Quase ninguém lê aqueles textos intermináveis (EULA), que descrevem o que os usuários podem ou não fazer com os aplicativos. Isso se deve ao fato de a instalação só seguir adiante depois que o usuário clica em "Yes", "OK" "Submit", etc., mas muitos apps (sobretudo os gratuitos) trazem módulos adicionais que exibem toneladas de propaganda como forma de incentivar o upgrade para a versão paga, e outros, ainda mais invasivos, se auto-concedem permissões de administrador, pondo em risco a privacidade e a segurança do aparelho.
Evite expor o smartphone a altas temperaturas — como no porta-luvas do carro sob o sol meridiano do verão tupiniquim — molhá-lo na praia ou na piscina (eletroeletrônicos geralmente temem umidade) — e fazer compras online ou acessar aplicativos bancários utilizando redes Wi-Fi de lojas de departamento, hipermercados, aeroportos e assemelhados. Faça o logoff de sua conta de email ou rede social após o uso e só desconecte pendrives e outras mídias de armazenamento externo depois de encerrar a transferência de dados.
Os dispositivos computacionais e os sistemas operacionais evoluíram muito nas últimas décadas, mas a segurança depende em grande medida do usuário. Muita gente utiliza 123456 como senha e acha que antivírus é superstição. Em outras palavras, o maior gargalo da tecnologia continua sendo a pecinha que fica entre a cadeira e o monitor, que ignora avisos, recicla senhas, clica onde não deve e jura que "o computador enlouqueceu sozinho".
