segunda-feira, 23 de outubro de 2017

AÉCIO (BRANCA DE) NEVES E OS 6 ANÕES (DO STF) ― A JUSTIÇA DE KARAKOUSS



Como é sabido, a 1ª Turma do STF afastou o senador tucano Aécio Neves do cargo e determinou seu “recolhimento noturno” ― como se ladrão só roubasse à noite.

Como também é público e notório, o mineirinho havia sido flagrado tentando extorquir R$ 2 bilhões de certo moedor de carne bilionário, réu confesso e atualmente domiciliado no sistema penitenciário nacional. Os senadores reagiram contra a decisão, alegando que a punição a parlamentares cabe ao Senado ou à Câmara, conforme o caso, mas não ao Supremo.

Para minimizar a rusga entre os poderes, Estrupício Oliveira, presidente do Senado, combinou com a Madre Superiora, presidente do STF, que os senadores aguardariam o posicionamento do plenário da Corte sobre à decisão da 1ª Turma. O resultado, como também se sabe, garantiu, por 6 votos a 5, que a chave do galinheiro fique em poder das raposas.

Com isso, o Supremo se apequenou ― especialmente a ministra Cármen Lúcia, por razões que saltam aos olhos de quem a viu proferir seu voto ―, e suspiraram aliviados senadores, deputados, governadores peemedebistas, tucanos e petistas, além do próprio presidente da Banânia, ministros de Estado e um sem-número de investigados por corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e obstrução da Justiça.

Observação: O STF havia decidido o contrário, tempos atrás, com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, que perdeu o cargo, o mandato, e está preso até hoje. O que vale, então?

O caso de Aécio não se limita somente a Aécio. Tirava o sono dos nobres parlamentares o Efeito Orloff ― o famoso “eu sou você amanhã” ―, já que 1/3 dos 81 senadores e 1/4 dos 513 deputados federais estão enrolados com a Justiça penal. Portanto, era fundamental salvar o tucano depenado, o pseudo bastião da moralidade e da ética que traiu 51 milhões de eleitores ― mesmo que para, depois, deixá-lo falando sozinho.

Aécio não teve coragem de subir na tribuna em seu retorno. Falou dois minutos, junto à cadeira, para dizer que reagiu “com serenidade” a retomada do mandato. De passagem, ele afirmou ser vítima de uma “ardilosa armação” e aproveitou para esbravejar contra “os bandidos” Batista ― aqueles mesmos empresários amigos a quem ele pedira o “empréstimo” de R$ 2 milhões para pagar seus advogados. Se existe uma “ardilosa armação”, não é contra ele, mas contra seus eleitores.

Enfim, parafraseando o senador Romero Jucá ― que responde a 13 inquéritos no STF, 8 dos quais oriundos da Lava-Jato ―, os senadores estancaram a sangria. Talvez por isso, todos os políticos indiciados se declarem inocentes e afirmem “confiar na Justiça”, quando na verdade ele confiam na impunidade, já que, com o beneplácito do Supremo, passaram a ser senhores do próprio destino, sem ingerência dos urubus togados: a menos que seus pares consintam, nenhum deles pode ser preso ou punido com medidas cautelares diferentes da prisão.

Como disse Ruth de Aquino em sua coluna na revista Época desta semana, “A Lava-Jato não tira mais o sono dessa caterva. A Câmara e o Senado viraram casas de tolerância. Armação, conspiração, complô, perseguição, traição. Temos visto um desfile de senadores, deputados, governadores, prefeitos e empresários dizendo-se vítimas de delatores, da PF, do Ministério Público e do juiz Sergio Moro.” Como se não houvesse malas de dinheiro, bunkers milionários e propinoduto de toda espécie, a população assiste de camarote, bem-comportada, a essa inominável procissão, enquanto Temer ajuda Aécio a recuperar o mandato para que Aécio o ajude a se livrar da segunda denúncia ― e todos recebendo ligações de solidariedade do representante máximo de Deus na Terra, o superministro Gilmar Mendes. E o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, fazendo a dança do passinho entre uns e outros, todos mirando 2018. Já se rediscute até uma medida saneadora tão celebrada pela sociedade, que é o cumprimento da pena após a decisão em segunda instância. A questão foi suscitada pelo ministro Alexandre de Moraes ― nomeado por sua insolência o (ainda) presidente desta Banânia ―, que não sossegará enquanto não reverter essa decisão do próprio Supremo. Parece incrível, mas é possível!    

Fato é que a nossa mais alta Corte conseguiu uma proeza inédita no âmbito do Direito ao errar em ambas as decisões. Na primeira, por invadir a seara de outro Poder da República; na segunda, ao tentar corrigir o erro de forma atabalhoada e estapafúrdia ― como diziam os antigos, “cagaram e sentaram em cima”. É certo que o Congresso Nacional se tornou um covil de ladrões. Mas é o eleitorado, não o Supremo, que tem de consertar isso.

Como bem disse J.R. Guzzo, “Com sua intromissão, os ministros pariram Mateus, e agora têm de embalar, amamentar e esperar uns 10 ou 12 anos para ver qual o sexo que a criatura prefere. E enquanto o Supremo cria a criança que não poderia ter parido, os ficam sem saber o que está valendo. As decisões finais sobre corrupção no Legislativo são do Congresso ou do Judiciário? Talvez fique valendo o que resolverem da próxima vez. O ministro Luís Roberto Barroso argumentou que seria uma injustiça deixar ‘três peixes pequenos presos’ e o ‘peixe grande’ solto, mas ele não está lá para medir o tamanho dos peixes, e sim para cumprir a Constituição. Tem todo o direito de não gostar dela, mas não de escolher quando vale e quando não vale o que está escrito nela. Aécio não é peixe graúdo nem miúdo, é um senador da República, por mais que isso se revele um disparate. E é senador porque foi eleito; se o povo votou errado, paciência ― a Lei não obriga o eleitor a votar certo.”

Sem Aécio ― e os que vêm do mesmo saco de farinha, começando por seus inimigos e todos os parasitas, mentirosos e ladrões que mandam no país e fingem ser diferentes entre si ― o Brasil seria um lugar mais justo, mais sadio e mais limpo. Mas ele é membro do Congresso, e esse Congresso, que positivamente está entre os piores do mundo, é o único que existe por aqui, como também só existe um STF e uma única Constituição ― essa mesma do “Senhor Diretas”, antes adorada de joelhos como a “Constituição Cidadã”, grande fonte de direitos populares, e hoje tida como um manual de estímulo à roubalheira. Fazer o quê? Acabar com tudo?

Para finalizar, transcrevo um conto das 1001 Noites que cai como uma luva neste contexto:

Conta-se que Karakouss, quando governava o Cairo, recebeu em audiência um ladrão que havia quebrado a perna ao cair da janela de uma casa que tentava invadir.

― Culpa da moldura que cedeu ― disse o bandido.

O governador mandou chamar o dono da casa e lhe perguntou por que a moldura da janela fora feita tão fraca a ponto de ceder e levar o pobre ladrão a quebrar a perna. Constrangida, a vítima do ladrão atribuiu a culpa pelo tombo ao carpinteiro, que teria sido regiamente pago para fazer um bom serviço.

Chamado às falas, o carpina se defendeu dizendo que, distraído pela visão de uma moça bonita que passava pela rua trajando um lindo vestido vermelho, se esquecera de fixar a moldura com o número suficiente de pregos.

Karakouss mandou localizar a moça, que, interrogada, atribuiu sua beleza às graças de Alá e disse que havia comprado o vestido de um mascate de nome Mustafá. Em busca da justiça absoluta, Karakouss mandou vir o vendilhão, a quem perguntou:

― Tu, miserável! Por que vendeste um vestido vermelho a essa moça, fazendo-a distrair o carpinteiro em seu trabalho e causando a infelicidade desse pobre ladrão?

Como o infeliz comerciante não apresentou uma justificativa satisfatória, foi preso e condenado a ser enfocado na porta da prisão. 

Ao ser inteirado pelos guardas de que Mustafá era muito alto para ser enforcado na porta da prisão, Karakouss, que tinha solução para tudo, mandou procurar um comerciante mais baixo para ser enforcado no lugar daquele. Os guardas foram ao souk (mercado) e de lá trouxeram outro mascate, que, a despeito de seus protestos, foi enforcado na porta da prisão. 

AINDA SOBRE O WINDOWS 10 FALL CREATORS UPDATE

O ENEM AVISA AOS INSCRITOS NA PROVA: NÃO ESTUDEM AÉCIO. ELE NÃO CAI.

O Update de outono do Windows 10 foi liberado no último dia 17 e está sendo distribuído para todos os usuários do sistema, começando pelos que dispõem de máquinas mais recentes ― os demais receberão a atualização nas próximas semanas, mas existe um jeito de furar a fila, como foi explicado na postagem em questão).

A PC WORLD EUA publicou um artigo abordando algumas das principais novidades, com destaque para óculos de realidade mista e outras inovações interessantes ― desde que combinadas com produtos desenvolvidos pelas fabricantes de hardware parceira da Microsoft, tais como headsets especiais para tirar proveito dessa nova tecnologia.

No âmbito da segurança, o acesso controlado protege arquivos e pastas de mudanças não autorizadas, o que constitui uma defesa contra os ataques ransomware ― como os que trouxeram seriíssimos aborrecimentos para milhões de usuários de PCs em meados deste ano. Outra inovação digna de nota é um recurso inovador que usa a nuvem para aprimorar a integração entre PCs e smartphones ― depois de instalar o app do Microsoft Edge e/ou o Microsoft Launcher e linkar o smartphone com a sua conta Microsoft, é possível enviar páginas web e arquivos para o PC com Windows 10 por meio da opção Continuar no PC, além de responder mensagens ou ver ligações não atendidas no telefone conectado à conta do usuário.

O OneDrive das edições anteriores foi substituído pelo OneDrive Files on Demand, que torna visíveis e acessíveis, a partir do explorador de arquivos do computador, todos os arquivos que o usuário armazenou no serviço na nuvem, aí incluídos também os que só estão armazenados na nuvem ― a pasta do OneDrive inclui ícones que mostram se o arquivo está armazenado localmente ou apenas na nuvem, e, ao abrir esse arquivo, ele será baixado da nuvem para o computador, permitindo ao usuário escolher manualmente quais arquivos e pastas deverão ser salvas off-line. E no caso um app tentar baixar e usar um arquivo armazenado na nuvem, o Windows 10 exibe uma notificação com todos os detalhes, incluindo opções para cancelar o download ou bloquear o aplicativo impertinente.

Merecem destaque também o Story Remix ― uma evolução do app Photos que cria coleções incríveis com imagens e vídeos, trilhas sonoras editáveis e objetos e animações em 3D (a partir do Remix 3D, também da Microsoft) ― e as Delivery Optimization Advanced Options ― que permitem controlar como o Windows 10 lida com updates (por exemplo, a quantidade de banda usada para o download e upload de atualizações do Windows) ―, além de um novo Monitor de Atividade, que informa a quantidade de dados usados nos updates do sistema naquele mês.

Outras novidades são o painel de emojis ― que se abre mediante o atalho de teclado Windows + a tecla ponto (.); o teclado virtual ― que agora emula o teclado Word Flow do Windows 10 Mobile; e a adição de websites diretamente à barra de tarefas usando o ícone do site como a sua imagem na barra ― busque pela nova opção “Pin this page to the taskbar” nas configurações do navegador Edge). Falando no Edge, o navegador agora entra em modo de tela cheia por meio de um botão ou através da tecla F11 (recurso que a maioria dos browsers já ofereciam há um tempão), e um novo campo na aba de desempenho do Gerenciador de Tarefas exibe, em tempo real, informações sobre as principais atividades do processador gráfico (GPU).

O menu de contexto, que se abre quando clicamos em algo com o botão direito do mouse, traz uma opção de compartilhamento que permite encaminhar rapidamente o item em questão, e a Calculadora passou a converter moedas ― o que, segundo a Microsoft, era “um dos principais pedidos” dos seus usuários (a ferramenta usa a Internet para obter informações sobre as taxas de câmbio, mas inclui um modo off-line que exibe valores aproximados).

Agora é só aguardar a chegada do update ou adiantar o expediente seguindo os passos sugeridos no post anterior. Boa sorte.

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domingo, 22 de outubro de 2017

DORIA, A FARINATA E A IGNORÂNCIA QUE CAMPEIA SOLTA

TODOS TÊM DIREITO A SUAS OPINIÕES, MAS ISSO NÃO TORNA OS IMBECIS MENOS IMBECIS.

Nas campanhas eleitorais, a primeira vítima é o bom senso. Prova disso são os recentes ataques ao prefeito João Dória, por conta de um projeto que visa alimentar a população mais carente com a “farinata” ― farinha produzida a partir de alimentos que seriam incinerados pelos produtores e supermercados por estarem próximos do final de sua validade, e que pode ser adicionada a pães e bolos ou usada para “engrossar” sopas e ser distribuída sem custos por entidades cadastradas (igrejas, templos e sociedade civil) e pela própria prefeitura.

Alegando que “os pobres precisam de alimentos frescos” e outras falácias que tais, detratores do prefeito põe em risco a iniciativa, que, aliás, nem é de Dória, mas sim um antigo projeto da Igreja Católica, que ora corre o risco de ser cancelado por causa de um bando de demagogos. Para D. Odilo Scherer, Arcebispo de São Paulo, “seria uma pena algo que nasceu para ser bom, por equívocos ou manipulação política, seja de qual lado for, venha a ser de alguma forma amputado ou boicotado”.

No Brasil, ter sucesso é crime ― pelo menos, na visão dos invejosos que perderam a esperança de chegar lá. Por ser uma cara nova na política, um empresário bem-sucedido, dono de um patrimônio invejável, Doria é visto como o protótipo do mauricinho milionário, atacado pelos petistas por antagonizar Lula, pelos tucanos, por “ter traído” seu padrinho político Geraldo Alkmin, e por muitos dos que o elegeram, por seu açodamento em transformar o sucesso da eleição local em antecipação ao pleito presidencial ― como fez antes dele José Serra, que usou a prefeitura como trampolim para sua [malograda] candidatura à presidência. Por conta de suas constantes viagens pelo Brasil e mundo afora, circula há alguns dias nas redes sociais uma piadinha segundo a qual Paul McCartney aprecem mais em Sampa do que o prefeito ― em 9 meses de mandato, Doria ficou fora mais de 60 dias; em sua defesa, o tucano afirma que os deslocamentos ocorreram para promover a capital e buscar investimentos; de janeiro a agosto, ele completou 2.943 horas trabalho, quase 1.200 horas a mais do que a jornada prevista na CLT, de 220 horas/mês.

Observação: Administrar uma megalópole como São Paulo é uma missão quase impossível. Com uma população 50% maior que a Nova Iorque e uma frota de veículos três vezes superior à suportada pela malha viária, Sampa seria um desafio até mesmo para Hemiunu ― o administrador da Pirâmide de Gizé, a maior obra do planeta por muitos séculos. Desde que assumiu, Doria contabilizou sucessos e fiascos. A abertura de empresas, por exemplo, que levava mais 3 meses, agora leva menos de 10 dias; a contratação de professores para as escolas municipais dobrou em relação à administração anterior; o Corujão da Saúde foi tão bem-sucedido que originou o Corujão da Cirurgia; a distribuição gratuita de remédios à população carente preencheu as lacunas (82 itens) e agora oferece todos os 187 principais medicamentos; 320 empresas doaram R$ 660 milhões à prefeitura, e por aí segue a procissão. Já os camelôs continuam fazendo a festa na Av. Paulista e nas marginais; faltam médicos na rede pública; a cracolândia não desapareceu, foi pulverizada e vem proliferando em outras regiões; o número de vagas nas creches continua insuficiente para atender à demanda; a pavimentação de ruas e calçadas deixa muito a desejar; o problema dos semáforos, herdado da gestão Haddad, levou 9 meses para ser resolvido e 8 de 9 serviços de zeladoria estão longe do ideal. Se as desestatizações avançaram, as ciclovias, os corredores de ônibus e outros projetos importantes continuam marcando, sobretudo por falta de recursos: ao sair da prefeitura, Haddad disse ter deixado R$ 5,5 bilhões em caixa, dos quis R$ 3 bilhões seriam de saldo líquido, mas a maior parte desse dinheiro estava comprometida com despesas de curto prazo e, ao final da primeira semana de janeiro, sobraram pouco mais de R$ 230 milhões (Haddad recebeu a prefeitura de Kassab com quase R$ 500 milhões de saldo líquido).

Doria baseia seu marketing no “falem mal mas falem de mim”, e essa superexposição o torna vulnerável a críticas nos meios de comunicação, nas redes sociais, e por pseudo-intelectuais ― como os que defenderam Dilma durante o impeachment e almejam ver Lula de novo na presidência. E convenhamos: o alcaide lida mal com críticas ― venham elas de onde vierem ―, cai facilmente em provocações e, quando precisa decidir se dá vazão à raiva ou contemporiza, ele quase sempre escolhe a primeira opção.

Como salienta J.R. Guzzo, com Doria o simples desacordo não é suficiente; ele desperta a ira em estado bruto dos inimigos, os “sentimentos mais primitivos” do ser humano, é detestado simplesmente por ser Doria. Quase ninguém o julga pelo que faz, apenas pelo que pensa ― ou diz que pensa ―, pouco importando se sua gestão é boa ou ruim. O que interessa é falar que ele é do mal e que está sempre errado, mesmo se disser que o Natal cai no dia 25 de dezembro. É o tipo da coisa que só emburrece um debate que já é burro, como acontece com praticamente tudo o mais quando se conversa sobre política, hoje em dia, neste país. O ato de pensar é cada vez mais desprezado; parece algo desnecessário, irritante e ofensivo, sobretudo se alguém diz alguma coisa que não combina com “o que a sociedade está dizendo”.

Nessa desordem mental, a última preocupação é julgar alguém por suas realizações concretas. Não há diferença sensível entre sua gestão e a anterior, do ponto de vista da “zeladoria”. O abandono, a inépcia e a miséria de resultados continuam os mesmos. A prefeitura não consegue cuidar dos sinais de trânsito, do calçamento abominável das ruas, do corte de mato nas áreas verdes, da iluminação pública, do estacionamento abusivo nas ruas, da limpeza dos bueiros, do lixo largado pelas calçadas. Não conseguiu, nem sequer, eliminar uns poucos metros nas faixas de ciclismo mais extravagantes que o prefeito anterior criou, com o propósito de punir “os ricos” e dar lições de ideologia viária à população. Os problemas, na visão da Prefeitura, se dividem em apenas duas categorias: os muito difíceis e os impossíveis de resolver.

O zelador quer ser síndico, mas não consegue cuidar nem do portão da garagem ― não faz, simplesmente, o serviço para o qual foi eleito. Mas quem está interessado nesse tipo de detalhe? Nem pensar. É muito mais fácil dizer que Doria é de direita ― e não se fala mais no assunto.

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sábado, 21 de outubro de 2017

E VIVA O ELEITOR BRASILEIRO


Os políticos não surgem do nada, são eleitos pelo voto popular. O problema é que a cada minuto nasce um idiota no Brasil, e todos eles vêm com título de eleitor.

É nossa ― e de mais ninguém ― a culpa de 1/3 do Congresso Nacional ser composto de investigados, denunciados e réus na Lava-Jato. E eu não me surpreenderia nem um pouco se, no ano que vem, quando teremos a chance de remover o entulho, de substituir todos os deputados federais e 2/3 dos senadores, trastes como Renan Calheiros, Romero Jucá, Fernando Collor, Paulo Maluf e distinta companhia aparecerem na lista dos mais votados.

Observação: Renan é réu por peculato e investigado em 17 inquéritos; 13 deles oriundos da Lava-Jato. Jucá responde a 13 inquéritos; 8 oriundos da Lava-Jato. Collor, que tem uma capivara de fazer inveja ao bandido da luz vermelha, é réu por corrupção, mas tem foro privilegiado, e só deus sabe quando o processo será julgado. Maluf, que há anos é procurado pela Interpol e já foi condenado pelo STF a 7 anos e lá vai fumaça, continua solto ― e ajudando a fazer as leis deste país ― graças a uma miríade de embargos protelatórios.

Sobre a vergonhosa votação que restabeleceu o mandato de Aécio Neves, o mineiro dos 2 milhões de reais, escreveu o colunista Helio Gurovitz

“Entrou em curso, a pleno vapor, a operação ‘estanca-sangria’ ― a imortal expressão cunhada pelo senador Romero Jucá no áudio em que foi flagrado conspirando contra a Lava-Jato. Jucá fez questão ontem de abandonar um tratamento para diverticulite em São Paulo, subir à tribuna do Senado e fazer um ataque virulento ao ex-procurador-geral Rodrigo Janot. ‘A organização criminosa do Janot está caindo por terra’, disse. ‘Ele teve que engolir a sangria, teve que engolir as opiniões, as agressões, os absurdos’. A população brasileira terá, enquanto isso, de engolir os discursos de Jucá, os palavrões de Aécio e a cavalgada desenfreada contra a Lava-Jato nos gabinetes de Brasília. Nem mesmo as eleições do ano que vem servirão de refresco. Dos 81 senadores, 54 poderão concorrer à reeleição. Desses 54, 29 votaram a favor de Aécio. Os outros 15 que o livraram têm mandato garantido até 2023”.

Preciso dizer mais alguma coisa?

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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

LULA E OS RECIBOS TÃO VERDADEIROS QUANTO ELE PRÓPRIO


A maratona para provar a inocência de Lula vai de vento em popa. Depois dos recibos datados de 31 de junho e 31 de novembro, agora há documentos comprovando que os pagamentos pela cobertura de São Bernardo do Campo foram feitos religiosamente ― em notas de 3 reais. De acordo com a defesa do ex-presidente, todas as notas usadas nos pagamentos eram novinhas, numeradas e traziam a efígie do próprio Lula. Do outro lado, a imagem de uma jarara­ca-da-mata, animal típico da fauna brasileira. 

Os documentos datados de 31 de junho de 2014 e 31 de novembro de 2015 foram apontados como fraude, pois esses meses têm apenas trinta dias. Mas o ex-presidente diz que sofre perseguição da Justiça: “Todo mundo sabe que no governo do PT as coisas eram melhores e maiores, incluindo os meses”.

A militância vermelha defendeu seu ídolo: “Os golpistas desviaram os dias 31 desses meses num complô com os fabricantes de calendário americanos”, afirmou um petista ortodoxo.
A defesa de Lula encomendou ao perito Molina um relatório para confirmar a veracidade dos recibos. A conclusão deve ficar pronta até o dia 30 de fevereiro.

Com O SENSACIONALISTA

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WINDOWS 10 FALL CREATORS UPDATE

DONNA CHE PIANGE, UOMO CHE GIURA, CAVALLO CHE SUDA, TUTTA IMPOSTURA. 

Windows 10 já recebeu 3 atualizações abrangentes. Uma no seu primeiro aniversário, outra em março passado e a mais recente ― batizada de Windows 10 Fall Creators Update ―, na última terça-feira, 17.
Se você ainda não a recebeu esta última, é porque a Microsoft estabeleceu uma ordem de prioridades que privilegia computadores mais novos, mas todos os usuários do sistema serão contemplados, provavelmente até o final do mês.

Para os apressadinhos de plantão, a boa notícia é que existe uma maneira de furar a fila. Eu, particularmente, ainda não a recebi a atualização em nenhum dos meus PCs, e pretendo esperar a minha vez, até porque “os pioneiros são reconhecidos pela flecha espetada no peito”.  Se você não quer esperar, siga ― por sua conta e risco ― as instruções abaixo:

Por padrão, o sistema baixa e instala automaticamente as atualizações, mas você pode forçar a busca abrindo o aplicativo de configurações do Windows 10 e clicando em Atualização e segurança > Verificar se há atualizações. Caso sua máquina esteja na lista prioritária, é só você seguir as instruções na tela e escolher um horário mais conveniente para a instalação (lembre-se de que o processo demora um pouco e exige diversas reinicializações do computador).

Se isso não resolver seu problema, baixe o Media Creation Tool, abra o software, clique em Aceitar, selecione Atualizar este computador agora” e clique em Avançar. Aí é só aguardar a conclusão do download e seguir as instruções, certificando-se de que a opção Manter aplicativos e arquivos pessoais esteja marcada, ou o Fall Creators Update será instalado de forma limpa. Note que também é possível escolher o que você quer manter, bastando clicar em Alterar o que deve ser mantido e fazer os ajustes desejados. Ao final, clique em Instalar e aguarde a finalização do processo.

E como hoje é sexta-feira:

Lula discursava para centenas de puxa-sacos, quando Jesus Cristo aparece e sussurra algo em seu ouvido. Lula, então, diz à militância:
― Atenção companheiros! O companheiro Jesus, aqui, quer dizer algumas palavras:
Jesus pega o microfone e diz:
― Povo brasileiro, este homem, que tem barba como eu, não lhes deu pão, da mesma forma que eu fiz?
O povo responde:
― Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!!!
― Não é verdade que, assim como eu multipliquei os pães e peixes para dar de comer a todos, este homem inventou o Fome Zero para que todos pudessem se alimentar?
― Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!!!
― Não é verdade que, assim como eu curei os enfermos, ele prometeu tratamento médico e remédios para os pobres?
― Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!!!
― Assim como eu fui traído por Judas, ele não foi traído por companheiros de partido?
― Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!!!
― Então, o que vocês estão esperando para crucificar esse filho da puta???

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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

TEMER, O PATÉTICO

Temer, homem de letras e poeta desde os verdes anos, endereçou, no final de 2015, uma carta à ex-presidente (de nada saudosa memória) Dilma Rousseff, reclamando, dentre outras coisas, de ser um “vice decorativo”. Quando a anta foi devidamente penabundada e ele ocupou seu posto, prometeu um ministério de notáveis que recolocaria o país nos trilhos e o entregaria recuperado a seu sucessor, em janeiro de 2019. No entanto, bastou assumir a presidência para se aliar ao que há de pior na política tupiniquim e se cercar de ministros e assessores de reputação duvidosa. Seu grande articulador político, o senador Romero Jucá, responde a 13 inquéritos, oito dos quais oriundos da Lava-Jato. Nos últimos 17 meses, viu seus ministros caírem feito moscas, à medida que os mais estarrecedores indícios de corrupção eram trazidos à luz pela Lava-Jato e seus desdobramentos.

Como sua predecessora ― e Lula antes dela ―, Temer insiste que nunca soube de nada ― discurso estapafúrdio que manteve até mesmo depois de sua conversa com Joesley Batista, gravada à sorrelfa pelo próprio moedor de carne bilionário, ser publicada em O Globo pelo jornalista Lauro Jardim.  Além de negar os fatos (boa parte deles incontestáveis), sua insolência disse com todas as letras que “a investigação no STF seria o território onde aflorariam as provas de sua inocência”. Ato contínuo, passou a mover mundos e fundos (principalmente fundos) para barrar as denúncias da PGR.

Agora, com apenas 3% de aprovação popular, mas mais do que nunca agarrado ao cargo ― talvez pela aterradora perspectiva de perder a prerrogativa de foro ―, Temer envia uma missiva aos parlamentares que decidirão o destino da segunda denúncia contra si e dois de seus acólitos, na qual fala em “conspiração” para derrubá-lo. Referindo-se à delação de Lúcio Funaro, preso na Lava-Jato, diz-se “vítima de torpezas e vilezas” e se vale de uma entrevista concedida por Eduardo Cunha ― seu suposto comparsa em boa parte dos atos espúrios de que é acusado ― para criticar a PGR.

Observação: Curiosamente, Lula, Temer e tantos outros enrolados na Justiça rechaçam sistematicamente o conteúdo das delações, quando este lhes é desfavorável, mas o tomam como a quintessência da verdade quando vem ao encontro de seus interesses.

Temer inicia a carta falando de sua “indignação” e diz que, por isso, decidiu se dirigir aos parlamentares, apesar de muitos o aconselharem a não se pronunciar. “Para mim é inadmissível. Não posso silenciar. Não devo silenciar. Tenho sido vítima desde maio de torpezas e vilezas que pouco a pouco, e agora até mais rapidamente, têm vindo à luz. Jamais poderia acreditar que houvesse uma conspiração para me derrubar da Presidência da República. Mas os fatos me convenceram. E são incontestáveis”.

Parte inferior do formulário
O presidente tece duras críticas ao ex-procurador-geral Rodrigo Janot, que estaria mancomunado com Joesley Batista ― que não se furtou a receber num encontro cordial, mas a quem agora se refere como “delinquente” ― com o objetivo de “derrubar o presidente da República”. Reitera que é “vítima de uma campanha implacável com ataques torpes e mentirosos, que visam a enlamear seu nome e prejudicar a República”, diz estar “indignado” por “ser vítima de gente tão inescrupulosa” e afirma que “todos esses episódios estão sendo esclarecidos” ― aliás, nada muito diferente do que prometeu quando sua conversa com Joesley veio a público, lembram-se? Fica então a pergunta: por que tanto medo de a investigação seguir adiante?

Os fatos estão aí; a conclusão fica por conta de cada um.


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MUITO CUIDADO COM O RANSOMWARE!

A BUON INTENDITOR POCHE PAROLE. 

Os assim chamados vírus de computador ― códigos maliciosos que danificam o sistema e que tanto aporrinharam os usuários de PCs, lá pela virada do século ― não saíram totalmente de cena, mas foram superados em incidência e periculosidade por pragas como o spyware e, mais recentemente, o ransomware. 

Em situações normais, bastaria ler o que eu escrevi até aqui ― e seguir os links que levam a explicações mais detalhadas ― para você ter uma boa ideia do que são e como atuam essas pragas, bem como o que fazer para evitar ou neutralizar seus efeitos nefastos. Todavia, como na política, vivemos tempos atípicos, daí eu achar por bem aprofundar um pouco mais essa discussão.

Em meados deste ano, uma sucessão de ataques ransomware causou prejuízos mundo afora (no Brasil, inclusive). Apenas para ficar nos exemplos mais notórios, cito o WannaCrypt e o Petya Golden Eye (já escrevi sobre ambos; basta seguir os links para saber mais sobre eles). Mas o ransomware, em si, não é nenhuma novidade. Os primeiros casos remontam aos anos 1980, embora a primeira versão “moderna”, digamos assim, tenha surgido em 2013, quando uma praga batizada de CryptoLocker infectou milhares de computadores e abocanhou mais de 3 milhões de dólares em resgates, estimulando os cibercriminosos a explorar largamente essa técnica.

Como o spyware ― e o vírus tradicional antes dele ―, o ransomware infecta o computador alvo através de mensagens de phishing, que se valem da engenharia social para levar os a clicar em links infectados, embora possa também explorar falhas de segurança no sistema operacional e nos aplicativos ― fica aqui o heads-up para quem ainda acha que atualizar o software é besteira

Depois de ingressar no sistema, o programinha analisa os arquivos, identifica o que pode ser importante ou valioso e criptografa pastas, diretórios, ou mesmo unidades inteiras. Quando o usuário tenta acessar os dados, uma tela dá conta do sequestro e estipula o valor do resgate, a forma e o prazo de pagamento, que, se não for efetuado, resultará no pagamento definitivo dos arquivos sequestrados. 

Convém ter em mente que, quando se trata com bandidos, não há garantias, de modo que o pagamento do resgate é um tiro no escuro, pois os dados podem ou não ser liberados mediante uma da senha de acesso.

Demais disso, o modus operandi pode variar: ransomwares da família ScreenLocker, por exemplo, congelam o sistema, ou seja, impedem-no de executar qualquer tarefa além do pagamento do resgate; os da família Doxware capturam informações pessoais (fotos, vídeos e outros arquivos “comprometedores”) e ameaçam publicá-las se a vítima não efetuar o pagamento. Já os SacreWares não sequestram coisa alguma, apenas notificam a vítima que o sistema está sendo atacado e exigem o pagamento de resgate, apostando no medo e na intimidação para extorquir dinheiro dos incautos.

Findo este preâmbulo, resta dizer para evitar ser pego no contrapé, e é justamente isso que veremos na próxima postagem. Até lá.

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

MINEIRINHO SAFO SE SAFOU. PARABÉNS, SENADO CORPORATIVISTA! PARABÉNS, STF PUSILÂNIME!


Por 44 votos a 26, o Senado revogou as medidas cautelares impostas a Aécio Neves pelo STF. Com isso, o mineirinho safado, que estava afastado do cargo desde o último dia 26, por decisão da 1ª Turma, deve voltar, a partir de amanhã, a exercer as funções de seu mandato e a circular livremente durante a noite.

Aécio contava com o apoio de Temer para conseguir votos no PMDB, e Temer, com a ajuda de Aécio e do PSDB para barrar, na Câmara, a segunda denúncia da PGR. Para bom entendedor, pingo é letra.

Foi revoltante ver Romero Jucá ― que tirou parte das tripas recentemente, mas interrompeu o resguardo para proferir seu discurso caga-raiva pela imunidade parlamentar ampla, geral e irrestrita e votar em favor de Aécio ― às gargalhadas com o igualmente imprestável Renan Calheiros, e virar as costas para a câmera quando se deu conta de estar sendo filmado. A propósito: Jucá responde a 13 inquéritos, 8 na Lava-Jato, ao passo que Renal é réu por peculato, investigado em outros 17 inquéritos, 13 dos quais oriundos da Lava-Jato. Aliás, entre os senadores que votaram em favor de Aécio, 17 são investigados em ações originadas na operação Lava-Jato.

A votação da admissibilidade da segunda denúncia contra Temer, na CCJ, já começou, e a decisão em plenário deve sair até o final do mês. Alguém duvida de que o espírito de porco ― digo, espírito de corpo ― baixará nos conspícuos deputados, sobretudo nos dublês de amante argentina, que, em troca dos tradicionais presentinhos, concederão seus favores ao sucessor de Dilmanta Rousseff?

Essa corja de filhos da puta está brincando com fogo. Depois os milicos resolvem dar um basta na farra (e promover sua própria festa) e quem paga o pato somos todos nós.

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NOTEBOOK SEM CONEXÃO WI-FI? VEJA COMO RESOLVER ― Continuação

SE O VENTO SOPRAR DE UMA ÚNICA DIREÇÃO, A ÁRVORE CRESCERÁ INCLINADA.

Prosseguindo no assunto iniciado no post anterior, se você consegue navegar com o smartphone ou com o tablet (pela rede wireless, não pela 3G/4G/5G), mas não com o notebook, o problema não é na rede. Veja se o botão do Wi-Fi do note não está desativado. 

Note que, em alguns modelos, esse recurso é comandado por uma tecla de função ― geralmente F2, F5 ou F12 ―, identificada por uma antena em funcionamento (como na imagem que ilustra este post), e que pode ou não contar com uma luzinha (que fica acesa quando o Wi-Fi está ativo). Como a tecla Fn ― que, pressionada em conjunto com as teclas numéricas, fazem-nas assumir o papel de “teclas de função” ― fica ao lado da tecla com o logo do Windows, você pode ter desativado o Wi-Fi acidentalmente.

O problema não é esse? Bem, quanto mais próximo você estiver do roteador, melhor serão a qualidade e a intensidade do sinal. Posicioná-lo num ponto central da casa ― e elevado em relação ao piso ― minimiza a ocorrência de “áreas de sombra”, ainda que paredes, móveis e outros obstáculos físicos possam comprometer a conexão em determinados cômodos.

Curiosamente, o sinal que não chega até seu quarto ou varanda pode alcançar a casa ao lado ou apartamentos vários andares acima ou abaixo do seu, daí a importância de proteger a rede com senha e criptografia (mas isso é conversa para outra hora). Caso o roteador esteja cercado de obstáculos, como paredes, livros, móveis, etc., tente reposicioná-lo mais próximo ao teto ― ou comprar um repetidor de sinal (para mais informações, basta seguir este link).

Se o problema começou logo após você trocar seu telefone sem fio, por exemplo, é provável que ele seja o vilão da história, pois, se operar na mesma frequência do router, poderá interferir no sinal. Desconecte o telefone da linha; se o note acessar a internet, mude o canal do telefone e veja se isso resolve o problema.

Novos aplicativos também podem gerar conflitos. Se você adicionou algum programa no seu notebook, talvez seja ele o responsável. Aliás, atualizações do Windows também são suspeitas, pois podem envolver drivers de hardware. O computador depende de um driver específico para operar o Wi-Fi; se esse driver estiver faltando ou desatualizado, a conexão não se estabelece.

Como checar os drivers via Gerenciador de Dispositivos é complicado e trabalhoso, sugiro recorrer ao DriverMax ou ao Driver Booster, que não só identificam componentes com drivers desatualizados ou ausentes, mas também baixam e instalam as versões adequadas de forma rápida e segura. Ambos são disponibilizados gratuitamente, mas vale a pena comprar a licença, já que as versões pagas proporcionam diversas vantagens adicionais, como você pode conferir nesta postagem.

Os drivers estão ok? Então, se você consegue navegar com o smartphone ou o tablet, mas não com o notebook, dê um clique direito no ícone do Wi-Fi, na área de notificação do sistema (ao lado do relógio), e selecione Abrir a Central de Rede e Compartilhamento. Selecione a opção Solucionar Problemas e, com alguma sorte, o próprio sistema identificará a anormalidade e apresentará soluções para você ter sua rede operando novamente.

Era isso, pessoal. Espero ter ajudado.

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terça-feira, 17 de outubro de 2017

LULA INVOCA O DIABO PARA SER TRATADO COM RESPEITO

Até os mais assíduos frequentadores de missa negra ficaram confusos com o Sermão do Lascado. Sobretudo ao ouvirem o trecho em que a única divindade da seita dos devotos de quadrilheiros disse a seus discípulos: 

Eu não tenho cara de demônio, mas quero que me respeitem como se eu fosse”. 

O pregador vigarista disse mais de uma vez que é católico. Se não mentiu, deve saber que quem inspira respeito é Deus; o demônio inspira medo. 

Lula nunca foi respeitado por gente séria. E deixou de ser temido desde que as investigações da Lava-Jato expuseram a nudez do reizinho. A Justiça terrena já o condenou a 9 anos e meio de cadeia por enquanto. 

Ao fantasiar-se de diabo respeitável, Lula apenas consolidou a certeza de que, no dia do Juízo Final, será reprovado com louvor (Texto de Augusto Nunes).

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NOTEBOOK SEM CONEXÃO WI-FI? VEJA COMO RESOLVER

DE ONDE MENOS SE ESPERA, DAÍ É QUE NÃO SAI NADA.

Devido à facilidade de acessar a Web através de smartphones e tablets, os internautas se tornaram menos dependentes do computador tradicional.  Prova disso é que o número de domicílios brasileiros com acesso à internet sem computador passou de 7%, em 2014, para 14% em 2016, segundo dados da pesquisa TIC Domicílios 2016, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil. A pesquisa aponta também que 54% das residências estão conectadas à internet (36,7 milhões) ― um aumento de 3 pontos percentuais na comparação com 2015 ―, e que o acesso à rede está mais presente em domicílios de áreas urbanas (59%) e nas classes A (98%) e B (91%).

Com um roteador wireless estrategicamente posicionado, a gente tem sinal de internet em todos os ambientes da casa e a navegação é mais estável e veloz que quando usamos as redes das operadoras de telefonia móvel celular ― que ainda apresentam limitações de tráfego que podem nos deixar na mão justamente quando mais precisamos delas. Sem mencionar que, em casa ou no trabalho, navegar na Web usando um PC de mesa ― ou notebook que lhe faça as vezes ― tem inúmeras vantagens (que eu não vou enumerar por questão de espaço).

Como nada é perfeito neste mundo, suponhamos que, um belo dia, você se aboleta na varanda para aproveitar a fresca da tarde enquanto gerencia seus emails ou assiste a um episódio de sua série favorita no Netflix, por exemplo, e seu notebook simplesmente não consegue acessar a rede Wi-Fi ― situação bastante comum, mas cujas causas nem sempre são fáceis de identificar. O que fazer?

A primeira providência é verificar se a internet “não caiu”. Se nenhuma luz vermelha está acesa no modem ou no roteador, tente acessar a rede wireless pelo smartphone. Se não conseguir, plugue o cabo de rede diretamente na porta LAN do notebook (ou do desktop) e veja se a conexão cabeada está funcionando. Caso negativo, reinicie o modem e o roteador. 

Se nem assim funcionar, pode-se resetar o aparelho, mas tenha em mente que será necessário reconfigurá-lo com sua senha, login e endereço de IP, o que não é um processo muito amigável para leigos e iniciantes. O manual do aparelho poderá ajuda-lo, mas, antes de partir para essa solução, ligue para o suporte da sua operadora e veja se o serviço não está momentaneamente indisponível. Caso negativo, o atendente poderá orientá-lo melhor.

O resto fica para a próxima postagem. Até lá.

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