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sexta-feira, 10 de maio de 2019

NOVA VERSÃO DO EDGE DEVE ADOTAR O GOOGLE COMO BUSCADOR PADRÃO


NÃO EXISTE DINHEIRO BOM NEM DINHEIRO RUIM. EXISTE APENAS DINHEIRO.

Os navegadores exerceram um papel determinante no acesso doméstico à Internet. As versões para Unix surgiram em 1991, mas o Navigator, lançado pela Netscape em 1994, foi o pioneiro na exibição de textos e imagens postadas em websites e o grande responsável pela expressão navegar ter se tornado sinônimo de acessar websites e webpages. 

Em 1997, o MS Internet Explorer destronou o Navigator e reinou até meados de 2012, quando o Chrome, lançado pelo Google em 2007, assumiu a liderança — que mantém até os dias atuais; de acordo com a Statcounter GlobalStats, sua participação no mercado de navegadores é de 62,58%, bem à frente do segundo colocado (Apple Safari, com 15,64%), enquanto o Mozilla Firefox é usado por 4,7% dos internautas e o Internet Explorer e o Edge, ambos da Microsoft, por apenas 2,5% dos navegantes digitais.

O Internet Explorer foi substituído pelo Edge como navegador-padrão do Windows 10, mas nem ele foi descontinuado, nem seu sucessor obteve o sucesso que a empresa esperava. Em sua mais nova versão, que virá com a atualização semestral de recursos a ser lançada no final deste mês, o Edge deve trazer o Google como mecanismo de busca padrão (em vez do Bing, um ilustre desconhecido que a Microsoft lançou em 2009 para competir com os search engines  do Google e do Yahoo!).

Se você usa o Edge e se sente incomodado com o Bing, é possível antecipar a troca do motor de buscas a qualquer tempo. A reconfiguração não é lá muito intuitivo, de modo que confira aqui o que você deve fazer: 

1- Abra o Edge, acesse página do Google Search

2- Clique nos três pontinhos à direita da barra de endereço do navegador;

2- Clique então em Configurações > Avançado e, no campo Pesquisa da barra de endereço, clique em Alterar provedor de pesquisa e confirme a opção (Google), que a esta altura estará será exibida na tela.

Sobre a próxima atualização de recursos do Windows 10, a despeito dos problemas decorrentes do Patch Tuesday de abril (mais detalhes nesta postagem), a Microsoft confirmou o lançamento, mas alertou que, a título de precaução — para evitar que as partições das unidades sejam alteradas indevidamente durante a instalação — o update não será instalado se o computador houver algum dispositivo de armazenamento externo conectado ao PC (um pendrive ou um Micro SD, por exemplo).

Observação: Na página de suporte da Microsoft há mais detalhes, inclusive sobre o que o usuário deverá fazer se a instalação for levada adiante sem que a precaução recomendada tenha sido adotada. Em linhas gerais, deve-se desconectar a unidade USB ou cartão SD e reiniciar o PC após a instalação da atualização. Ainda segundo a empresa, uma correção para esse problema está sendo desenvolvida.

terça-feira, 26 de junho de 2018

O INTERNET EXPLORER DESCE A LADEIRA


O BRASIL É UM PAÍS QUE VIVE EM CRISE ETERNA, COM INTERVALOS DE NORMALIDADE.

No final do século passado, o Internet Explorer desbancou o Netscape Navigator, sagrando-se vencedor da “Primeira Guerra dos Browsers”. Depois, dormiu em berço esplêndido até meados de 2012, quando foi superado pelo Google Chrome. A partir de então, foi perdendo espaço entre os internautas, e a despeito de continuar presente no Windows 10, o Edge é a bola da vez. No entanto, debalde os esforços da Microsoft, o novo browser padrão do sistema não decola nem com reza brava.

Por essas e outras, a empresa de Redmond corre o risco de virar passado no segmento de navegadores de internet. Em fevereiro, sua participação no mercado era de míseros 13,5%, mesmo tendo registrado um aumento de 1,7% na comparação com o mês anterior.

Vale lembrar que o IE está com os dias contados, pois deixará de ser suportado pela Microsoft em janeiro de 2020, quando o Windows 7 será oficialmente aposentado. Os usuários ainda poderão rodá-lo — como também o Windows 7 —, mas por sua conta risco, pois tanto um quanto o outro deixarão de receber novos updates de segurança. 

Como o IE responde pela maior parte da participação combinada dos navegadores da Microsoft, e considerado a pouca popularidade do Edge entre usuários do Windows 10, a empresa vem amargando uma queda dramática nesse segmento de mercado. No primeiro trimestre deste ano, o Edge registrou um recorde negativo, com uma fatia de apenas 11,7%. 

Quando o Windows 7 e IE forem aposentados, o Windows 10 deverá ter uma participação de 63,6% entre os usuários do sistema operacional para PCs mais popular em todo o mundo — isso se continuar crescendo como cresceu no ano passado. Caso o Edge não consiga aumentar seu ritmo de forma significativa até lá — e tudo indica que não conseguirá —, a participação ativa da Microsoft no âmbito dos navegadores será de apenas um dígito, talvez na casa dos 6%.

Observação: Por “ativa”, entenda-se navegadores que ainda contam com suporte; certamente haverá usuários rodando o IE após a aposentadoria do Windows 7, mesmo sem updates de segurança. E o IE no Windows 8.1 será uma contribuição quase inexistente para a fatia de usuários, uma vez que deverá ter menos de 5% de mercado em janeiro de 2020

Para efeito de comparação, a participação estimada do Edge em 2020 — de 6% — será 50% inferior à do Firefox, que também enfrenta dificuldades.

A exemplo da Microsoft, a Apple também viu seu tradicional navegador perder espaço em sua própria plataforma. Em fevereiro último, somente 44% dos Macs rodavam o Safari como navegador principal — bem menos do que os 66% registrados há menos de três anos. Sorte do Google, já que o Chrome absorveu a maior parte desses “desertores”, à exemplo do que aconteceu com o IE nesse mesmo período.

Visite minhas comunidades na Rede .Link:

segunda-feira, 6 de junho de 2016

DICAS PARA APRIMORAR O DESEMPENHO DO FIREFOX

VÊ QUEM PISAS NA SUBIDA, POIS PODERÁS ENCONTRÁ-LOS NA DESCIDA.

O Mozilla Firefox ― que já foi arquirrival do Internet Explorer ― acabou superado Google Chrome, que não só pôs um ponto final na supremacia do velho navegador-padrão do Windows, mas também se tornou a opção preferida pela maioria dos internautas de todo o mundo (com 56,75% de participação no seu segmento de mercado, conforme dados de abril/16 da StatCounter GlobalStats).

No entanto, muita gente nutre grande simpatia pelo segundo colocado (que conta com 14,24% da preferência dos internautas). Eu, por exemplo, configurei o Firefox como meu navegador padrão, embora mantenha o Internet Explorer 11, o MS Edge e o Avast SafeZone Browser em constante stand-by (just in case). 

Passando ao que interessa, cada nova edição desses programinhas promete aumentar a velocidade de abertura das páginas e reduzir o consumo de recursos do computador ― com destaque para a memória RAM. No entanto, como bem sabe quem acompanha o cenário político, prometer é uma coisa e cumprir é outra bem diferente.

Para muitos analistas, o Firefox é mais veloz que os seus concorrentes diretos, e mesmo fãs incondicionais do Chrome reconhecem a agilidade da "raposinha" ― que fica ainda mais leve e veloz com alguns "ajustes finos", mas que pouca gente implementa por desconhecer o "caminho das pedras", que será detalhado a seguir, mas não sem antes salientar que os ajustes devem ser procedidos com cuidado e atenção, pois eventuais modificações indevidas podem comprometer o funcionamento do navegador. Claro que, nesse caso, basta desinstalar e reinstalar o programa, mas ainda assim é melhor prevenir do que remediar.

Enfim, por questões técnicas cuja abordagem foge aos propósitos desta matéria, atualizações implementadas pela Fundação Mozilla no seu navegador resultaram num indesejável aumento no consumo de RAM. Para minimizar esse problema, faça o seguinte:

― Digite o comando about:config na barra de endereços do Firefox, tecle Enter e, no alerta que é exibido em seguida (vide ilustração desta postagem), clique no botão com os (melodramáticos) dizeres: Serei cuidadoso, prometo!
― Na caixa Localizar da janela que se abre em seguida, digite browser.sessionhistory.max_total_viewer e altere o atributo Valor do item em questão de -1 para 0.
― Reinicie o navegador.

Para aumentar a velocidade com que o Firefox carrega as páginas, existe uma técnica, conhecida como pipelining (ou paralelismo, numa tradução livre), que consiste em forçar o navegador a requisitar as páginas ao servidor várias vezes ao mesmo tempo (em vez de fazer uma requisição por vez), o que, em última análise, permite que diversos elementos do endereço sejam “recuperados paralelamente”. Para ativar esse recurso:

― Torne a abrir a página de configurações (digitando about:config na barra de endereços), localize, desta feita, o campo network.http.pipelining e mude seu valor para true.
― Em seguida, localize o campo network.http.proxy.pipelining e reduza seu valor para um número mais baixo ― como 10, por exemplo.
― Reinicie navegador.

Por último, mas não menos importante, experimente limitar o consumo de RAM a 10 MB quando o Firefox estiver minimizado, independentemente do número de abas abertas. Para isso:

― Volte à página das configurações, dê um clique direito em qualquer ponto da tela, clique em Nova preferência e em Boolean.
― Na janela que se abre em seguida, digite config.trim_on_minimize, tecle Enter, selecione a opção true e clique em OK.
― Reinicie o navegador.

Observação: Essa última dica limita o consumo de memória a 10MB; caso você observe eventual perda de desempenho ou dificuldade no carregamento de páginas mais pesadas, refaça os passos anteriores, torne a configurar como false o parâmetro do campo config.trim_on_minimize e reinicie o Firefox.

Por hoje é só, pessoal. Até a próxima, se Deus quiser.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

MICROSOFT DIZ QUE EXTENSÕES DO NAVEGADOR EDGE CHEGAM EM 2016


QUANDO NÃO FOR MAIS CAPAZ DE MORDER,  UM CACHORRO VELHO DEVE DEIXAR DE ROSNAR.

Conforme eu comentei na postagem da última quinta-feira, muita gente que migrou para o Windows 10 não adotou o novo navegador que a Microsoft desenvolveu para substituir o anacrônico e desprestigiado MS Internet Explorer. Volto agora rapidamente ao assunto por conta da notícia de que o suporte para extensões do EDGE deve chegar em 2016.

Segundo um porta-voz da empresa de Redmond, os desenvolvedores estão trabalhando ativamente num modelo seguro de extensões para deixar o browser o mais seguro e confiável possível para os usuários, e que isso será objeto de um futuro update do Windows 10 em 2016.

Notem que isso não constitui surpresa, até porque a maioria dos recursos inovadores esperados para o novo sistema foi ou está sendo liberada nas versões atuais de preview, mediante constantes atualizações. 

Assim, se você estiver satisfeito com sua versão atual do Windows, deixe para fazer a evolução daqui a algum tempo, quando ajustes e acertos adicionais deverão tornar o sistema maduro e, consequentemente, sua utilização mais “tranquila”. Afinal, os pioneiros são reconhecidos pela flecha espetada no peito.

Abraços a todos e até a próxima.  

terça-feira, 13 de outubro de 2015

VOCÊ SABE O QUE SÃO COOKIES?

O QUE VOCÊ PENSA DE MIM NÃO VAI MUDAR QUEM EU SOU, MAS PODE MUDAR O QUE EU PENSO DE VOCÊ.


Se você fica com água na boca quando ouve falar em cookies, sinto desapontá-lo, mas o foco desta matéria não são os deliciosos biscoitinhos assados, e sim seus homônimos digitais, que correspondem a “pedaços de dados” enviados por websites e armazenados em pequenos arquivos de texto na memória de massa do computador.

Essa tecnologia foi projetada originalmente para “antecipar” ao servidor as atividades dos internautas e dispensá-los de inserir dados de login ou preencher cadastros em páginas previamente visitadas, mas também serve para medir o acesso aos sites, identificar o meio pelo qual chegamos até eles e quais as seções que mais despertaram nosso interesse, de maneira a exibir mensagens publicitárias adequadas ao nosso perfil.

Observação: Os cookies podem ser próprios ou de terceiros. Os próprios são definidos pelo domínio do site que figura na barra de endereço, ao passo que os de terceiros provêm de outras fontes do domínio que têm itens como anúncios ou imagens incorporados às páginas. Convém não confundir cookies com arquivos temporários de Internet ou com o histórico de navegação. Os cookies não costumam oferecer risco à privacidade, embora possam se tornar perigosos quando e se acessados por pessoas mal-intencionadas (segundo a Symantec, crackers utilizam golpes em XSS e até técnicas de phishing para colher os dados disponíveis nos cookies).

Conhecendo o caminho das pedras (que varia um pouco de um navegador para outro), você pode deletar os cookies salvos no seu PC e criar regras para a gravação dos novos. Veja como:

No Chrome (que desbancou o MS Internet Explorer em meados de 2012 e desde então não parou de crescer na preferência dos usuários do mundo inteiro), todos os cookies são permitidos por padrão. Para ajustar essa configuração, clique no botãozinho com três linhas horizontais ― no canto superior direito da janela do navegador, logo após a barra de endereços –, selecione Configurações, clique em Mostrar configurações avançadas e, na seção Privacidade, pressione o botão Configurações de conteúdo. Na seção Cookies, você pode excluir os ditos-cujos, permitir ou bloquear sua gravação por padrão, mantê-los salvos somente até que a sessão de navegação seja encerrada, criar exceções para itens de sites ou domínios específicos, e por aí afora. 

No MS Internet Explorer, acesse o menu Ferramentas, clique em Opções de Internet e, na guia Privacidade, escolha um dos níveis de bloqueio (que vão desde aceitar até bloquear todos os cookies). Para excluir os cookies, clique na guia Geral e, em Histórico de navegação, pressione o botão Excluir e faça os ajustes desejados. Ao final, caso queira que o navegador se encarregue de apagar aos dados automaticamente, ao final de cada sessão, clique na guia Geral e marque a caixa Excluir histórico de navegação ao sair.

No Mozilla Firefox, clique no botão com três traços horizontais (que, como no Chrome, fica na extremidade superior direita da janela), selecione Opções > Privacidade e, no campo Histórico, selecione a opção Usar minhas configurações e faça os ajustes através das caixas de verificação e dos botões Exceções e Exibir cookies. Se quiser automatizar a exclusão dos dados de navegação quando fechar o browser, marque a caixa respectiva, pressione o botão Configurar e defina o que deve ou não ser excluído.

Observação: Para manter os cookies dos sites confiáveis, clique em Exceções e, em Endereços do site, insira as URLs cujos cookies primários você deseja manter; clique em Permitir para cada uma delas, clique em Fechar e dê OK.

Vale lembrar que muitos sites não irão funcionar se os cookies forem bloqueados; o Flickr e alguns serviços Google, como Orkut, Gmail e Blogger são bons exemplos deles.

Abraços e até mais ler.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

A ASCENSÃO E QUEDA DO IE SEGUNDO THIAGO BOAVENTURA

TELEFONE: INVENÇÃO DO DIABO QUE ANULA ALGUMAS DAS VANTAGENS DE NOS MANTERMOS À DISTÂNCIA DE PESSOAS DESAGRADÁVEIS.

Antes de passar à postagem de hoje, cumpre salientar que jamais tive sorte nas parcerias que fiz com outros blogueiros, até porque a maioria deles não demorou a abandonar seus sites ou tirá-los do ar sem mais aquela. Pensando nisso, confesso que nunca me animei a publicar, aqui, textos de terceiros, embora dúzias deles me tenham sido oferecidos nos 9 anos de existência deste meu humilde Blog. Hoje, todavia, resolvi arriscar, até porque gostei do artigo que reproduzo a seguir sem retoques. Note que isso não signifique que eu concorde plenamente com a opinião do colega sobre o MS Internet Explorer — como bem sabe quem acompanha minhas postagens —, já que sempre fui fã desse navegador, embora o venha utilizando cada vez mais raramente, de uns anos para cá.

Enfim, com a palavra o nosso amigo Thiago:  


Hoje vou falar sobre o declínio do Internet Explorer diante dos demais navegadores web.

1. Breve Histórico

A primeira versão do Internet Explorer foi lançada em 1995, juntamente com o pacote de ferramentas do Windows 95. A princípio era uma versão adequada aos padrões da época, entretanto a Microsoft, pensando possuir o monopólio no ramo de browsers, parou no tempo e se descuidou em questões como: renderização, execução e segurança. Aliado a isso, o IE deixa muito a desejar no aspecto de leitura e interpretação dos códigos-fonte das ferramentas web que há muito tempo são regidas pelas recomendações do W3C.

As diversas falhas do Internet Explorer foram ampliadas com o surgimento dos novos navegadores web, como o Firefox e o Chrome. Com a chegada do Firefox, em meados de 2002, o mundo assistia ao início do declínio do Internet Explorer e ao começo de uma nova era nos browsers. Começava a era dos navegadores com leitura correta de códigos, criptografia de dados, atualizações constantes, acessibilidade e suporte a multiplataformas. Seis anos mais tarde, com o lançamento do Google Chrome, as características já padronizadas e executadas pelo Firefox foram consolidadas.

1.1 Internet Explorer 11 - Uma última tentativa

Com o slogan “a web reinventada”, a Microsoft buscou com o Internet Explorer 11 uma última tentativa de restabelecer a liderança no mercado de navegadores web. Lançado juntamente com o Windows 8, o IE 11, apesar de apresentar melhores resultados nos itens de qualidade dos navegadores, não conseguiu tirar a má fama de seus antecessores.

1.2 O fim

Percebendo a dificuldade em superar o Google Chrome e o Firefox, a Microsoft anunciou no começo de 2015 o encerramento das atualizações do Internet Explorer, afirmando que o navegador do Windows 10 virá totalmente repaginado e com um novo nome. Com isso, encerra-se um ciclo de 20 anos.

2. O que levou o IE a essa situação?

O que se observa durante toda a trajetória do Internet Explorer é que a Microsoft se desleixou no tocante à atualização do seu browser matriz, fazendo com que ele ficasse obsoleto com o passar dos anos. Entre os principais aspectos que fizeram com que o IE fosse abandonado pelos internautas podemos citar os seguintes:

2.1 Velocidade de execução

Sem sombra de dúvidas o Internet Explorer é o navegador mais lento e o que dá mais problemas na execução. Quem nunca tentou navegar pelo IE e foi recepcionado pela tela de erro do Windows dizendo: “Aguarde este programa será encerrado”.

2.2 Consumo excessivo de memória RAM
Outro ponto muito negativo do navegador da Microsoft é que ele apresenta um consumo excessivo de memória RAM, o que culmina em lentidão nos computadores. Navegar por muitas abas acaba sendo um obstáculo quase impossível de ser vencido.

2.3 Incompatibilidades e bugs
O Internet Explorer também possui um problema muito grave de compatibilidade com as diretrizes padronizadas pelo W3C. Essa dificuldade de leitura de códigos pelo IE pode ser confirmada quando abrimos um site de forma correta no Google Chrome, e quando vamos abrir esse mesmo site no browser da Microsoft ele é carregado de forma totalmente distorcida. Além disso, o IE apresenta muitos bugs com relação à Folha de Estilos em Cascata (CSS) dos sites e com bibliotecas de plugins diversos como o JQuery.

3. Os números confirmam
As estatísticas nos dão uma boa base do quanto o Internet Explorer caiu no conceito dos internautas. Conforme dados recentes divulgados pelo portal StatCounter, o navegador da Microsoft batalha duramente para não cair diante do Firefox. Segundo o mesmo portal, fica clara a soberania atual do Google Chrome.



Ainda nesse contexto, avaliando os acessos do website da Webdesign em Foco através do Google Analytics, percebe-se uma disparidade ainda maior entre o IE e os demais navegadores, demonstrando que realmente o Internet Explorer não agrada aos internautas.









Finalizando os aspectos de estatística, foi colhido junto ao portal TopTenReviews o ranking de avaliação dos usuários quanto à qualidade dos navegadores web, em que se confirma a queda do IE.



4. Conclusão

A conclusão a que se chega é que a Microsoft demorou muito tempo para reconhecer a fragilidade do seu Browser e reformular a sua estrutura. A própria Microsoft abriu oportunidades para que outras empresas formulassem navegadores de melhor qualidade. Espera-se muito do novo navegador que será lançado pela Microsoft, talvez essa seja a última oportunidade da empresa apresentar um produto de qualidade na área de browsers. Uma falha nesse novo software pode decepcionar profundamente os internautas e consolidar o desprestígio da Microsoft na área de navegadores web.



Thiago Boaventura, criador desse post,
é Técnico em Informática pelo Cotemig/MG desde 2007,
atua como Webdesigner em Divinópolis/MG
e é editor do site
Webdesign em Foco.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

SAIBA O QUE É CACHE DE MEMÓRIA E VEJA COMO (E PORQUE) LIMPÁ-LO NO SEU NAVEGADOR DE INTERNET

O PERDEDOR CONQUISTA A DIGNIDADE DE UM VENCEDOR QUANDO ACEITA A DERROTA.
No jargão da informática, o termo “memória” designa qualquer componente do computador (ou dispositivo externo a ele) que tenha por finalidade precípua o armazenamento de dados. Existem memórias de diversas tecnologias, formatos e qualidades (conforme, aliás, já discutimos em outras oportunidades; para mais informações, acesse meu Blog, digite “memórias” no campo de buscas e tecle Enter), mas, por convenção, quando usado isoladamente, esse termo remete à RAM ─ memória física e principal ferramenta da CPU, na qual são carregados o sistema operacional, os aplicativos e todos demais arquivos que manipulamos quando operamos o PC.
Nenhum computador atual, seja um grande mainframe, seja uma simples calculadora de bolso, é capaz de funcionar sem uma quantidade mínima de memória RAM. No entanto, por razões que agora não vem ao caso detalhar, esse importante subsistema não acompanhou pari passu o aumento de velocidade dos processadores. E se os jurássicos i386, que operavam na casa dos megahertz, já precisavam “esperar a memória liberar os dados” para poder cumprir suas tarefas, não é difícil imaginar o imenso “gargalo” que isso acarretaria nos sistemas computacionais atuais, não é mesmo?
Para minimizar esse problema, os fabricantes passaram a se valer de um estratagema conhecido como cache de memória (ou memória cache, dá na mesma), que consiste no uso de uma pequena quantidade de RAM estática ultraveloz para armazenar os dados que a CPU utiliza com maior frequência. Inicialmente, essa memória era instalada nos circuitos da placa-mãe, mas passou a integrar o núcleo dos processadores a partir dos i486. A partir de então, as CPUs passaram a operar com dois níveis de cache (interno e externo, ou L1 e L2), e embora alguns chips da AMD, como o K6-III, tenha usado um terceiro nível (L3), o custo elevado e diversos problemas de ordem técnica impediram que essa solução se popularizasse.
Observação: Quando falamos em cache, logo nos vem à mente o processador, mas esse recurso passou a ser usado também em HDs, servidores, placas de sistema, e até mesmo em softwares ─ como é o caso dos navegadores, que guardam as páginas localmente, de maneira a evitar consultas constantes à rede (solução especialmente útil quando se navega por páginas estáticas).
Note que é importante limpar regularmente o cache do navegador, pois o acúmulo exagerado de dados tende mais a atrapalhar do que a ajudar. A maneira de se fazer isso varia conforme o browser. Se você usa o Chrome ─ que atualmente é o navegador mais popular entre os internautas do mundo inteiro ─, clique no botão com três traços horizontais (que fica no canto superior direito da página, logo após a barra de endereços), aponte o mouse para Mais Ferramentas, clique em Limpar dados de navegação... Na tela que se abre em seguida, clique na setinha ao lado de Eliminar os seguintes itens desde, escolha uma das opções disponíveis (sugiro clicar em desde o começo) e marque as caixas de verificação ao lado dos itens que você deseja eliminar (sugiro limitar-se às primeiras quatro opções) e pressione o botão Limpar dados de navegação. Para não fazer besteira, é enfaticamente recomendável que você clique no link Saiba mais antes de dar início à faxina.
Usuários do Firefox devem clicar no botão Abrir menu (que, como no Chrome, fica na extremidade esquerda da barra de endereços e é identificado por três linhas horizontais), clicar em Opções > Avançado > Rede e, no campo Conteúdo web offline e dados do usuário, clicar em Limpar agora. No IE, clique no menu Ferramentas > Opções da Internet > aba Geral e, no campo Histórico de navegação, clique no botão Excluir... Na janelinha que se abre em seguida, marque os itens desejados e torne a clicar em Excluir (se preferir, marque a caixa ao lado de Excluir histórico de navegação ao sair, para que a limpeza seja feita toda vez que você encerrar o navegador).
Abraços a todos e até mais ler.

quarta-feira, 18 de março de 2015

SERÁ O FIM DO INTERNET EXPLORER?

PALAVRAS FALAM, ATITUDES DEMONSTRAM.

O surgimento dos navegadores foi um dos grandes responsáveis pela difusão da Internet entre “usuários comuns”. As versões para Unix surgiram em 1991, mas o Mosaic foi o primeiro a rodar no Windows e o Navigator, lançado pela Netscape em 1994, o pioneiro na exibição de textos e imagens postadas em websites aliás, deve-se a ele a consagração da expressão “navegar” como sinônimo de acessar páginas da Web.

Em 1995, o MS Internet Explorer entrou no páreo e, na condição de vencedor do que ficou conhecido como a “Primeira Guerra dos Browsers”, sagrou-se o navegador mais utilizado mundialmente durante mais de uma década, até ser destronado pelo Google Chrome, e não pelo Mozilla Firefox, que durante um bom tempo foi seu principal concorrente.

Como se pode ver da figura que ilustra essa postagem, o IE e o Chrome se cruzaram em maio de 2012, na marca dos 34,43% da preferência dos internautas de todo o mundo. Hoje, o Chrome abocanha uma fatia de 52,39% do seu segmento de mercado, enquanto que o IE fica em segundo lugar, com 19,97%, logo acima do Firefox, com 18,44% (o Safari mal passa dos 5% e o Opera nem chega aos 2%).

Tudo isso para dizer que, embora ainda não seja, oficial, o principal navegador da próxima edição do Windows não será o IE 12, como seria de se esperar, mas sim um novo programa cujo nome provisório é Project Spartan, embora o IE 11 deva continuar presente, como uma versão de legado, notadamente para atender empresas com aplicativos e sites desenvolvidos especialmente para o já antigo navegador da Microsoft. A conferir.

Abraços a todos e até mais ler.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

NAVEGAÇÃO IN-PRIVATE (SIGILOSA) - O QUE É E COMO FUNCIONA

LEMBRE-SE: NUNCA DÊ OUVIDOS AO MIKE TYSON!

Navegar na Web passou de bucólico passeio no parque a verdadeiro safári, tantos são os perigos embuçados nos cantos escuros da Grande Rede. Por conta disso, é fundamental manter o Windows e os aplicativos devidamente atualizados e protegidos com um arsenal de segurança confiável, ativo e operante.
Igualmente recomendável é habilitar a navegação incógnita (in-private), que é disponibilizada pelos browsers mais populares (ChromeInternet Explorer, FirefoxSafari).

Observação: A despeito de sua má-reputação entre internautas menos esclarecidos, esse recurso não permite navegar fora do radar do provedor ou dos curiosos de plantão, mas somente descartar cookies e arquivos temporários ao final de cada sessão, bem como impedir a gravação de históricos, dados de formulários, senhas, e por aí vai. Quem quiser navegar com total privacidade pode recorrer a uma VPN (rede virtual privada) ou, mais fácil, usar ferramentas como o TOR  ou o ANONYMIZER.

Quando nada, a navegação in-private permite driblar paywalls (muro de pagamento, numa tradução literal do inglês, ou seja, a cobrança pela leitura de artigos nas edições digitais de jornais e revistas); aprimora a segurança no uso de máquinas públicas (de Lanhouses, Cybercafés, etc.), e daí por diante. Para abrir uma janela incógnita no Chrome, o atalho de teclado é Ctrl+Shift+n; no IE, a combinação é Ctrl+Shift+p). Para que seu browser assuma esse comportamento por padrão, siga as instruções abaixo:

No GOOGLE CHROME, clique em Iniciar > Todos os Programas, localize a entrada correspondente ao browser em questão, dê um clique direito sobre ela e, no menu suspenso, escolha Enviar para > Área de trabalho (criar atalho). Dê um clique direito sobre esse novo atalho, clique em Propriedades, na aba Atalho e, no campo Destino, no final do endereço, dê um espaço e digite --incógnito, de modo que a linha fique assim:  “C:\Users\Nome\AppData\Local\Google\Chrome\Application\chrome.exe” --incognito. Clique em Aplicar > OK, reinicie o navegador (pelo atalho em questão, naturalmente) e confira o resultado. 

No MS INTERNET EXPLORER os passos são os mesmos, mas, no campo Destino, você deve adicionar –private, de modo que a linha fique assim: "%ProgramFiles%\Internet Explorer\iexplore" –private. Clique em Aplicar > OK, reinicie o navegador (pelo atalho em questão, naturalmente) e confira o resultado.

Em tempo: Vejam o que... bom, deixa pra lá. Vejam e tirem suas próprias conclusões.




Segunda-feira a gente conclui. Vamos agora ao nosso tradicional humor de final de semana (hoje mais filosófico do que engraçado, mas enfim...):

Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra. Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens. Leu tudo em m...enos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero. O que estava escrito é muito interessante, leiam:

1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.
2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
3. Você não ganhará $2
0.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.
7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!
9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável

que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles."

NÃO SE ESQUEÇAM DE ACERTAR SEUS RELÓGIOS NA VIRADA DO SÁBADO PARA O DOMINGO - E PERDER UMA HORINHA DE SONO, FAZER O QUÊ?

Um excelente final de semana a todos.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

SUTILEZAS DO GOOGLE CHROME - COMO ABRIR LINKS EM NOVAS ABAS


LIVRE-SE DOS BAJULADORES. MANTENHA PRÓXIMAS DE VOCÊ PESSOAS QUE LHE AVISAM QUANDO VOCÊ ERRA.

O Chrome e o IE são os navegadores de Internet mais utilizados em todo o mundo, e escolher entre um e outro, atualmente, tem mais a ver com as preferências pessoais do usuário do que com as funções e recursos que cada qual disponibiliza, já que ambos são bastante semelhantes nesse quesito.
Durante anos a fio eu usei o IE – do qual continuo sendo fã de carteirinha –, embora tenha promovido o Chrome à condição de navegador padrão (a explicação dessa aparente contradição é uma história que fica para outra vez).
Acostumado com o IE, no qual os links em que eu clicava abriam em novas guias da janela (para fazer esse ajuste, clique em atual Ferramentas > Opções da Internet > Guias > Abrir links de outros programas em e escolha uma das três possibilidades), eu inicialmente estranhei o comportamento do Chrome, que varia conforme o que está definido especificamente para cada link. No entanto, não demorei a descobrir como contornar esse “problema” de forma simples e sem a instalação de softwares adicionais. Acompanhe:

·    Uma das diversas possibilidades consiste em clicar sobre o link desejado com o botão direito e selecionar Abrir link em uma nova aba, Abrir link em uma nova janela ou Abrir link em janela anônima.

·    Se você achou trabalhosa a sugestão acima, clique no link com o scroll (aquela rodinha que fica entre os botões do mouse e serve para rolar a tela) e ele abrirá automaticamente numa nova aba, em segundo plano. Caso queira abrir a nova aba em primeiro plano, mantenha a tecla Shift pressionada enquanto clica com o scroll.

·    Se você usa um note sem mouse com scroll, pouse o ponteiro sobre o link, pressione Ctrl dê um clique esquerdo.

·    Se preferir, arraste o link até logo acima da barra de endereços e solte-o ao lado da aba ativa da janela, fazendo com que abra numa nova aba, já em primeiro plano.
   

Abraços e até mais ler.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

SEGURANÇA - SANDBOX (CAIXA DE AREIA)


No âmbito da TI, o termo SANDBOX – que remete àqueles cercadinhos onde as crianças brincam com areia sem sujar o restante da casa – é usado para denominar uma forma de virtualização de software (SAMBOXING, no caso) que permite isolar programas específicos do restante do sistema e impedir que sua execução promova modificações permanentes.
Com uma ferramenta adequada (como as caixas de areia oferecidas pelo Avast e Comodo Internet Security, por exemplo) você pode “pintar o sete” e até mesmo se dar ao luxo de visitar sites inseguros e clicar em links ou abrir anexos de email, por exemplo, sem se preocupar com vírus, trojans ou spywares que possam por em risco a segurança do seu computador.
Caso seu arsenal de segurança não disponha desse recurso, baixe a versão freeware do SANDBOXIE, que inclui  o português brasileiro em sua lista de opções de idioma e é excelente tanto para uso diário quanto eventual. Antes, porém, sugiro ler o tutorial completo do fabricante (em inglês) ou fazer o download a partir do Baixaki, que oferece uma sinopse bastante satisfatória.
Um ótimo dia a todos.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

SEGURANÇA – NAVEGADORES e humor de sexta-feira


Quando a Internet começou a se popularizar no âmbito doméstico, os vírus, worms, trojans e afins passaram a utilizá-la para sua disseminação, dando origem à velha velha máxima de que computador seguro é computador desconectado.
Por outro lado, deixar de usufruir dos benefícios proporcionados pela Grande Rede seria impensável, de modo que o jeito é reforçar o arsenal de segurança e blindar o navegador.
Nosso Blog está repleto de sugestões envolvendo antivírus, firewall e suítes de segurança completas (tanto em versões pagas quanto gratuitas), de modo que basta recorrer ao campo de Busca para obter mais informações.
Se você quiser verificar se seu browser está devidamente atualizado, releia o post navegadores e atualizações; para evitar que anunciantes monitorem seus hábitos de navegação e o bombardeiem com publicidade, bloqueie os cookies de rastreamento:
  • No Chrome, clique no ícone da chave inglesa (no canto superior direito da tela) e, em Configurações > Configurações avançadas > Configurações de Conteúdo, marque a opção Bloquear cookies de terceiros e dados do site. 
  • No IE, abra o menu Ferramentas, clique em Opções da Internet > Privacidade e, em Configurações, ajuste a barra deslizante para o nível Médio.
  • No Firefox, clique no menu Firefox > Opções > Privacidade e, na opção referente ao item O Firefox deve:, selecione Usar minhas configurações e desmarque Inclusive cookies de elementos fora do site visitado.
Utilizar a navegação privada – que impede os sites visitados de gravar cookies, adicionar as páginas visitadas ao histórico e deixar outros "rastros" de navegação – também é uma boa ideia:
  • No Chrome, clique no ícone da chave inglesa – que na verdade é uma chave fixa, mas enfim – e escolha a opção Nova janela anônima
  • No IE, clique no menu Ferramentas e escolha a opção Navegação InPrivate;
  • No Firefox, clique em Tools e em Private Browsing
Por último, mas não menos importante, instale o WOT, que se vale de de um banco de dados alimentado pelo feedback dos próprios usuários para classificar os sites com um pequeno círculo na cor verde, amarela ou vermelha, conforme sua confiabilidade. Caso queira  aprimorar ainda mais sua segurança, considere o uso de uma CAIXA DE AREIA (assunto que veremos com mais detalhes na próxima postagem). 

Passemos agora ao nosso tradicional humor de sexta-feira:

Uma octogenária entra na farmácia e pergunta:
- Vocês têm analgésicos?
-Temos sim senhora - responde o farmacêutico.
-E remédio contra reumatismo?
-Também.
-Viagra? Vaselina? Pomada anti-ruga? Gel para hemorróidas? Fraldas para idosos?
-Minha senhora - interrompe o farmacêutico -, isto aqui é uma farmácia e nós temos isso tudo. Qual é o seu problema?
-É que vou me casar no fim do mês. Meu noivo tem 95 anos e a gente queria saber se podia deixar nossa lista de casamento aqui com vocês...

Casal de meia idade na cama, tarde da noite, com a luz a pagada. De repente, a mulher sente o marido apalpar levemente o seu pescoço, descer a mão pelo ombro até o braço, tocar de leve o quadril, subir pela coxa, voltar pelo ventre, passar pelo seio e retornar ao pescoço, desta feita pelo outro lado. Inopinadamente, o movimento cessa e a mulher, já "acesa", murmura:
- Continue, querido, está tão bom...
E o marido:
- Pra quê? Já encontrei o controle remoto.  

FELIZ DIA DOS PAIS e um ótimo f.d.s. a todos.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

NAVEGADORES E NAVEGAÇÃO - Dicas


A navegação por abas permite acessar diversas páginas simultaneamente sem ter que abrir novas instâncias do navegador, mas é comum o internauta fecha por engano uma guia que tencionava manter. Caso o navegador utilizado seja o IE, é possível restaurar a guia em questão dando um clique direito em qualquer outra e selecionando a opção Reabrir Guia Fechada. Outra possibilidade é recorrer ao atalho Ctrl+Shift+T, que também funciona no Chrome e no Firefox.

Há situações em desejamos copiar uma imagem publicada num website e o botão direito do mouse não responde, devido a um script destinado a desestimular os “copiadores de plantão” (saiba mais em http://fernandomelis.blogspot.com/2011/03/tiro-no-pe.html). Às vezes, é possível contornar esse obstáculo via menu Editar\Copiar ou pelo atalho Ctrl+C, mas há casos em que o jeito é tirar um instantâneo da tela (Print Screen), salvá-lo no Paint e editá-lo a partir dali.

Observação: Usuários do Windows 7 podem clicar em Iniciar > Todos os programas > Acessórios > Ferramenta de Captura, clicar na setinha ao lado do botão Novo, selecionar a opção Captura Retangular, desenhar com o mouse um retângulo ao redor da imagem desejada e clicar em Salvar Captura, mas vale lembrar que esse recurso não está disponível nas versões SE e Home Basic.

Já para imprimir o conteúdo de uma webpage sem desperdiçar tinta e papel com imagens, links e anúncios desnecessários, uma boa idéia é selecionar a porção desejada, copiá-la (Ctrl+C) e transferi-la para um documento do Word clicando em Editar > Colar especial > Texto não formatado. Outra maneira – que oferece até melhores resultados – é recorrer ao Printliminator (caso o inglês não seja a sua praia, acesse http://www.baixaki.com.br/site/dwnld62978.htm e leia em português um apanhado das instruções para uso do recurso).


Um bom dia a todos e até amanhã.

terça-feira, 26 de junho de 2012

FIREFOX 14 BETA E 15 AURORA

Nem bem o Firefox 13 foi lançado (veja mais detalhes na postagem do último dia 14), a Mozilla já liberou o beta da edição 14 e o alfa da posterior (15), que podem ser encontrados, respectivamente, no canal da Mozilla e na página do Aurora.
Nas versões 5 e 6, o IE 5 e 6 alcançou picos de utilização de mais de 80% (entre 2002 e 2003), até que a concorrência do browser da Mozilla, combinada com o “fogo amigo” do IE7, reduziram progressivamente sua participação no mercado.
Contrariando as expectativas, no entanto, foi o Chrome, lançado oficialmente em 2008, quem apeou o festejado navegador da Microsoft do primeiro lugar no ranking (ele já superou os concorrentes em nível de Brasil e disputa com o IE, cabeça a cabeça, a primeira posição no âmbito mundial, conforme dados do StatCount – veja imagem no alto, à direita). Abraços e até mais ler.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

NAVEGADORES, EXTENSÕES, PROBLEMAS & SOLUÇÕES

Ainda precisamos “comer muito feijão” para parear com o assim chamado primeiro mundo: segundo um estudo do Comitê Gestor da Internet, menos da metade dos lares tupiniquins dispõe de computadores, e desses, mais da metade continua na era da pedra lascada, digo, da conexão discada (nas áreas rurais, 90% dos usuários não têm conexão de espécie alguma). Mesmo assim, nas capitais e grandes centros urbanos a banda larga campeia solta, sendo raro alguém usar um PC sem ter acesso à Internet, o que outorga importância diferenciada aos navegadores de Internet.

Observação: O surgimento dos navegadores contribuiu de maneira decisiva para a popularização da Internet. As versões para Unix surgiram em 1991, mas foi o Netscape Navigator – lançado em 1994 e líder de mercado até 1997, quando foi desbancado pelo Internet Explorer 4 – o primeiro a exibir textos e imagens postadas em websites. Desde então, muita água rolou por debaixo da ponte, e o Firefox, que já foi a “pedra no sapato” do IE, hoje amarga uma modesta terceira posição em Terra Brasilis, onde o primeiro colocado atualmente é o Google Chrome (veja gráfico).

Ainda que cada desenvolvedor “puxe a brasa para a própria sardinha”, a escolha do browser tem mais a ver com as preferências pessoais do internauta do que com as características e funcionalidades dos programas, já que todos funcionam de maneira satisfatória, atualmente, e oferecem suporte a uma vasta gama de “extensões” (também chamadas de plug-ins, add-ons ou snap-ins), que ampliam seus recursos ou acrescentam novos elementos (há cerca de um ano, o Chrome já disponibilizava mais de 5.000 delas).

Observação: Experimente o Pocket (funciona em qualquer browser) para adicionar fotos, imagens, vídeos e outros conteúdo da web a uma lista de coisas para ler depois, e o TinEye.com para obter informações detalhadas sobre qualquer foto (há extensões para os principais navegadores e franquia para até 50 buscas por dia).

Note que o acréscimo desmedido de penduricalhos acarreta lentidão e propicia incompatibilidades que, em situações extremas, podem comprometer a estabilidade do sistema como um todo. Em sendo o caso, abra seu navegador no “modo seguro” (para que extensões e outros elementos adicionais não sejam carregados) e navegue normalmente por algum tempo. Se tudo correr bem, ative uma extensão por vez, reinicie o programa e navegue por mais algum tempo, até identificar o add-on problemático.

ObservaçãoPara executar o browser no “modo seguro”, clique em Iniciar > Executar (caso seu Windows 7 não o exiba o comando em questão, clique aqui para saber como proceder) e digite iexplore -extoff para o IE e chrome.exe -incógnito – para o Chrome. Note ainda que este último dispõe ainda de um modo de diagnóstico integrado; para acessá-lo, digite chrome.exe -diagnostics no menu Executar.

Usar o servidor DNS do seu provedor de banda larga nem sempre é a melhor solução, e suas opções não se restringem ao OpenDNS. Para descobrir qual o servidor mais rápido para você, rode o DNSBenchmark (clique em Run benchmark, na aba Nameservers, e confira os resultados na aba Conclusions).
Note que nem sempre é fácil diagnosticar e solucionar problemas com seu navegador, já que pode ser necessário analisar uma vasta gama de fatores. Se você utiliza Chrome, os add-ons IPAddress and Domain Information e Networkand Internet Tools podem ser uma mão na roda, e com o UserAgent Switcher você “disfarça” seu navegador e dribla sites que insistem no uso de programas ou versões específicas.
Um ótimo dia a todos e até mais ler.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

MONITOR DE VÍDEO - GANHANDO ESPAÇO


Quando se tem diante dos olhos uma tela de 17 ou 19 polegadas, uma barrinha a mais na janela do navegador não faz grande diferença, mas em laptops de dimensões cada vez mais reduzidas, aí a coisa muda de figura.
A despeito das tradicionais barras de rolagem, você pode “ganhar espaço” útil reduzindo o tamanho dos ícones do desktop – clique direito num ponto vazio da área de trabalho, aponte para Exibir e escolha a opção adequada – e/ou escamoteando a Barra de tarefas – selecione Propriedades e, na aba Barra de tarefas, marque a opção Ocultar automaticamente a barra de tarefas (aproveite o embalo e marque também Usar ícones pequenos).

No Seven, a Microsoft deu chá de sumiço à Barra de Menus de porção de janelas, dentre as quais a do Internet Explorer (que costuma ficar apinhado de caixas de busca, barras de ferramentas e outros complementos enxeridos), mas você pode convocá-la a qualquer momento pressionando a tecla ALT ou restabelecê-la em definitivo (como nas versões anteriores)  marcando a caixa de verificação respectiva, nas opções do menu Ferramentas.

Observação: A tecla ALT permite inserir facilmente uma vasta gama de símbolos e caracteres especiais  para conferir, clique aqui.

Outra forma de “sumir” temporariamente com (todas) as barras de título e de menus da janela do IE é pressionar a tecla F11, que faz o conteúdo da webpage ser exibido em “tela cheia”, proporcionando mais espaço útil para a navegação. Aliás, isso costuma funcionar também com vídeos exibidos no Windows Media Player e imagens no Windows Photo Viewer, mas, dependendo da versão, pode ser preciso pressionar a tecla ESC para retornar ao formato de exibição original.
Uma ótima semana a todos e até amanhã, se Deus quiser.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

GOOGLE CHROME - ESTATÍSTICAS DO BLOGGER INDISPONÍVEIS


Alguns de vocês devem estar lembrados de quando o Blogger resolveu se indispor com o IE, em maio do ano passado, forçando blogueiros e seguidores a acessar os Blogs através de outro navegador (preferencialmente o Chrome), sob pena de não conseguirem fazer login para editar postagens e publicar comentários. Pois bem, desta vez a novidade veio em junho, e o problema – pelo menos comigo – é uma dificuldade recorrente em acessar as estatísticas do Blog através do Chrome – a exibição é normal quando o navegador é o IE ou o Firefox.

Observação: Segundo a ajuda do Blogger, erros “bX” são geralmente resolvidos com a limpeza do cache e dos cookies, mas comigo não funcionou – aliás, nem mesmo a reinstalação do Chrome solucionou o problema!

Mas enfim, falando em Firefox, a Fundação Mozilla lançou recentemente a 13ª edição do seu festejado navegador – que, a despeito de estar em terceiro lugar no ranking, atrás do Chrome e do Internet Explorer, é considerado por muitos analistas como o mais bem sucedido projeto open source da atualidade.
Nessa nova edição, dentre outras novidades, você encontrará uma tela inicial remodelada, com atalhos para diversos recursos e acesso facilitado para os sites mais visitados, além de um mecanismo para restaurar a sessão anterior de navegação e um botão restaura as configurações originais do navegador. Manter o programa atualizado ficou mais fácil, e além de o sistema de transferência de arquivos, a função “Localizar Página” e a forma de gerenciamento de extensões (add-ons) terem sido aprimorados, a navegação está mais ágil e o consumo de memória (tradicional calcanhar de Aquiles da raposinha), reduzido.
Ao suporte total ao HTML5 foram acrescentadas compatibilidades com SVG (tecnologia para definição de componentes gráficos vetoriais) e WebM (pacote de codecs para vídeos online que proporciona taxas de compressão maiores em vídeos de alta qualidade), e para melhorar o carregamento das páginas, algumas operações passam a ser feitas com auxílio da placa gráfica (esse recurso consome mais energia e, portanto, vem desativado por padrão). Para mais informações e download, visite www.mozilla.org/pt-BR/firefox/new/.

A propósito, anteontem foi Patch Twesday - segunda terça-feira do mês, na qual a Microsoft libera atualizações e correções para o Windows e seus complementos (para saber mais, clique aqui).

Abraços e até mais ler.