Vimos na postagem de 24 de maio passado que as FONTES (tipos de letras) são vorazes consumidoras de recursos do sistema, e que, a despeito de haver inúmeros sites que disponibilizam uma variedade absurda delas, não convém adicionar coisas que você dificilmente irá utilizar. Aliás, lembro-me de ter instalado certa vez uma quantidade tão grande de fontes no meu velho 486, que o pobre não conseguiu mais carregar o Windows (acho que está tentanto até hoje - risos).
Mesmo assim, isso não significa limitar-se a usar somente as fontes que acompanham o sistema, mas sim ser seletivo ao fazer acréscimos: ao se embeiçar por uma fonte diferente, só a instale se tiver certeza de que ela realmente lhe será útil - e isso vale também para os famosos “inutilitários” oferecidos às carradas na Web, que geralmente entopem o disco e consumem recursos sem oferecer qualquer contrapartida prática ao usuário.
Uma boa idéia nesse sentido é combinar a inclusão de novas fontes com a exclusão daquelas de que você já dispõe, mas raramente utiliza. Para tanto:
• Vá ao Painel de Controle e abra o mini-aplicativo Fontes.
• Para visualizar o aspecto de uma fonte, dê duplo clique sobre o ícone respectivo.
• Para instalar uma nova fonte, clique no menu Arquivo, selecione a opção "Instalar fonte nova" e, na janela "Adicionar fonte nova", localize a fonte desejada, selecione-a na "Lista de fontes", clique em "OK" e reinicialize o sistema.
• Para remover fontes, dê um clique direito sobre o modelo em questão e selecione a opção “Excluir”.
Observação: Convém tomar cuidado para não desinstalar as fontes-padrão Windows (e suas variações), tais como as ARIAL, COURIER, COURIER NEW, MODERN, MS SANS SERIF, ROMAN, SCRIPT,SMALL FONTS, SIMBOLS, TIMES NEW ROMAN e WINGDINGS. Na dúvida, evite remover qualquer fonte marcada com um A em vermelho ou cujo nome seja iniciado por MS.
Bom dia a todos e até a próxima.
UM BATE-PAPO INFORMAL SOBRE INFORMÁTICA, POLÍTICA E OUTROS ASSUNTOS.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Substituição de Fontes e Fontes Essenciais
Labels:
computador,
fontes,
informática,
Microsoft,
PC,
programa,
sistema operacional,
software,
tecnologia,
tecnologia da informação,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Meus Documentos
A pasta Meus Documentos, implementada no Windows a partir da versão 95, constitui o local padrão para o armazenamento de arquivos criados tanto pelos aplicativos da própria Microsoft quanto pela maioria dos softwares de terceiros, e permtie administrar melhor os arquivos e facilitar os procedimentos de backup. Se você não gosta do nome da pasta em questão, saiba que é possível modificá-lo facilmente. Veja como:
1- Abra o Windows Explorer, localize a pasta Meus Documentos no painel esquerdo, clique sobre ela com o botão direito e, no menu que se abrir, escolha a opção Renomear e digite o novo nome (preferencialmente curto e sem espaços).
Observação: Caso você mantenha um atalho para Meus Documentos no Desktop, troque também o nome do ícone respectivo (clique com o botão direito sobre ele, escolha Propriedades e digite nome que você escolheu no procedimento anterior).
2- Para que o novo nome apareça no alto das janelas "Salvar" ou "Salvar como" dos diversos programas que usam a pasta Meus documentos, clique novamente com o botão direito sobre o ícone da pasta (já renomeada) no Desktop, escolha a opção "Propriedades" e entre com o novo nome na caixa "Local da pasta de destino".
Feito isso, a pasta renomeada continuará como o local padrão para a gravação de arquivos de dados, sendo exibido com o novo nome tanto na Área de Trabalho quanto no Windows Explorer e nas janelas "Salvar" e "Abrir".
A propósito, se você seguiu nossa sugestão no sentido de dividir seu HD em duas ou mais unidades lógicas (assunto já abordado em diversas oportunidades, inclusive com o tutorial detalhado e sugestões sobre os aplicativos necessários para esse procedimento), convém também transferir a pasta Meus Documentos para a segunda partição. Dentre outras coisas, isso facilita o gerenciamento dos arquivos de dados e a realização de cópias de segurança (backups), além de manter a pasta incólume por ocasião de uma eventual reinstalação do sistema.
Para tanto, no XP, basta abrir o Windows Explorer, dar um clique direito sobre a entrada Meus documentos, escolher “Propriedades” e conferir o endereço na caixa de dados “Destino” (que, por padrão, é “C:\Documents and Settings\nome do usuário\Meus documentos”). O botão “Localizar destino” abre uma nova instância do Explorer com foco na pasta Meus documentos; “Mover” abre uma tela onde se pode definir outro local (inclusive em outra unidade que não a C:), e “Restaurar padrão”, como o próprio nome sugere, retorna a pasta para sua localização original.
Observação: Para tirar proveito dessa modificação, você deve salvar todos os seus documentos nessa pasta – ou por outra, utilizá-la como local de destino para salvar arquivos sempre que você clicar nos comandos “Salvar” ou “Salvar como” do menu “Arquivo” de qualquer programa. No caso de aplicativos da Microsoft, isso é padrão; em programas de terceiros, em sendo necessário, procure a entrada de menu (geralmente “Opções”) que permita configurar o diretório (pasta) onde serão salvos os arquivos e faça os respectivos ajustes (se não houver essa opção, sempre que for salvar um novo documento você terá de navegar até o drive D e informar a pasta desejada).
Tenham todos um bom dia.
1- Abra o Windows Explorer, localize a pasta Meus Documentos no painel esquerdo, clique sobre ela com o botão direito e, no menu que se abrir, escolha a opção Renomear e digite o novo nome (preferencialmente curto e sem espaços).
Observação: Caso você mantenha um atalho para Meus Documentos no Desktop, troque também o nome do ícone respectivo (clique com o botão direito sobre ele, escolha Propriedades e digite nome que você escolheu no procedimento anterior).
2- Para que o novo nome apareça no alto das janelas "Salvar" ou "Salvar como" dos diversos programas que usam a pasta Meus documentos, clique novamente com o botão direito sobre o ícone da pasta (já renomeada) no Desktop, escolha a opção "Propriedades" e entre com o novo nome na caixa "Local da pasta de destino".
Feito isso, a pasta renomeada continuará como o local padrão para a gravação de arquivos de dados, sendo exibido com o novo nome tanto na Área de Trabalho quanto no Windows Explorer e nas janelas "Salvar" e "Abrir".
A propósito, se você seguiu nossa sugestão no sentido de dividir seu HD em duas ou mais unidades lógicas (assunto já abordado em diversas oportunidades, inclusive com o tutorial detalhado e sugestões sobre os aplicativos necessários para esse procedimento), convém também transferir a pasta Meus Documentos para a segunda partição. Dentre outras coisas, isso facilita o gerenciamento dos arquivos de dados e a realização de cópias de segurança (backups), além de manter a pasta incólume por ocasião de uma eventual reinstalação do sistema.
Para tanto, no XP, basta abrir o Windows Explorer, dar um clique direito sobre a entrada Meus documentos, escolher “Propriedades” e conferir o endereço na caixa de dados “Destino” (que, por padrão, é “C:\Documents and Settings\nome do usuário\Meus documentos”). O botão “Localizar destino” abre uma nova instância do Explorer com foco na pasta Meus documentos; “Mover” abre uma tela onde se pode definir outro local (inclusive em outra unidade que não a C:), e “Restaurar padrão”, como o próprio nome sugere, retorna a pasta para sua localização original.
Observação: Para tirar proveito dessa modificação, você deve salvar todos os seus documentos nessa pasta – ou por outra, utilizá-la como local de destino para salvar arquivos sempre que você clicar nos comandos “Salvar” ou “Salvar como” do menu “Arquivo” de qualquer programa. No caso de aplicativos da Microsoft, isso é padrão; em programas de terceiros, em sendo necessário, procure a entrada de menu (geralmente “Opções”) que permita configurar o diretório (pasta) onde serão salvos os arquivos e faça os respectivos ajustes (se não houver essa opção, sempre que for salvar um novo documento você terá de navegar até o drive D e informar a pasta desejada).
Tenham todos um bom dia.
Labels:
dica,
disco rígido,
hard disk,
HD,
informática,
Microsoft,
segurança,
software,
tecnologia,
tecnologia da informação,
Web,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Navegadores x Segurança e humor de sexta-feira
O advento dos browsers foi um dos grandes responsáveis pela difusão da Internet entre “usuários comuns”. As versões para Unix surgiram em 1991, mas o Navigator (lançado pela Netscape em 1994) foi o pioneiro na exibição de textos e imagens postadas em websites – e a ele se deve a consagração da expressão “navegar” como sinônimo de acessar páginas da Web. Observação: Prefira sempre dizer “navegar na Web”, já que a Internet é uma rede física de computadores, e a Web, a sua porção multimídia.
O Navigator reinou absoluto até 1997, quando foi desbancado pela Microsoft, ao final de uma disputa que ficou conhecida como Guerra dos Browsers. De lá para cá, o IE vem reinando firme e forte, conquanto tenha perdido um bom espaço para a concorrência devido a seus famosos problemas de segurança. Mesmo assim, ele continua sendo uma boa opção: um estudo publicado pelo recentemente pelo US-CERT (equipe de prontidão para atender a emergências da computação) contabilizou 45 bugs de segurança no IE8 – contra 169 do Firefox, 94 do Safari e 41 do Chrome.
Claro que um programa com centenas de erros descobertos e corrigidos prontamente será sempre mais seguro do que outro que apresente uma falha crítica persistente. No entanto, segundo um levantamento feito pela Symantec com base no ano de 2009, o prazo médio para correções de brechas no IE e no Firefox foi inferior a 24 horas, enquanto que os usuários do Chrome precisaram esperar cerca de dois dias, e os do Safari, até duas semanas!
Não é minha intenção puxar a brasa para a sardinha de quem quer que seja. Pessoalmente, gosto muito do IE8, embora utilize também o Chrome. Aliás, a escolha de qualquer programa (aí incluído o próprio Sistema Operacional) depende em grande parte das preferências pessoais de cada um. Por outro lado, como a segurança do navegador (qualquer que seja ele) requer atualizações constantes, inclusive de seus plug-ins (ActiveX, Java, Adobe Reader e Flash são pródigos em falhas críticas), é imperativo rodar regularmente o Secunia OSI e instalar as respectivas correções tão logo elas sejam disponibilizadas.
Vale lembrar que o IE é um componente padrão do Windows – e considerando que 70% dos computadores vendidos no Brasil, no primeiro trimestre deste ano, vieram com o Windows pré-instalado –, não é difícil entender a razão pela qual ele é o mais visado por crackers, cybercriminosos e assemelhados.
Para concluir, se você usa o IE6 ou o IE7 (que não mais suportados pela Microsoft), está mais do que na hora de atualizá-lo para a versão atual. Para os mais afoitos, o IE9 Beta já está disponível (mais detalhes e link para download no Blog do seu PC).
Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:
Mariazinha, irmã do Joãozinho, estava tendo a sua primeira (e precoce) menstruação, aos nove anos de idade. Em desespero, já em prantos, ele pede auxílio ao irmão, pois a mãe tinha ido às compras.
- Joãozinho, Joãozinho, socorro, me ajuda!
- O que foi?!
- Olha só! Estou sangrando! Não sei por quê...
Joãozinho, muito prestativo, abaixa-se diante da irmã para examinar o local do "evento". Após alguns instantes de detida análise, do alto dos seus 7 anos de idade, ele declara, apavorado:
- Puta merda! Teu pinto caiu!!!!
Bom final de semana a todos.
Labels:
Chrome,
cracker,
dica,
Firefox,
informática,
Internet,
Internet Explorer,
Microsoft,
Safari,
segurança,
software,
tecnologia,
tecnologia da informação,
Web,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
E mais dicas...
Se você mantém um Blog, não deixe de dar uma olhadinha na dica que nosso amigo Kleber publicou no dele, dias atrás. Acesse o link http://klebimfreitas.blogspot.com/2010/09/crie-um-slideshow-para-colocar-em-seu.html e conheça uma maneira fácil e prática de colocar um “SlideShow” em seu espaço.
Aproveite o embalo e visite também o Blog Papo de Informática, onde nosso amigo Victor postou uma remissão importante a um novo recurso disponibilizado pelo Blogger (o endereço do post em questão é http://papodeinformatica.blogspot.com/2010/09/pagina-de-estatisticas-no-blogger.html).
Se você é usuário do Messenger (e quem não é?) e tem vontade de arrancar os cabelos por conta de frequentes mensagens de erro, uma boa idéia é visitar o Blog Tutorial14 e consultar a lista de problemas e soluções publicadas no post http://tutorial14.blogspot.com/2010/08/como-resolver-os-erros-do-windows-live.html.
Você já deve ter reparado que seu computador emite “bipes” no momento em que é ligado, mas talvez não saiba que esses sons podem indicar eventuais problemas de hardware. Ouvir um "bip" curto (de "satisfação", segundo alguns autores) no início do boot não só é normal como desejável: esse é o sinal universal de que tudo está bem com a máquina. Mas quando o PC emite um som estranhamente longo ou uma seqüência de "bipes", é porque existe alguma anomalia no funcionamento do hardware.
Como esses "códigos de diagnóstico" variam conforme o BIOS e as personalizações implementadas pelos fabricantes das placas-mãe, nem sempre é fácil identificar a origem do problema. Para interpretá-los corretamente, consulte a documentação do computador (ou da placa-mãe, conforme o caso) e faça uma busca no website dos respectivos fabricantes. Se isso não resolver, dê uma olhadinha na lista que nosso amigo Kevin publicou recentemente em “O Blog do seu PC” (siga o link http://updatefreud.blogspot.com/2010/09/os-bips-que-o-pc-emite.html) ou tente o site BiosCentral, que oferece um vasto leque de códigos de BIOS e seus respectivos significados.
Um ótimo dia a todos e até a próxima.
Aproveite o embalo e visite também o Blog Papo de Informática, onde nosso amigo Victor postou uma remissão importante a um novo recurso disponibilizado pelo Blogger (o endereço do post em questão é http://papodeinformatica.blogspot.com/2010/09/pagina-de-estatisticas-no-blogger.html).
Se você é usuário do Messenger (e quem não é?) e tem vontade de arrancar os cabelos por conta de frequentes mensagens de erro, uma boa idéia é visitar o Blog Tutorial14 e consultar a lista de problemas e soluções publicadas no post http://tutorial14.blogspot.com/2010/08/como-resolver-os-erros-do-windows-live.html.
Você já deve ter reparado que seu computador emite “bipes” no momento em que é ligado, mas talvez não saiba que esses sons podem indicar eventuais problemas de hardware. Ouvir um "bip" curto (de "satisfação", segundo alguns autores) no início do boot não só é normal como desejável: esse é o sinal universal de que tudo está bem com a máquina. Mas quando o PC emite um som estranhamente longo ou uma seqüência de "bipes", é porque existe alguma anomalia no funcionamento do hardware.
Como esses "códigos de diagnóstico" variam conforme o BIOS e as personalizações implementadas pelos fabricantes das placas-mãe, nem sempre é fácil identificar a origem do problema. Para interpretá-los corretamente, consulte a documentação do computador (ou da placa-mãe, conforme o caso) e faça uma busca no website dos respectivos fabricantes. Se isso não resolver, dê uma olhadinha na lista que nosso amigo Kevin publicou recentemente em “O Blog do seu PC” (siga o link http://updatefreud.blogspot.com/2010/09/os-bips-que-o-pc-emite.html) ou tente o site BiosCentral, que oferece um vasto leque de códigos de BIOS e seus respectivos significados.
Um ótimo dia a todos e até a próxima.
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Mais dicas...
Aprimore a segurança de seu sistema criando (e utilizando no dia a dia) uma conta de usuário com poderes restritos. Embora a conta de administrador facilite a instalação de aplicativos ou a modificação de configurações, utilizar essa prática "full-time" deixa o Windows mais vulnerável a vírus e malwares. Mesmo que você disponha de ferramentas de manutenção como o CClener ou o Advanced System Care (dentre outras opções sugeridas em nossas postagens), não deixe de rodar regularmente o utilitário padrão do Windows para fazer uma faxina em seu HD. No XP, clique em Meu Computador, dê um clique direito sobre o ícone que representa sua unidade de sistema, escolha Propriedades e pressione o botão Limpeza de Disco. Note que, conforme a configuração estabelecida e o intervalo entre as faxinas, o processo pode levar um bocado de tempo para ser concluído, razão pela qual o ideal é adotar essa providência ao menos uma vez por semana.
Use a barra invertida (\) somente para indicar o caminho para arquivos no Windows (como C:\Arquivos de Programas\etc.); em endereços da Web (como http://fernandomelis.blogspot.com/, por exemplo), o correto é utilizar a barra normal (/).
Abraços e até mais ler.
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Dicas...
Evite instalar inutilitários disponibilizados na Web simplesmente porque são gratuitos. Alguns programinhas são úteis, mas a grande maioria serve apenas para consumir ciclos de processamento, memória e espaço no HD. De tempos em tempos, abra o Painel de Controle do XP, clique em Adicionar ou Remover Programas e exclua tudo que não tenha utilidade. Quanto menos aplicativos você tiver no seu PC, menor a possibilidade de panes, travamentos e dores de cabeça que tais.
Ao instalar programas, atente para as opções exibidas nas telas e desmarque tudo aquilo que você não quer (ou de que não precisa), especialmente as barras de buscas e outros complementos desnecessários. No mais das vezes, esses “penduricalhos” acompanham os aplicativos apenas para render aos desenvolvedores alguns trocados por cópia instalada.
Para concluir, não custa lembrar que hoje é a segunda terça-feira do mês e, portanto, dia de Patch Tuesday da Micorsoft. Quem não configurou as atualizações automáticas para baixar e instalar os remendos deve rodar o Windows Update (mais informações sobre as novidades do mês podem ser obtidas em http://www.microsoft.com/technet/security/bulletin/ms10-sep.mspx)
Um bom dia a todos.
Ao instalar programas, atente para as opções exibidas nas telas e desmarque tudo aquilo que você não quer (ou de que não precisa), especialmente as barras de buscas e outros complementos desnecessários. No mais das vezes, esses “penduricalhos” acompanham os aplicativos apenas para render aos desenvolvedores alguns trocados por cópia instalada.
Para concluir, não custa lembrar que hoje é a segunda terça-feira do mês e, portanto, dia de Patch Tuesday da Micorsoft. Quem não configurou as atualizações automáticas para baixar e instalar os remendos deve rodar o Windows Update (mais informações sobre as novidades do mês podem ser obtidas em http://www.microsoft.com/technet/security/bulletin/ms10-sep.mspx)
Um bom dia a todos.
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Linux Ubuntu
Antes de passar ao cerne desta postagem - que encerra nossa trilogia sobre o Linux - vale salientar que este que vos escreve não tem a menor intenção de abandonar o velho Windows; se existe alguma perspectiva de mudança no curto prazo, ela remete ao Seven. A rigor, minha idéia era apenas trazer à baila algumas noções sobre a “vida inteligente fora do Planeta Microsoft” (gosto dessa frase), ainda que de maneira elementar, já que não tenho familiaridade com o Pinguim além do pouco que amealhei, por dever de ofício, durante a criação do livrinho sobre o Ubuntu.
Observação: O termo “Ubuntu” (que significa algo como “humanidade para os outros”) foi escolhido para batizar uma distribuição Linux baseada no Debian – mas muito mais simples de instalar e utilizar – que incorpora uma ideologia ética sul africana focada no compromisso e nas relações entre as pessoas (um dos princípios fundamentais da Nova República Sul-Africana e ao “renascimento africano”).
Falando em Ubuntu, não custa lembrar que você pode fazer um “test drive” diretamente da mídia de instalação (função Live CD). Caso haja interesse, basta dirigir-se ao site http://www.ubuntu-br.org/, fazer o download gratuito do programa e criar seu próprio disco, embora eu sugira encomendá-lo já pronto (escolha a versão mais atual, mas fuja de qualquer coisa que seja alfa, beta ou RC). Com o CD em mãos, além de conhecer melhor essa distribuição (que é pra lá de amigável e, portanto, indicada – não só, mas principalmente – para quem está tendo seus primeiros contatos com o Pingüim), você pode ainda vasculhar vírus em seu computador, navegar na Web de forma segura, apagar definitivamente os dados do HD e muito mais. Vejamos isso melhor:
Se sua máquina se recusar a dar o boot e você desconfiar de uma infecção viral, insira o disco de instalação do Ubuntu no drive e selecione a opção TESTAR O UBUNTU SEM QUALQUER MUDANÇA EM SEU COMPUTADOR. Feito isso, Abra o Firefox, baixe o avast! Linux Home Edition e escolha a opção ABRIR do Firefox, de modo a instalar a ferramenta. No menu LOCAIS, clique nas partições do Windows, acesse o programa em APLICATIVOS > ACESSÓRIOS > AVAST ANTIVÍRUS e clique em FERRAMENTAS > ATUALIZAR O BANCO DE DADOS. Em PASTAS SELECIONADAS, pressione o botão de adição (+), localize as partições do Windows (que ficam na pasta MEDIA) e clique em INICIAR ESCANEAMENTO para localizar e neutralizar o malware.
Para navegar na Web de forma mais segura (ao realizar transações via Net Banking ou outras operações que exijam segurança máxima), repita os passos da dica anterior para iniciar o Ubuntu e acessar o Firefox. Se for preciso utilizar Flash, clique em SISTEMA > ADMINISTRAÇÃO > GERENCIADOR DE PACOTES SYNAPTIC, localize UBUNTU RESTRICTED EXTRAS, dê um clique direito sobre essa opção, selecione MARCAR PARA INSTALAÇÃO, clique em APLICAR e novamente em APLICAR.
Para limpar o HD de forma irreversível (e garantir que alguém a quem você venda ou doe seu computador não tenha acesso às informações gravadas no disco) use o SYNAPTIC para instalar o pacote WIPE, selecione APLICATIVOS > ACESSÓRIOS > TERMINAL e execute o comando SUDO FDISK –L. Escolha as partições do Windows (ou aplique a solução para todas, caso queira apagar tudo em todos os discos) e use o comando “sudo wipe /dev/sdb1” (sem as aspas e substituindo a expressão sdb1 em cada caso).
Tenham todos uma ótima semana.
Observação: O termo “Ubuntu” (que significa algo como “humanidade para os outros”) foi escolhido para batizar uma distribuição Linux baseada no Debian – mas muito mais simples de instalar e utilizar – que incorpora uma ideologia ética sul africana focada no compromisso e nas relações entre as pessoas (um dos princípios fundamentais da Nova República Sul-Africana e ao “renascimento africano”).
Falando em Ubuntu, não custa lembrar que você pode fazer um “test drive” diretamente da mídia de instalação (função Live CD). Caso haja interesse, basta dirigir-se ao site http://www.ubuntu-br.org/, fazer o download gratuito do programa e criar seu próprio disco, embora eu sugira encomendá-lo já pronto (escolha a versão mais atual, mas fuja de qualquer coisa que seja alfa, beta ou RC). Com o CD em mãos, além de conhecer melhor essa distribuição (que é pra lá de amigável e, portanto, indicada – não só, mas principalmente – para quem está tendo seus primeiros contatos com o Pingüim), você pode ainda vasculhar vírus em seu computador, navegar na Web de forma segura, apagar definitivamente os dados do HD e muito mais. Vejamos isso melhor:
Se sua máquina se recusar a dar o boot e você desconfiar de uma infecção viral, insira o disco de instalação do Ubuntu no drive e selecione a opção TESTAR O UBUNTU SEM QUALQUER MUDANÇA EM SEU COMPUTADOR. Feito isso, Abra o Firefox, baixe o avast! Linux Home Edition e escolha a opção ABRIR do Firefox, de modo a instalar a ferramenta. No menu LOCAIS, clique nas partições do Windows, acesse o programa em APLICATIVOS > ACESSÓRIOS > AVAST ANTIVÍRUS e clique em FERRAMENTAS > ATUALIZAR O BANCO DE DADOS. Em PASTAS SELECIONADAS, pressione o botão de adição (+), localize as partições do Windows (que ficam na pasta MEDIA) e clique em INICIAR ESCANEAMENTO para localizar e neutralizar o malware.
Para navegar na Web de forma mais segura (ao realizar transações via Net Banking ou outras operações que exijam segurança máxima), repita os passos da dica anterior para iniciar o Ubuntu e acessar o Firefox. Se for preciso utilizar Flash, clique em SISTEMA > ADMINISTRAÇÃO > GERENCIADOR DE PACOTES SYNAPTIC, localize UBUNTU RESTRICTED EXTRAS, dê um clique direito sobre essa opção, selecione MARCAR PARA INSTALAÇÃO, clique em APLICAR e novamente em APLICAR.
Para limpar o HD de forma irreversível (e garantir que alguém a quem você venda ou doe seu computador não tenha acesso às informações gravadas no disco) use o SYNAPTIC para instalar o pacote WIPE, selecione APLICATIVOS > ACESSÓRIOS > TERMINAL e execute o comando SUDO FDISK –L. Escolha as partições do Windows (ou aplique a solução para todas, caso queira apagar tudo em todos os discos) e use o comando “sudo wipe /dev/sdb1” (sem as aspas e substituindo a expressão sdb1 em cada caso).
Tenham todos uma ótima semana.
Labels:
computador,
dica,
hardware,
informática,
Internet,
Linux,
PC,
programa,
sistema,
sistema operacional,
software,
tecnologia,
tecnologia da informação,
Ubuntu,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Pinguim (continuação) e humor de sexta-feira
Prosseguindo no assunto do post de anteontem, vale relembrar que, nos primórdios da informática, o valor real dos computadores estava no hardware, não no software. No entanto, com o crescimento da indústria de TI, os programas passaram a ser comercializados separadamente, e isso levou os desenvolvedores a buscar mecanismos de proteção de propriedade intelectual para garantir suas vantagens competitivas. Atualmente, do ponto de vista da distribuição, os softwares se dividem basicamente em LIVRES (como é o caso do Linux) e PROPRIETÁRIOS (como é o caso do Windows, cujo código-fonte tão bem guardado quanto a fórmula da Coca-Cola). No primeiro caso, os programas são distribuídos no modo fonte (o “código-fonte” é o “núcleo” do programa), e podem ser copiados, adaptados, modificados, aprimorados e distribuídos pelos próprios usuários (note que isso não implica em “domínio público”, mas sim em licenciamentos que, em maior ou menor grau, concedem essas liberdades). No segundo, eles são disponibilizados no modo binário, e sua utilização é regida por contratos de licença que estabelecem restrições à execução, cópia e modificação dos programas.
Observação: Nem todo software livre é gratuito e nem todo software gratuito é livre. Os “freewares”, por exemplo, são oferecidos gratuitamente – geralmente por conta de uma estratégia comercial que visa despertar o interesse dos usuários por suas versões pagas (e mais completas). No entanto, sua distribuição é feita apenas na forma binária, já que seus contratos de licença proíbem quaisquer modificações.
Vistos e compreendidos esses conceitos, podemos passar a algumas considerações de ordem prática para quem está pensando em “pular a cerca”:
1- Da mesma forma como o Windows é oferecido em diversos “sabores” (do Starter ao Ultimate), o Linux conta com um vasto leque de “distribuições” – dizem até que migrar para o Pingüim é fácil, difícil é escolher a distribuição mais adequada.
2- O Linux não é muito exigente em termos de hardware, de modo que não você não precisa de um computador poderoso para conseguir um desempenho satisfatório. Se seu PC é antigo, o Puppy Linux é uma boa escolha; para desktops com RAM e espaço e disco limitados, o Xubuntu e o Debian XFCE Edition podem ser mais interessantes.
3- Em máquinas mais modernas, os periféricos podem influenciar a escolha da distribuição (se você tenciona utilizar leitor de cartões de memória, modem 3G ou impressora multifuncional, por exemplo, não deixe de checar sua compatibilidade com a distribuição que pretende usar).
4- Segundo a maioria dos “entendidos” em Linux, o Ubuntu é a opção mais amigável para iniciantes, além de oferecer excelente compatibilidade de hardware. No entanto, o Fedora, o Linux Mint e o openSUSE não devam ser descartados sem uma análise cuidadosa.
5- As distribuições podem apresentar variações conforme a aplicação (EduBuntu para educação, por exemplo, ou UbuntuStudio para músicos, artistas gráficos assemelhados), mas cada qual conta com sua própria comunidade online, que oferece ajuda gratuita para a solução dos mais diversos problemas.
6- Também é possível optar por uma versão comercial, com suporte técnico oferecido pelo desenvolvedor ou revendedor (como o Red Hat Enterprise Linux e o SUSE Linux Enterprise Desktop, dentre outros).
7- Diante de eventuais dificuldades em decidir qual distribuição utilizar, você pode recorrer a “testes online” para guiá-lo em sua escolha (sugiro o Distro Chooser).
8- Seja qual for a sua escolha, não deixe de fazer um “test drive” a partir de um LiveCD ou LiveUSB (se a primeira distribuição que você escolher não lhe agradar, há muitas outras para experimentar). Caso resolva mesmo instalar o programa, faça-o em regime de “dual boot”, de modo a manter o Windows disponível (pelo menos por mais algum tempo).
Boa sorte.
Passemos agora à nossa tradicional piadinha:
O velhinho, mineiro de Berlandia, está no hospital, nas últimas, e o padre lhe diz ao ouvido:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
O velhinho fica quieto, e o padre insiste:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
E o velhinho... nada.
Então o padre pergunta:
- Por que é que o senhor não quer renegar o Demônio?
O velhinho responde:
- Enquanto eu num soubé pronde vou, num quero ficá de mar cum ninguém!
Bom f.d.s. a todos.
Observação: Nem todo software livre é gratuito e nem todo software gratuito é livre. Os “freewares”, por exemplo, são oferecidos gratuitamente – geralmente por conta de uma estratégia comercial que visa despertar o interesse dos usuários por suas versões pagas (e mais completas). No entanto, sua distribuição é feita apenas na forma binária, já que seus contratos de licença proíbem quaisquer modificações.
Vistos e compreendidos esses conceitos, podemos passar a algumas considerações de ordem prática para quem está pensando em “pular a cerca”:
1- Da mesma forma como o Windows é oferecido em diversos “sabores” (do Starter ao Ultimate), o Linux conta com um vasto leque de “distribuições” – dizem até que migrar para o Pingüim é fácil, difícil é escolher a distribuição mais adequada.
2- O Linux não é muito exigente em termos de hardware, de modo que não você não precisa de um computador poderoso para conseguir um desempenho satisfatório. Se seu PC é antigo, o Puppy Linux é uma boa escolha; para desktops com RAM e espaço e disco limitados, o Xubuntu e o Debian XFCE Edition podem ser mais interessantes.
3- Em máquinas mais modernas, os periféricos podem influenciar a escolha da distribuição (se você tenciona utilizar leitor de cartões de memória, modem 3G ou impressora multifuncional, por exemplo, não deixe de checar sua compatibilidade com a distribuição que pretende usar).
4- Segundo a maioria dos “entendidos” em Linux, o Ubuntu é a opção mais amigável para iniciantes, além de oferecer excelente compatibilidade de hardware. No entanto, o Fedora, o Linux Mint e o openSUSE não devam ser descartados sem uma análise cuidadosa.
5- As distribuições podem apresentar variações conforme a aplicação (EduBuntu para educação, por exemplo, ou UbuntuStudio para músicos, artistas gráficos assemelhados), mas cada qual conta com sua própria comunidade online, que oferece ajuda gratuita para a solução dos mais diversos problemas.
6- Também é possível optar por uma versão comercial, com suporte técnico oferecido pelo desenvolvedor ou revendedor (como o Red Hat Enterprise Linux e o SUSE Linux Enterprise Desktop, dentre outros).
7- Diante de eventuais dificuldades em decidir qual distribuição utilizar, você pode recorrer a “testes online” para guiá-lo em sua escolha (sugiro o Distro Chooser).
8- Seja qual for a sua escolha, não deixe de fazer um “test drive” a partir de um LiveCD ou LiveUSB (se a primeira distribuição que você escolher não lhe agradar, há muitas outras para experimentar). Caso resolva mesmo instalar o programa, faça-o em regime de “dual boot”, de modo a manter o Windows disponível (pelo menos por mais algum tempo).
Boa sorte.
Passemos agora à nossa tradicional piadinha:
O velhinho, mineiro de Berlandia, está no hospital, nas últimas, e o padre lhe diz ao ouvido:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
O velhinho fica quieto, e o padre insiste:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
E o velhinho... nada.
Então o padre pergunta:
- Por que é que o senhor não quer renegar o Demônio?
O velhinho responde:
- Enquanto eu num soubé pronde vou, num quero ficá de mar cum ninguém!
Bom f.d.s. a todos.
Labels:
computador,
dica,
hardware,
Internet,
Linux,
Microsoft,
PC,
programa,
sistema,
sistema operacional,
software,
tecnologia,
tecnologia da informação,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
4º Aniversário do Blog
Criado em 2006 para prover elementos à elaboração do volume 12 da Coleção Guia Fácil Informática (Blogs & Websites), nosso Blog comemora hoje seu quarto aniversário.
Embora eu pretendesse tirá-lo do ar tão logo o trabalho fosse concluído, o incentivo (e o carinho) de alguns leitores me fez levá-lo adiante, de modo que já lá se vão quatro anos de existência e quase 1.100 posts publicados.
Como nunca me preocupei em instalar contadores de acesso ou medidores assemelhados, nem imagino quantas vezes este espaço foi visitado. Sei apenas que meu perfil pessoal foi visualizado cerca de 2.800 vezes – embora isso seja apenas uma estimativa, até porque a contagem foi interrompida por períodos que variaram de uns poucos dias a várias semanas – e que conto atualmente com 65 seguidores (são poucos, mas são sinceros, como dizia um velho crooner de boate que conheci nos meus mais verdes anos – risos).
No que concerne aos comentários, também não faço idéia de quantos já me foram oferecidos (e nem pretendo contá-los um por um), mas vale lembrar que eles são e serão sempre bem vindos e respondidos da melhor maneira e com a maior brevidade possível.
Reconheço que já estaria mais do que na hora de repaginar o site, acrescentar alguns widgets e outras firulas que tais (aliás, quase não promovi modificações desde o dia da criação), mas ainda acho mais importante investir no conteúdo das postagens do que mera e simplesmente caprichar no layout. Assim, continuamos ativos e operantes, focando a segurança digital (nosso carro-chefe, por assim dizer); publicando truques para configurar e utilizar melhor o Windows e seus componentes; oferecendo noções básicas sobre hardware e software; sugerindo soluções para problemas no funcionamento do computador e dicas para escolher PCs, notebooks, telefones celulares e câmeras digitais (sem mencionar alguns posts sobre política, folclore, mecânica automotiva, pirâmides do Egito e receitas culinárias – risos).
Para quem quiser conferir, nossa página inicial exibe os posts mais recentes, mas basta descer pela tela e clicar no link "Postagens mais antigas" para acessar um novo bloco – e assim sucessivamente –, ou então clicar nos links exibidos no campo "Arquivos do Blog" e selecionar o ano, o mês e o dia da publicação desejada (ainda que o Blogger ofereça um campo de pesquisa, ele nem sempre traz bons resultados; melhor colocar o termo chave no Google, dar um espaço e digitar "site://fernandomelis.blogspot.com", sem as aspas).
Vale relembrar que nosso Blog não tem fins lucrativos e nem conta com patrocínio, AdSense ou apoio publicitário de quem quer que seja; a idéia é apenas transmitir alguns conhecimentos que amealhei durante a elaboração e publicação de meus trabalhos relacionados à Tecnologia da Informação. Caso isso venha a ser útil para meus poucos seguidores ou para um ou outro gato-pingado que me honre com suas visitas, eu já me sentirei plenamente recompensado.
Para concluir, resta-me agradecer tanto os leitores que me acompanharam ao longo desses quatro anos quanto aqueles que fizeram uma única visita (estes, naturalmente, não estarão aqui para ler meu TVM – risos).
Um ótimo dia a todos, abraços e até amanhã, quando nossos escritos voltarão ao curso normal.
Embora eu pretendesse tirá-lo do ar tão logo o trabalho fosse concluído, o incentivo (e o carinho) de alguns leitores me fez levá-lo adiante, de modo que já lá se vão quatro anos de existência e quase 1.100 posts publicados.
Como nunca me preocupei em instalar contadores de acesso ou medidores assemelhados, nem imagino quantas vezes este espaço foi visitado. Sei apenas que meu perfil pessoal foi visualizado cerca de 2.800 vezes – embora isso seja apenas uma estimativa, até porque a contagem foi interrompida por períodos que variaram de uns poucos dias a várias semanas – e que conto atualmente com 65 seguidores (são poucos, mas são sinceros, como dizia um velho crooner de boate que conheci nos meus mais verdes anos – risos).
No que concerne aos comentários, também não faço idéia de quantos já me foram oferecidos (e nem pretendo contá-los um por um), mas vale lembrar que eles são e serão sempre bem vindos e respondidos da melhor maneira e com a maior brevidade possível.
Reconheço que já estaria mais do que na hora de repaginar o site, acrescentar alguns widgets e outras firulas que tais (aliás, quase não promovi modificações desde o dia da criação), mas ainda acho mais importante investir no conteúdo das postagens do que mera e simplesmente caprichar no layout. Assim, continuamos ativos e operantes, focando a segurança digital (nosso carro-chefe, por assim dizer); publicando truques para configurar e utilizar melhor o Windows e seus componentes; oferecendo noções básicas sobre hardware e software; sugerindo soluções para problemas no funcionamento do computador e dicas para escolher PCs, notebooks, telefones celulares e câmeras digitais (sem mencionar alguns posts sobre política, folclore, mecânica automotiva, pirâmides do Egito e receitas culinárias – risos).
Para quem quiser conferir, nossa página inicial exibe os posts mais recentes, mas basta descer pela tela e clicar no link "Postagens mais antigas" para acessar um novo bloco – e assim sucessivamente –, ou então clicar nos links exibidos no campo "Arquivos do Blog" e selecionar o ano, o mês e o dia da publicação desejada (ainda que o Blogger ofereça um campo de pesquisa, ele nem sempre traz bons resultados; melhor colocar o termo chave no Google, dar um espaço e digitar "site://fernandomelis.blogspot.com", sem as aspas).
Vale relembrar que nosso Blog não tem fins lucrativos e nem conta com patrocínio, AdSense ou apoio publicitário de quem quer que seja; a idéia é apenas transmitir alguns conhecimentos que amealhei durante a elaboração e publicação de meus trabalhos relacionados à Tecnologia da Informação. Caso isso venha a ser útil para meus poucos seguidores ou para um ou outro gato-pingado que me honre com suas visitas, eu já me sentirei plenamente recompensado.
Para concluir, resta-me agradecer tanto os leitores que me acompanharam ao longo desses quatro anos quanto aqueles que fizeram uma única visita (estes, naturalmente, não estarão aqui para ler meu TVM – risos).
Um ótimo dia a todos, abraços e até amanhã, quando nossos escritos voltarão ao curso normal.
Labels:
dica,
hardware,
informática,
software,
tecnologia,
tecnologia da informação,
TI,
Web,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Pinguim
A despeito da indiscutível supremacia do Windows no mercado de sistemas operacionais (no 1º trimestre deste ano, ele marcou presença em 70% dos computadores vendidos no Brasil, contra módicos 22% do Linux e insignificantes 1.5% do Mac OS), existe vida inteligente fora do “Planeta Microsoft”. E considerando que estou em falta com o Pingüim – que mal foi citado nas quase 1.100 postagens já publicadas aqui no Blog –, resolvi aproveitar o feriadão (frio e úmido aqui em Sampa, depois de quase duas semanas de um calor senegalês atípico) para dedicar algumas linhas à criação de Linus Torvalds.
A propósito, por ocasião da abertura da feira LinuxCon, no início do mês passado, Torvalds disse que não fez fortuna com o Linux devido a uma “escolha pessoal”, e que, quando começou a desenvolver o sistema, “nem imaginava a importância que ele ganharia”. Mas deixemos de lado a sutil contradição que se infere dessa resposta e passemos ao que interessa.
O Linux tem fama de ser difícil, complicado, incompatível e, portanto, um sistema mais adequado a NERDS, GEEKS e Cia. No entanto, boa parte dessa conotação negativa advém de uma questão cultural estimulada pela concorrência. Ainda que os neófitos possam achá-lo “estranho” num primeiro momento, essa impressão tende a desaparecer diante das vantagens da interface gráfica opcional, do ambiente completamente personalizável e dos gerenciadores de pacotes que permitem ampliar o leque de funções com poucos cliques, sem exigir recursos enormes, software caro e vigilância constante contra malwares.
Os aplicativos nativos das distribuições Linux permitem fazer praticamente tudo o que se faz no Windows, mas de forma mais barata – e até mais simples: para tarefas comuns de produtividade, por exemplo, o BrOffice oferece programas similares aos do MS Office; para navegação na Web, o Firefox não é motivo de preocupações, até porque ele já é familiar a muita gente (uma possível exceção fica por conta do Shell Unix/Linux, conquanto o aprendizado dos comandos seja meramente optativo).
No âmbito corporativo, a adoção do Linux é particularmente atraente, já que a ausência de taxas de licença de software e a redução dos investimentos em hardware proporcionam uma economia considerável (aliás, sua participação no mercado de sistemas operacionais vem crescendo significativamente, inclusive com o apoio de gigantes do quilate da IBM, Hewlett-Packard, Intel, Novel e Oracle). No que diz respeito às “famigeradas incompatibilidades”, é certo que elas ainda ocorram – até porque muitos desenvolvedores escolheram manter seus codecs, softwares ou drivers fechados e proprietários –, mas sempre é possível encontrar alternativas funcionais, sem mencionar que pacotes como o Wine permitem rodar no Pingüim uma vasta gama de programas desenvolvidos nativamente para o Windows.
Como amanhã é aniversário do Blog, a gente retoma este assunto no post de sexta-feira.
Abraços e um ótimo dia a todos.
A propósito, por ocasião da abertura da feira LinuxCon, no início do mês passado, Torvalds disse que não fez fortuna com o Linux devido a uma “escolha pessoal”, e que, quando começou a desenvolver o sistema, “nem imaginava a importância que ele ganharia”. Mas deixemos de lado a sutil contradição que se infere dessa resposta e passemos ao que interessa.
O Linux tem fama de ser difícil, complicado, incompatível e, portanto, um sistema mais adequado a NERDS, GEEKS e Cia. No entanto, boa parte dessa conotação negativa advém de uma questão cultural estimulada pela concorrência. Ainda que os neófitos possam achá-lo “estranho” num primeiro momento, essa impressão tende a desaparecer diante das vantagens da interface gráfica opcional, do ambiente completamente personalizável e dos gerenciadores de pacotes que permitem ampliar o leque de funções com poucos cliques, sem exigir recursos enormes, software caro e vigilância constante contra malwares.
Os aplicativos nativos das distribuições Linux permitem fazer praticamente tudo o que se faz no Windows, mas de forma mais barata – e até mais simples: para tarefas comuns de produtividade, por exemplo, o BrOffice oferece programas similares aos do MS Office; para navegação na Web, o Firefox não é motivo de preocupações, até porque ele já é familiar a muita gente (uma possível exceção fica por conta do Shell Unix/Linux, conquanto o aprendizado dos comandos seja meramente optativo).
No âmbito corporativo, a adoção do Linux é particularmente atraente, já que a ausência de taxas de licença de software e a redução dos investimentos em hardware proporcionam uma economia considerável (aliás, sua participação no mercado de sistemas operacionais vem crescendo significativamente, inclusive com o apoio de gigantes do quilate da IBM, Hewlett-Packard, Intel, Novel e Oracle). No que diz respeito às “famigeradas incompatibilidades”, é certo que elas ainda ocorram – até porque muitos desenvolvedores escolheram manter seus codecs, softwares ou drivers fechados e proprietários –, mas sempre é possível encontrar alternativas funcionais, sem mencionar que pacotes como o Wine permitem rodar no Pingüim uma vasta gama de programas desenvolvidos nativamente para o Windows.
Como amanhã é aniversário do Blog, a gente retoma este assunto no post de sexta-feira.
Abraços e um ótimo dia a todos.
Labels:
computador,
dica,
hardware,
informática,
Internet,
Linux,
Microsoft,
PC,
programa,
sistema,
sistema operacional,
software,
tecnologia,
tecnologia da informação,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Mybannermaker e Humor de sexta-feira
A dica a seguir (postada originalmente em http://klebimfreitas.blogspot.com/, no dia 31 do mês passado) é uma mão na roda para blogueiros e aparentados, de modo que eu resolvi publicá-la também aqui, com a devida autorização do Kleber:
Para incrementar seu blog com banners animados, você não precisa ter conhecimentos avançados de web design. Basta acessar o site http://www.mybannermaker.com/ e usufruir do serviço gratuito que ele oferece. Veja como:
1- Na parte inferior da página inicial do site, selecione o tamanho do banner que você deseja criar, e clique na orelha “Background” para definir a imagem de fundo (você pode escolher cores em http://cores.gratuita.com.br/ ou fazer o upload de alguma imagem armazenada em seu HD).
2- Clique na orelha “Text” para definir os textos que serão exibidos (tipo de fonte, cor, tamanho, posição, efeito de rotação, etc.); na orelha “Border” para escolher o tamanho e a cor das bordas do banner, e na opção “Effects” para adicionar os efeitos desejados.
3- Finalmente, clique na orelha “Save” para salvar seu banner no imageshack.us (um serviço gratuito de hospedagem de imagens) e anote o código html que lhe permitirá publicá-lo em seu Blog.
Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira.
O rapaz foi para os Estados Unidos cursar a Universidade, mas já na metade do 1º semestre gasta todo o dinheiro que o pai lhe deu. Aí ele tem uma idéia brilhante. Telefona ao pai e sai com esta:
- Pai, você não pode acreditar nas maravilhas da moderna educação neste país. Pois não é que eles aqui têm um curso para ensinar os cachorros a falar?
O pai, um sujeito simplório, fica maravilhado:
- E como é que faço para que aceitem o Rex aqui de casa?
- É só mandar ele para cá com U$ 5.000 que eu faço a matrícula.
E o pai, é claro, cai na conversa e segue a orientação do filho.
Passados mais alguns meses, o rapaz torra a grana e liga outra vez:
- E daí, meu filho? Como vai o Rex?
- Fala pelos cotovelos, pai. Mas agora abriram outro curso aqui, para os cachorros aprenderem a ler.
- Não brinque! E podemos matricular o Rex?
- Claro! Mande U$ 10.000 e deixe comigo!
E o velho, mais uma vez, manda o dinheiro.
O tempo vai passando, o final do ano vai chegando e o rapaz se dá conta que vai ter que se explicar. O cachorro, é claro, não fala uma palavra, não lê porra nenhuma, enfim, continua exatamente como sempre. Sem nenhuma consideração, o moço solta o pobre bicho na rua e pega o avião de volta para casa.
A primeira pergunta do pai não podia ser outra:
- Onde está o Rex? Comprei uma revista sobre animais, em inglês, para que ele leia para mim.
- Pai, você não imagina. Já tinha tudo pronto para a viagem de volta, quando vi o Rex no sofá, lendo o New York Times, como fazia todas as manhãs. E aí ele me saiu com esta:
- Então, vamos para casa... Como será que está o velho? Será que continua comendo aquela viúva que mora na casa da frente?
E o pai, mais do que rapidamente:
- Mas que cachorro lazarento... Espero que você tenha dado sumiço nesse filho da puta, antes que venha falar com tua mãe!
- Mas é claro, pai. Foi o que fiz!
- É assim que se procede, filho!...
Dizem que o rapaz se formou com louvor, e tornou-se um político de renome...
Bom feriadão a todos e até quarta-feira, se Deus quiser.
Para incrementar seu blog com banners animados, você não precisa ter conhecimentos avançados de web design. Basta acessar o site http://www.mybannermaker.com/ e usufruir do serviço gratuito que ele oferece. Veja como:
1- Na parte inferior da página inicial do site, selecione o tamanho do banner que você deseja criar, e clique na orelha “Background” para definir a imagem de fundo (você pode escolher cores em http://cores.gratuita.com.br/ ou fazer o upload de alguma imagem armazenada em seu HD).
2- Clique na orelha “Text” para definir os textos que serão exibidos (tipo de fonte, cor, tamanho, posição, efeito de rotação, etc.); na orelha “Border” para escolher o tamanho e a cor das bordas do banner, e na opção “Effects” para adicionar os efeitos desejados.
3- Finalmente, clique na orelha “Save” para salvar seu banner no imageshack.us (um serviço gratuito de hospedagem de imagens) e anote o código html que lhe permitirá publicá-lo em seu Blog.
Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira.
O rapaz foi para os Estados Unidos cursar a Universidade, mas já na metade do 1º semestre gasta todo o dinheiro que o pai lhe deu. Aí ele tem uma idéia brilhante. Telefona ao pai e sai com esta:
- Pai, você não pode acreditar nas maravilhas da moderna educação neste país. Pois não é que eles aqui têm um curso para ensinar os cachorros a falar?
O pai, um sujeito simplório, fica maravilhado:
- E como é que faço para que aceitem o Rex aqui de casa?
- É só mandar ele para cá com U$ 5.000 que eu faço a matrícula.
E o pai, é claro, cai na conversa e segue a orientação do filho.
Passados mais alguns meses, o rapaz torra a grana e liga outra vez:
- E daí, meu filho? Como vai o Rex?
- Fala pelos cotovelos, pai. Mas agora abriram outro curso aqui, para os cachorros aprenderem a ler.
- Não brinque! E podemos matricular o Rex?
- Claro! Mande U$ 10.000 e deixe comigo!
E o velho, mais uma vez, manda o dinheiro.
O tempo vai passando, o final do ano vai chegando e o rapaz se dá conta que vai ter que se explicar. O cachorro, é claro, não fala uma palavra, não lê porra nenhuma, enfim, continua exatamente como sempre. Sem nenhuma consideração, o moço solta o pobre bicho na rua e pega o avião de volta para casa.
A primeira pergunta do pai não podia ser outra:
- Onde está o Rex? Comprei uma revista sobre animais, em inglês, para que ele leia para mim.
- Pai, você não imagina. Já tinha tudo pronto para a viagem de volta, quando vi o Rex no sofá, lendo o New York Times, como fazia todas as manhãs. E aí ele me saiu com esta:
- Então, vamos para casa... Como será que está o velho? Será que continua comendo aquela viúva que mora na casa da frente?
E o pai, mais do que rapidamente:
- Mas que cachorro lazarento... Espero que você tenha dado sumiço nesse filho da puta, antes que venha falar com tua mãe!
- Mas é claro, pai. Foi o que fiz!
- É assim que se procede, filho!...
Dizem que o rapaz se formou com louvor, e tornou-se um político de renome...
Bom feriadão a todos e até quarta-feira, se Deus quiser.
Labels:
computador,
dica,
hardware,
humor,
informática,
PC,
software,
tecnologia
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Cartuchos de impressão
Já tivemos oportunidade de falar sobre impressoras, multifuncionais e assemelhados, bem como de sugerir aos leitores que, ao adquirir um aparelho desses, atentassem também para o preço dos insumos, já que, em determinados modelos, uma ou duas substituições de cartuchos pode custar tanto quanto o próprio aparelho (para mais detalhes, clique aqui).
Volto agora ao assunto por conta de uma matéria que li recentemente na PCWorld (EUA), onde o articulista compara a estratégia de marketing dos fabricantes de impressoras com uma hipotética montadora de automóveis que oferecesse carros zero quilômetro por um preço insignificante, mas exigisse que os usuários abastecessem o veículo em sua rede de postos autorizados, onde o custo de dois ou três tanques de combustível superasse o preço do veículo.
De fato, é inegável que impressoras novinhas em folha podem ser encontradas por preços bastante acessíveis, mas é igualmente inegável que seus cartuchos custam caro e acabam em pouco tempo. Para economizar, ou você imprime em menor quantidade e configura o aparelho para fazê-lo em baixa resolução, ou opta por cartuchos compatíveis (novos, mas não originais), que costumam oferecer bons resultados e relação custo/benefício interessante. No entanto, dependendo da marca/modelo da impressora, pode ser difícil encontrar cartuchos compatíveis, e aí o jeito é recorrer a produtos reabastecidos ou remanufaturados, que proporcionam uma economia representativa (cerca de 50% no primeiro caso e entre 10% e 20% no segundo).
Para utilização doméstica, essa solução costuma ser bastante aceitável, a despeito do rendimento inferior – por armazenar menos tinta, esses cartuchos tendem a produzir menos páginas do que um novo, sem mencionar que pequenas variações na fórmula da tinta podem reduzir substancialmente a qualidade e a durabilidade da impressão (especialmente em cores).
Observação: Ao contrário do que se costuma pensar, a tecnologia inkjet é bastante complexa: os cartuchos possuem um reservatório de tinta que é fervido por um elemento de aquecimento, e as bolhas resultantes se espalham por buracos minúsculos no papel (a composição exata da tinta determina a qual temperatura ela será fervida, o tamanho das bolhas e como elas voam pelos buracos na cabeça de impressão).
Vale lembrar que o uso puro e simples de cartuchos remanufaturados ou reabastecidos não anula a garantia do aparelho. No entanto, se o produto em questão danificar o hardware, o usuário não estará coberto (embora essa situação não seja freqüente, a possibilidade existe).
Então, se você for exigente em relação à qualidade de impressão e não quiser se preocupar com potenciais danos à sua impressora, o melhor é usar cartuchos originais (ou compatíveis, desde que de boa procedência).
Bom dia a todos e até mais ler.
Volto agora ao assunto por conta de uma matéria que li recentemente na PCWorld (EUA), onde o articulista compara a estratégia de marketing dos fabricantes de impressoras com uma hipotética montadora de automóveis que oferecesse carros zero quilômetro por um preço insignificante, mas exigisse que os usuários abastecessem o veículo em sua rede de postos autorizados, onde o custo de dois ou três tanques de combustível superasse o preço do veículo.
De fato, é inegável que impressoras novinhas em folha podem ser encontradas por preços bastante acessíveis, mas é igualmente inegável que seus cartuchos custam caro e acabam em pouco tempo. Para economizar, ou você imprime em menor quantidade e configura o aparelho para fazê-lo em baixa resolução, ou opta por cartuchos compatíveis (novos, mas não originais), que costumam oferecer bons resultados e relação custo/benefício interessante. No entanto, dependendo da marca/modelo da impressora, pode ser difícil encontrar cartuchos compatíveis, e aí o jeito é recorrer a produtos reabastecidos ou remanufaturados, que proporcionam uma economia representativa (cerca de 50% no primeiro caso e entre 10% e 20% no segundo).
Para utilização doméstica, essa solução costuma ser bastante aceitável, a despeito do rendimento inferior – por armazenar menos tinta, esses cartuchos tendem a produzir menos páginas do que um novo, sem mencionar que pequenas variações na fórmula da tinta podem reduzir substancialmente a qualidade e a durabilidade da impressão (especialmente em cores).
Observação: Ao contrário do que se costuma pensar, a tecnologia inkjet é bastante complexa: os cartuchos possuem um reservatório de tinta que é fervido por um elemento de aquecimento, e as bolhas resultantes se espalham por buracos minúsculos no papel (a composição exata da tinta determina a qual temperatura ela será fervida, o tamanho das bolhas e como elas voam pelos buracos na cabeça de impressão).
Vale lembrar que o uso puro e simples de cartuchos remanufaturados ou reabastecidos não anula a garantia do aparelho. No entanto, se o produto em questão danificar o hardware, o usuário não estará coberto (embora essa situação não seja freqüente, a possibilidade existe).
Então, se você for exigente em relação à qualidade de impressão e não quiser se preocupar com potenciais danos à sua impressora, o melhor é usar cartuchos originais (ou compatíveis, desde que de boa procedência).
Bom dia a todos e até mais ler.
Labels:
cartucho,
dica,
hardware,
impressora,
informática,
Internet,
tecnologia,
tecnologia da informação,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Blog de Ouro
Aproveito a postagem desta quarta-feira para agradecer aos colegas blogueiros Cris e Victor (Vida Real e o Mundo Virtual e Papo de Informática, respectivamente), agraciados com o selo BLOG DE OURO, pelo interesse com que acompanham nosso trabalho, por sua presença participativa neste despretensioso espaço e, principalmente, pelo carinho que demonstraram ao repassar também a mim essa láurea.Por essas e por outras, fica aqui expressa a minha mais profunda gratidão.
Abraços a todos e até amanhã, se Deus quiser.
Labels:
dica,
hardware,
informática,
Internet,
programa,
sistema operacional,
software,
tecnologia,
tecnologia da informação,
Web,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Curtas
Mesmo que você não esteja pensando em atualizar seu PC no curto prazo, sempre pode ser útil saber exatamente quais componentes de hardware, drivers e softwares a máquina possui, não é mesmo? Para tanto, o freeware Belarc Advisor é uma mão na roda: com uns poucos cliques do mouse, ele exibe informações sobre a placa-mãe, CPU, placa-gráfica, disco rígido, drivers e respectivas versões. Demais disso, ele identifica a versão do Windows, demais softwares instalados, suas respectivas versões e chaves de instalação, bom como alerta sobre riscos por desatualização e sugere patches de segurança para correção das brechas.
Mais informações e download em http://www.belarc.com/free_download.html.
Recebi as dicas abaixo por e-mail e resolvi submetê-las aos leitores:
1. O número universal de emergência para celular é 112. Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e seu celular irá procurar conexão com qualquer operadora e enviar o número de emergência para você. Note que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver bloqueado. Experimente!
2. Pressione *#06# e anote o código composto por 15 dígitos que será exibido no display do seu celular. Em caso de perda ou roubo, ligue para sua operadora e, além de bloquear o chip, solicite o bloqueio do aparelho (se adotada pela maioria dos usuários, essa prática desestimularia sobremaneira o roubo de celulares).
3. Caso você precise ligar do celular e sua bateria estiver quase esgotada, pressione as teclas *3370# para acionar a reserva e obter cerca de 50% de carga (que será reposta por ocasião da próxima recarga da bateria).
4. Se seu carro possui travas elétricas acionadas por controle remoto e você trancar a chave dentro do veículo, basta ligar do seu celular para alguém que tenha acesso à chave reserva e instruir a pessoa a acionar o botão que destrava as portas mantendo o telefone a cerca de 30 cm do comando, ao mesmo tempo em que você mantém o seu à mesma distância do carro.
Observação: As duas primeiras dicas são procedentes (aliás, não sei por que não constam dos manuais dos aparelhos ou das opeeradoras). No mais, digitei o comando sugerido em meu Motorola K1 quando o display exibia apenas um ponto de carga da bateria, mas o que recebi de volta foi uma mensagem de "comando inválido" (talvez o resultado fosse outro se o aparelho já estivesse emitindo o sinal sonoro de bateria baixa), e meu carro permaneceu travado durante a experiência sugerida na última dica - mas vale mencionar que o alarme disparou sem qualquer motivo aparente assim que eu destravei as portas da maneira convencional, acionando o controle a 2 ou 3 metros do veículo.
Se alguém se dispuser essas duas dicas e obtiver resultados diferentes, pediria que deixasse um comentário ou me enviassse um e-mail dando conta do fato.
Bom dia a todos e até mais ler.
Mais informações e download em http://www.belarc.com/free_download.html.
Recebi as dicas abaixo por e-mail e resolvi submetê-las aos leitores:
1. O número universal de emergência para celular é 112. Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e seu celular irá procurar conexão com qualquer operadora e enviar o número de emergência para você. Note que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver bloqueado. Experimente!
2. Pressione *#06# e anote o código composto por 15 dígitos que será exibido no display do seu celular. Em caso de perda ou roubo, ligue para sua operadora e, além de bloquear o chip, solicite o bloqueio do aparelho (se adotada pela maioria dos usuários, essa prática desestimularia sobremaneira o roubo de celulares).
3. Caso você precise ligar do celular e sua bateria estiver quase esgotada, pressione as teclas *3370# para acionar a reserva e obter cerca de 50% de carga (que será reposta por ocasião da próxima recarga da bateria).
4. Se seu carro possui travas elétricas acionadas por controle remoto e você trancar a chave dentro do veículo, basta ligar do seu celular para alguém que tenha acesso à chave reserva e instruir a pessoa a acionar o botão que destrava as portas mantendo o telefone a cerca de 30 cm do comando, ao mesmo tempo em que você mantém o seu à mesma distância do carro.
Observação: As duas primeiras dicas são procedentes (aliás, não sei por que não constam dos manuais dos aparelhos ou das opeeradoras). No mais, digitei o comando sugerido em meu Motorola K1 quando o display exibia apenas um ponto de carga da bateria, mas o que recebi de volta foi uma mensagem de "comando inválido" (talvez o resultado fosse outro se o aparelho já estivesse emitindo o sinal sonoro de bateria baixa), e meu carro permaneceu travado durante a experiência sugerida na última dica - mas vale mencionar que o alarme disparou sem qualquer motivo aparente assim que eu destravei as portas da maneira convencional, acionando o controle a 2 ou 3 metros do veículo.
Se alguém se dispuser essas duas dicas e obtiver resultados diferentes, pediria que deixasse um comentário ou me enviassse um e-mail dando conta do fato.
Bom dia a todos e até mais ler.
Labels:
celular,
computador,
dica,
hardware,
informática,
PC,
segurança,
software,
tecnologia,
tecnologia da informação
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Ainda sobre as imagens...
Desde o começo do mês que a gente vem publicando postagens sobre redimensionamento de imagens e assuntos relacionados (veja os posts dos dias 04, 20 e 26), mas eu achei por bem voltar mais uma vez ao assunto devido a um programinha gratuito (sugerido no Blog do Kevin) que permite fazer ampliações sem comprometer sensivelmente a qualidade das fotos.
Quem é fã de filmes policiais e seriados como o CSI vê os investigadores aumentarem a placa de um carro fotografado à distância por uma câmera de segurança, por exemplo, mas não consegue o mesmo prodígio em seu computador, já que a ampliação altera os pixels e torna as imagens “borradas”.
No entanto, com o auxílio SmillaEnlarger, basta você escolher a foto, selecionar a porção que deseja aumentar e definir o tamanho final (veja o "close" da minha cachorrinha na ilustração deste post), ou, se pregerir, configurar os parâmetros manualmente e ampliar a imagem inteira.
Embora haja diversas opções de download, eu sugiro baixar o programinha do Baixaki (devido ao tutorial detalhado que o site oferece para os procedimentos de instalação e utilização).
Bom dia a todos e até mais ler.
Quem é fã de filmes policiais e seriados como o CSI vê os investigadores aumentarem a placa de um carro fotografado à distância por uma câmera de segurança, por exemplo, mas não consegue o mesmo prodígio em seu computador, já que a ampliação altera os pixels e torna as imagens “borradas”.
No entanto, com o auxílio SmillaEnlarger, basta você escolher a foto, selecionar a porção que deseja aumentar e definir o tamanho final (veja o "close" da minha cachorrinha na ilustração deste post), ou, se pregerir, configurar os parâmetros manualmente e ampliar a imagem inteira.
Embora haja diversas opções de download, eu sugiro baixar o programinha do Baixaki (devido ao tutorial detalhado que o site oferece para os procedimentos de instalação e utilização).
Bom dia a todos e até mais ler.
Labels:
dica,
foto,
imagem,
informática,
Internet,
programa,
software,
tecnologia,
tecnologia da informação,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
YouTube e Humor de sexta-feira
Se você é fã do YouTube – cujo astronômico acervo de vídeos é visitado mais de 100 milhões de vezes por dia –, certamente sabe que, além de simplesmente visualizar online seus clipes preferidos, pode também baixá-los para o computador, assisti-los a qualquer momento e até mesmo enviá-los a seus contatos.Interessado? Então siga as instruções passo a passo publicadas pelo nosso amigo Kevin em sua postagem do último dia 22, em O Blog do seu PC.
Passemos agora ao nosso tradicional humor de sexta-feira:
Na igreja:
- Padre, eu passei a mão nos seios da minha namorada.
- Foi por cima ou por baixo da blusa dela?
- Foi por cima, padre...
- Da próxima vez passa por baixo, pois a penitência é a mesma.
- Padre, ontem eu dormi com meu namorado.
- Mas isso é pecado mortal minha filha. Reze cinco Pais-Nossos, de penitência!
A jovem pensa um pouco e depois pergunta:
- Se eu rezar 10, posso dormir com ele hoje de novo?
O garoto apanhou da vizinha, e a mãe, furiosa, foi tomar satisfação:
- Por que a senhora bateu no meu filho?
- Ele foi mal-educado e me chamou de gorda.
- E a senhora acha que vai emagrecer batendo nele?
A campainha toca na casa de um tipo muito pão-duro. Quando ele atende, dá de cara com duas freiras pedindo donativos.
- Meu filho, nós somos irmãs de Cristo e...
- Nossa!!! Como vocês estão conservadas!!!
Dois amigos se encontram depois de muitos anos.
- Casei, separei e já fizemos a partilha dos bens.
- E as crianças?
- O juiz deu a guarda àquele que mais bens recebeu.
- Então elas ficaram com a mãe?
- Não, ficaram com nosso advogado.
- Doutor, como eu faço para emagrecer?
- Basta a senhora mover a cabeça da esquerda para direita e da direita para esquerda.
- Quantas vezes, doutor?
- Todas as vezes que lhe oferecerem comida.
Bom final de semana a todos e até mais ler.
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
De volta à edição de imagens
Programas caros e sofisticados como o Adobe Photoshop e o Corel Draw são imbatíveis para aplicações profissionais, mas usá-los no âmbito doméstico é como matar moscas com tiros de escopeta. Se suas necessidades não vão muito além de “retocar” uma ou outra foto ou fazer ajustes simples em imagens baixadas da Web (para ilustrar trabalhos, montar apresentações, etc.), o Paint (ferramenta nativa do Windows para edição de imagens) pode muito bem “quebrar seu galho”.
Ainda que não permita manipular camadas nem ofereça outros recursos sofisticados, o Paint é uma mão na roda pra retrabalhar imagens de maneira simples e intuitiva (melhor ainda se você tiver a nova versão – que acompanha o Windows 7 – com interface Ribbon, pincéis adicionais, opções de formas e outras melhorias).
Convém ter em mente que a melhor maneira de conhecer um software é explorar seu potencial, começando pelos tópicos da ajuda, que devem ser lidos cuidadosamente. Muitos usuários não sabem que o menu Imagem do Paint permite realizar diversos ajustes interessantes (tais como girar e inverter as imagens, por exemplo, ou reconfigurar seus atributos), enquanto outros reclamam que o programa não permite mesclar figuras, conquanto seja possível obter resultados satisfatórios mediante o velho recurso de recortar e colar: A ilustração deste post foi obtida a partir de uma única figura; eu simplesmente criei dois arquivos, reduzi um deles à metade do tamanho clicando em Imagem > Alongar/Inclinar, apliquei o comando “inverter/girar” e teclei Ctrl+X. Em seguida, abri o outro arquivo, arrastei a borda vertical direita de maneira a obter espaço para a colagem, teclei Ctrl+V e ajustei o leãozinho no local desejado.
É claro que existem “n” opções de software mais rebuscados para edição de imagens, inclusive gratuitos, como é o caso do Gimp e do Paint.net, por exemplo. Mas quem raramente edita imagens não precisa se dar ao trabalho de instalar um programa dedicado, já que pode recorrer a serviços on-line como o Picnik, o Pixlr e o SumoPaint, igualmente eficientes e fáceis de usar.
Bom dia a todos e até mais ler.
Ainda que não permita manipular camadas nem ofereça outros recursos sofisticados, o Paint é uma mão na roda pra retrabalhar imagens de maneira simples e intuitiva (melhor ainda se você tiver a nova versão – que acompanha o Windows 7 – com interface Ribbon, pincéis adicionais, opções de formas e outras melhorias).
Convém ter em mente que a melhor maneira de conhecer um software é explorar seu potencial, começando pelos tópicos da ajuda, que devem ser lidos cuidadosamente. Muitos usuários não sabem que o menu Imagem do Paint permite realizar diversos ajustes interessantes (tais como girar e inverter as imagens, por exemplo, ou reconfigurar seus atributos), enquanto outros reclamam que o programa não permite mesclar figuras, conquanto seja possível obter resultados satisfatórios mediante o velho recurso de recortar e colar: A ilustração deste post foi obtida a partir de uma única figura; eu simplesmente criei dois arquivos, reduzi um deles à metade do tamanho clicando em Imagem > Alongar/Inclinar, apliquei o comando “inverter/girar” e teclei Ctrl+X. Em seguida, abri o outro arquivo, arrastei a borda vertical direita de maneira a obter espaço para a colagem, teclei Ctrl+V e ajustei o leãozinho no local desejado.
É claro que existem “n” opções de software mais rebuscados para edição de imagens, inclusive gratuitos, como é o caso do Gimp e do Paint.net, por exemplo. Mas quem raramente edita imagens não precisa se dar ao trabalho de instalar um programa dedicado, já que pode recorrer a serviços on-line como o Picnik, o Pixlr e o SumoPaint, igualmente eficientes e fáceis de usar.
Bom dia a todos e até mais ler.
Labels:
computador,
dica,
imagem,
informática,
Internet,
PC,
programa,
software,
tecnologia,
tecnologia da informação,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Outlook Express (final)
Para concluir nossa trilogia sobre o cliente de e-mail do IE, seguem algumas dicas que eu reputo interessantes. Confira:
• Em vez de enviar imagens como anexos de e-mails, você pode inseri-las no corpo das mensagens. Para tanto, abra o OE, crie uma Nova Mensagem e clique no ponto em que a imagem deverá ser inserida. Depois, abra o menu Inserir, escolha Figura, clique em Procurar, localize a foto ou figura em questão e clique em Abrir. Para definir como o texto deverá fluir em torno da figura, clique sobre ela com o botão direito do mouse, escolha Propriedades, Layout, e então faça os ajustes necessários.
Observação: Falando em imagens enviadas como anexo, embora eu já tenha dito isso na resposta ao comentário da PROGRAMADORA na postagem da última sexta-feira, quem usa o Outlook ou o Outlook Express pode acrescentar um recurso (BXAUTOZIP) que reduz automaticamente o tamanho dos anexos antes de enviar as mensagens. Para mais informações e download, visite http://www.baxbex.com/bxautozip.html.
• Para criar um “e-mail musical” (que toca uma melodia quando aberto pelo destinatário), crie uma nova mensagem, clique no menu Formatar > Plano de Fundo > Som. Clique então no botão Procurar, localize o arquivo de som desejado (que deve estar armazenado no seu computador, evidentemente) e clique em Abrir. Defina o número de vezes que a música deverá ser executada (de 1 a 999 ou continuamente) e clique em OK.
• Você pode inserir automaticamente um cartão de visitas em suas mensagens criando uma entrada para si mesmo no Catálogo de endereços e preenchendo os dados desejados. Clique em Ferramentas > Opções > Redação e, na seção Cartões de Visita, marque a caixa de seleção Correio. Depois, escolha a sua própria entrada na lista e clique em OK. No menu Arquivo, aponte para Exportar e clique em Cartão de visita (vCard). Selecione um local onde armazenar o arquivo e clique em Salvar. Para adicionar seu cartão de visita a uma mensagem de e-mail, clique em Inserir > Meu cartão de visita.
• Se você receber um e-mail com um papel de carta que lhe agrade, saiba que é possível salvá-lo em sua coleção. Para isso, no menu Arquivo, escolha a opção Salvar como papel de carta, dê um nome ao arquivo e clique em Salvar.
Como dizia o Pernalonga, that’s all, folks.
Abraços e até mais ler.
• Em vez de enviar imagens como anexos de e-mails, você pode inseri-las no corpo das mensagens. Para tanto, abra o OE, crie uma Nova Mensagem e clique no ponto em que a imagem deverá ser inserida. Depois, abra o menu Inserir, escolha Figura, clique em Procurar, localize a foto ou figura em questão e clique em Abrir. Para definir como o texto deverá fluir em torno da figura, clique sobre ela com o botão direito do mouse, escolha Propriedades, Layout, e então faça os ajustes necessários.
Observação: Falando em imagens enviadas como anexo, embora eu já tenha dito isso na resposta ao comentário da PROGRAMADORA na postagem da última sexta-feira, quem usa o Outlook ou o Outlook Express pode acrescentar um recurso (BXAUTOZIP) que reduz automaticamente o tamanho dos anexos antes de enviar as mensagens. Para mais informações e download, visite http://www.baxbex.com/bxautozip.html.
• Para criar um “e-mail musical” (que toca uma melodia quando aberto pelo destinatário), crie uma nova mensagem, clique no menu Formatar > Plano de Fundo > Som. Clique então no botão Procurar, localize o arquivo de som desejado (que deve estar armazenado no seu computador, evidentemente) e clique em Abrir. Defina o número de vezes que a música deverá ser executada (de 1 a 999 ou continuamente) e clique em OK.
• Você pode inserir automaticamente um cartão de visitas em suas mensagens criando uma entrada para si mesmo no Catálogo de endereços e preenchendo os dados desejados. Clique em Ferramentas > Opções > Redação e, na seção Cartões de Visita, marque a caixa de seleção Correio. Depois, escolha a sua própria entrada na lista e clique em OK. No menu Arquivo, aponte para Exportar e clique em Cartão de visita (vCard). Selecione um local onde armazenar o arquivo e clique em Salvar. Para adicionar seu cartão de visita a uma mensagem de e-mail, clique em Inserir > Meu cartão de visita.
• Se você receber um e-mail com um papel de carta que lhe agrade, saiba que é possível salvá-lo em sua coleção. Para isso, no menu Arquivo, escolha a opção Salvar como papel de carta, dê um nome ao arquivo e clique em Salvar.
Como dizia o Pernalonga, that’s all, folks.
Abraços e até mais ler.
Labels:
computador,
correio eletrônico,
dica,
e-mail,
email,
informática,
Internet,
Microsoft,
Outlook Express,
PC,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Ainda sobre o OE...
A melhor maneira de conhecer os recursos do Outlook Express – ou de qualquer outro programa – é experimentar. Note que a Barra de menus, na janela principal, é composta por seis itens (Arquivo, Editar, Exibir, Ferramentas, Mensagens e Ajuda). Clicando em cada um deles, você terá acesso a um menu suspenso com um elenco de opções (que detalharemos a seguir, com exceção do menu Ajuda, que dispensa apresentações).
• O menu Arquivo agrupa as funções principais do programa; através dele, você cria novas mensagens, contatos e pastas, compacta uma ou todas as pastas, adiciona e gerencia identidades, salva e-mails, envia anexos, importa ou exporta mensagens (ou uma lista de contatos), imprime mensagens, visualiza as propriedades das pastas, e por aí vai.
• O menu Editar permite selecionar, copiar, mover e excluir mensagens ou pastas, esvaziar a pasta "Itens excluídos", usar a função "Localizar" (que funciona como um serviço de busca nas pastas do programa), marcar e desmarcar mensagens (lidas, não lidas etc.) e muito mais.
• No menu Exibir, é possível modificar o modo de visualização das mensagens (ocultando, por exemplo, os e-mails lidos) e classificá-las (por nome, remetente, assunto, anexo etc.), bem como alterar o layout do programa, o tamanho da visualização e a codificação dos textos.
• Com o menu Ferramentas, você administra suas contas, estabelece regras para o recebimento de mensagens (confirmação de recebimento, assinaturas etc.).
• O menu Opções oferece diversos ajustes nas configurações do programa (clique em cada uma das abas para conferir as diversas possibilidades disponíveis).
• No menu Mensagens, você pode criar uma "Nova Mensagem", definir um papel de carta (plano de fundo) para decorá-la, responder ao remetente, responder a todos e encaminhar a mensagem para outro(s) destinatário(s) – note que, escolhendo a opção “responder a todos” ao invés de “responder ao remetente, sua resposta será enviada para todos os destinatários da mensagem original. Há também comandos para observar ou ignorar conversação, sinalizar e criar regras para as mensagens (você pode definir, por exemplo, que e-mails de um determinado remetente – ou domínio, ou com um assunto específico – sejam encaminhados diretamente para uma pasta exclusiva ou diretamente para lixeira, conforme o caso).
Personalizar o OE é um processo simples e intuitivo. Clique no menu Exibir e confira o vasto leque de possibilidades. Em Colunas, por exemplo, você pode adicionar uma coluna marcando a caixa de seleção ao lado do nome – ou selecionando o nome da coluna e clicando em Mostrar; para removê-la, desmarque a caixa de seleção ou selecione o nome e clique em Ocultar; para alterar a ordem de exibição, selecione um nome de coluna e clique em Mover para cima ou Mover para baixo. Experimente também definir e personalizar o modo de classificação e a ordem de exibição das mensagens (por exemplo, por data e da mais antiga para a mais recente) e aproveite o embalo para desabilitar o painel de visualização (em Layout), já que, com esse recurso ativo, o OE abre automaticamente a primeira mensagem da lista, facilitando a execução de códigos maliciosos.
Por padrão, o OE descarrega as mensagens armazenadas no provedor sempre que você abre o programa, e a partir de então, em intervalos pré-definidos (para alterar essa configuração, clique em Ferramentas > Opções > Geral > Enviar/receber mensagens). Alternativamente, você pode descarregar seus e-mails manualmente clicando no botão Enviar/Receber.
Para acessar as mensagens em sua caixa de entrada, faça o seguinte:
• Se o OE estiver aberto na pasta-raiz, clique em Ler Mensagens (ou clique diretamente em Caixa de Entrada). Os cabeçalhos das mensagens existentes serão então exibidos na porção direita da tela, na área de exibição do conteúdo das pastas.
• Para visualizar uma mensagem, dê duplo clique sobre ela. O conteúdo da mensagem será então exibido na área de exibição do conteúdo dos e-mails.
• Para comandar outro procedimento (responder, encaminhar, excluir etc.), recorra ao menu Mensagem e use os botões correspondentes (ou clique sobre a mensagem em questão com o botão direito do mouse e escolha a ação adequada no menu de contexto).
Note que, quando uma mensagem é aberta, o envelopinho à esquerda do cabeçalho passa de “fechado” para “aberto”; quando o e-mail é respondido ou repassado para outros destinatários, uma setinha indicativa (voltada para a esquerda ou para a direita, respectivamente) lhe dá conta disso.
Amanhã a gente conclui.
Abraços e até lá.
• O menu Arquivo agrupa as funções principais do programa; através dele, você cria novas mensagens, contatos e pastas, compacta uma ou todas as pastas, adiciona e gerencia identidades, salva e-mails, envia anexos, importa ou exporta mensagens (ou uma lista de contatos), imprime mensagens, visualiza as propriedades das pastas, e por aí vai.
• O menu Editar permite selecionar, copiar, mover e excluir mensagens ou pastas, esvaziar a pasta "Itens excluídos", usar a função "Localizar" (que funciona como um serviço de busca nas pastas do programa), marcar e desmarcar mensagens (lidas, não lidas etc.) e muito mais.
• No menu Exibir, é possível modificar o modo de visualização das mensagens (ocultando, por exemplo, os e-mails lidos) e classificá-las (por nome, remetente, assunto, anexo etc.), bem como alterar o layout do programa, o tamanho da visualização e a codificação dos textos.
• Com o menu Ferramentas, você administra suas contas, estabelece regras para o recebimento de mensagens (confirmação de recebimento, assinaturas etc.).
• O menu Opções oferece diversos ajustes nas configurações do programa (clique em cada uma das abas para conferir as diversas possibilidades disponíveis).
• No menu Mensagens, você pode criar uma "Nova Mensagem", definir um papel de carta (plano de fundo) para decorá-la, responder ao remetente, responder a todos e encaminhar a mensagem para outro(s) destinatário(s) – note que, escolhendo a opção “responder a todos” ao invés de “responder ao remetente, sua resposta será enviada para todos os destinatários da mensagem original. Há também comandos para observar ou ignorar conversação, sinalizar e criar regras para as mensagens (você pode definir, por exemplo, que e-mails de um determinado remetente – ou domínio, ou com um assunto específico – sejam encaminhados diretamente para uma pasta exclusiva ou diretamente para lixeira, conforme o caso).
Personalizar o OE é um processo simples e intuitivo. Clique no menu Exibir e confira o vasto leque de possibilidades. Em Colunas, por exemplo, você pode adicionar uma coluna marcando a caixa de seleção ao lado do nome – ou selecionando o nome da coluna e clicando em Mostrar; para removê-la, desmarque a caixa de seleção ou selecione o nome e clique em Ocultar; para alterar a ordem de exibição, selecione um nome de coluna e clique em Mover para cima ou Mover para baixo. Experimente também definir e personalizar o modo de classificação e a ordem de exibição das mensagens (por exemplo, por data e da mais antiga para a mais recente) e aproveite o embalo para desabilitar o painel de visualização (em Layout), já que, com esse recurso ativo, o OE abre automaticamente a primeira mensagem da lista, facilitando a execução de códigos maliciosos.
Por padrão, o OE descarrega as mensagens armazenadas no provedor sempre que você abre o programa, e a partir de então, em intervalos pré-definidos (para alterar essa configuração, clique em Ferramentas > Opções > Geral > Enviar/receber mensagens). Alternativamente, você pode descarregar seus e-mails manualmente clicando no botão Enviar/Receber.
Para acessar as mensagens em sua caixa de entrada, faça o seguinte:
• Se o OE estiver aberto na pasta-raiz, clique em Ler Mensagens (ou clique diretamente em Caixa de Entrada). Os cabeçalhos das mensagens existentes serão então exibidos na porção direita da tela, na área de exibição do conteúdo das pastas.
• Para visualizar uma mensagem, dê duplo clique sobre ela. O conteúdo da mensagem será então exibido na área de exibição do conteúdo dos e-mails.
• Para comandar outro procedimento (responder, encaminhar, excluir etc.), recorra ao menu Mensagem e use os botões correspondentes (ou clique sobre a mensagem em questão com o botão direito do mouse e escolha a ação adequada no menu de contexto).
Note que, quando uma mensagem é aberta, o envelopinho à esquerda do cabeçalho passa de “fechado” para “aberto”; quando o e-mail é respondido ou repassado para outros destinatários, uma setinha indicativa (voltada para a esquerda ou para a direita, respectivamente) lhe dá conta disso.
Amanhã a gente conclui.
Abraços e até lá.
Labels:
computador,
correio eletrônico,
dica,
e-mail,
email,
informática,
Internet,
Microsoft,
Outlook Express,
PC,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Compartilhando o OE
A despeito da queda no preço dos computadores, muita gente ainda compartilha a mesma máquina com seus familiares, embora o ideal fosse cada qual ter o seu próprio PC. Para piorar, a despeito das vantagens implementadas no Windows pela política de contas – que visa facilitar esse compartilhamento –, há quem não se contente com uma conta restrita, que limita o acesso a recursos como instalação de novos programas e reconfigurações do sistema.Nessas circunstâncias, é comum que esses usuários deixem de utilizar o Outlook Express – programa cliente de e-mails padrão do MS Internet Explorer –, preferindo, em nome da privacidade, administrar sua correspondência via webmail, mesmo tendo de abrir mão da comodidade de descarregar as mensagens no computador e gerenciá-las (ler, apagar, responder, reencaminhar) a qualquer momento, mesmo off-line. Mas a boa notícia é que OE é um programa multiusuário, ou seja, que pode ser compartilhado por duas ou mais pessoas sem que cada uma delas tenha acesso às mensagens e contatos da(s) outra(s). Para configurá-lo dessa maneira, clique Arquivo > Identidades > Adicionar nova identidade e crie o novo usuário e a respectiva senha de acesso (não se esqueça de marcar a opção exigir senha). Caso queira definir uma identidade específica com a qual o programa deverá ser aberto na inicialização, clique em Gerenciar Identidades. Feito isso, os usuários poderão configurar sua(s) conta(s) de e-mail (as mensagens enviadas para os endereços eletrônicos de uma determinada identidade não serão exibidas para as demais). Para tanto, caba a cada um clicar em Ferramentas > Adicionar > Correio (ou E-mail), criar um nome para sua conta, digitar seu(s) endereço(s) de e-mail e assinalar a caixa de verificação "Incluir esta conta ao receber ou sincronizar e-mails". Na tela seguinte, basta os dados fornecidos por seu(s) respectivo(s) provedor(es) – que consistem geralmente em algo como "pop.nomedoservidor.com.br" e "smtp.nomedoservidor.com.br" e, ao final, entrar com seu nome de usuário e senha, marcar a caixa "Lembrar senha" e clicar em Concluir.
Observação: Em Servidor de saída, só marque a caixa "Meu servidor requer autenticação" e modifique as configurações avançadas (botão Configurações...) se o seu serviço de e-mail assim o exigir (essas informações também devem ser obtidas junto à ajuda do provedor).
A partir daí, toda vez que o OE for convocado, o usuário de plantão deverá selecionar sua identidade e inserir a respectiva senha de acesso.
Amanhã a gente continua. Abraços e até lá.
Observação: Em Servidor de saída, só marque a caixa "Meu servidor requer autenticação" e modifique as configurações avançadas (botão Configurações...) se o seu serviço de e-mail assim o exigir (essas informações também devem ser obtidas junto à ajuda do provedor).
A partir daí, toda vez que o OE for convocado, o usuário de plantão deverá selecionar sua identidade e inserir a respectiva senha de acesso.
Amanhã a gente continua. Abraços e até lá.
Labels:
computador,
correio eletrônico,
dica,
e-mail,
email,
informática,
Internet,
Microsoft,
Outlook Express,
PC,
Windows
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
Assinar:
Postagens (Atom)








