Ficar “ouvindo mentalmente” trechos de determinadas melodias e não conseguir lembrar os respectivos nomes, letras ou intérpretes pode ser aborrecido, mas basta revisitar nossa postagem de 15 de julho para saber como matar essa charada de maneira rápida e prática.
Alternativamente, vale experimentar o TUNATIC, que é igualmente competente e extremamente rápido, embora costume acertar o nome da música, mas, em alguns casos, trocar o nome do artista.
Outras boas opções são o NAME MY TUNE - onde você cantarola a canção de cujo nome não se lembra e aguarda até que alguém a ouça e tire sua dúvida - e o MUSIPEDIA, que funciona de modo mais “profissional”, oferecendo um piano virtual para você tocar trechos da melodia (aliás, o serviço é capaz até de “ler” partituras em .PDF).
Um bom dia a todos e até a próxima.
UM BATE-PAPO INFORMAL SOBRE INFORMÁTICA, POLÍTICA E OUTROS ASSUNTOS.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Lá, lá, ri, lá...
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Cópia Oculta e outros que tais...
Tenha em mente que que frases carregadas de erotismo ou respostas a e-mails ácidos com palavras ainda mais cáusticas podem acabar chegando a caixas postais erradas. Para não pagar mico, configure seu Outlook Express para postergar a remessa das mensagens clicando em Ferramentas > Opções > Envio e desmarcando a caixa de verificação "Enviar mensagens imediatamente". Dessa forma, suas novas mensagens ou respostas a e-malis recebidos serão colocadas na Caixa de saída e encaminhadas ao servidor somente quando você clicar no botão "Enviar/Receber", na barra de ferramentas.
Para prevenir outras situações desagradáveis, atente para as seguintes sugestões:
• Tome cuidado ao usar o MSN no trabalho – se trocar as janelas durante uma conversa, é possível que você acabe falando mal do seu chefe para ele próprio.
• Antes de enviar um e-mail, confira o endereço do destinatário, torne a conferir, confira mais uma vez, e só então clique em "Enviar".
• Utilize o serviço de e-mail da empresa somente para assuntos de trabalho (crie um ou mais endereços diferenciados para assuntos pessoais e cadastros em websites).
• Se mandar um e-mail errado, ligue para o destinatário o quanto antes, dê conta do fato e peça-lhe que não leia a mensagem (e torça para que ele seja tão desprovido de curiosidade a ponto de atender seu pedido).
Boa sorte a todos e até mais ler.
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
O tão sonhado "canudo"...
Para quem deseja concluir seus estudos, mas não tem tempo e/ou condições financeiras para freqüentar uma escola convencional, o ensino à distância pode ser uma mão na roda - dentre outras vantagens, ele dispensa gastos com condução, oferece liberdade de horário e tem preços pra lá de acessíveis.Mais informações podem ser obtidas em http://www.institutonacional.com.br/, http://www.institutouniversal.com.br/, http://siead.mec.gov.br/novosiead/web/site,
http://www.abed.org.br/ e http://www.uab.mec.gov.br/.
Um ótimo dia a todos e até mais ler.
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Eleições 2010
Embora a política não seja o mote deste Blog, o profundo desgosto causado pela mesmice dos candidatos e pela cabecinha pequena - com todo respeito - dos eleitores pouco esclarecidos (a esmagadora maioria, infelizmente) me leva às seguintes ponderações:
Se você não se interessa por política, seu maior castigo será ser governado por quem se interessa.
É certo que ninguém mais tem saco para assistir à propaganda eleitoral obrigatória (a não ser como arremedo de programa de humor), mas ainda que o cenário político nacional recomende seguir a receita do “Actívia com Johnny Walker”, não custa lembrar que somos nós, eleitores, os responsáveis pela proliferação e perpetuação dos maus administradores.
A pior democracia é melhor do que a melhor das ditaduras, pois permite separar o joio do trigo – claro que para isso é preciso haver trigo em meio ao joio e sabedoria por parte do eleitorado. E tem mais: voto de protesto é quase sempre um tiro no pé.
Devido ao hábito de fazer piada da própria desgraça, nosso povo acaba elegendo aberrações como o Cacareco (rinoceronte do Zoológico de São Paulo, que foi o candidato a vereador mais votado nas eleições de 1958, com cerca de 100 mil votos) ou na eleição para prefeito aqui de Sampa, 30 anos depois (para bom entendedor...).
De nada adianta reclamar que o Governo é um circo onde o povo faz o papel de palhaço se você não faz sua parta para mudar esse quadro - ainfal, mais vale acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão.
E já que falamos em horário eleitoral gratuito, é bom saber que de gratuito ele só tem o nome. Embora os partidos políticos não paguem por esse espaço, 80% do valor que as emissoras receberiam se o vendessem para os anunciantes é deduzido do imposto de renda – em outras palavras, “o governo banca o prejuízo”. Mas como o governo não gera recursos, quem paga mesmo essa conta somos nós, com o dinheiro dos impostos que incidem sobre tudo que compramos, vendemos ou recebemos.
Apenas para se ter uma idéia, a Receita Federal estima que, neste ano, cerca de R$ 850 milhões deixarão de ser pagos pelos meios de comunicação – quantia suficiente para bancar as reformas do Maracanã e do Morumbi para a Copa de 2014, que, juntas, custariam em torno de R$ 840 milhões.
E viva o povo brasileiro.
Se você não se interessa por política, seu maior castigo será ser governado por quem se interessa.
É certo que ninguém mais tem saco para assistir à propaganda eleitoral obrigatória (a não ser como arremedo de programa de humor), mas ainda que o cenário político nacional recomende seguir a receita do “Actívia com Johnny Walker”, não custa lembrar que somos nós, eleitores, os responsáveis pela proliferação e perpetuação dos maus administradores.
A pior democracia é melhor do que a melhor das ditaduras, pois permite separar o joio do trigo – claro que para isso é preciso haver trigo em meio ao joio e sabedoria por parte do eleitorado. E tem mais: voto de protesto é quase sempre um tiro no pé.
Devido ao hábito de fazer piada da própria desgraça, nosso povo acaba elegendo aberrações como o Cacareco (rinoceronte do Zoológico de São Paulo, que foi o candidato a vereador mais votado nas eleições de 1958, com cerca de 100 mil votos) ou na eleição para prefeito aqui de Sampa, 30 anos depois (para bom entendedor...).
De nada adianta reclamar que o Governo é um circo onde o povo faz o papel de palhaço se você não faz sua parta para mudar esse quadro - ainfal, mais vale acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão.
E já que falamos em horário eleitoral gratuito, é bom saber que de gratuito ele só tem o nome. Embora os partidos políticos não paguem por esse espaço, 80% do valor que as emissoras receberiam se o vendessem para os anunciantes é deduzido do imposto de renda – em outras palavras, “o governo banca o prejuízo”. Mas como o governo não gera recursos, quem paga mesmo essa conta somos nós, com o dinheiro dos impostos que incidem sobre tudo que compramos, vendemos ou recebemos.
Apenas para se ter uma idéia, a Receita Federal estima que, neste ano, cerca de R$ 850 milhões deixarão de ser pagos pelos meios de comunicação – quantia suficiente para bancar as reformas do Maracanã e do Morumbi para a Copa de 2014, que, juntas, custariam em torno de R$ 840 milhões.
E viva o povo brasileiro.
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
De volta ao Pinguim e Humor de sexta-feira
A postagem do dia 13 prometia encerrar a trilogia sobre o Linux, mas alguns e-mails que venho recebendo desde então dão conta de que há leitores com interesse em conhecer melhor as distribuições. Assim, resolvi apresentar um resumo das características das cinco opções mais populares.
Confira:
Em primeiro lugar vem o Ubuntu, que é baseado no Debian e inclui aplicativos bastante conhecidos – como o Firefox e OpenOffice.org (BrOffice, aqui pelas nossas bandas). A inclusão de um assistente de migração para usuários do Windows e o suporte para as tecnologias mais recentes faz dessa distribuição uma das mais amigáveis entre centenas de opções disponíveis. Sua versão 10.10 (codinome Maverick Meerkat), que já está disponível para download, incorpora diversas as mudanças, dentre as quais um instalador otimizado, uma loja de aplicativos reorganizada e um ambiente desktop totalmente novo, que promete facilitar o dia-a-dia e reduzir o desperdício de precioso espaço no monitor. De quebra, ela ainda oferece compatibilidade com telas muiltitoque e comandos de gestos.
O segundo lugar fica para o Fedora, que é particularmente forte em recursos corporativos e oferece um calendário de atualização semestral. Embora seja vista como uma “distro” para usuários intermediários e avançados, ela não deixa de ser uma boa escolha também para os iniciantes, graças às melhorias recebidas nos últimos anos.
Em terceiro lugar vem o Mint, que é baseado no Ubuntu, mas adiciona seu próprio tema de desktop e um conjunto diferente de aplicações e ferramentas gráficas voltadas ao aprimoramento da usabilidade – tais como mintDesktop (para configuração do ambiente desktop), mintInstall (para instalação mais fácil de software) e mintMenu (para navegação mais fácil). Essa distribuição goza de boa reputação pela facilidade de uso e por seus codecs de mídia proprietários, que asseguram melhor compatiblidade com hardware, sendo uma escolha interessante para usuários iniciantes.
O openSUSE tem nível de dificuldade “médio”, mas ocupa o quarto lugar em popularidade devido a seu excelente utilitário de administração (YaST). Sua edição em caixinha vem com uma das documentações impressas mais bem elaboradas já feitas por uma “distro”.
Em quinto lugar fica com o PCLinuxOS, que usa o ambiente de desktop KDE e é essencialmente uma versão enxuta do Mandriva. Com bom suporte para drivers gráficos, plug-ins de navegador e codecs de mídia, ele pode ser uma boa escolha para iniciantes, ainda que seu ciclo de lançamentos seja irregular e que não haja versão de 64 bits.
Observação: Vale lembrar que a maioria das distribuições Linux permite fazer um “test drive” sem instalar o sistema no computador. Para isso, você tanto pode encomendar o Live CD da distribuição desejada no respectivo site, quanto fazer o download dos arquivos e queimar a sua própria mídia (nesse caso, o processo é bem mais trabalhoso). Com o CD em mãos, basta introduzi-lo na gavetinha do drive e reiniciar o computador (não estranhe se notar alguma lentidão, já que, rodando a partir do drive CD, o desempenho do sistema será inferior ao que teria se fosse instalado no HD). Quando você retirar o CD do drive e reiniciar o computador, seu Windows voltará a funcionar como de costume. Se preferir, você pode rodar o Linux a partir de um pendrive, já que assim ele funcionará quase tão rapidamente quanto se estivesse sendo executado a partir do disco rígido.
Passemos agora ao nosso tradicional humor de sexta-feira:
FRASES POPULARES EM LINGUAGEM JURÍDICA
A fêmea ruminante deslocou-se para terreno sáfaro e alagadiço. (A vaca foi para o brejo)
Desejo veementemente que V.Sa. receba contribuições inusitadas em vossa cavidade retal. (Vá tomar no cú)
Desejo veementemente que V.Sa. performe fornicação na imagem de sua própria pessoa. (Vá se foder)
Creio que V.Sa. apresenta comportamento galhofeiro perante a situação aqui exposta. (Você tá de sacanagem)
Prosopopéia flácida para acalentar bovinos. (Conversa mole pra boi dormir )
Saldar dívica com um primata. (Pagar um mico)
Inflar a bolsa escrotal. (Encher o saco)
Impulsionar a extremidade do membro inferior contra a região glútea de outrem. (Dar um pé na bunda)
Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo de uma das unidades de acampamento. (Chutar o pau da barraca)
Deglutir um batráquio. (Engolir um sapo)
Colocar o prolongamento caudal em meio aos membros inferiores. (Meter o rabo entre as pernas)
Derrubar com intenções mortais. (Cair matando)
Aplicar a contravenção do Senhor João, este deficiente físico desprovido de um dos membros superiores. (Dar uma de João sem braço)
Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira. (Nem a pau)
Nem sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais. (Nem que a vaca tussa)
Nem sequer considerando a utilização de instrumentos metálicos. (Nem ferrando)
Derramar água pelo chão através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente. (Chutar o balde)
O orifício circular conjugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um individuo em avançado estado etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade. (Cu de bêbado não tem dono)
Um bom f.d.s. a todos e até mais ler.
Confira:
Em primeiro lugar vem o Ubuntu, que é baseado no Debian e inclui aplicativos bastante conhecidos – como o Firefox e OpenOffice.org (BrOffice, aqui pelas nossas bandas). A inclusão de um assistente de migração para usuários do Windows e o suporte para as tecnologias mais recentes faz dessa distribuição uma das mais amigáveis entre centenas de opções disponíveis. Sua versão 10.10 (codinome Maverick Meerkat), que já está disponível para download, incorpora diversas as mudanças, dentre as quais um instalador otimizado, uma loja de aplicativos reorganizada e um ambiente desktop totalmente novo, que promete facilitar o dia-a-dia e reduzir o desperdício de precioso espaço no monitor. De quebra, ela ainda oferece compatibilidade com telas muiltitoque e comandos de gestos.
O segundo lugar fica para o Fedora, que é particularmente forte em recursos corporativos e oferece um calendário de atualização semestral. Embora seja vista como uma “distro” para usuários intermediários e avançados, ela não deixa de ser uma boa escolha também para os iniciantes, graças às melhorias recebidas nos últimos anos.
Em terceiro lugar vem o Mint, que é baseado no Ubuntu, mas adiciona seu próprio tema de desktop e um conjunto diferente de aplicações e ferramentas gráficas voltadas ao aprimoramento da usabilidade – tais como mintDesktop (para configuração do ambiente desktop), mintInstall (para instalação mais fácil de software) e mintMenu (para navegação mais fácil). Essa distribuição goza de boa reputação pela facilidade de uso e por seus codecs de mídia proprietários, que asseguram melhor compatiblidade com hardware, sendo uma escolha interessante para usuários iniciantes.
O openSUSE tem nível de dificuldade “médio”, mas ocupa o quarto lugar em popularidade devido a seu excelente utilitário de administração (YaST). Sua edição em caixinha vem com uma das documentações impressas mais bem elaboradas já feitas por uma “distro”.
Em quinto lugar fica com o PCLinuxOS, que usa o ambiente de desktop KDE e é essencialmente uma versão enxuta do Mandriva. Com bom suporte para drivers gráficos, plug-ins de navegador e codecs de mídia, ele pode ser uma boa escolha para iniciantes, ainda que seu ciclo de lançamentos seja irregular e que não haja versão de 64 bits.
Observação: Vale lembrar que a maioria das distribuições Linux permite fazer um “test drive” sem instalar o sistema no computador. Para isso, você tanto pode encomendar o Live CD da distribuição desejada no respectivo site, quanto fazer o download dos arquivos e queimar a sua própria mídia (nesse caso, o processo é bem mais trabalhoso). Com o CD em mãos, basta introduzi-lo na gavetinha do drive e reiniciar o computador (não estranhe se notar alguma lentidão, já que, rodando a partir do drive CD, o desempenho do sistema será inferior ao que teria se fosse instalado no HD). Quando você retirar o CD do drive e reiniciar o computador, seu Windows voltará a funcionar como de costume. Se preferir, você pode rodar o Linux a partir de um pendrive, já que assim ele funcionará quase tão rapidamente quanto se estivesse sendo executado a partir do disco rígido.
Passemos agora ao nosso tradicional humor de sexta-feira:
FRASES POPULARES EM LINGUAGEM JURÍDICA
A fêmea ruminante deslocou-se para terreno sáfaro e alagadiço. (A vaca foi para o brejo)
Desejo veementemente que V.Sa. receba contribuições inusitadas em vossa cavidade retal. (Vá tomar no cú)
Desejo veementemente que V.Sa. performe fornicação na imagem de sua própria pessoa. (Vá se foder)
Creio que V.Sa. apresenta comportamento galhofeiro perante a situação aqui exposta. (Você tá de sacanagem)
Prosopopéia flácida para acalentar bovinos. (Conversa mole pra boi dormir )
Saldar dívica com um primata. (Pagar um mico)
Inflar a bolsa escrotal. (Encher o saco)
Impulsionar a extremidade do membro inferior contra a região glútea de outrem. (Dar um pé na bunda)
Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo de uma das unidades de acampamento. (Chutar o pau da barraca)
Deglutir um batráquio. (Engolir um sapo)
Colocar o prolongamento caudal em meio aos membros inferiores. (Meter o rabo entre as pernas)
Derrubar com intenções mortais. (Cair matando)
Aplicar a contravenção do Senhor João, este deficiente físico desprovido de um dos membros superiores. (Dar uma de João sem braço)
Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira. (Nem a pau)
Nem sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais. (Nem que a vaca tussa)
Nem sequer considerando a utilização de instrumentos metálicos. (Nem ferrando)
Derramar água pelo chão através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente. (Chutar o balde)
O orifício circular conjugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um individuo em avançado estado etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade. (Cu de bêbado não tem dono)
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Primavera e Kama Sutra
Um ótimo dia a todos e até amanhã.
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
HOAX “do bem”
Hoaxes (boatos) são mensagens que buscam induzir a adoção de providências questionáveis – como apagar arquivos supostamente nocivos que na verdade pertencem ao sistema operacional, por exemplo – ou que simulam comunicados de instituições financeiras, empresas ou órgãos governamentais, visando à prática de diversas modalidades de fraudes. No entanto, existem exceções que chamam a atenção do destinatário para situações inseguras comuns no dia-a-dia, como ilustram os relatos que eu transcrevo a seguir: 1- Na caixa do supermercado, uma senhora se deu conta de que sua bolsa havia sumido do carrinho. Depois de dar parte à gerência e torcer para que alguém respondesse ao apelo transmitido pelo sistema de som, ela correu até orelhão mais próximo e ligou para o marido; afinal, quanto antes bloqueasse os cartões de crédito, o talão de cheque e o chip do celular, melhor. Mas isso não foi rápido o bastante: aproveitando-se da agenda do celular roubado, o bandido enviou um “torpedo” ao marido da vítima, dizendo ter esquecido a senha do cartão de débito, e assim obteve a informação necessária pra fazer “uma limpa” na conta bancária do casal.
2- Em determinados estabelecimentos (restaurantes, danceterias, lanchonetes, botecos, postos de gasolina, lojas de conveniência e afins), é comum o leitor de cartões ser levado até o cliente, para que este digite a senha sem precisar ir até o caixa. Todavia, caso o valor da conta não seja inserido previamente, a senha aparecerá legível no visor, permitindo que um funcionário mal-intencionado a memorize antes de repetir a operação alegando um erro qualquer. Depois que o cliente se vai, o aprendiz de estelionatário anota a senha, copia o número do cartão registrado na bobina do aparelhinho e faz a festa.
Verídicos ou não, esses relatos nos abrem os olhos para o perigo de registrar contatos no celular como Casa, Benzinho, Marido, Esposa, Pai, Mãe, bem como de atender qualquer solicitação inabitual supostamente enviada por um amigo ou parente via torpedo sem antes ligar de volta para confirmar sua autenticidade. No que concerne ao pagamento com cartões, talvez não seja lá muito confortável descer do carro no posto ou ir até o caixa do restaurante, boate ou botequim para efetuar o pagamento, mas esse “pequeno desconforto” propicia uma transação bem mais segura.
Boa sorte a todos e até mais ler.
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
Substituição de Fontes e Fontes Essenciais
Vimos na postagem de 24 de maio passado que as FONTES (tipos de letras) são vorazes consumidoras de recursos do sistema, e que, a despeito de haver inúmeros sites que disponibilizam uma variedade absurda delas, não convém adicionar coisas que você dificilmente irá utilizar. Aliás, lembro-me de ter instalado certa vez uma quantidade tão grande de fontes no meu velho 486, que o pobre não conseguiu mais carregar o Windows (acho que está tentanto até hoje - risos).
Mesmo assim, isso não significa limitar-se a usar somente as fontes que acompanham o sistema, mas sim ser seletivo ao fazer acréscimos: ao se embeiçar por uma fonte diferente, só a instale se tiver certeza de que ela realmente lhe será útil - e isso vale também para os famosos “inutilitários” oferecidos às carradas na Web, que geralmente entopem o disco e consumem recursos sem oferecer qualquer contrapartida prática ao usuário.
Uma boa idéia nesse sentido é combinar a inclusão de novas fontes com a exclusão daquelas de que você já dispõe, mas raramente utiliza. Para tanto:
• Vá ao Painel de Controle e abra o mini-aplicativo Fontes.
• Para visualizar o aspecto de uma fonte, dê duplo clique sobre o ícone respectivo.
• Para instalar uma nova fonte, clique no menu Arquivo, selecione a opção "Instalar fonte nova" e, na janela "Adicionar fonte nova", localize a fonte desejada, selecione-a na "Lista de fontes", clique em "OK" e reinicialize o sistema.
• Para remover fontes, dê um clique direito sobre o modelo em questão e selecione a opção “Excluir”.
Observação: Convém tomar cuidado para não desinstalar as fontes-padrão Windows (e suas variações), tais como as ARIAL, COURIER, COURIER NEW, MODERN, MS SANS SERIF, ROMAN, SCRIPT,SMALL FONTS, SIMBOLS, TIMES NEW ROMAN e WINGDINGS. Na dúvida, evite remover qualquer fonte marcada com um A em vermelho ou cujo nome seja iniciado por MS.
Bom dia a todos e até a próxima.
Mesmo assim, isso não significa limitar-se a usar somente as fontes que acompanham o sistema, mas sim ser seletivo ao fazer acréscimos: ao se embeiçar por uma fonte diferente, só a instale se tiver certeza de que ela realmente lhe será útil - e isso vale também para os famosos “inutilitários” oferecidos às carradas na Web, que geralmente entopem o disco e consumem recursos sem oferecer qualquer contrapartida prática ao usuário.
Uma boa idéia nesse sentido é combinar a inclusão de novas fontes com a exclusão daquelas de que você já dispõe, mas raramente utiliza. Para tanto:
• Vá ao Painel de Controle e abra o mini-aplicativo Fontes.
• Para visualizar o aspecto de uma fonte, dê duplo clique sobre o ícone respectivo.
• Para instalar uma nova fonte, clique no menu Arquivo, selecione a opção "Instalar fonte nova" e, na janela "Adicionar fonte nova", localize a fonte desejada, selecione-a na "Lista de fontes", clique em "OK" e reinicialize o sistema.
• Para remover fontes, dê um clique direito sobre o modelo em questão e selecione a opção “Excluir”.
Observação: Convém tomar cuidado para não desinstalar as fontes-padrão Windows (e suas variações), tais como as ARIAL, COURIER, COURIER NEW, MODERN, MS SANS SERIF, ROMAN, SCRIPT,SMALL FONTS, SIMBOLS, TIMES NEW ROMAN e WINGDINGS. Na dúvida, evite remover qualquer fonte marcada com um A em vermelho ou cujo nome seja iniciado por MS.
Bom dia a todos e até a próxima.
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Meus Documentos
A pasta Meus Documentos, implementada no Windows a partir da versão 95, constitui o local padrão para o armazenamento de arquivos criados tanto pelos aplicativos da própria Microsoft quanto pela maioria dos softwares de terceiros, e permtie administrar melhor os arquivos e facilitar os procedimentos de backup. Se você não gosta do nome da pasta em questão, saiba que é possível modificá-lo facilmente. Veja como:
1- Abra o Windows Explorer, localize a pasta Meus Documentos no painel esquerdo, clique sobre ela com o botão direito e, no menu que se abrir, escolha a opção Renomear e digite o novo nome (preferencialmente curto e sem espaços).
Observação: Caso você mantenha um atalho para Meus Documentos no Desktop, troque também o nome do ícone respectivo (clique com o botão direito sobre ele, escolha Propriedades e digite nome que você escolheu no procedimento anterior).
2- Para que o novo nome apareça no alto das janelas "Salvar" ou "Salvar como" dos diversos programas que usam a pasta Meus documentos, clique novamente com o botão direito sobre o ícone da pasta (já renomeada) no Desktop, escolha a opção "Propriedades" e entre com o novo nome na caixa "Local da pasta de destino".
Feito isso, a pasta renomeada continuará como o local padrão para a gravação de arquivos de dados, sendo exibido com o novo nome tanto na Área de Trabalho quanto no Windows Explorer e nas janelas "Salvar" e "Abrir".
A propósito, se você seguiu nossa sugestão no sentido de dividir seu HD em duas ou mais unidades lógicas (assunto já abordado em diversas oportunidades, inclusive com o tutorial detalhado e sugestões sobre os aplicativos necessários para esse procedimento), convém também transferir a pasta Meus Documentos para a segunda partição. Dentre outras coisas, isso facilita o gerenciamento dos arquivos de dados e a realização de cópias de segurança (backups), além de manter a pasta incólume por ocasião de uma eventual reinstalação do sistema.
Para tanto, no XP, basta abrir o Windows Explorer, dar um clique direito sobre a entrada Meus documentos, escolher “Propriedades” e conferir o endereço na caixa de dados “Destino” (que, por padrão, é “C:\Documents and Settings\nome do usuário\Meus documentos”). O botão “Localizar destino” abre uma nova instância do Explorer com foco na pasta Meus documentos; “Mover” abre uma tela onde se pode definir outro local (inclusive em outra unidade que não a C:), e “Restaurar padrão”, como o próprio nome sugere, retorna a pasta para sua localização original.
Observação: Para tirar proveito dessa modificação, você deve salvar todos os seus documentos nessa pasta – ou por outra, utilizá-la como local de destino para salvar arquivos sempre que você clicar nos comandos “Salvar” ou “Salvar como” do menu “Arquivo” de qualquer programa. No caso de aplicativos da Microsoft, isso é padrão; em programas de terceiros, em sendo necessário, procure a entrada de menu (geralmente “Opções”) que permita configurar o diretório (pasta) onde serão salvos os arquivos e faça os respectivos ajustes (se não houver essa opção, sempre que for salvar um novo documento você terá de navegar até o drive D e informar a pasta desejada).
Tenham todos um bom dia.
1- Abra o Windows Explorer, localize a pasta Meus Documentos no painel esquerdo, clique sobre ela com o botão direito e, no menu que se abrir, escolha a opção Renomear e digite o novo nome (preferencialmente curto e sem espaços).
Observação: Caso você mantenha um atalho para Meus Documentos no Desktop, troque também o nome do ícone respectivo (clique com o botão direito sobre ele, escolha Propriedades e digite nome que você escolheu no procedimento anterior).
2- Para que o novo nome apareça no alto das janelas "Salvar" ou "Salvar como" dos diversos programas que usam a pasta Meus documentos, clique novamente com o botão direito sobre o ícone da pasta (já renomeada) no Desktop, escolha a opção "Propriedades" e entre com o novo nome na caixa "Local da pasta de destino".
Feito isso, a pasta renomeada continuará como o local padrão para a gravação de arquivos de dados, sendo exibido com o novo nome tanto na Área de Trabalho quanto no Windows Explorer e nas janelas "Salvar" e "Abrir".
A propósito, se você seguiu nossa sugestão no sentido de dividir seu HD em duas ou mais unidades lógicas (assunto já abordado em diversas oportunidades, inclusive com o tutorial detalhado e sugestões sobre os aplicativos necessários para esse procedimento), convém também transferir a pasta Meus Documentos para a segunda partição. Dentre outras coisas, isso facilita o gerenciamento dos arquivos de dados e a realização de cópias de segurança (backups), além de manter a pasta incólume por ocasião de uma eventual reinstalação do sistema.
Para tanto, no XP, basta abrir o Windows Explorer, dar um clique direito sobre a entrada Meus documentos, escolher “Propriedades” e conferir o endereço na caixa de dados “Destino” (que, por padrão, é “C:\Documents and Settings\nome do usuário\Meus documentos”). O botão “Localizar destino” abre uma nova instância do Explorer com foco na pasta Meus documentos; “Mover” abre uma tela onde se pode definir outro local (inclusive em outra unidade que não a C:), e “Restaurar padrão”, como o próprio nome sugere, retorna a pasta para sua localização original.
Observação: Para tirar proveito dessa modificação, você deve salvar todos os seus documentos nessa pasta – ou por outra, utilizá-la como local de destino para salvar arquivos sempre que você clicar nos comandos “Salvar” ou “Salvar como” do menu “Arquivo” de qualquer programa. No caso de aplicativos da Microsoft, isso é padrão; em programas de terceiros, em sendo necessário, procure a entrada de menu (geralmente “Opções”) que permita configurar o diretório (pasta) onde serão salvos os arquivos e faça os respectivos ajustes (se não houver essa opção, sempre que for salvar um novo documento você terá de navegar até o drive D e informar a pasta desejada).
Tenham todos um bom dia.
Labels:
dica,
disco rígido,
hard disk,
HD,
informática,
Microsoft,
segurança,
software,
tecnologia,
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Navegadores x Segurança e humor de sexta-feira
O advento dos browsers foi um dos grandes responsáveis pela difusão da Internet entre “usuários comuns”. As versões para Unix surgiram em 1991, mas o Navigator (lançado pela Netscape em 1994) foi o pioneiro na exibição de textos e imagens postadas em websites – e a ele se deve a consagração da expressão “navegar” como sinônimo de acessar páginas da Web. Observação: Prefira sempre dizer “navegar na Web”, já que a Internet é uma rede física de computadores, e a Web, a sua porção multimídia.
O Navigator reinou absoluto até 1997, quando foi desbancado pela Microsoft, ao final de uma disputa que ficou conhecida como Guerra dos Browsers. De lá para cá, o IE vem reinando firme e forte, conquanto tenha perdido um bom espaço para a concorrência devido a seus famosos problemas de segurança. Mesmo assim, ele continua sendo uma boa opção: um estudo publicado pelo recentemente pelo US-CERT (equipe de prontidão para atender a emergências da computação) contabilizou 45 bugs de segurança no IE8 – contra 169 do Firefox, 94 do Safari e 41 do Chrome.
Claro que um programa com centenas de erros descobertos e corrigidos prontamente será sempre mais seguro do que outro que apresente uma falha crítica persistente. No entanto, segundo um levantamento feito pela Symantec com base no ano de 2009, o prazo médio para correções de brechas no IE e no Firefox foi inferior a 24 horas, enquanto que os usuários do Chrome precisaram esperar cerca de dois dias, e os do Safari, até duas semanas!
Não é minha intenção puxar a brasa para a sardinha de quem quer que seja. Pessoalmente, gosto muito do IE8, embora utilize também o Chrome. Aliás, a escolha de qualquer programa (aí incluído o próprio Sistema Operacional) depende em grande parte das preferências pessoais de cada um. Por outro lado, como a segurança do navegador (qualquer que seja ele) requer atualizações constantes, inclusive de seus plug-ins (ActiveX, Java, Adobe Reader e Flash são pródigos em falhas críticas), é imperativo rodar regularmente o Secunia OSI e instalar as respectivas correções tão logo elas sejam disponibilizadas.
Vale lembrar que o IE é um componente padrão do Windows – e considerando que 70% dos computadores vendidos no Brasil, no primeiro trimestre deste ano, vieram com o Windows pré-instalado –, não é difícil entender a razão pela qual ele é o mais visado por crackers, cybercriminosos e assemelhados.
Para concluir, se você usa o IE6 ou o IE7 (que não mais suportados pela Microsoft), está mais do que na hora de atualizá-lo para a versão atual. Para os mais afoitos, o IE9 Beta já está disponível (mais detalhes e link para download no Blog do seu PC).
Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:
Mariazinha, irmã do Joãozinho, estava tendo a sua primeira (e precoce) menstruação, aos nove anos de idade. Em desespero, já em prantos, ele pede auxílio ao irmão, pois a mãe tinha ido às compras.
- Joãozinho, Joãozinho, socorro, me ajuda!
- O que foi?!
- Olha só! Estou sangrando! Não sei por quê...
Joãozinho, muito prestativo, abaixa-se diante da irmã para examinar o local do "evento". Após alguns instantes de detida análise, do alto dos seus 7 anos de idade, ele declara, apavorado:
- Puta merda! Teu pinto caiu!!!!
Bom final de semana a todos.
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Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
E mais dicas...
Se você mantém um Blog, não deixe de dar uma olhadinha na dica que nosso amigo Kleber publicou no dele, dias atrás. Acesse o link http://klebimfreitas.blogspot.com/2010/09/crie-um-slideshow-para-colocar-em-seu.html e conheça uma maneira fácil e prática de colocar um “SlideShow” em seu espaço.
Aproveite o embalo e visite também o Blog Papo de Informática, onde nosso amigo Victor postou uma remissão importante a um novo recurso disponibilizado pelo Blogger (o endereço do post em questão é http://papodeinformatica.blogspot.com/2010/09/pagina-de-estatisticas-no-blogger.html).
Se você é usuário do Messenger (e quem não é?) e tem vontade de arrancar os cabelos por conta de frequentes mensagens de erro, uma boa idéia é visitar o Blog Tutorial14 e consultar a lista de problemas e soluções publicadas no post http://tutorial14.blogspot.com/2010/08/como-resolver-os-erros-do-windows-live.html.
Você já deve ter reparado que seu computador emite “bipes” no momento em que é ligado, mas talvez não saiba que esses sons podem indicar eventuais problemas de hardware. Ouvir um "bip" curto (de "satisfação", segundo alguns autores) no início do boot não só é normal como desejável: esse é o sinal universal de que tudo está bem com a máquina. Mas quando o PC emite um som estranhamente longo ou uma seqüência de "bipes", é porque existe alguma anomalia no funcionamento do hardware.
Como esses "códigos de diagnóstico" variam conforme o BIOS e as personalizações implementadas pelos fabricantes das placas-mãe, nem sempre é fácil identificar a origem do problema. Para interpretá-los corretamente, consulte a documentação do computador (ou da placa-mãe, conforme o caso) e faça uma busca no website dos respectivos fabricantes. Se isso não resolver, dê uma olhadinha na lista que nosso amigo Kevin publicou recentemente em “O Blog do seu PC” (siga o link http://updatefreud.blogspot.com/2010/09/os-bips-que-o-pc-emite.html) ou tente o site BiosCentral, que oferece um vasto leque de códigos de BIOS e seus respectivos significados.
Um ótimo dia a todos e até a próxima.
Aproveite o embalo e visite também o Blog Papo de Informática, onde nosso amigo Victor postou uma remissão importante a um novo recurso disponibilizado pelo Blogger (o endereço do post em questão é http://papodeinformatica.blogspot.com/2010/09/pagina-de-estatisticas-no-blogger.html).
Se você é usuário do Messenger (e quem não é?) e tem vontade de arrancar os cabelos por conta de frequentes mensagens de erro, uma boa idéia é visitar o Blog Tutorial14 e consultar a lista de problemas e soluções publicadas no post http://tutorial14.blogspot.com/2010/08/como-resolver-os-erros-do-windows-live.html.
Você já deve ter reparado que seu computador emite “bipes” no momento em que é ligado, mas talvez não saiba que esses sons podem indicar eventuais problemas de hardware. Ouvir um "bip" curto (de "satisfação", segundo alguns autores) no início do boot não só é normal como desejável: esse é o sinal universal de que tudo está bem com a máquina. Mas quando o PC emite um som estranhamente longo ou uma seqüência de "bipes", é porque existe alguma anomalia no funcionamento do hardware.
Como esses "códigos de diagnóstico" variam conforme o BIOS e as personalizações implementadas pelos fabricantes das placas-mãe, nem sempre é fácil identificar a origem do problema. Para interpretá-los corretamente, consulte a documentação do computador (ou da placa-mãe, conforme o caso) e faça uma busca no website dos respectivos fabricantes. Se isso não resolver, dê uma olhadinha na lista que nosso amigo Kevin publicou recentemente em “O Blog do seu PC” (siga o link http://updatefreud.blogspot.com/2010/09/os-bips-que-o-pc-emite.html) ou tente o site BiosCentral, que oferece um vasto leque de códigos de BIOS e seus respectivos significados.
Um ótimo dia a todos e até a próxima.
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Mais dicas...
Aprimore a segurança de seu sistema criando (e utilizando no dia a dia) uma conta de usuário com poderes restritos. Embora a conta de administrador facilite a instalação de aplicativos ou a modificação de configurações, utilizar essa prática "full-time" deixa o Windows mais vulnerável a vírus e malwares. Mesmo que você disponha de ferramentas de manutenção como o CClener ou o Advanced System Care (dentre outras opções sugeridas em nossas postagens), não deixe de rodar regularmente o utilitário padrão do Windows para fazer uma faxina em seu HD. No XP, clique em Meu Computador, dê um clique direito sobre o ícone que representa sua unidade de sistema, escolha Propriedades e pressione o botão Limpeza de Disco. Note que, conforme a configuração estabelecida e o intervalo entre as faxinas, o processo pode levar um bocado de tempo para ser concluído, razão pela qual o ideal é adotar essa providência ao menos uma vez por semana.
Use a barra invertida (\) somente para indicar o caminho para arquivos no Windows (como C:\Arquivos de Programas\etc.); em endereços da Web (como http://fernandomelis.blogspot.com/, por exemplo), o correto é utilizar a barra normal (/).
Abraços e até mais ler.
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Dicas...
Evite instalar inutilitários disponibilizados na Web simplesmente porque são gratuitos. Alguns programinhas são úteis, mas a grande maioria serve apenas para consumir ciclos de processamento, memória e espaço no HD. De tempos em tempos, abra o Painel de Controle do XP, clique em Adicionar ou Remover Programas e exclua tudo que não tenha utilidade. Quanto menos aplicativos você tiver no seu PC, menor a possibilidade de panes, travamentos e dores de cabeça que tais.
Ao instalar programas, atente para as opções exibidas nas telas e desmarque tudo aquilo que você não quer (ou de que não precisa), especialmente as barras de buscas e outros complementos desnecessários. No mais das vezes, esses “penduricalhos” acompanham os aplicativos apenas para render aos desenvolvedores alguns trocados por cópia instalada.
Para concluir, não custa lembrar que hoje é a segunda terça-feira do mês e, portanto, dia de Patch Tuesday da Micorsoft. Quem não configurou as atualizações automáticas para baixar e instalar os remendos deve rodar o Windows Update (mais informações sobre as novidades do mês podem ser obtidas em http://www.microsoft.com/technet/security/bulletin/ms10-sep.mspx)
Um bom dia a todos.
Ao instalar programas, atente para as opções exibidas nas telas e desmarque tudo aquilo que você não quer (ou de que não precisa), especialmente as barras de buscas e outros complementos desnecessários. No mais das vezes, esses “penduricalhos” acompanham os aplicativos apenas para render aos desenvolvedores alguns trocados por cópia instalada.
Para concluir, não custa lembrar que hoje é a segunda terça-feira do mês e, portanto, dia de Patch Tuesday da Micorsoft. Quem não configurou as atualizações automáticas para baixar e instalar os remendos deve rodar o Windows Update (mais informações sobre as novidades do mês podem ser obtidas em http://www.microsoft.com/technet/security/bulletin/ms10-sep.mspx)
Um bom dia a todos.
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Linux Ubuntu
Antes de passar ao cerne desta postagem - que encerra nossa trilogia sobre o Linux - vale salientar que este que vos escreve não tem a menor intenção de abandonar o velho Windows; se existe alguma perspectiva de mudança no curto prazo, ela remete ao Seven. A rigor, minha idéia era apenas trazer à baila algumas noções sobre a “vida inteligente fora do Planeta Microsoft” (gosto dessa frase), ainda que de maneira elementar, já que não tenho familiaridade com o Pinguim além do pouco que amealhei, por dever de ofício, durante a criação do livrinho sobre o Ubuntu.
Observação: O termo “Ubuntu” (que significa algo como “humanidade para os outros”) foi escolhido para batizar uma distribuição Linux baseada no Debian – mas muito mais simples de instalar e utilizar – que incorpora uma ideologia ética sul africana focada no compromisso e nas relações entre as pessoas (um dos princípios fundamentais da Nova República Sul-Africana e ao “renascimento africano”).
Falando em Ubuntu, não custa lembrar que você pode fazer um “test drive” diretamente da mídia de instalação (função Live CD). Caso haja interesse, basta dirigir-se ao site http://www.ubuntu-br.org/, fazer o download gratuito do programa e criar seu próprio disco, embora eu sugira encomendá-lo já pronto (escolha a versão mais atual, mas fuja de qualquer coisa que seja alfa, beta ou RC). Com o CD em mãos, além de conhecer melhor essa distribuição (que é pra lá de amigável e, portanto, indicada – não só, mas principalmente – para quem está tendo seus primeiros contatos com o Pingüim), você pode ainda vasculhar vírus em seu computador, navegar na Web de forma segura, apagar definitivamente os dados do HD e muito mais. Vejamos isso melhor:
Se sua máquina se recusar a dar o boot e você desconfiar de uma infecção viral, insira o disco de instalação do Ubuntu no drive e selecione a opção TESTAR O UBUNTU SEM QUALQUER MUDANÇA EM SEU COMPUTADOR. Feito isso, Abra o Firefox, baixe o avast! Linux Home Edition e escolha a opção ABRIR do Firefox, de modo a instalar a ferramenta. No menu LOCAIS, clique nas partições do Windows, acesse o programa em APLICATIVOS > ACESSÓRIOS > AVAST ANTIVÍRUS e clique em FERRAMENTAS > ATUALIZAR O BANCO DE DADOS. Em PASTAS SELECIONADAS, pressione o botão de adição (+), localize as partições do Windows (que ficam na pasta MEDIA) e clique em INICIAR ESCANEAMENTO para localizar e neutralizar o malware.
Para navegar na Web de forma mais segura (ao realizar transações via Net Banking ou outras operações que exijam segurança máxima), repita os passos da dica anterior para iniciar o Ubuntu e acessar o Firefox. Se for preciso utilizar Flash, clique em SISTEMA > ADMINISTRAÇÃO > GERENCIADOR DE PACOTES SYNAPTIC, localize UBUNTU RESTRICTED EXTRAS, dê um clique direito sobre essa opção, selecione MARCAR PARA INSTALAÇÃO, clique em APLICAR e novamente em APLICAR.
Para limpar o HD de forma irreversível (e garantir que alguém a quem você venda ou doe seu computador não tenha acesso às informações gravadas no disco) use o SYNAPTIC para instalar o pacote WIPE, selecione APLICATIVOS > ACESSÓRIOS > TERMINAL e execute o comando SUDO FDISK –L. Escolha as partições do Windows (ou aplique a solução para todas, caso queira apagar tudo em todos os discos) e use o comando “sudo wipe /dev/sdb1” (sem as aspas e substituindo a expressão sdb1 em cada caso).
Tenham todos uma ótima semana.
Observação: O termo “Ubuntu” (que significa algo como “humanidade para os outros”) foi escolhido para batizar uma distribuição Linux baseada no Debian – mas muito mais simples de instalar e utilizar – que incorpora uma ideologia ética sul africana focada no compromisso e nas relações entre as pessoas (um dos princípios fundamentais da Nova República Sul-Africana e ao “renascimento africano”).
Falando em Ubuntu, não custa lembrar que você pode fazer um “test drive” diretamente da mídia de instalação (função Live CD). Caso haja interesse, basta dirigir-se ao site http://www.ubuntu-br.org/, fazer o download gratuito do programa e criar seu próprio disco, embora eu sugira encomendá-lo já pronto (escolha a versão mais atual, mas fuja de qualquer coisa que seja alfa, beta ou RC). Com o CD em mãos, além de conhecer melhor essa distribuição (que é pra lá de amigável e, portanto, indicada – não só, mas principalmente – para quem está tendo seus primeiros contatos com o Pingüim), você pode ainda vasculhar vírus em seu computador, navegar na Web de forma segura, apagar definitivamente os dados do HD e muito mais. Vejamos isso melhor:
Se sua máquina se recusar a dar o boot e você desconfiar de uma infecção viral, insira o disco de instalação do Ubuntu no drive e selecione a opção TESTAR O UBUNTU SEM QUALQUER MUDANÇA EM SEU COMPUTADOR. Feito isso, Abra o Firefox, baixe o avast! Linux Home Edition e escolha a opção ABRIR do Firefox, de modo a instalar a ferramenta. No menu LOCAIS, clique nas partições do Windows, acesse o programa em APLICATIVOS > ACESSÓRIOS > AVAST ANTIVÍRUS e clique em FERRAMENTAS > ATUALIZAR O BANCO DE DADOS. Em PASTAS SELECIONADAS, pressione o botão de adição (+), localize as partições do Windows (que ficam na pasta MEDIA) e clique em INICIAR ESCANEAMENTO para localizar e neutralizar o malware.
Para navegar na Web de forma mais segura (ao realizar transações via Net Banking ou outras operações que exijam segurança máxima), repita os passos da dica anterior para iniciar o Ubuntu e acessar o Firefox. Se for preciso utilizar Flash, clique em SISTEMA > ADMINISTRAÇÃO > GERENCIADOR DE PACOTES SYNAPTIC, localize UBUNTU RESTRICTED EXTRAS, dê um clique direito sobre essa opção, selecione MARCAR PARA INSTALAÇÃO, clique em APLICAR e novamente em APLICAR.
Para limpar o HD de forma irreversível (e garantir que alguém a quem você venda ou doe seu computador não tenha acesso às informações gravadas no disco) use o SYNAPTIC para instalar o pacote WIPE, selecione APLICATIVOS > ACESSÓRIOS > TERMINAL e execute o comando SUDO FDISK –L. Escolha as partições do Windows (ou aplique a solução para todas, caso queira apagar tudo em todos os discos) e use o comando “sudo wipe /dev/sdb1” (sem as aspas e substituindo a expressão sdb1 em cada caso).
Tenham todos uma ótima semana.
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Pinguim (continuação) e humor de sexta-feira
Prosseguindo no assunto do post de anteontem, vale relembrar que, nos primórdios da informática, o valor real dos computadores estava no hardware, não no software. No entanto, com o crescimento da indústria de TI, os programas passaram a ser comercializados separadamente, e isso levou os desenvolvedores a buscar mecanismos de proteção de propriedade intelectual para garantir suas vantagens competitivas. Atualmente, do ponto de vista da distribuição, os softwares se dividem basicamente em LIVRES (como é o caso do Linux) e PROPRIETÁRIOS (como é o caso do Windows, cujo código-fonte tão bem guardado quanto a fórmula da Coca-Cola). No primeiro caso, os programas são distribuídos no modo fonte (o “código-fonte” é o “núcleo” do programa), e podem ser copiados, adaptados, modificados, aprimorados e distribuídos pelos próprios usuários (note que isso não implica em “domínio público”, mas sim em licenciamentos que, em maior ou menor grau, concedem essas liberdades). No segundo, eles são disponibilizados no modo binário, e sua utilização é regida por contratos de licença que estabelecem restrições à execução, cópia e modificação dos programas.
Observação: Nem todo software livre é gratuito e nem todo software gratuito é livre. Os “freewares”, por exemplo, são oferecidos gratuitamente – geralmente por conta de uma estratégia comercial que visa despertar o interesse dos usuários por suas versões pagas (e mais completas). No entanto, sua distribuição é feita apenas na forma binária, já que seus contratos de licença proíbem quaisquer modificações.
Vistos e compreendidos esses conceitos, podemos passar a algumas considerações de ordem prática para quem está pensando em “pular a cerca”:
1- Da mesma forma como o Windows é oferecido em diversos “sabores” (do Starter ao Ultimate), o Linux conta com um vasto leque de “distribuições” – dizem até que migrar para o Pingüim é fácil, difícil é escolher a distribuição mais adequada.
2- O Linux não é muito exigente em termos de hardware, de modo que não você não precisa de um computador poderoso para conseguir um desempenho satisfatório. Se seu PC é antigo, o Puppy Linux é uma boa escolha; para desktops com RAM e espaço e disco limitados, o Xubuntu e o Debian XFCE Edition podem ser mais interessantes.
3- Em máquinas mais modernas, os periféricos podem influenciar a escolha da distribuição (se você tenciona utilizar leitor de cartões de memória, modem 3G ou impressora multifuncional, por exemplo, não deixe de checar sua compatibilidade com a distribuição que pretende usar).
4- Segundo a maioria dos “entendidos” em Linux, o Ubuntu é a opção mais amigável para iniciantes, além de oferecer excelente compatibilidade de hardware. No entanto, o Fedora, o Linux Mint e o openSUSE não devam ser descartados sem uma análise cuidadosa.
5- As distribuições podem apresentar variações conforme a aplicação (EduBuntu para educação, por exemplo, ou UbuntuStudio para músicos, artistas gráficos assemelhados), mas cada qual conta com sua própria comunidade online, que oferece ajuda gratuita para a solução dos mais diversos problemas.
6- Também é possível optar por uma versão comercial, com suporte técnico oferecido pelo desenvolvedor ou revendedor (como o Red Hat Enterprise Linux e o SUSE Linux Enterprise Desktop, dentre outros).
7- Diante de eventuais dificuldades em decidir qual distribuição utilizar, você pode recorrer a “testes online” para guiá-lo em sua escolha (sugiro o Distro Chooser).
8- Seja qual for a sua escolha, não deixe de fazer um “test drive” a partir de um LiveCD ou LiveUSB (se a primeira distribuição que você escolher não lhe agradar, há muitas outras para experimentar). Caso resolva mesmo instalar o programa, faça-o em regime de “dual boot”, de modo a manter o Windows disponível (pelo menos por mais algum tempo).
Boa sorte.
Passemos agora à nossa tradicional piadinha:
O velhinho, mineiro de Berlandia, está no hospital, nas últimas, e o padre lhe diz ao ouvido:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
O velhinho fica quieto, e o padre insiste:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
E o velhinho... nada.
Então o padre pergunta:
- Por que é que o senhor não quer renegar o Demônio?
O velhinho responde:
- Enquanto eu num soubé pronde vou, num quero ficá de mar cum ninguém!
Bom f.d.s. a todos.
Observação: Nem todo software livre é gratuito e nem todo software gratuito é livre. Os “freewares”, por exemplo, são oferecidos gratuitamente – geralmente por conta de uma estratégia comercial que visa despertar o interesse dos usuários por suas versões pagas (e mais completas). No entanto, sua distribuição é feita apenas na forma binária, já que seus contratos de licença proíbem quaisquer modificações.
Vistos e compreendidos esses conceitos, podemos passar a algumas considerações de ordem prática para quem está pensando em “pular a cerca”:
1- Da mesma forma como o Windows é oferecido em diversos “sabores” (do Starter ao Ultimate), o Linux conta com um vasto leque de “distribuições” – dizem até que migrar para o Pingüim é fácil, difícil é escolher a distribuição mais adequada.
2- O Linux não é muito exigente em termos de hardware, de modo que não você não precisa de um computador poderoso para conseguir um desempenho satisfatório. Se seu PC é antigo, o Puppy Linux é uma boa escolha; para desktops com RAM e espaço e disco limitados, o Xubuntu e o Debian XFCE Edition podem ser mais interessantes.
3- Em máquinas mais modernas, os periféricos podem influenciar a escolha da distribuição (se você tenciona utilizar leitor de cartões de memória, modem 3G ou impressora multifuncional, por exemplo, não deixe de checar sua compatibilidade com a distribuição que pretende usar).
4- Segundo a maioria dos “entendidos” em Linux, o Ubuntu é a opção mais amigável para iniciantes, além de oferecer excelente compatibilidade de hardware. No entanto, o Fedora, o Linux Mint e o openSUSE não devam ser descartados sem uma análise cuidadosa.
5- As distribuições podem apresentar variações conforme a aplicação (EduBuntu para educação, por exemplo, ou UbuntuStudio para músicos, artistas gráficos assemelhados), mas cada qual conta com sua própria comunidade online, que oferece ajuda gratuita para a solução dos mais diversos problemas.
6- Também é possível optar por uma versão comercial, com suporte técnico oferecido pelo desenvolvedor ou revendedor (como o Red Hat Enterprise Linux e o SUSE Linux Enterprise Desktop, dentre outros).
7- Diante de eventuais dificuldades em decidir qual distribuição utilizar, você pode recorrer a “testes online” para guiá-lo em sua escolha (sugiro o Distro Chooser).
8- Seja qual for a sua escolha, não deixe de fazer um “test drive” a partir de um LiveCD ou LiveUSB (se a primeira distribuição que você escolher não lhe agradar, há muitas outras para experimentar). Caso resolva mesmo instalar o programa, faça-o em regime de “dual boot”, de modo a manter o Windows disponível (pelo menos por mais algum tempo).
Boa sorte.
Passemos agora à nossa tradicional piadinha:
O velhinho, mineiro de Berlandia, está no hospital, nas últimas, e o padre lhe diz ao ouvido:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
O velhinho fica quieto, e o padre insiste:
- Antes de morrer, reafirme a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio.
E o velhinho... nada.
Então o padre pergunta:
- Por que é que o senhor não quer renegar o Demônio?
O velhinho responde:
- Enquanto eu num soubé pronde vou, num quero ficá de mar cum ninguém!
Bom f.d.s. a todos.
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
4º Aniversário do Blog
Criado em 2006 para prover elementos à elaboração do volume 12 da Coleção Guia Fácil Informática (Blogs & Websites), nosso Blog comemora hoje seu quarto aniversário.
Embora eu pretendesse tirá-lo do ar tão logo o trabalho fosse concluído, o incentivo (e o carinho) de alguns leitores me fez levá-lo adiante, de modo que já lá se vão quatro anos de existência e quase 1.100 posts publicados.
Como nunca me preocupei em instalar contadores de acesso ou medidores assemelhados, nem imagino quantas vezes este espaço foi visitado. Sei apenas que meu perfil pessoal foi visualizado cerca de 2.800 vezes – embora isso seja apenas uma estimativa, até porque a contagem foi interrompida por períodos que variaram de uns poucos dias a várias semanas – e que conto atualmente com 65 seguidores (são poucos, mas são sinceros, como dizia um velho crooner de boate que conheci nos meus mais verdes anos – risos).
No que concerne aos comentários, também não faço idéia de quantos já me foram oferecidos (e nem pretendo contá-los um por um), mas vale lembrar que eles são e serão sempre bem vindos e respondidos da melhor maneira e com a maior brevidade possível.
Reconheço que já estaria mais do que na hora de repaginar o site, acrescentar alguns widgets e outras firulas que tais (aliás, quase não promovi modificações desde o dia da criação), mas ainda acho mais importante investir no conteúdo das postagens do que mera e simplesmente caprichar no layout. Assim, continuamos ativos e operantes, focando a segurança digital (nosso carro-chefe, por assim dizer); publicando truques para configurar e utilizar melhor o Windows e seus componentes; oferecendo noções básicas sobre hardware e software; sugerindo soluções para problemas no funcionamento do computador e dicas para escolher PCs, notebooks, telefones celulares e câmeras digitais (sem mencionar alguns posts sobre política, folclore, mecânica automotiva, pirâmides do Egito e receitas culinárias – risos).
Para quem quiser conferir, nossa página inicial exibe os posts mais recentes, mas basta descer pela tela e clicar no link "Postagens mais antigas" para acessar um novo bloco – e assim sucessivamente –, ou então clicar nos links exibidos no campo "Arquivos do Blog" e selecionar o ano, o mês e o dia da publicação desejada (ainda que o Blogger ofereça um campo de pesquisa, ele nem sempre traz bons resultados; melhor colocar o termo chave no Google, dar um espaço e digitar "site://fernandomelis.blogspot.com", sem as aspas).
Vale relembrar que nosso Blog não tem fins lucrativos e nem conta com patrocínio, AdSense ou apoio publicitário de quem quer que seja; a idéia é apenas transmitir alguns conhecimentos que amealhei durante a elaboração e publicação de meus trabalhos relacionados à Tecnologia da Informação. Caso isso venha a ser útil para meus poucos seguidores ou para um ou outro gato-pingado que me honre com suas visitas, eu já me sentirei plenamente recompensado.
Para concluir, resta-me agradecer tanto os leitores que me acompanharam ao longo desses quatro anos quanto aqueles que fizeram uma única visita (estes, naturalmente, não estarão aqui para ler meu TVM – risos).
Um ótimo dia a todos, abraços e até amanhã, quando nossos escritos voltarão ao curso normal.
Embora eu pretendesse tirá-lo do ar tão logo o trabalho fosse concluído, o incentivo (e o carinho) de alguns leitores me fez levá-lo adiante, de modo que já lá se vão quatro anos de existência e quase 1.100 posts publicados.
Como nunca me preocupei em instalar contadores de acesso ou medidores assemelhados, nem imagino quantas vezes este espaço foi visitado. Sei apenas que meu perfil pessoal foi visualizado cerca de 2.800 vezes – embora isso seja apenas uma estimativa, até porque a contagem foi interrompida por períodos que variaram de uns poucos dias a várias semanas – e que conto atualmente com 65 seguidores (são poucos, mas são sinceros, como dizia um velho crooner de boate que conheci nos meus mais verdes anos – risos).
No que concerne aos comentários, também não faço idéia de quantos já me foram oferecidos (e nem pretendo contá-los um por um), mas vale lembrar que eles são e serão sempre bem vindos e respondidos da melhor maneira e com a maior brevidade possível.
Reconheço que já estaria mais do que na hora de repaginar o site, acrescentar alguns widgets e outras firulas que tais (aliás, quase não promovi modificações desde o dia da criação), mas ainda acho mais importante investir no conteúdo das postagens do que mera e simplesmente caprichar no layout. Assim, continuamos ativos e operantes, focando a segurança digital (nosso carro-chefe, por assim dizer); publicando truques para configurar e utilizar melhor o Windows e seus componentes; oferecendo noções básicas sobre hardware e software; sugerindo soluções para problemas no funcionamento do computador e dicas para escolher PCs, notebooks, telefones celulares e câmeras digitais (sem mencionar alguns posts sobre política, folclore, mecânica automotiva, pirâmides do Egito e receitas culinárias – risos).
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Vale relembrar que nosso Blog não tem fins lucrativos e nem conta com patrocínio, AdSense ou apoio publicitário de quem quer que seja; a idéia é apenas transmitir alguns conhecimentos que amealhei durante a elaboração e publicação de meus trabalhos relacionados à Tecnologia da Informação. Caso isso venha a ser útil para meus poucos seguidores ou para um ou outro gato-pingado que me honre com suas visitas, eu já me sentirei plenamente recompensado.
Para concluir, resta-me agradecer tanto os leitores que me acompanharam ao longo desses quatro anos quanto aqueles que fizeram uma única visita (estes, naturalmente, não estarão aqui para ler meu TVM – risos).
Um ótimo dia a todos, abraços e até amanhã, quando nossos escritos voltarão ao curso normal.
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software,
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tecnologia da informação,
TI,
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Pinguim
A despeito da indiscutível supremacia do Windows no mercado de sistemas operacionais (no 1º trimestre deste ano, ele marcou presença em 70% dos computadores vendidos no Brasil, contra módicos 22% do Linux e insignificantes 1.5% do Mac OS), existe vida inteligente fora do “Planeta Microsoft”. E considerando que estou em falta com o Pingüim – que mal foi citado nas quase 1.100 postagens já publicadas aqui no Blog –, resolvi aproveitar o feriadão (frio e úmido aqui em Sampa, depois de quase duas semanas de um calor senegalês atípico) para dedicar algumas linhas à criação de Linus Torvalds.
A propósito, por ocasião da abertura da feira LinuxCon, no início do mês passado, Torvalds disse que não fez fortuna com o Linux devido a uma “escolha pessoal”, e que, quando começou a desenvolver o sistema, “nem imaginava a importância que ele ganharia”. Mas deixemos de lado a sutil contradição que se infere dessa resposta e passemos ao que interessa.
O Linux tem fama de ser difícil, complicado, incompatível e, portanto, um sistema mais adequado a NERDS, GEEKS e Cia. No entanto, boa parte dessa conotação negativa advém de uma questão cultural estimulada pela concorrência. Ainda que os neófitos possam achá-lo “estranho” num primeiro momento, essa impressão tende a desaparecer diante das vantagens da interface gráfica opcional, do ambiente completamente personalizável e dos gerenciadores de pacotes que permitem ampliar o leque de funções com poucos cliques, sem exigir recursos enormes, software caro e vigilância constante contra malwares.
Os aplicativos nativos das distribuições Linux permitem fazer praticamente tudo o que se faz no Windows, mas de forma mais barata – e até mais simples: para tarefas comuns de produtividade, por exemplo, o BrOffice oferece programas similares aos do MS Office; para navegação na Web, o Firefox não é motivo de preocupações, até porque ele já é familiar a muita gente (uma possível exceção fica por conta do Shell Unix/Linux, conquanto o aprendizado dos comandos seja meramente optativo).
No âmbito corporativo, a adoção do Linux é particularmente atraente, já que a ausência de taxas de licença de software e a redução dos investimentos em hardware proporcionam uma economia considerável (aliás, sua participação no mercado de sistemas operacionais vem crescendo significativamente, inclusive com o apoio de gigantes do quilate da IBM, Hewlett-Packard, Intel, Novel e Oracle). No que diz respeito às “famigeradas incompatibilidades”, é certo que elas ainda ocorram – até porque muitos desenvolvedores escolheram manter seus codecs, softwares ou drivers fechados e proprietários –, mas sempre é possível encontrar alternativas funcionais, sem mencionar que pacotes como o Wine permitem rodar no Pingüim uma vasta gama de programas desenvolvidos nativamente para o Windows.
Como amanhã é aniversário do Blog, a gente retoma este assunto no post de sexta-feira.
Abraços e um ótimo dia a todos.
A propósito, por ocasião da abertura da feira LinuxCon, no início do mês passado, Torvalds disse que não fez fortuna com o Linux devido a uma “escolha pessoal”, e que, quando começou a desenvolver o sistema, “nem imaginava a importância que ele ganharia”. Mas deixemos de lado a sutil contradição que se infere dessa resposta e passemos ao que interessa.
O Linux tem fama de ser difícil, complicado, incompatível e, portanto, um sistema mais adequado a NERDS, GEEKS e Cia. No entanto, boa parte dessa conotação negativa advém de uma questão cultural estimulada pela concorrência. Ainda que os neófitos possam achá-lo “estranho” num primeiro momento, essa impressão tende a desaparecer diante das vantagens da interface gráfica opcional, do ambiente completamente personalizável e dos gerenciadores de pacotes que permitem ampliar o leque de funções com poucos cliques, sem exigir recursos enormes, software caro e vigilância constante contra malwares.
Os aplicativos nativos das distribuições Linux permitem fazer praticamente tudo o que se faz no Windows, mas de forma mais barata – e até mais simples: para tarefas comuns de produtividade, por exemplo, o BrOffice oferece programas similares aos do MS Office; para navegação na Web, o Firefox não é motivo de preocupações, até porque ele já é familiar a muita gente (uma possível exceção fica por conta do Shell Unix/Linux, conquanto o aprendizado dos comandos seja meramente optativo).
No âmbito corporativo, a adoção do Linux é particularmente atraente, já que a ausência de taxas de licença de software e a redução dos investimentos em hardware proporcionam uma economia considerável (aliás, sua participação no mercado de sistemas operacionais vem crescendo significativamente, inclusive com o apoio de gigantes do quilate da IBM, Hewlett-Packard, Intel, Novel e Oracle). No que diz respeito às “famigeradas incompatibilidades”, é certo que elas ainda ocorram – até porque muitos desenvolvedores escolheram manter seus codecs, softwares ou drivers fechados e proprietários –, mas sempre é possível encontrar alternativas funcionais, sem mencionar que pacotes como o Wine permitem rodar no Pingüim uma vasta gama de programas desenvolvidos nativamente para o Windows.
Como amanhã é aniversário do Blog, a gente retoma este assunto no post de sexta-feira.
Abraços e um ótimo dia a todos.
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Mybannermaker e Humor de sexta-feira
A dica a seguir (postada originalmente em http://klebimfreitas.blogspot.com/, no dia 31 do mês passado) é uma mão na roda para blogueiros e aparentados, de modo que eu resolvi publicá-la também aqui, com a devida autorização do Kleber:
Para incrementar seu blog com banners animados, você não precisa ter conhecimentos avançados de web design. Basta acessar o site http://www.mybannermaker.com/ e usufruir do serviço gratuito que ele oferece. Veja como:
1- Na parte inferior da página inicial do site, selecione o tamanho do banner que você deseja criar, e clique na orelha “Background” para definir a imagem de fundo (você pode escolher cores em http://cores.gratuita.com.br/ ou fazer o upload de alguma imagem armazenada em seu HD).
2- Clique na orelha “Text” para definir os textos que serão exibidos (tipo de fonte, cor, tamanho, posição, efeito de rotação, etc.); na orelha “Border” para escolher o tamanho e a cor das bordas do banner, e na opção “Effects” para adicionar os efeitos desejados.
3- Finalmente, clique na orelha “Save” para salvar seu banner no imageshack.us (um serviço gratuito de hospedagem de imagens) e anote o código html que lhe permitirá publicá-lo em seu Blog.
Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira.
O rapaz foi para os Estados Unidos cursar a Universidade, mas já na metade do 1º semestre gasta todo o dinheiro que o pai lhe deu. Aí ele tem uma idéia brilhante. Telefona ao pai e sai com esta:
- Pai, você não pode acreditar nas maravilhas da moderna educação neste país. Pois não é que eles aqui têm um curso para ensinar os cachorros a falar?
O pai, um sujeito simplório, fica maravilhado:
- E como é que faço para que aceitem o Rex aqui de casa?
- É só mandar ele para cá com U$ 5.000 que eu faço a matrícula.
E o pai, é claro, cai na conversa e segue a orientação do filho.
Passados mais alguns meses, o rapaz torra a grana e liga outra vez:
- E daí, meu filho? Como vai o Rex?
- Fala pelos cotovelos, pai. Mas agora abriram outro curso aqui, para os cachorros aprenderem a ler.
- Não brinque! E podemos matricular o Rex?
- Claro! Mande U$ 10.000 e deixe comigo!
E o velho, mais uma vez, manda o dinheiro.
O tempo vai passando, o final do ano vai chegando e o rapaz se dá conta que vai ter que se explicar. O cachorro, é claro, não fala uma palavra, não lê porra nenhuma, enfim, continua exatamente como sempre. Sem nenhuma consideração, o moço solta o pobre bicho na rua e pega o avião de volta para casa.
A primeira pergunta do pai não podia ser outra:
- Onde está o Rex? Comprei uma revista sobre animais, em inglês, para que ele leia para mim.
- Pai, você não imagina. Já tinha tudo pronto para a viagem de volta, quando vi o Rex no sofá, lendo o New York Times, como fazia todas as manhãs. E aí ele me saiu com esta:
- Então, vamos para casa... Como será que está o velho? Será que continua comendo aquela viúva que mora na casa da frente?
E o pai, mais do que rapidamente:
- Mas que cachorro lazarento... Espero que você tenha dado sumiço nesse filho da puta, antes que venha falar com tua mãe!
- Mas é claro, pai. Foi o que fiz!
- É assim que se procede, filho!...
Dizem que o rapaz se formou com louvor, e tornou-se um político de renome...
Bom feriadão a todos e até quarta-feira, se Deus quiser.
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1- Na parte inferior da página inicial do site, selecione o tamanho do banner que você deseja criar, e clique na orelha “Background” para definir a imagem de fundo (você pode escolher cores em http://cores.gratuita.com.br/ ou fazer o upload de alguma imagem armazenada em seu HD).
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Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira.
O rapaz foi para os Estados Unidos cursar a Universidade, mas já na metade do 1º semestre gasta todo o dinheiro que o pai lhe deu. Aí ele tem uma idéia brilhante. Telefona ao pai e sai com esta:
- Pai, você não pode acreditar nas maravilhas da moderna educação neste país. Pois não é que eles aqui têm um curso para ensinar os cachorros a falar?
O pai, um sujeito simplório, fica maravilhado:
- E como é que faço para que aceitem o Rex aqui de casa?
- É só mandar ele para cá com U$ 5.000 que eu faço a matrícula.
E o pai, é claro, cai na conversa e segue a orientação do filho.
Passados mais alguns meses, o rapaz torra a grana e liga outra vez:
- E daí, meu filho? Como vai o Rex?
- Fala pelos cotovelos, pai. Mas agora abriram outro curso aqui, para os cachorros aprenderem a ler.
- Não brinque! E podemos matricular o Rex?
- Claro! Mande U$ 10.000 e deixe comigo!
E o velho, mais uma vez, manda o dinheiro.
O tempo vai passando, o final do ano vai chegando e o rapaz se dá conta que vai ter que se explicar. O cachorro, é claro, não fala uma palavra, não lê porra nenhuma, enfim, continua exatamente como sempre. Sem nenhuma consideração, o moço solta o pobre bicho na rua e pega o avião de volta para casa.
A primeira pergunta do pai não podia ser outra:
- Onde está o Rex? Comprei uma revista sobre animais, em inglês, para que ele leia para mim.
- Pai, você não imagina. Já tinha tudo pronto para a viagem de volta, quando vi o Rex no sofá, lendo o New York Times, como fazia todas as manhãs. E aí ele me saiu com esta:
- Então, vamos para casa... Como será que está o velho? Será que continua comendo aquela viúva que mora na casa da frente?
E o pai, mais do que rapidamente:
- Mas que cachorro lazarento... Espero que você tenha dado sumiço nesse filho da puta, antes que venha falar com tua mãe!
- Mas é claro, pai. Foi o que fiz!
- É assim que se procede, filho!...
Dizem que o rapaz se formou com louvor, e tornou-se um político de renome...
Bom feriadão a todos e até quarta-feira, se Deus quiser.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Cartuchos de impressão
Já tivemos oportunidade de falar sobre impressoras, multifuncionais e assemelhados, bem como de sugerir aos leitores que, ao adquirir um aparelho desses, atentassem também para o preço dos insumos, já que, em determinados modelos, uma ou duas substituições de cartuchos pode custar tanto quanto o próprio aparelho (para mais detalhes, clique aqui).
Volto agora ao assunto por conta de uma matéria que li recentemente na PCWorld (EUA), onde o articulista compara a estratégia de marketing dos fabricantes de impressoras com uma hipotética montadora de automóveis que oferecesse carros zero quilômetro por um preço insignificante, mas exigisse que os usuários abastecessem o veículo em sua rede de postos autorizados, onde o custo de dois ou três tanques de combustível superasse o preço do veículo.
De fato, é inegável que impressoras novinhas em folha podem ser encontradas por preços bastante acessíveis, mas é igualmente inegável que seus cartuchos custam caro e acabam em pouco tempo. Para economizar, ou você imprime em menor quantidade e configura o aparelho para fazê-lo em baixa resolução, ou opta por cartuchos compatíveis (novos, mas não originais), que costumam oferecer bons resultados e relação custo/benefício interessante. No entanto, dependendo da marca/modelo da impressora, pode ser difícil encontrar cartuchos compatíveis, e aí o jeito é recorrer a produtos reabastecidos ou remanufaturados, que proporcionam uma economia representativa (cerca de 50% no primeiro caso e entre 10% e 20% no segundo).
Para utilização doméstica, essa solução costuma ser bastante aceitável, a despeito do rendimento inferior – por armazenar menos tinta, esses cartuchos tendem a produzir menos páginas do que um novo, sem mencionar que pequenas variações na fórmula da tinta podem reduzir substancialmente a qualidade e a durabilidade da impressão (especialmente em cores).
Observação: Ao contrário do que se costuma pensar, a tecnologia inkjet é bastante complexa: os cartuchos possuem um reservatório de tinta que é fervido por um elemento de aquecimento, e as bolhas resultantes se espalham por buracos minúsculos no papel (a composição exata da tinta determina a qual temperatura ela será fervida, o tamanho das bolhas e como elas voam pelos buracos na cabeça de impressão).
Vale lembrar que o uso puro e simples de cartuchos remanufaturados ou reabastecidos não anula a garantia do aparelho. No entanto, se o produto em questão danificar o hardware, o usuário não estará coberto (embora essa situação não seja freqüente, a possibilidade existe).
Então, se você for exigente em relação à qualidade de impressão e não quiser se preocupar com potenciais danos à sua impressora, o melhor é usar cartuchos originais (ou compatíveis, desde que de boa procedência).
Bom dia a todos e até mais ler.
Volto agora ao assunto por conta de uma matéria que li recentemente na PCWorld (EUA), onde o articulista compara a estratégia de marketing dos fabricantes de impressoras com uma hipotética montadora de automóveis que oferecesse carros zero quilômetro por um preço insignificante, mas exigisse que os usuários abastecessem o veículo em sua rede de postos autorizados, onde o custo de dois ou três tanques de combustível superasse o preço do veículo.
De fato, é inegável que impressoras novinhas em folha podem ser encontradas por preços bastante acessíveis, mas é igualmente inegável que seus cartuchos custam caro e acabam em pouco tempo. Para economizar, ou você imprime em menor quantidade e configura o aparelho para fazê-lo em baixa resolução, ou opta por cartuchos compatíveis (novos, mas não originais), que costumam oferecer bons resultados e relação custo/benefício interessante. No entanto, dependendo da marca/modelo da impressora, pode ser difícil encontrar cartuchos compatíveis, e aí o jeito é recorrer a produtos reabastecidos ou remanufaturados, que proporcionam uma economia representativa (cerca de 50% no primeiro caso e entre 10% e 20% no segundo).
Para utilização doméstica, essa solução costuma ser bastante aceitável, a despeito do rendimento inferior – por armazenar menos tinta, esses cartuchos tendem a produzir menos páginas do que um novo, sem mencionar que pequenas variações na fórmula da tinta podem reduzir substancialmente a qualidade e a durabilidade da impressão (especialmente em cores).
Observação: Ao contrário do que se costuma pensar, a tecnologia inkjet é bastante complexa: os cartuchos possuem um reservatório de tinta que é fervido por um elemento de aquecimento, e as bolhas resultantes se espalham por buracos minúsculos no papel (a composição exata da tinta determina a qual temperatura ela será fervida, o tamanho das bolhas e como elas voam pelos buracos na cabeça de impressão).
Vale lembrar que o uso puro e simples de cartuchos remanufaturados ou reabastecidos não anula a garantia do aparelho. No entanto, se o produto em questão danificar o hardware, o usuário não estará coberto (embora essa situação não seja freqüente, a possibilidade existe).
Então, se você for exigente em relação à qualidade de impressão e não quiser se preocupar com potenciais danos à sua impressora, o melhor é usar cartuchos originais (ou compatíveis, desde que de boa procedência).
Bom dia a todos e até mais ler.
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Blog de Ouro
Aproveito a postagem desta quarta-feira para agradecer aos colegas blogueiros Cris e Victor (Vida Real e o Mundo Virtual e Papo de Informática, respectivamente), agraciados com o selo BLOG DE OURO, pelo interesse com que acompanham nosso trabalho, por sua presença participativa neste despretensioso espaço e, principalmente, pelo carinho que demonstraram ao repassar também a mim essa láurea.Por essas e por outras, fica aqui expressa a minha mais profunda gratidão.
Abraços a todos e até amanhã, se Deus quiser.
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