Dias atrás, fuçando a Web, deparei com uma notícia dando conta do “desaparecimento” dos Power Toys (conjunto de ferramentas criado – mas não suportado – pela Microsoft para implementar ajustes avançados no Windows sem a necessidade e o risco da edição manual do Registro). Como eu recomendei esse “pacote” em diversas oportunidades, fui até uma dessas postagens, segui o link e constatei que ele ainda funciona.
Na página em questão, você encontrará 14 programinhas que devem ser instalados individualmente. O TweakUI, por exemplo, cria uma interface que permite implementar (e reverter facilmente) diversas configurações mediante poucos cliques do mouse. Outra opção interessante é o Image Resizer – para redimensionar arquivos de imagens mediante um atalho no menu de contexto.
Desenvolvidos para o XP, esses programinhas não são compatíveis com as versões mais recentes do Windows (daí o foco da notícia que eu li), mas o Image Resizer foi recriado por Brice Lambson (para mais informações e download, clique aqui).
Como o programinha ainda está em fase “alfa”, é recomendável clicar em “Image Resizer 2.1” e baixar a versão anterior (que também está disponível para 32 e 64 bits). Note que a instalação não cria um ícone na Área de Trabalho ou em “Todos os programas”; para utilizá-lo, dê um clique direito num arquivo de imagem qualquer e, no menu de contexto, selecione a opção desejada.
“Resize Pictures” oferece quatro tamanhos, de “Mobile Device” até “Large”; se nenhum deles lhe agradar, clique em “Advanced” para acessar a opção “Custom”, que não só permite definir dimensões personalizadas como também exibe duas caixas: a primeira, “Make Pictures smaller but not larger”, obriga sempre a diminuir o tamanho da imagem, jamais aumentar (uma sábia providência, pois ampliar imagens costuma levar a uma séria perda de qualidade); a segunda, “Resize the original pictures (don’t create copies)”, permite escolher entre redimensionar a imagem nas dimensões desejadas ou criar uma nova cópia (situação em que o arquivo original não será modificado).
Observação: Lambson não fornece muitas informações sobre o programa – nem mesmo quais formatos de arquivo de imagem são suportados –, mas você pode encontrar ajuda nas páginas de discussão (http://imageresizer.codeplex.com/discussions).
Bom dia a todos e até mais ler.
UM BATE-PAPO INFORMAL SOBRE INFORMÁTICA, POLÍTICA E OUTROS ASSUNTOS.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Image Resizer
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
De volta às DLLs
“Programas” são conjuntos de instruções (em linguagem de máquina) que permitem ao usuário interagir com o computador. O sistema operacional também é um programa, embora funcione como uma espécie de “software-mãe”, dando suporte a todos os demais aplicativos. Nos primórdios da computação, um programa era constituído apenas pelo executável e continha todas as instruções necessárias ao seu funcionamento, mas o advento das interfaces gráficas e o aumento de tamanho dos softwares fizeram com que a simples divisão dos aplicativos em múltiplos executáveis deixasse de ser eficaz (até porque os respectivos códigos não podem ser compartilhados). A sigla “DLL” (de Dynamic Link Library) remete a uma solução desenvolvida pela Microsoft – e incorporada ao ambiente Windows – onde a maioria das funções utilizadas pelos aplicativos não é codificada no corpo de cada programa, mas sim armazenada em “bibliotecas” pré-compiladas e compartilhada pelos executáveis. Isso resulta em arquivos menores e mais fáceis de atualizar – para gerar o executável, o programador informa ao compilador a localização dessas bibliotecas, e este combina o código das funções com o código do programa propriamente dito.
Numa analogia rudimentar e não muito exata, as DLLs estão para o para o software como os drivers estão para o hardware: enquanto estes últimos fazem uma “ponte” entre os dispositivos e o SO, as DLLs fazem o mesmo em relação ao sistema e os aplicativos. Toda DLL tem sua função específica: enquanto algumas tratam da entrada e saída de arquivos no disco (salvar, abrir etc.), outras cuidam do desenho das janelas na tela ou do tráfego de internet, e assim por diante.
A famosa API do Windows (Application Programming Interface) é, em grande parte, baseada neste tipo de arquivo - e nela que estão predefinidas as informações de como devem ser desenhadas as barras de rolagem, os botões e caixas de diálogos, por exemplo, dando menos trabalho aos programadores e promovendo a padronização das interfaces dos aplicativos. De certa forma, o próprio Windows é uma vasta coleção DLLs, já que sua função precípua (como a de qualquer SO) é garantir que as demais aplicações funcionem sem que tenham de “se preocupar com os detalhes de suas tarefas rotineiras”. O kernel32.dll, por exemplo, é encarregado de salvar arquivos e gerenciar o uso da memória RAM, enquanto o user32.dll gerencia a área de transferência do sistema e cuida dos menus exibidos na tela, do papel de parede e do ponteiro do mouse.
As DLLs podem ter diversas versões, e softwares compilados para operar com uma delas nem sempre funcionam corretamente com outra mais nova, mais antiga, ou mesmo de idioma diferente. Embora os desenvolvedores incluam em seus programas de instalação todas as DLLs necessárias ao aplicativo – e elas possuam informações sobre suas versões, visando prevenir que as mais antigas sobrescrevam as mais recentes –, sempre existe a possibilidade de programas que rodavam sem problemas passarem a apresentar comportamento errático ou mesmo deixarem de funcionar.
O XP conta com uma ferramenta para verificação de integridades dos arquivos do sistema; para convocá-la, clique em Iniciar > Executar, digite “sigverif.exe” (sem as aspas), pressione o botão “OK” e, na tela seguinte, clique no botão “Iniciar” e aguarde até que o “Verificador de Assinatura de Arquivo” apresente seu relatório. Para tentar solucionar problemas com DLLs corrompidas ou ausentes, visite o site http://www.dll-files.com/.
Do ponto de vista da segurança, o problema ocorre quando os programadores não tomam medidas para conferir se as bibliotecas carregadas são as originais (a Microsoft disponibiliza uma ferramenta paliativa que permite ajustar este comportamento, tanto no sistema quanto para cada aplicação; saiba mais em http://support.microsoft.com/kb/2264107). Uma brecha antiga – que já vem sendo discutida há mais de uma década, mas que continua sendo amplamente explorada – permite que DLLs “legítimas” sejam substituídas por versões maliciosas. Para tanto, basta fazer com que o arquivo modificado seja inserido na mesma pasta do original – ou, melhor ainda, que o substitua. Digamos que um programa de áudio precise de determinada DLL, e que alguém acrescente a ela um código malicioso e a distribua através do KaZaA ou de outro programinha de compartilhamento de arquivos (P2P). Quando a DLL em questão for requisitada, o Windows pode ser “enganado” e levado executar a versão contaminada.
Resguardadas as devidas proporções, isso vale também para as famosas vulnerabilidades dos arquivos ActiveX do IE – que, de certa forma, também são DLLs –, mas vamos deixar esse assunto para outra hora.
Um ótimo dia a todos e até a próxima.
Numa analogia rudimentar e não muito exata, as DLLs estão para o para o software como os drivers estão para o hardware: enquanto estes últimos fazem uma “ponte” entre os dispositivos e o SO, as DLLs fazem o mesmo em relação ao sistema e os aplicativos. Toda DLL tem sua função específica: enquanto algumas tratam da entrada e saída de arquivos no disco (salvar, abrir etc.), outras cuidam do desenho das janelas na tela ou do tráfego de internet, e assim por diante.
A famosa API do Windows (Application Programming Interface) é, em grande parte, baseada neste tipo de arquivo - e nela que estão predefinidas as informações de como devem ser desenhadas as barras de rolagem, os botões e caixas de diálogos, por exemplo, dando menos trabalho aos programadores e promovendo a padronização das interfaces dos aplicativos. De certa forma, o próprio Windows é uma vasta coleção DLLs, já que sua função precípua (como a de qualquer SO) é garantir que as demais aplicações funcionem sem que tenham de “se preocupar com os detalhes de suas tarefas rotineiras”. O kernel32.dll, por exemplo, é encarregado de salvar arquivos e gerenciar o uso da memória RAM, enquanto o user32.dll gerencia a área de transferência do sistema e cuida dos menus exibidos na tela, do papel de parede e do ponteiro do mouse.
As DLLs podem ter diversas versões, e softwares compilados para operar com uma delas nem sempre funcionam corretamente com outra mais nova, mais antiga, ou mesmo de idioma diferente. Embora os desenvolvedores incluam em seus programas de instalação todas as DLLs necessárias ao aplicativo – e elas possuam informações sobre suas versões, visando prevenir que as mais antigas sobrescrevam as mais recentes –, sempre existe a possibilidade de programas que rodavam sem problemas passarem a apresentar comportamento errático ou mesmo deixarem de funcionar.
O XP conta com uma ferramenta para verificação de integridades dos arquivos do sistema; para convocá-la, clique em Iniciar > Executar, digite “sigverif.exe” (sem as aspas), pressione o botão “OK” e, na tela seguinte, clique no botão “Iniciar” e aguarde até que o “Verificador de Assinatura de Arquivo” apresente seu relatório. Para tentar solucionar problemas com DLLs corrompidas ou ausentes, visite o site http://www.dll-files.com/.
Do ponto de vista da segurança, o problema ocorre quando os programadores não tomam medidas para conferir se as bibliotecas carregadas são as originais (a Microsoft disponibiliza uma ferramenta paliativa que permite ajustar este comportamento, tanto no sistema quanto para cada aplicação; saiba mais em http://support.microsoft.com/kb/2264107). Uma brecha antiga – que já vem sendo discutida há mais de uma década, mas que continua sendo amplamente explorada – permite que DLLs “legítimas” sejam substituídas por versões maliciosas. Para tanto, basta fazer com que o arquivo modificado seja inserido na mesma pasta do original – ou, melhor ainda, que o substitua. Digamos que um programa de áudio precise de determinada DLL, e que alguém acrescente a ela um código malicioso e a distribua através do KaZaA ou de outro programinha de compartilhamento de arquivos (P2P). Quando a DLL em questão for requisitada, o Windows pode ser “enganado” e levado executar a versão contaminada.
Resguardadas as devidas proporções, isso vale também para as famosas vulnerabilidades dos arquivos ActiveX do IE – que, de certa forma, também são DLLs –, mas vamos deixar esse assunto para outra hora.
Um ótimo dia a todos e até a próxima.
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Painel de Controle
O “Painel de Controle” acompanha o Windows desde 1985, embora só passado a ser parte integrante do sistema dez anos depois. No XP, se você não encontrá-lo no menu Iniciar, dê um clique direito num ponto vazio da Barra de Tarefas, selecione Propriedades e, na janela das Propriedades da Barra de tarefas e menu Iniciar, abra a aba Menu Iniciar, clique em “Personalizar”. Na aba Avançado, clique em Itens do Menu Iniciar, localize Painel de controle, marque a opção Exibir como um Menu e dê Ok.
Observação: Se você migrou para o Seven, quer convocar o Painel de Controle nos moldes originais, mas não se anima a recriar o atalho respectivo via edição manual do Registro, instale o programinha disponível em http://www.baixaki.com.br/download/computer-customizer.htm, que facilita diversas reconfigurações do sistema, inclusive essa.
Como na versão Millennium, o Painel do XP pode ser exibido por categorias, mas é no modo clássico que todos os comandos são visualizados – inclusive os criados por determinados aplicativos e certos dispositivos de hardware. Aliás, alguns desses comandos continuam presentes mais por uma questão protocolar do que por real necessidade, como é o caso de “Adicionar hardware”.
Com o advento do “plug and play” e, mais recentemente, do USB, basta conectar fisicamente os componentes e periféricos para que o Windows os reconheça e faça os ajustes necessários. A instalação de drivers requer apenas a introdução da mídia na gavetinha – ou duplo clique sobre o executável, no caso de downloads pela Internet (veja mais detalhes em http://fernandomelis.blogspot.com/2011/06/revisitando-os-drivers.html), e eventuais problemas podem ser resolvidos via Gerenciador de Dispositivos.
Demais disso, existem itens redundantes, como é o caso de “Sistema” (para acessar sua tela de propriedades, pressione as teclas Windows + Pause/Break), ou “Vídeo” (dê um clique direito num ponto vazio do Desktop e selecione propriedades). E o mesmo vale para “Data e hora” (duplo clique no relógio do sistema) e para “Barra de tarefas e menu Iniciar” (clique direito na Barra de tarefas > Propriedades).
Vale lembrar que a maioria dos comandos do Painel de Controle está disponível tanto para contas de administrador quanto limitadas, mas alguns exigem plenos poderes, já que podem tornar o sistema inoperante caso sejam manipulados de forma inapropriada.
Enfim, eu pretendia detalhar melhor todas as categorias e os miniaplicativos exibidos em cada uma delas, mas pensei melhor e desisti da idéia, até porque fazê-lo exigiria uma série de postagens extensas e enfadonhas. Se algum tiver dúvidas sobre alguma categoria ou comando específico, basta deixar um comentário para que, na medida do possível, eu tente esclarecer.
Abraços e até mais ler.
Observação: Se você migrou para o Seven, quer convocar o Painel de Controle nos moldes originais, mas não se anima a recriar o atalho respectivo via edição manual do Registro, instale o programinha disponível em http://www.baixaki.com.br/download/computer-customizer.htm, que facilita diversas reconfigurações do sistema, inclusive essa.
Como na versão Millennium, o Painel do XP pode ser exibido por categorias, mas é no modo clássico que todos os comandos são visualizados – inclusive os criados por determinados aplicativos e certos dispositivos de hardware. Aliás, alguns desses comandos continuam presentes mais por uma questão protocolar do que por real necessidade, como é o caso de “Adicionar hardware”.
Com o advento do “plug and play” e, mais recentemente, do USB, basta conectar fisicamente os componentes e periféricos para que o Windows os reconheça e faça os ajustes necessários. A instalação de drivers requer apenas a introdução da mídia na gavetinha – ou duplo clique sobre o executável, no caso de downloads pela Internet (veja mais detalhes em http://fernandomelis.blogspot.com/2011/06/revisitando-os-drivers.html), e eventuais problemas podem ser resolvidos via Gerenciador de Dispositivos.
Demais disso, existem itens redundantes, como é o caso de “Sistema” (para acessar sua tela de propriedades, pressione as teclas Windows + Pause/Break), ou “Vídeo” (dê um clique direito num ponto vazio do Desktop e selecione propriedades). E o mesmo vale para “Data e hora” (duplo clique no relógio do sistema) e para “Barra de tarefas e menu Iniciar” (clique direito na Barra de tarefas > Propriedades).
Vale lembrar que a maioria dos comandos do Painel de Controle está disponível tanto para contas de administrador quanto limitadas, mas alguns exigem plenos poderes, já que podem tornar o sistema inoperante caso sejam manipulados de forma inapropriada.
Enfim, eu pretendia detalhar melhor todas as categorias e os miniaplicativos exibidos em cada uma delas, mas pensei melhor e desisti da idéia, até porque fazê-lo exigiria uma série de postagens extensas e enfadonhas. Se algum tiver dúvidas sobre alguma categoria ou comando específico, basta deixar um comentário para que, na medida do possível, eu tente esclarecer.
Abraços e até mais ler.
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Insegurança portátil
Ainda que determinadas situações justifiquem o uso de mídias ópticas e/ou drives externos, um dispositivo do tamanho de um isqueiro BIC, capaz de armazenar dezenas ou centenas gigabytes, é uma mão na roda na hora de transportar arquivos de praticamente qualquer tipo e acessá-los a partir de qualquer computador. Por conta disso, os pendrives vêm se tornando cada vez mais populares entre os usuários de PCs, mas nem tudo são flores nesse jardim: da mesma forma como os disquetes, nos primórdios da computação pessoal, os simpáticos “chaveirinhos” vêm sendo amplamente utilizados na disseminação de pragas digitais.
Antigamente, os vírus se instalavam na área de boot dos disquetes e contaminavam os computadores utilizados em sua leitura; atualmente, na condição de dispositivos USB, os pendrives são reconhecidos automaticamente pelo Windows como uma unidade removível, e basta incluir um arquivo “autorun.inf” com instruções maliciosas para que ele seja lido e executado pelo sistema (não é a toa que o Departamento de Defesa dos EUA proíbe terminantemente a entrada de qualquer dispositivo USB em suas dependências).
Sensível a esse problema, a Microsoft achou por bem inibir o “Autorun” dos dispositivos USB no Seven e, mais adiante, estendeu essa medida (via Patch Tuesday de fevereiro deste ano) às demais versões do Windows para as quais ela ainda oferece suporte – mais detalhes em http://support.microsoft.com/kb/971029/en-us.
Observação: Tradicionalmente, sempre que conectávamos um pendrive na portinha USB do PC, o Autoplay exibia uma telinha com diversas opções – de abertura de pastas e exibição de arquivos, imagens ou multimídia à execução de músicas e que tais, conforme o conteúdo da mídia e dos programas instalados no computador. No entanto, caso o drive contivesse um arquivo executável (como em aplicativos que demandam instalação, por exemplo), o conteúdo era carregado automaticamente pelo Autorun – e um recurso que executa qualquer programa à revelia do usuário pode ser facilmente utilizado na propagação de malwares. Com essa modificação, aplicativos armazenados em mídias ópticas continuam sendo executados automaticamente (desde que exista um arquivo “Autorun.Inf” com informações sobre o programa a ser carregado), mas o mesmo não ocorre com dispositivos USB: ainda que eles contenham o Autorun.Inf, o que aparece na tela é a janelinha da reprodução automática, esperando o usuário decidir o que quer fazer (ou não fazer).
Se você quiser prover maior segurança ao sistema, instale o BitDefender USB Immunizer, que desabilita a autoexecução de programas de pendrives e cartões de memória e impede qualquer alteração que um código malicioso tente implementar no arquivo autoexecutável. Na tela inicial da ferramenta, clique no botão “On” para evitar que o PC rode automaticamente os programas de autoexecução dos dispositivos USB. Feito isso, conecte o pendrive ao PC e, na caixa de diálogo que será exibida, confirme a imunização (repita esse procedimento com todos os seus pendrives e cartões de memória, de modo a evitar que eles sejam infectados em outros computadores).
Outras opções interessantes para quem usa pendrives constantemente em diversas máquinas são o PenClean – que varre o drive removível em busca de pragas específicas, o Ninja Pendisk! – que atua ativamente no computador através do pendrive (assim que o chaveirinho é espetado, o programa faz uma análise e alerta o usuário se houver algo suspeito) e o ClamWin Portable – que além de manter seu drive removível seguro, também neutraliza pragas que estejam nos computadores em que você espetar o dispositivo.
Um bom dia a todos e até mais ler.
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
CCLEANER (final) e humor de sexta-feira
Como diz um velho ditado, o que é bom sempre pode melhorar. Embora seja uma excelente suíte de manutenção, o CCLEANER peca, a meu ver, em alguns aspectos:
O módulo desinstalador de programas, por exemplo, simplesmente replica o applet do Painel de Controle do Windows. Reconheço que ele agiliza o acesso à lista, mas renomear ou eliminar quaisquer entradas referentes a aplicativos cuja desinstalação não tenha sido bem sucedida só “mascara” o problema (e pode ser feito facilmente mediante uma rápida incursão pelo Registro – veja como em http://fernandomelis.blogspot.com/2006/11/programas-rebeldes.html). Bom mesmo seria se ele fizesse um trabalho aprimorado como o do REVO.
Já o módulo que corrige erros no Registro poderia muito bem incluir um desfragmentador para esse importante banco de dados (para suprir essa deficiência, recomendo o ERUNT).
A Ajuda poderia vir “embutida” no programa (embora a versão online cubra os principais aspectos e seja capaz de dirimir a maioria das dúvidas dos usuários). A Piriform informa que escolheu esse modelo para não “inchar” os arquivos de instalação do programa, mas a razão parece ser outra, pois, para se ter acesso a um suporte mais rebuscado, é preciso desembolsar R$ 50 (licença válida por um ano). Note que, pelo dobro desse valor, você licencia o excelente System Mechanic, que é bem mais completo (aliás, a Iolo http://www.iolo.com/ oferece uma versão Trial válida por 30 dias, que é tempo mais do que suficiente para você dar uma geral no seu sistema).
Vale lembrar que não há problema algum em usar dois (ou mais) pacotes de manutenção, até porque, devido a diferenças de recursos e metodologias entre eles, cada qual pode oferecer recursos ausentes nos demais e fazer correções que os outros deixem passar. A titulo de sugestão, não deixe de conhecer o Advanced System Care e o WinUtilities, disponíveis tanto em versões pagas quanto gratuitas.
Passemos agora à piadinha da vez:
A mulher vê o marido preparando uma mala de viagem.
- O que está fazendo?
- Preparando uma mala.
- Para...?
- Vou para a Austrália.
- Para quê?
- Porque dizem que lá pagam 100 dólares por cada relação sexual.
A mulher se pôs a preparar uma mala também. No que o marido pergunta:
- E você? Tá fazendo o quê?
- Preparando uma mala.
- Para...?
- Para ir para a Austrália.
- E...?
- Para te ajudar, porque não acredito que você vá conseguir viver só com 100 dólares por mês.
Abraços a todos e um ótimo final de semana.
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
CCLEANER
Embora ofereça recursos nativos para limpeza do disco, correção de erros, desfragmentação dos dados, gerenciamento da inicialização, desinstalação de aplicativos e etc., o Windows peca por não disponibilizar uma ferramenta capaz de corrigir erros no Registro, o que justifica a instalação de uma suíte dedicada como o freeware CCLEANER. Sua versão mais recente (3.10) conta com novos recursos e uma interface redesenhada, mas continua intuitiva e fácil de usar, já que concentra todas as funções em apenas quatro botões:
“Limpeza” dá acesso a duas abas: a primeira remete a elementos do sistema e a segunda engloba diversos aplicativos instalados no PC que o CCLEANER identifica através de um algoritmo inteligente (as configurações-padrão atendem à maioria dos usuários; se você quiser fazer modificações, não deixe de consultar a Ajuda). Clique em “Analisar” para ver os itens passíveis de exclusão e o espaço que eles ocupam; dê um clique direito sobre qualquer um deles para mais opções ou simplesmente clique em “Executar limpeza” para eliminar o “lixo” de uma só tacada.
“Registro” funciona basicamente da mesma maneira: clique em “Procurar erros”, aguarde a exibição da lista e, querendo, role a tela para obter informações adicionais. Também nesse caso um clique direito sobre um item qualquer exibe mais opções (tais como desmarcá-lo ou adicioná-lo à lista de exclusões), mas você pode simplesmente clicar em “Corrigir erros selecionados”, criar um backup das alterações (opcional) e seguir as instruções para finalizar o processo.
Em “Ferramentas”, você tem acesso a quatro módulos: o primeiro é apenas uma versão mais rápida do applet “Adicionar ou remover programas” do Windows, embora permita eliminar entradas que continuam listadas após desinstalações mal sucedidas; o segundo é uma versão descomplicada do Utilitário de configuração do sistema (se você quiser inibir a inicialização automática de algum programa, não clique na opção “Remover entrada”, mas sim em “Desativar”); o terceiro permite remover (individualmente ou por atacado) os pontos de restauração do sistema (com exceção do último, que é mantido por segurança), e o quarto, incorporado recentemente, sobrescreve os dados gravados nos drives fixos ou removíveis ou atua somente sobre o espaço não utilizado (tome muito cuidado, portanto, para não apagar irreversivelmente arquivos importantes).
“Opções” dá acesso a ajustes complementares e informações sobre o programa (caso você pretenda alterar as configurações-padrão de Incluir, Excluir e Avançado, não deixe de consultar a Ajuda).
Amanhã a gente conclui; abraços e até lá.
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Sacaneando o ladrão...
A postagem de hoje nada tem a ver com as publicações da semana retrasada, embora também remeta a um trabalho de investigação que pode trazer bons resultados se você tiver sua câmera digital roubada.
A propósito, talvez as câmeras de celulares e smartphones não ofereçam todos os requintes dos modelos dedicados, mas “quebram o galho” para quem apenas tira fotos eventuais. Além disso, como suas dimensões nos permitem carregá-las no bolso, elas não chamam tanto a atenção dos amigos do alheio de plantão.
Mesmo assim, é bom saber que um site lançado recentemente promete localizar fotos tiradas com câmeras roubadas, pois toda modelo digital registra nas fotos uma informação oculta (EXIF) que, além de dados sobre o arquivo, inclui o modelo e o número serial do equipamento. Então, basta navegar (usando o Chrome ou o Firefox) até http://www.stolencamerafinder.com/ e arrastar para o campo respectivo uma foto capturada com a máquina em questão. Se o ladrão tiver postado fotos no Flickr, por exemplo, você poderá identificá-lo e tentar convencer a polícia a investigá-lo.
Bom dia a todos e até mais ler.
A propósito, talvez as câmeras de celulares e smartphones não ofereçam todos os requintes dos modelos dedicados, mas “quebram o galho” para quem apenas tira fotos eventuais. Além disso, como suas dimensões nos permitem carregá-las no bolso, elas não chamam tanto a atenção dos amigos do alheio de plantão.
Mesmo assim, é bom saber que um site lançado recentemente promete localizar fotos tiradas com câmeras roubadas, pois toda modelo digital registra nas fotos uma informação oculta (EXIF) que, além de dados sobre o arquivo, inclui o modelo e o número serial do equipamento. Então, basta navegar (usando o Chrome ou o Firefox) até http://www.stolencamerafinder.com/ e arrastar para o campo respectivo uma foto capturada com a máquina em questão. Se o ladrão tiver postado fotos no Flickr, por exemplo, você poderá identificá-lo e tentar convencer a polícia a investigá-lo.
Bom dia a todos e até mais ler.
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terça-feira, 18 de outubro de 2011
AVISO AOS NAVEGANTES
Uma broncopneumonia aguda (combinada com derrame pleural, empiema, decorticação pulmonar e outros troços de nomes igualmente estranhos) resultou em duas intervenções cirúrgicas que me tiraram do ar pelos últimos quinze dias.
Como não há mal que sempre dure nem bem que nunca termine, tive alta no finalzinho da tarde do domingo (16) e venho dando seqüência ao doloroso processo de recuperação (que deve levar mais umas duas semanas).
Por oportuno, agradeço a todos que visitaram o Blog nesse entretempo e deixaram simpáticas mensagens de pronto restabelecimento (depois que o Georges descobriu e divulgou o motivo do meu “sumiço”). Tenciono voltar a postar normalmente nos próximos dias, ainda que o manuseio do mouse não me seja lá muito confortável.
Abraços a todos e até mais ler.
Como não há mal que sempre dure nem bem que nunca termine, tive alta no finalzinho da tarde do domingo (16) e venho dando seqüência ao doloroso processo de recuperação (que deve levar mais umas duas semanas).
Por oportuno, agradeço a todos que visitaram o Blog nesse entretempo e deixaram simpáticas mensagens de pronto restabelecimento (depois que o Georges descobriu e divulgou o motivo do meu “sumiço”). Tenciono voltar a postar normalmente nos próximos dias, ainda que o manuseio do mouse não me seja lá muito confortável.
Abraços a todos e até mais ler.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Bancando o detetive (conclusão) e humor...
Se nenhuma das sugestões apresentadas nos posts anteriores foi capaz de resolver a questão, comece a pensar seriamente em reinstalar o sistema. Problemas “ocultos” costumam ir se acumulando com o passar do tempo e o uso normal da máquina, de modo que, mais hora, menos hora, uma reinstalação a partir do zero se torna a melhor solução. No entanto, considerando que esse procedimento “radical” é trabalhoso e demorado, convém deixá-lo para se (e quando) tudo o mais falhar.
Nas versões mais recentes do Windows, o MONITOR DE CONFIABILIDADE (no Seven, clique em Iniciar, digite confiabilidade na caixa de pesquisa e clique em MONITOR DE CONFIABILIDADE E DESEMPENHO; no Vista, clique em MONITOR DE CONFIABILIDADE E DESEMPENHO>MONITOR DE CONFIABILIDADE) pode ser uma mão na roda, mas quem ainda usa o velho XP deve clicar em Iniciar>Executar, digitar “eventvwr.msc” (sem aspas), teclar Enter, escolher Exibir>Filtro, desmarcar Informações e dar OK.
Cada evento poderá então ser examinado em nível de detalhes mediante duplo clique do mouse (se houver um link disponibilizando mais ajuda online, clique nele). No mínimo, você poderá anotar os códigos dos erros e buscar informações adicionais na Web.
Passemos agora à nossa tradicional piadinha:
ROMANTISMO SEM IGUAL
Duas mulheres conversando:
- Como foi sua transa ontem?
- Uma catástrofe! Meu marido chegou do trabalho, jantou em 13 minutos, depois tivemos sexo durante 4 minutos e, após 2 minutos, ele já estava dormindo! E sua transa, como foi?
- Foi fantástica! Meu marido foi SUPER ROMANTICO. Levou-me para jantar fora, depois passeamos a pé durante 1 hora, voltarmos para casa e após outra hora de preliminares à luz de velas, fizemos uma hora de sexo durante e depois ainda conversamos um bocado.
Os dois maridos conversando:
- Como foi tua trepada ontem?
- Foi fantástica! Cheguei e o jantar estava na mesa; jantei, dei uma rapidinha e caí dormindo feito um pato! E a sua?
- Uma catástrofe! Cheguei e tinha acabado a luz. Tive que levar minha mulher para jantar fora. A comida foi uma porcaria e caríssima, tão cara que fiquei sem dinheiro para pagar o táxi de volta. Tivemos de voltar a pé e como ainda não tinha eletricidade, fomos obrigados a acender velas! Eu estava tão estressado que precisei de 1 hora para fazer o bicho levantar e mais outra para conseguir gozar. Fiquei tão irritado que perdi o sono e tive de aguentar mais um tempão de conversa fiada.
Um ótimo final de semana a todos.
Nas versões mais recentes do Windows, o MONITOR DE CONFIABILIDADE (no Seven, clique em Iniciar, digite confiabilidade na caixa de pesquisa e clique em MONITOR DE CONFIABILIDADE E DESEMPENHO; no Vista, clique em MONITOR DE CONFIABILIDADE E DESEMPENHO>MONITOR DE CONFIABILIDADE) pode ser uma mão na roda, mas quem ainda usa o velho XP deve clicar em Iniciar>Executar, digitar “eventvwr.msc” (sem aspas), teclar Enter, escolher Exibir>Filtro, desmarcar Informações e dar OK.
Cada evento poderá então ser examinado em nível de detalhes mediante duplo clique do mouse (se houver um link disponibilizando mais ajuda online, clique nele). No mínimo, você poderá anotar os códigos dos erros e buscar informações adicionais na Web.
Passemos agora à nossa tradicional piadinha:
ROMANTISMO SEM IGUAL
Duas mulheres conversando:
- Como foi sua transa ontem?
- Uma catástrofe! Meu marido chegou do trabalho, jantou em 13 minutos, depois tivemos sexo durante 4 minutos e, após 2 minutos, ele já estava dormindo! E sua transa, como foi?
- Foi fantástica! Meu marido foi SUPER ROMANTICO. Levou-me para jantar fora, depois passeamos a pé durante 1 hora, voltarmos para casa e após outra hora de preliminares à luz de velas, fizemos uma hora de sexo durante e depois ainda conversamos um bocado.
Os dois maridos conversando:
- Como foi tua trepada ontem?
- Foi fantástica! Cheguei e o jantar estava na mesa; jantei, dei uma rapidinha e caí dormindo feito um pato! E a sua?
- Uma catástrofe! Cheguei e tinha acabado a luz. Tive que levar minha mulher para jantar fora. A comida foi uma porcaria e caríssima, tão cara que fiquei sem dinheiro para pagar o táxi de volta. Tivemos de voltar a pé e como ainda não tinha eletricidade, fomos obrigados a acender velas! Eu estava tão estressado que precisei de 1 hora para fazer o bicho levantar e mais outra para conseguir gozar. Fiquei tão irritado que perdi o sono e tive de aguentar mais um tempão de conversa fiada.
Um ótimo final de semana a todos.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Bancando o detetive (parte 3)
É raro, mas pode acontecer de uma atualização mal sucedida do Windows acarretar problemas (caso os arquivos venham incompletos ou corrompidos). A correção passa por exaustivas pesquisas na base de dados da Microsoft, mas você pode clicar em Iniciar > Executar, digitar "services.msc" (sem as aspas), dar OK, localizar o item “Atualizações Automáticas” e dar duplo clique sobre ele para acessar a tela das Propriedades. Feito isso, escolha opção Parar e, mantendo aberta a tela das Propriedades, abra o Windows Explorer, navegue até C:/Windows, localize a pasta SoftwareDistribution e renomeie-a como SoftwareDistribution.old, por exemplo. Ao final, retorne à janela das Propriedades e selecione a opção Iniciar (para reiniciar o serviço de Atualizações Automáticas). Com um pouco de sorte, a próxima atualização trará os arquivos completos e livres de problemas.
Observação: Uma solução paliativa é clicar em Iniciar>Todos os programas>Acessórios>Ferramentas do sistema>Restauração do sistema e reverter o Windows para uma data anterior à do início dos problemas. Note que isso nem sempre funciona – e, quando funciona, anula todas as atualizações que você eventualmente tenha implementado a partir daquele ponto (tanto do Windows quanto de outros softwares). Na melhor das hipóteses, você precisará reinstalar as atualizações de maneira seletiva para identificar o item problemático, e isso costuma dar um bocado de trabalho.
Aplicativos – especialmente se em fase alfa ou beta (versões de teste) – também são useiros e vezeiros em apresentar problemas de compatibilidade e minar a estabilidade do sistema. Se suas suspeitas recaírem sobre um programa recém-instalado, remova-o com a versão freeware do REVO UNISTALLER e use o PC por algum tempo: se tudo voltar ao normal, bingo!
Amanhã a gente conclui; abraços e até lá.
Observação: Uma solução paliativa é clicar em Iniciar>Todos os programas>Acessórios>Ferramentas do sistema>Restauração do sistema e reverter o Windows para uma data anterior à do início dos problemas. Note que isso nem sempre funciona – e, quando funciona, anula todas as atualizações que você eventualmente tenha implementado a partir daquele ponto (tanto do Windows quanto de outros softwares). Na melhor das hipóteses, você precisará reinstalar as atualizações de maneira seletiva para identificar o item problemático, e isso costuma dar um bocado de trabalho.
Aplicativos – especialmente se em fase alfa ou beta (versões de teste) – também são useiros e vezeiros em apresentar problemas de compatibilidade e minar a estabilidade do sistema. Se suas suspeitas recaírem sobre um programa recém-instalado, remova-o com a versão freeware do REVO UNISTALLER e use o PC por algum tempo: se tudo voltar ao normal, bingo!
Amanhã a gente conclui; abraços e até lá.
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Bancando o detetive (parte 2)
Supondo que seu hardware esteja livre de problemas, certifique-se de que seu arsenal de segurança esteja ativo, operante e atualizado e faça uma varredura completa no sistema (preferencialmente no modo de segurança http://fernandomelis.blogspot.com/2010/11/seguranca-e-humor-de-sexta-feira.html).
Observação: Antivírus comerciais incluem uma licença que geralmente vale por um ano, mas versões pré-instaladas pelos fabricantes de PCs podem ter esse prazo reduzido ou dilatado. Quando essa licença expira, o programa deixa de receber atualizações de definições de pragas e outros aprimoramentos, o que compromete sobremaneira sua eficiência. Aí resta ao usuário renovar a assinatura ou substituir o software (existem inúmeras opções gratuitas bastante eficientes, como você pode conferir digitando “antivírus gratuitos” no campo de busca do Blog).
Caso nenhuma anormalidade seja detectada, obtenha uma segunda opinião com um serviço online ou baixe, instale e rode o freeware Malwarebytes Antimalware, que não conflita com seu antivírus residente e costuma encontrar ameaças que são ignoradas por outras ferramentas. Se ainda assim você não encontrar o vilão da história, puxe pela memória: as anormalidades tiveram início depois que você atualizou o Windows ou instalou um aplicativo qualquer?
Amanhã a gente continua; abraços e até lá.
Observação: Antivírus comerciais incluem uma licença que geralmente vale por um ano, mas versões pré-instaladas pelos fabricantes de PCs podem ter esse prazo reduzido ou dilatado. Quando essa licença expira, o programa deixa de receber atualizações de definições de pragas e outros aprimoramentos, o que compromete sobremaneira sua eficiência. Aí resta ao usuário renovar a assinatura ou substituir o software (existem inúmeras opções gratuitas bastante eficientes, como você pode conferir digitando “antivírus gratuitos” no campo de busca do Blog).
Caso nenhuma anormalidade seja detectada, obtenha uma segunda opinião com um serviço online ou baixe, instale e rode o freeware Malwarebytes Antimalware, que não conflita com seu antivírus residente e costuma encontrar ameaças que são ignoradas por outras ferramentas. Se ainda assim você não encontrar o vilão da história, puxe pela memória: as anormalidades tiveram início depois que você atualizou o Windows ou instalou um aplicativo qualquer?
Amanhã a gente continua; abraços e até lá.
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
Bancando o detetive
Seu PC, que sempre funcionou “redondinho”, de repente passou a apresentar lentidão, exibir mensagens de erro e até telas azuis. O que será que aconteceu?
Eis aí uma pergunta simples, mas cuja resposta requer algum trabalho investigativo: Instabilidades, reinicializações aleatórias, travamentos e problemas afins podem ser provocados tanto pelo hardware quanto pelo software; calor excessivo, por exemplo, costuma ser uma boa aposta (leia mais sobre esse assunto nas postagens do último dia 21 e seguinte).
Descartada essa possibilidade, verifique a saúde do seu HD com o CrystalDiskInfo, e se tudo estiver nos conformes, dê um clique direito no ícone que representa sua unidade de sistema, selecione Propriedades e, na aba Ferramentas, clique em Verificar agora (mais detalhes aqui). Depois que a verificação for completada e o Windows tornar a ser carregado, clique em Desfragmentar agora e aguarde a conclusão do processo.
Observação: A maioria dos HDs relativamente modernos suporta o SMART, que alerta o usuário aos primeiros sinais de que o drive está indo para o brejo (para saber mais, clique aqui) . Note também que, embora as ferramentas nativas do Windows cumpram seu papel, existem programas de terceiros (inclusive gratuitos) capazes de fazer um serviço mais rebuscado. Use o campo Pesquisar do Blog para mais informações.
Memórias também costumam acarretar falhas aparentemente aleatórias; usuários do Windows Vista ou 7 podem recorrer à opção “DIAGNÓSTICO DE MEMÓRIA DO WINDOWS”, disponível em “REPARAR O COMPUTADOR”, no menu de inicialização, mas quem usa o XP precisa baixar a ferramenta de http://oca.microsoft.com/en/windiag.asp (onde também há instruções para criar o disquete ou CD de inicialização). Já para analisar os demais componentes, o BURNING STANDARD pode ser testado gratuitamente por 30 dias - tempo mais do que suficiente para você identificar qualquer dispoisito problemático.
Adições de novos componentes de hardware, se combinadas com drivers inadequados, também resultam em dores de cabeça (para saber mais, clique aqui).
Amanhã a gente continua; abraços e até lá.
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Sutilezas da desinstalação de softwares
Embora seja um sistema bastante completo, o Windows não é
capaz de suprir todas as necessidades dos usuários sem o auxílio de softwares
adicionais. No entanto, quanto maior o número de “penduricalhos”, maior o
consumo de recursos do computador e o risco de incidentes de segurança. Então,
sempre que você realizar suas manutenções periódicas (você faz isso, não é?),
comece “cortando a gordura” pela lista dos aplicativos.
Note que desinstalar softwares não se limita a excluir suas
respectivas pastas de C:\Arquivos de programas. Isso porque, ao ser incorporado
ao sistema, um programa pode distribuir arquivos por diversas pastas, fazer
modificações no Registro, e por aí vai, e uma desinstalação incorreta
certamente deixará para trás um bocado de “entulho” que poderá acarretar
problemas. Softwares de boa estirpe normalmente incluem um
desinstalador nativo. Em Iniciar>Todos os programas, clique na entrada
referente ao aplicativo que você deseja remover e procure algo como UNINSTALL,
DESINSTALAR (ou algo do gênero), assegure-se de que o programa não esteja sendo
executado e comande a desinstalação. Ao final, mesmo que não lhe seja
expressamente solicitado, reinicie o computador; quando o Windows tornar a ser
carregado, rode o CCLEANER (ou outra suíte de manutenção de sua preferência; digite
manutenção no campo de busca do Blog e clique em pesquisar para localizar
diversas sugestões, tanto pagas quanto gratuitas).
Na tela principal do CCLEANER, pressione o botão LIMPEZA, clique em Analisar, aguarde a exibição da lista dos arquivos inúteis e clique em EXECUTAR LIMPEZA. Pressione então o botão REGISTRO, clique em Procurar erros; ao final da varredura, clique em CORRIGIR ERROS SELECIONADOS e siga as
instruções para a conclusão do processo. Note que o botão
FERRAMENTAS dá acesso a quatro módulos, sendo que o primeiro espelha o
applet Adicionar ou remover programas do Windows (tanto faz comandar a
desinstalação por lá ou por cá).
Infelizmente, sempre existe o risco de alguma desinstalação
resultar incompleta ou mal-sucedida. Às vezes, o ícone e outros elementos do
programa continuam sendo exibidos, embora você receba uma mensagem de erro ao
clicar neles; em outros casos, a entrada respectiva continua
listada em Adicionar ou remover programas e não sai de lá nem com reza brava;
noutros, ainda, o programinha mal comportado leva de embrulho DLLs compartilhadas
necessárias ao funcionamento de outros softwares, enfim... Seja como for, o melhor a
fazer é reinstalar o infeliz e, em seguida, tornar a desinstalá-lo
(preferencialmente no Modo de Segurança).
A maioria das suítes de manutenção integra recursos para
desinstalação de programas, e embora alguns apenas repliquem o applet do Windows, outros fazem um trabalho mais rebuscado. Aliás, um
desinstalador que realmente mostra serviço é o REVO: você pode optar pela
versão freeware (faça o download do Baixaki,
que oferece um tutorial abrangente sobre o uso da ferramenta) ou testar a
versão comercial gratuitamente (por 30 dias) – nesse caso, faça o download a
partir do site do fabricante,
onde existe também uma versão “portátil”, capaz de rodar diretamente de um
pendrive.
Por último, mas não menos importante, vale frisar que a
desinstalação de certos programas pode dar um trabalho danado – dias atrás eu
senti isso na pele ao remover e reinstalar o Google Chrome (mais detalhes em http://fernandomelis.blogspot.com/2011/09/o-calvario-do-chrome.html).
Softwares de segurança também são campeões
nesse quesito, talvez porque os fabricantes “imaginem” que os usuários irão
renovar indefinidamente suas licenças, sem sequer pensar em experimentar um
produto da concorrência. Assim, mesmo após uma desinstalação aparentemente bem
sucedida, você pode ter dificuldade para instalar um antivírus de outra
marca. Claro que existem soluções para esses problemas, mas cada caso requer procedimentos específicos, de modo que vamos deixar essa questão para
uma próxima oportunidade.
Um ótimo dia a todos.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Inicialização automática e humor...
Embora esteja presente no Windows desde a versão 95, a “inicialização automática” é pouco utilizada no âmbito doméstico – ao contrário do que ocorre em cybercafés, bibliotecas, escolas e afins, onde o navegador e/ou outros programas aparecem prontos para uso assim que o sistema é carregado. Para conferir se existem programas configurados dessa forma no seu XP, clique em Iniciar>Todos os programas>Inicializar. Para adicionar novos aplicativos, dê um clique direito sobre o atalho (ou sobre o executável do programa desejado) e, mantendo o botão do mouse pressionado, arraste-o até o menu Iniciar. Feito isso, ainda com o botão pressionado, posicione o ponteiro sobre Todos os Programas; quando o menu se abrir, prossiga até a pasta Inicializar, solte o botão e selecione a opção “Criar atalho aqui”.
Observação: Alternativamente, clique em Iniciar>Todos os programas, dê um clique direito na pasta Inicializar, escolha a opção “Abrir” e arraste o ícone do atalho desejado como faria com outra pasta qualquer.
Em tese, você pode inserir quantos atalhos desejar, mas não exagere – quanto maior a quantidade, mais lenta será a inicialização do sistema. Para remover um atalho da lista, basta dar um clique direito sobre ele e selecionar a opção “Excluir”.
Passemos agora à piadinha do dia:
NO BALCÃO DA ALFÂNDEGA
- Seu nome?
- Abu Abdalah Sarafi.
- Sexo?
- Quatro vezes por semana...
- Não, não, não! Homem ou mulher?
- Homem, mulher, algumas vezes camelo...
Bom final de semana a todos.
Observação: Alternativamente, clique em Iniciar>Todos os programas, dê um clique direito na pasta Inicializar, escolha a opção “Abrir” e arraste o ícone do atalho desejado como faria com outra pasta qualquer.
Em tese, você pode inserir quantos atalhos desejar, mas não exagere – quanto maior a quantidade, mais lenta será a inicialização do sistema. Para remover um atalho da lista, basta dar um clique direito sobre ele e selecionar a opção “Excluir”.
Passemos agora à piadinha do dia:
NO BALCÃO DA ALFÂNDEGA
- Seu nome?
- Abu Abdalah Sarafi.
- Sexo?
- Quatro vezes por semana...
- Não, não, não! Homem ou mulher?
- Homem, mulher, algumas vezes camelo...
Bom final de semana a todos.
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Você sabia que...
Para conferir o espaço disponível em seu HD, basta abrir o Windows Explorer, dar um clique direito no ícone que representa sua unidade de disco e escolher "Propriedades"?
Quando uma pasta está ativa, basta pressionar a tecla BACKSPACE para abrir a pasta um nível acima?
É possível mover a barra de tarefas para qualquer parte da tela arrastando-a com o mouse?
Para minimizar todas as janelas abertas de uma vez, basta dar um clique direito num ponto vazio da barra de tarefas e escolher a opção "Minimizar todas as janelas"?
Bom dia a todos e até mais ler.
Quando uma pasta está ativa, basta pressionar a tecla BACKSPACE para abrir a pasta um nível acima?
É possível mover a barra de tarefas para qualquer parte da tela arrastando-a com o mouse?
Para minimizar todas as janelas abertas de uma vez, basta dar um clique direito num ponto vazio da barra de tarefas e escolher a opção "Minimizar todas as janelas"?
Bom dia a todos e até mais ler.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Inicialização empacada (conclusão)
Para concluir o que vimos nos posts anteriores, vale lembrar
que a inicialização de um sistema saudável, devidamente protegido e assessorado
por uma configuração de hardware responsável não deve levar mais do que uns
poucos minutos. Lentidão excessiva decorre, dentre outras causas possíveis, do
excesso de entradas inúteis ou inválidas no Registro, de dados excessivamente fragmentados
e de uma quantidade excessiva de aplicativos que pegam carona com o Windows. No
entanto, muitos desses problemas são de fácil solução (para saber mais, digite
“manutenção” no campo de pesquisa do Blog).
Suítes de manutenção como CCleaner, Advanced System Care,
TunUp Utilities e diversas outras sugeridas aqui no Blog são uma mão na
roda, pois não só mantêm o sistema limpo e saudável como também incluem módulos
que otimizam automaticamente a inicialização ou apresentam sugestões para que o
usuário decida o que quer fazer.
Observação: Programinhas como o StartupDelayer
e o Bootvis
também podem ajudar, embora não façam milagres (o ganho não passa de uns poucos
segundos).
No que concerne ao desligamento, uma demora anormal costuma
ter a ver com aplicativos mal comportados, que deixam de responder e “amarram”
o processo. Um bom exemplo disso pode ser visto no post do último dia 14 (o “Calvário
do Chrome”). Aliás, o IOBIT MALWARE FIGHTER, sucessor do saudoso IOBIT 360, também me
trouxe problemas – felizmente, bastou desinstalá-lo para que o sistema
“respirasse aliviado” e as mensagens de erro deixassem de ser exibidas durante
o desligamento.
Uma forma de apressar o encerramento do XP pode ser
implementada mediante uma simples incursão pelo Registro: clique em Iniciar>Executar,
digite "regedit" (sem aspas), tecle Enter e, na janela do Editor,
navegue até a chave HKEY_CURRENT_USER\ControlPanel\Desktop. Mude então os valores
de WaitToKillAppTimeout e de HungAppTimeout para 1000 (caso queira evitar,
durante a finalização, que o sistema lhe pergunte se deseja desativar um aplicativo
travado, mude também o valor do item AutoEndTasks para 1), feche o Editor e
reinicie o computador para validar as modificações.
Observação: Note que algumas suítes de manutenção podem
reverter automaticamente essas reconfigurações aos valores-padrão, de modo que
aí é preciso estabelecer exceções e o caminho varia caso a caso.
Outra maneira de economizar tempo na hora de ligar (e
desligar) o computador é usar a hibernação. Seu PC irá proceder como se
estivesse desligando, mas a RAM não será esvaziada (seu conteúdo será
transferido para uma área pré-determinada do HD). Assim, na próxima inicialização,
a máquina irá reagir como num boot convencional, mas o processo será mais
rápido e o sistema ressurgirá exatamente como você o deixou (com as janelas dos
aplicativos abertas e tudo mais).
Para utilizar esse recurso, clique em Iniciar>Desligar e pressione
SHIFT para que o botão “Em Espera” da tela de opções alterne para “Hibernar”. Embora
essa solução seja mais usada em portáteis, a maioria dos desktops atuais
oferece suporte à hibernação (para conferir, dê um clique direito num ponto
vazio da Área de Trabalho, escolha Propriedades, clique na aba Proteção de Tela,
pressione o botão “Energia” e verifique a existência da aba Hibernar).
Seja
como for, não deixe de desligar o computador nos moldes convencionais de tempos
em tempos (semanalmente, por exemplo), para que a memória RAM seja
completamente esvaziada e o desempenho do sistema, restabelecido.
Um ótimo dia a todos e até a próxima.
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Inicialização empacada (continuação)
Vimos ontem que todo computador precisa de um tempo para
“começar a trabalhar”, que esse tempo varia conforme diversos fatores
(hardware, configurações de software, quantidade de aplicativos inicializados
junto com o sistema, e por aí vai), e que isso pode ser irritante para os menos
pacientes – ou se tornar um problema real, caso a demora vá além de uns poucos
minutos.
Antes de passarmos ao mote desta postagem, vale relembrar
que, a partir da versão XP do Windows, a Microsoft implementou uma política de
contas de usuários e senhas de acesso mais eficiente do que no tempo do
Millennium, quando bastava pressionar a tecla “ESC” na tela de Logon para
contornar a exigência de senha. Assim, a inicialização acontece “em duas etapas”: a primeira – execução do POST e carga do sistema – é iniciada
automaticamente assim que ligamos o computador; já a segunda – carga das
configurações personalizadas do usuário – fica em suspenso até que a
senha de Logon seja introduzida. Se você simplesmente pressionar o botão
Power e for tomar um café (como eu faço), a máquina ficará aguardando seu
retorno e só concluirá o processo depois que obtiver sua senha de acesso. No
entanto, é possível eliminar esse “hiato” configurando o sistema para dispensar
a senha e ir direto “aos finalmentes”. Veja como:
1. Na caixa Executar do menu Iniciar, digite “control
userpasswords2” (sem aspas) e clique em OK.
2. Na guia Usuários, desative o item “Os usuários devem
entrar com um nome e senha para usar este computador” e clique em Aplicar.
3. Quando o sistema pedir um nome de usuário e senha,
informe o usuário padrão, digite uma senha (não deixe este campo em branco) e
clique em OK.
4. Abra o Painel de Controle e, em Contas de Usuários,
clique em “Alterar o modo como usuários fazem Logon ou Logoff” e desative os
itens “Use a tela de boas-vindas” e “Use a Troca Rápida de Usuário”.
O problema é que, configurando dessa maneira, o computador
fica a mercê de qualquer um que resolva ligá-lo (problema ainda mais
preocupante nos portáteis, por razões óbvias). Então, a solução é criar um
mecanismo que bloqueie o acesso o acesso ao sistema e só o libere mediante a
introdução de uma senha. Para tanto:
1. Clique
em Iniciar>Todos os programas, localize a entrada correspondente à pasta
Inicializar, dê um clique direito sobre ela e selecione a opção “Abrir”.
2. No
menu Arquivo, clique em “Novo” e selecione a entrada “Atalho”.
3. Na
caixa do assistente “Criar atalho”, digite rundll32.exe user32.dll,
LockWorkStation (exatamente como aí está, respeitando os espaços e a vírgula), clique em “Avançar”, dê um nome ao atalho e clique em “Concluir”.
A partir de então, sempre que você ligar ou reinicializar o
PC, o Windows será carregado e suas configurações serão implementadas sem
interrupções; a senha só será exigida ao final, numa tela semelhante à de
entrada (“Logon”); basta você introduzi-la para que o sistema seja
imediatamente liberado, pronto para uso.
Amanhã a gente conclui; abraços e até lá.
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Inicialização empacada
Dias atrás, jogando conversa fora com alguns amigos, veio à baila a lentidão dos PCs – não só do sistema como um todo, mas especialmente da inicialização e, em certos casos, do desligamento. Quando eu comentei que minha máquina leva pouca mais de 1 minuto para inicializar e algo em torno de 15 segundos para desligar, um dos participantes do papo ficou espantado, pois, no seu caso, o processo demora mais de 10 minutos!
Antes de qualquer outra coisa, convém ter em mente que a inicialização envolve diversas tarefas cujo tempo de execução varia conforme a configuração do aparelho, tanto do ponto de vista do hardware quanto do software. Mesmo um computador “de ponta”, com um sistema muito bem configurado, não irá se pôr “instantaneamente” à nossa disposição. Alguns portáteis de última geração, equipados com drives SSD e outros aprimoramentos, prometam “acordar” da hibernação tão rapidamente quanto uma Ferrari alcança 100 Km/h a partir da imobilidade, mas no boot convencional a história é outra – ainda que fique bem aquém dos 10 minutos amargados pelo meu infeliz amigo.
Quando o botão Power é pressionado, a máquina realiza o POST (autoteste de inicialização), procura os arquivos de Boot (conforme a seqüência pré-ajustada via CMOS SETUP), “carrega” o sistema para a memória e exibe a tradicional tela de boas vindas. Quando o usuário faz o logon, suas configurações personalizadas (plano de fundo da Área de Trabalho, programas preferidos, arranjo dos ícones sobre a tela e privilégios de acesso a programas e arquivos, dentre outras coisas) são carregadas, num processo complementar que leva mais algum tempo para ser concluído.
Para conviver com essa “morosidade”, eu configurei o logon automático e, a partir de então, ligo o computador e vou até a cozinha tomar um cafezinho; quando volto, já encontro tudo “no jeito”. Note que essa solução deixa o PC “desprotegido” e só deve ser implementada por quem não o compartilha com outros usuários – mesmo assim, nunca se sabe quando pode surgir um abelhudo (como o irmãozinho da namorada, por exemplo, ou mesmo ela própria, o que pode representar um perigo ainda maior).
A boa notícia é que há uma maneira de contornar esse problema, como veremos no post de amanhã. Um ótimo dia a todos e até lá.
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Nada é eterno e humor de sexta-feira
O XP está completando dez anos de bons serviços prestados e continua sendo amplamente utilizado em todo o mundo, embora venha cedendo espaço ao Seven (mesmo que de forma lenta e gradual). Essa sobrevida notável – que lhe concede suporte estendido até abril de 2014 – decorre do fiasco do Windows Vista (tanto de crítica quanto de público).
Segundo a maioria dos especialistas, está mais do que na hora de migrar para o Seven, até porque a arquitetura anacrônica do XP, combinada com sua imensa popularidade, faz dele o alvo natural de crackers, desenvolvedores de pragas e assemelhados. No entanto, parece que a Microsoft não o considera tão ultrapassado assim, já que resolveu embuti-lo no Seven – em parte como uma estratégia de marketing que visa garantir aos entusiastas a possibilidade de continuar a utilizar o XP, ainda que de maneira virtual.
Seja lá como for, enquanto durar sua supremacia, o Windows será o sistema mais visado e, portanto, o “mais inseguro”, em que pesem os esforços da Microsoft em mudar esse conceito.
Passemos agora à piadinha da vez:
Se, para a Igreja, a pílula do dia seguinte é considerada como aborto, restam algumas dúvidas desde o âmbito jurídico:
A masturbação é um homicídio premeditado?
O sexo oral é canibalismo?
Podemos considerar o coito interrompido como abandono de menor?
E o que dizer da camisinha? Seria homicídio por asfixia mecânica?
E o sexo anal? É mandar o futuro filho à merda?
Um ótimo f.d.s. a todos e até a próxima.
Segundo a maioria dos especialistas, está mais do que na hora de migrar para o Seven, até porque a arquitetura anacrônica do XP, combinada com sua imensa popularidade, faz dele o alvo natural de crackers, desenvolvedores de pragas e assemelhados. No entanto, parece que a Microsoft não o considera tão ultrapassado assim, já que resolveu embuti-lo no Seven – em parte como uma estratégia de marketing que visa garantir aos entusiastas a possibilidade de continuar a utilizar o XP, ainda que de maneira virtual.
Seja lá como for, enquanto durar sua supremacia, o Windows será o sistema mais visado e, portanto, o “mais inseguro”, em que pesem os esforços da Microsoft em mudar esse conceito.
Passemos agora à piadinha da vez:
Se, para a Igreja, a pílula do dia seguinte é considerada como aborto, restam algumas dúvidas desde o âmbito jurídico:
A masturbação é um homicídio premeditado?
O sexo oral é canibalismo?
Podemos considerar o coito interrompido como abandono de menor?
E o que dizer da camisinha? Seria homicídio por asfixia mecânica?
E o sexo anal? É mandar o futuro filho à merda?
Um ótimo f.d.s. a todos e até a próxima.
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tecnologia,
Windows,
XP
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Calor, ruídos e Cia (conclusão).
Vimos que os coolers mais comumente utilizados em PCs combinam dissipadores metálicos com ventoinhas, e o “sopro” produzido pelas hélices pode até incomodar quem tem “ouvido delicado” – principalmente na calada da madrugada –, mas ruídos acima de 30 decibéis (o equivalente a uma conversa normal, em voz baixa, a um metro de distância) geralmente indicam problemas de hardware. A sujeira costuma ser a grande vilã da história. Se você espiar o interior do gabinete, provavelmente se surpreenderá com a quantidade de poeira, cabelos, fiapos, cinza de cigarro e outras impurezas que são sugadas pelo sistema de ventilação forçada. Com o passar do tempo, esses resíduos formam uma camada “isolante” que compromete a refrigeração de determinados componentes, prejudica o contato em soquetes e slots e reduz a eficácia dos fans e exaustores (que ainda passam a emitir um zumbido incomodativo). Felizmente, a solução é simples: basta abrir o gabinete e remover a sujeira com um pincel macio e um aspirador de pó (a periodicidade recomendável varia conforme o uso e as condições do local onde o PC se encontra instalado, evidentemente).
Observação: Existem coolers e COOLERS, e seus preços variam na razão direta da qualidade. Modelos do tipo “Ball” são confiáveis, duráveis e eficientes, mas custam mais do que os do tipo “Sleeve” – que, em contrapartida, costumam ser mais silenciosos (note que o ruído produzido pelas pás da ventoinha costuma ser mais audível do que o dos rolamentos). Outro detalhe: a maioria dos PC integra fontes genéricas (saiba mais em http://fernandomelis.blogspot.com/2011/03/fontes-de-alimentacao.html); se o barulho vier da parte superior traseira do gabinete e uma simples limpeza no exaustor não resolver, o melhor a fazer é substituir a fonte.
Embora o mau funcionamento das ventoinhas, exaustores e microventiladores costume ser a principal fonte de ruídos, a montagem imprópria de determinados componentes também pode gerar sons incomodativos, e nesse caso o disco rígido é o primeiro suspeito. Se não tiver sido fixado com todos os parafusos, dos dois lados da baia, o drive irá produzir vibrações que não só incomodam como também acabam reduzindo sua vida útil. Drives modernos são capazes de detectar setores defeituosos e copiar automaticamente os dados para setores de backup definidos durante o processo de fabricação, mas não custa você habilitar o SMART – que embora não possa antecipar problemas como os causados por picos de tensão, por exemplo, costuma alertar para o risco de defeitos mecânicos (para acessar o relatório, utilize o freeware HDTune). Modelos antigos costumam ser mais barulhentos – e aí não há muito a fazer, a não ser, talvez, “embrulhá-los” num bom isolante acústico ou substituí-los por modelos mais silenciosos (recomendável).
Ruídos em drives ópticos são mais fáceis de identificar, pois só são audíveis quando o dispositivo está sendo utilizado. Sons estranhos geralmente decorrem do desgaste natural das peças, e como o conserto geralmente custa caro e exige mão de obra especializada, o melhor é substituir o drive ou optar por um modelo externo padrão USB.
No que tange às placas de vídeo, apenas alguns modelos off-board de alta performance trazem dissipadores com ventoinhas, e nesse caso vale o que foi dito em relação aos demais microventiladores (se a temperatura da GPU extrapolar os padrões recomendados pelo fabricante, a troca do cooler é crucial para evitar a queima da placa).
Nos portáteis, a ventilação é mais problemática devido ao espaço exíguo de seus “gabinetes”, mas a faxina é igualmente mais complicada e deve ser feita pela assistência técnica ou por um Computer Guy de confiança.
Abraços e até mais ler.
Observação: Existem coolers e COOLERS, e seus preços variam na razão direta da qualidade. Modelos do tipo “Ball” são confiáveis, duráveis e eficientes, mas custam mais do que os do tipo “Sleeve” – que, em contrapartida, costumam ser mais silenciosos (note que o ruído produzido pelas pás da ventoinha costuma ser mais audível do que o dos rolamentos). Outro detalhe: a maioria dos PC integra fontes genéricas (saiba mais em http://fernandomelis.blogspot.com/2011/03/fontes-de-alimentacao.html); se o barulho vier da parte superior traseira do gabinete e uma simples limpeza no exaustor não resolver, o melhor a fazer é substituir a fonte.
Embora o mau funcionamento das ventoinhas, exaustores e microventiladores costume ser a principal fonte de ruídos, a montagem imprópria de determinados componentes também pode gerar sons incomodativos, e nesse caso o disco rígido é o primeiro suspeito. Se não tiver sido fixado com todos os parafusos, dos dois lados da baia, o drive irá produzir vibrações que não só incomodam como também acabam reduzindo sua vida útil. Drives modernos são capazes de detectar setores defeituosos e copiar automaticamente os dados para setores de backup definidos durante o processo de fabricação, mas não custa você habilitar o SMART – que embora não possa antecipar problemas como os causados por picos de tensão, por exemplo, costuma alertar para o risco de defeitos mecânicos (para acessar o relatório, utilize o freeware HDTune). Modelos antigos costumam ser mais barulhentos – e aí não há muito a fazer, a não ser, talvez, “embrulhá-los” num bom isolante acústico ou substituí-los por modelos mais silenciosos (recomendável).
Ruídos em drives ópticos são mais fáceis de identificar, pois só são audíveis quando o dispositivo está sendo utilizado. Sons estranhos geralmente decorrem do desgaste natural das peças, e como o conserto geralmente custa caro e exige mão de obra especializada, o melhor é substituir o drive ou optar por um modelo externo padrão USB.
No que tange às placas de vídeo, apenas alguns modelos off-board de alta performance trazem dissipadores com ventoinhas, e nesse caso vale o que foi dito em relação aos demais microventiladores (se a temperatura da GPU extrapolar os padrões recomendados pelo fabricante, a troca do cooler é crucial para evitar a queima da placa).
Nos portáteis, a ventilação é mais problemática devido ao espaço exíguo de seus “gabinetes”, mas a faxina é igualmente mais complicada e deve ser feita pela assistência técnica ou por um Computer Guy de confiança.
Abraços e até mais ler.
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Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
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