sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Maracutaias e humor...

O tema desta postagem foge ao nosso convencional, mas é possível que, variando um pouco, a gente consiga arrancar alguns comentários dos gatos pingados que ainda nos honram com suas visitas J
Maracutaia na política não é nenhuma novidade: dizem que o nepotismo desembarcou em “Terra Brasilis” quando a esquadra de Cabral aportou na Bahia, e o escriba Pero Vaz de Caminha, na sua famosa carta, pediu ao Rei D. Manoel que interviesse em favor de um sobrinho (ou afilhado, não me lembro bem) que estava desempregado.
Não sei como estaríamos hoje se o Brasil tivesse sido colonizado pelos ingleses. Pelos espanhóis, a julgar pela situação dos nossos vizinhos, não é difícil imaginar. Demais disso, política e lisura são, tradicionalmente, conceitos mutuamente excludentes, e embora não sirva de consolo, não é só por aqui que “suas excelências” se locupletam com propinas milionárias e patrocinam orgias memoráveis com o suado dinheiro dos impostos. Isso acontece também no chamado Primeiro Mundo, como se viu recentemente na Europa – e resultou na queda do todo poderoso primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi.
Com cabelos implantados e rosto liso à custa de cirurgias plásticas, “IL CAVALIERI” não aparenta os 75 anos que tem. E o mesmo se aplica a seu apetite sexual: embora não se saiba exatamente o que se passa em seus “bunga-bungas”, fotos de uma dessas bacanais mostram septuagenários se divertindo com “jovens desinibidas” que parecem não ter idade suficiente para tirar carteira de motorista. Em setembro do ano passado, um casal preso sob acusação de chantagem admitiu que fornecia “elemento humano” para essas orgias, mas o ex-premiê afirmou que deu dinheiro a eles simplesmente para ajudar uma família em situação de extremas dificuldades. Quanta generosidade!
Tudo bem que ser mulherengo e devasso é uma coisa, ser corrupto é outra, mas só a Velhinha de Taubaté acreditaria que alguém começa a vida profissional como crooner em bares e navios e, trabalhando honestamente, constrói um império que vai da mídia aos seguros e amealha uma fortuna calculada pela revista FORBES em US$ 9 bilhões.

Observação: Para quem não sabe ou não se lembra, a Velhinha de Taubaté é um personagem caricato criado por Luis Fernando Veríssimo durante a gestão do ex-presidente Figueiredo (1979-1985). Famosa por ser a última pessoa no Brasil que acreditava no governo, ela “faleceu” em novembro de 2005, aos 90 anos, decepcionada o quadro político brasileiro, em especial com o seu ídolo, Antonio Palocci.

Conclusão dos fatos: a gestão Berlusconi colocou a Itália à beira da bancarrota e quase arrastou com ela boa parte da Europa. Guindado ao poder desde 1994 e tendo ocupado por três vezes o cargo de primeiro-ministro, mesmo acusado de corrupção e de ligações com a Máfia, ele só foi apeado do poder em novembro de 2011. O resto é história recente.
E viva o povo brasileiro!

Passemos agora ao nosso humor de sexta-feira:


Bom f.d.s. a todos.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Atalhos de teclado no Seven

Os atalhos a seguir remetem ao Windows 7, embora alguns funcionem também nas versões anteriores (para acessar uma relação mais abrangente, clique aqui).
No Seven, arrastar uma janela para o topo da tela fará com que ela seja automaticamente maximizada. Se você arrastá-la para a esquerda ou para a direita, ela irá ocupar a metade da tela correspondente ao lado em que foi colocada, e se você “chacoalhar” a janela ativa, as demais serão minimizadas (voltaremos a esse assunto oportunamente). Já a tecla com o logo do Windows:

Pressionada isoladamente, abre o menu Iniciar;
Combinada com a tecla D, minimiza (ou maximiza) todas as janelas abertas;
Com a tecla Home, minimiza todas as janelas, menos a ativa;
Com as setas do bloco numérico, posiciona a janela na metade esquerda (seta à esquerda) ou direita (seta à direita);
Com as setas para cima ou para baixo, maximiza ou minimiza a janela;
Com números de 1 a 9, alterna entre os programas da Barra de Tarefas;
Com a tecla T, permite navegar entre os itens ativos;
Com a tecla E, abre o Windows Explorer;
Com a tecla U, abre a Central de Facilidade de Acesso;
Com a tecla F, dá início a uma pesquisa por arquivos e pastas;
Com a tecla R abre o comando Executar;
Com a tecla L, exibe a tela de troca de usuários;
Com a tecla Pause Break, abre a janela das Propriedades do Sistema.

Até mais ler.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Mais sobre teclados


Teclados de computador utilizam o padrão QWERTY – herança das velhas máquinas de escrever –, mas alguns trazem teclas adicionais e recorrem a combinações (atalhos) cujos resultados variam conforme o programa em execução. No Windows, por exemplo, Alt+F4 fecha as janelas ativas e Windows+M as minimiza (tecle Windows+Shift+M para tornar a maximizá-las); no Word, para localizar uma porção de texto específica, pressione Ctrl+L, e se quiser aumentar ou diminuir o tamanho da fonte de uma palavra ou frase previamente selecionada, tecle Ctrl+] ou Ctrl+[ (veja mais sobre atalhos de teclado em http://fernandomelis.blogspot.com/2008/02/revisitando-atalhos-de-teclado.html).

Observação: No caso de uma pane inesperada acometer seu teclado justamente quando você tem um trabalho importante a finalizar, abra o Teclado Virtual (Iniciar/Todos os programas/Acessórios/Acessibilidade) e use o mouse para pressionar as teclas.

Já vimos que portáteis de dimensões reduzidas economizam espaço suprimindo o bloco numérico ou atribuindo funções adicionais a teclas específicas (geralmente destacadas na cor azul e relacionadas com o controle de volume, brilho e contraste), acessíveis com o concurso da tecla Fn. Já o efeito das chamadas teclas de função (F1 a F12) varia conforme o contexto e com a marca e modelo do aparelho, mas, em linhas gerais, a coisa é a seguinte:       

F1 – Abre a janela de ajuda;
F2 – Renomeia arquivos, inicia jogos e, se pressionada durante o Boot, dependendo da marca e versão do BIOS, abre a tela do CMOS Setup;
F3 – Abre a janela de busca;
F4 – Funciona como uma barra de endereços no Internet Explorer;
F5 – Atualiza páginas na maioria dos navegadores;
F6 – Seleciona a barra de endereço do Mozilla Firefox;
F7 – Aciona a correção no Word;
F8 – Pressionado durante o Boot, convoca o Modo de Segurança;
F9 – Não tem função especificada nativamente;
F10 – Alternativa para a tecla Alt em alguns programas;
F11 – Expande a janela do navegador;
F12 – Não há função especificada nativamente.

Voltaremos amanhã com uma lista de atalhos específicos para o Windows 7; abraços e até lá.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Jogando conversa fora...


Depois de alternar entre o XP e o Seven por mais de 3 semanas, resolvi “efetivar” meu novo notebook como substituto do velho PC de mesa, conquanto tenha mantido em uso as caixas acústicas, o mouse e o teclado.
Qualidade sonora não é o ponto forte da maioria dos portáteis, e ainda que haja exceções, o meu Aspire não é uma delas – seu timbre oco e nasalado incomoda até mesmo na reprodução dos sons-padrão do Windows! Mas a coisa mudou da água para o vinho depois que pluguei meu conjuntinho Dolby 2.1 na saída para headphones: outro dia, quando o notificador do Incredimail (eu uso o mordomo inglês) anunciou a chegada de uma nova mensagem, minha mulher veio perguntar com quem eu estava conversando J.
Embora eu até me dê bem com Touchpads, há situações em que sinto falta do diligente ratinho (ao desenhar ou editar imagens no Paint, por exemplo), mas bastou plugar meu velho MS IntelliMouse numa portinha USB para o Windows configurá-lo e baixar o programinha que amplia sua gama de recursos.
Teclados de notebooks costumam ser menos confortáveis que os tradicionais, além de mais delicados e, portanto, inadequados para games – já que a emoção da partida leva o usuário a pressionar as teclas com mais força. Demais disso, dependendo das dimensões do aparelho, os fabricantes economizam espaço suprimindo o bloco numérico ou incluindo uma profusão de teclas multifuncionais (cujas funções variam quando elas são pressionadas em conjunto com a tecla Fn).

Observação: Não pude aproveitar meu teclado antigo, já que o note não oferece uma entrada PS/2, e o adaptador que eu comprei não funcionou, mas bastou plugar um modelo USB nativo para o sistema reconhecê-lo prontamente.

Convém salientar que a adição do mouse e do teclado não implicou na desativação dos dispositivos nativos do meu portátil  – o que foi providencial, pois o ajuste da luminosidade e do volume e a ativação/desativação da rede wireless, dentre outros comandos, dependem das teclas Alt Gr e Fn, e elas não estão presentes no teclado externo.

Amanha a gente fala um pouco mais sobre teclados e atalhos.
Abraços a todos e até lá.   

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Dicas

Acesse o Painel de Controle do Windows 7, clique em Hardware/Sons/Reprodução Automática e defina o que você quer que aconteça sempre que inserir um CD ou DVD na gavetinha ou conectar um pendrive, câmera digital ou smartphone numa porta USB.
Por padrão, o Windows esconde as extensões comuns de arquivos (talvez para evitar que usuários iniciantes façam alterações indevidas), mas é possívlel  modificar essa configuração teclando Windows + E, clicando em Organizar/Opções de pasta e, na aba Modo de Exibição, desmarcando a opção Ocultar as extensões dos tipos de arquivo conhecidos na lista.

Um ótimo dia a todos.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Acredite se quiser...


Como a patroa não se ajeitou com o Acer Aspire que lhe comprei de Natal, acabei trocando o aparelho por um modelo menor, mas aí meu leque de opções de SO ficou reduzido ao Windows 7 Starter – versão de entrada menos limitada que a do XP, mas restritiva a ponto de não permitir sequer a modificação do plano de fundo da área de trabalho.
No entanto, para tudo existe um jeito: caso você tenha – ou venha a adquirir – um PC com o Seven SE, o freeware Starter Background Changer não só resolve esse problema como também permite alterar as cores das janelas, sons de ações e proteções de tela
Para instruções em inglês sobre como utilizar o programinha, clique aqui.


Humor da vez:
Um ótimo f.d.s.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Dicas ranhetas


Se você já usa o Windows 7, saiba que arrastar uma janela para qualquer canto da tela faz com que ela seja redimensionada e fixada automaticamente.
Se quiser desabilitar esse recurso, acesse oPainel de Controle e, em Facilidade de Acesso/Facilitar o uso do mouse, marque a opção Evite que as janelas sejam organizadas automaticamente ao movê-las para a borda da tela.
Se você está tendo problemas incomuns com o Windows ou aplicativos do dia-a-dia, experimente fazer logon com uma conta diferente (no Painel de Controle, clique em Contas de Usuário e Segurança Familiar/Adicionar ou remover contas de usuário).
So long.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A foto diz tudo.


Eu havia preparado algumas postagens bastante interessantes para esta semana, mas a audiência anda mais baixa que cu de cachorro (com o devido respeito aos poucos gatos pingados que continuam prestigiando este humilde Blog), de modo que não vou gastar boa vela com mau defunto.
Cumpre lembrar somente que o Windows 8 deve ser lançado comercialmente no final deste ano, de modo que o “reinado” do seu predecessor tem tudo para ser bem mais curto que o do XP (que já soprou sua décima velinha, conquanto continue em fase de suporte estendido até o início de 2014).
Para quem já fez o upgrade (para o Seven, bem entendido), abrir programas ficou mais fácil: basta pressionar a tecla com o logo do Windows, digitar as primeiras letras do nome do aplicativo na caixa de pesquisas e teclar Enter. E se houver programas fixos na barra de tarefas, Windows + 1 abre o primeiro da lista, Windows + 2 abre o segundo, e assim por diante.
Até mais ler.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Ex machina


Máquinas compradas prontas podem vir registradas em nome de terceiros, pois alguns fabricantes e a maioria dos integradores independentes utilizam seus próprios dados durante a instalação do Windows. Então, ainda que você veja seu nome na barra de título do menu Iniciar e nas suas pastas pessoais, digite winver no menu Executar do XP (ou no campo de pesquisa do menu Iniciar, caso utilize o Seven) e confira as informações a propósito.
Para que o seu nome seja exibido em suas pastas pessoais e outros locais do sistema, você deve criar uma conta com poderes de administrador (da mesma forma como no Vista e no XP, isso é feito através do applet Contas de Usuário do Painel de Controle – para mais informações, clique aqui), reiniciar o computador, logar-se com a nova conta e excluir a original. Se quiser, aproveite para alterar também a figurinha que o representa na barra de título do menu Iniciar (mais detalhes na postagem do último dia 16).
Dando um clique direito em Meu Computador (XP) ou em Computador (Seven), você pode modificar facilmente o nome do computador e do grupo de trabalho, mas se quiser alterar o nome do usuário e da empresa para a qual o sistema foi registrado, terá de fazer uma incursão pelo Registro:

1 - Crie um ponto de restauração do sistema (para mais informações, digite restauração no campo de busca do Blog e clique em Pesquisar).
2 - Digite regedit no menu Executar (XP) ou no campo de pesquisa do menu Iniciar (Seven) e tecle Enter.
3 - Navegue até a chave HKEY_LOCAL_MACHINE/Software/Microsoft/Windows NT/CurrentVersion;
4 - Dê duplo clique sobre RegisteredOwner e faça a alteração desejada;
5 - Repita o procedimento para RegistredOrganization, feche o Editor e reinicie o computador.

Se preferir, clique no link  http://antoniocampos.no-ip.com/Software/WindowsRegisteredOwnerInfoEditor/WindowsRegisteredInfoEditor.exe para baixar um executável que facilita sobremaneira esse procedimento.

Abraços a todos e até a próxima.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Ainda sobre o Windows...

O termo “cíclico” me veio à mente devido à semelhança entre minha migração para o Windows 7 e a que ocorreu quando adotei o XP, já que ambas se deram com a substituição de um PC de mesa por um portátil. Aliás, outra questão curiosamente cíclica é a “evolução” do Windows a partir da versão 95, com a qual a Microsoft transformou sua interface gráfica baseada no DOS no sistema operacional autônomo que serviu de base para o festejado Win98, tido e havido durante anos como “o melhor Windows de todos os tempos”.
Para quem não se lembra, o Windows ME foi lançado a toque de caixa com vistas a aproveitar o apelo mercadológico da “virada” do século, e resultou num fiasco monumental. Essa situação foi revertida pelo XP, que reinou absoluto por quase dez anos, já que o Windows Vista se revelou outro estrondoso fracasso comercial. Mas a Microsoft “deu a volta por cima” com o Windows 7 (veja detalhes na postagem da última sexta-feira e leia os comentários que me levaram a publicar o presente aditamento) e planeja lançar seu sucessor ainda neste ano, o que causa espécie se considerarmos que o Seven mal “esquentou lugar”. No entanto, a explicação talvez esteja na preocupação da empresa em aumentar significativamente sua participação no mercado promissor de smartphones e tablets.

Observação: Uma característica interessante da Microsoft, a meu ver, é o hábito de “desligar os motores sempre que o vento sopra a favor”. Quando destronou o Navigator com o IE4, na segunda metade da década de 90, a empresa só se preocupou em lançar novas versões quando viu sua supremacia ameaçada pelo Firefox (e mais adiante pelo Chrome, que atualmente ocupa a segunda posição na preferência dos usuários).   

Enfim, a despeito de eu considerar o XP a melhor de todas as versões do Windows que já utilizei, minha simpatia pelo Seven cresce a cada dia, mesmo que sua adoção implique no inevitável período de adaptação e me obrigue a abrir mão de diversos programinhas que eu utilizava até então. Vale frisar, por oportuno, que se a publicação de dicas sobre a "nova" versão do Windows é uma velha promessa, cumpri-la não significa abandonar outros temas tradicionalmente focados aqui no Blog, até porque muita gente continua reticente em relação a esse upgrade.

Boa semana a todos e até mais ler.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Windows 7 e humor de sexta-feira


Sucesso de público e crítica desde seu lançamento, o Windows 7 não só reverteu a imagem negativa deixada pelo malfadado Vista como superou o veterano XP antes mesmo de completar dois anos (feito notável que muitos consideravam impossível no curto prazo; veja a evolução no gráfico que ilustra esta postagem e acesse http://gs.statcounter.com/#os-BR-monthly-201107-201112 para consultar outras regiões e/ou períodos).
Embora eu seja admirador confesso do XP (que continuará recebendo suporte da Microsoft até o início de 2014), a fila tem que andar, e com a chegada do Windows 8 prevista para o final do ano, está mais do que na hora de migrar para o Seven. Por outro lado, um upgrade dessa natureza justifica uma operação casada (hardware e software), coisa que eu venho postergando devido à configuração robusta do meu desktop  – que hoje não tem valor comercial, embora sua integração tenha me custado mais de R$ 4 mil. Ou vinha, melhor dizendo, pois o acaso se encarregou de por um ponto final nessa enrolação: como a “Dona Patroa” achou grande e desajeitado o Acer Aspire que eu lhe dei de Natal, resolvi ficar com o aparelho e comprar para ela um modelo menor e mais jeitoso. Assim, tão logo eu atualize e personalize o sistema, conclua a transferência dos meus arquivos pessoais e instale meus aplicativos preferidos, poderei cumprir a antiga promessa de publicar dicas envolvendo o Windows 7. Aguardem.

Passemos agora ao nosso tradicional humor de sexta-feira:




Bom final de semana a todos.   

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Inutilitários, arquivos, extensões e outros que tais...



O consumo de recursos de um sistema computacional aumenta na razão direta do número de aplicativos, motivo pelo qual devemos fugir dos “inutilitários” como o Diabo da Cruz. Aliás, algumas suítes de manutenção identificam e sugerem a desativação – ou desinstalação, conforme o caso – de processos e serviços desnecessários e aplicativos raramente utilizados, mas isso já e outra história e fica para outra vez.
É importante ter em mente que o simples fato de determinado programinha ser gratuito não justifica sua instalação – a menos, evidentemente, que ele venha a ter alguma serventia. E o mesmo se aplica a softwares pagos, como é o caso da suíte MS Office: se você não trabalha com planilhas, pode dispensar o Excel; se não cria apresentações, não precisa do PowerPoint, e assim por diante (até porque o site https://viewer.zoho.com/home.do permite visualizar arquivos .PPS, .PPT, .XLS, .XLSX, .DOC, .DOCX, PPTX, ODT, ODS, ODP, SXW, SXC, SXI, WPD, PDF, RTF, TXT, HTML, CSV, TSV, etc.).

Observação: No léxico da TI, o termo “arquivo” designa um conjunto de informações representado por um ícone e identificado por um nome, um ponto (.) e uma extensão composta geralmente por três ou quatro caracteres alfanuméricos.

Se você não consegue abrir um arquivo, é porque seu sistema não é capaz de associá-lo ao programa com o qual ele foi criado. A janelinha “Abrir com” permite algumas experiências, mas se a extensão não lhe for familiar, o melhor é pesquisar no Google ou no site www.openwith.org/. Depois de descobrir a que a extensão misteriosa se refere, instale o aplicativo necessário para manipulá-la ou recorra ao Media Convert para converter o arquivo a um formato mais “palatável”.   

Um ótimo dia a todos e até mais ler.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Proteja seu SIM CARD


Com o advento da tecnologia GSM, a autenticação dos celulares na rede ficou a cargo do SIM CARD – cartão “inteligente” cujo microchip armazena dados da linha e do cliente, configurações, preferências, agenda de contato e outros que tais. Assim, se seu telefone ficar sem bateria e você tiver um compromisso urgente, por exemplo, basta pegar emprestado o aparelho do irmão, da namorada ou da “dona faxina” – desde que compatível com a sua operadora –, trocar o chip pelo seu e um abraço.
O lado ruim da história é que essa versatilidade favorece os amigos do alheio – que podem simplesmente substituir o SIM CARD e utilizar ou comercializar tranquilamente o produto do roubo. E como nem os modelos mais modestos escapam da bandidagem de plantão, convém substituir o PIN (Personal Identification Number) original por uma senha personalizada que deverá ser digitada durante a inicialização e/ou após um período de ociosidade pré-definido (a maneira de fazer esses ajustes varia conforme a marca e o modelo do telefoninho; consulte seu manual ou, na falta dele, o suporte técnico da sua operadora).

Observação: O SIM CARD será bloqueado caso você (ou alguém) erre a senha por 3 vezes consecutivas. A liberação será feita somente com a inserção do PUK (PIN Unlock Key) – código de 8 dígitos igualmente fornecido pela operadora –, que também deixará de funcionar se for digitado incorretamente por 10 vezes consecutivas.

Um ótimo dia a todos e até a próxima.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

M-DISC


O disquete surgiu no início dos anos 70 e reinou durante décadas como solução primária para armazenamento portátil e transporte de dados. O modelo de 8 polegadas (de 80 KB a 1 MB) cedeu espaço ao de 5¼ polegadas (de 160 KB a 1.2 MB), que deu lugar, por sua vez, ao popular disquinho de 3½ polegadas (de 320 KB a 5.76 MB), cuja versão de 1.44 MB ainda é encontrada em algumas lojas de suprimentos de informática.
Até meados dos anos 90, a instalação de softwares era feita por meio desse tipo de mídia (o Windows foi comercializado assim até a versão 95), mas sua capacidade limitada condenou-a ao ostracismo – imagine quantas unidades seriam necessárias para fazer backup de um HD atual ou armazenar os arquivos de instalação das versões mais recentes do Windows, por exemplo. Demais disso, além da tendência a embolorar e desfragmentar com relativa facilidade, os disquetes têm vida útil bastante limitada – depois de certo tempo, a camada magnética começa a se desprender da matéria plástica e a sujar as cabeças de leitura e gravação. 
A despeito de ter sido criado com vistas ao mercado fonográfico, o CD logo foi guindado à condição de “substituto natural” do disquete, notadamente devido à sua durabilidade (de 50 a 100 anos, segundo os fabricantes) e capacidade de armazenamento (700 MB). Mais adiante, veio o DVD, com seus 4.7 GB de espaço na versão mais comum – ou 8.5 GB (duas camadas), 9.4 GB (dupla face) e 17.08 GB (dupla face + dupla camada). Vale lembrar, todavia, que as mídias genéricas (vendidas “à baciada” pelos melhores camelôs do ramo) são mais susceptíveis a variações de temperatura, luz e umidade, e costuma empenar e se tornar quebradiças após pouco tempo de uso.

Observação: O lançamento de programas em CD-ROM levou os usuários de PCs a instalar os assim chamados “kits multimídia” (leitor de CD + placa de som + caixas acústicas). Mais adiante, com a popularização das mídias ópticas graváveis e regraváveis, os PCs passaram a vir de fábrica com “combos” (leitoras de DVD capazes de ler e gravar CDs) ou gravadores de DVDs (que também lêem e gravam CDs).

Embora os práticos “pendrives” venham oferecendo cada vez mais espaço por preços cada vez menores – um modelo de 8 GB corresponde a mais de 5.000 disquetes e permite armazenar 64 horas de música ou 1.600.000 páginas de livro –, as mídias ópticas continuam em alta. Aliás, a empresa americana Millenniata anunciou recentemente o lançamento do M-DISC, no qual o material orgânico reflexivo utilizado nos CDs/DVDs convencionais é substituído por um produto sintético que oferece maior resistência, tanto a danos físicos quanto a degradações naturais.
O M-DISC possui capacidade de armazenamento semelhante à de um DVD comum (4,7 GB) e preço unitário de US$ 2,99. Para gravar, é preciso dispor de um drive fabricado pela LG – com preço entre 50 e 200 dólares –, mas a leitura pode ser feita por qualquer player de DVD ou Blu-Ray (saiba mais em http://millenniata.com/m-disc/).
Um ótimo dia a todos e até mais ler.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Ano novo, máquina nova...


Houve um tempo em que cada nova versão do Windows era prontamente adotada pelos usuários, mas o custo do upgrade e “fiascos” como os do Millennium e do Vista deixaram muita gente “de pé atrás”: em que pese o sucesso retumbante do Seven (tanto de público quanto de crítica), há quem continue relutante em abandonar o velho e confiável XP – que continuará sendo suportado pela Microsoft até o início de 2014.
Seja como for, a fila tem que andar, e a evolução justifica o custo e o desconforto inerente ao período de adaptação, mesmo que você seja obrigado a fazê-la mediante a aquisição de uma máquina nova, com o sistema pré-instalado pelo fabricante integrador independente de confiança.
Um ótimo inicio de ano a todos e até a próxima, se Deus quiser.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

FELIZ ANO NOVO!

Festividades, comemorações e efemérides que tais pedem um bom champanhe, e nem o Natal nem a “virada do ano” são exceções. No entanto, para não pagar mico, lembre-se de que todo champanhe é espumante, mas nem todo espumante é champanhe (apenas as marcas produzidas região francesa de mesmo nome, a partir de uvas Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay, podem ser considerados como tal).
Para quem não se anima com a idéia de preencher um cheque de três dígitos para degustar um excelente D. Pérignon – topo de linha da casa Moët et Chandon – ou um igualmente notável Veuve Clicquot Ponsardin, há excelentes opções de proseccos, frisantes e assemelhados (inclusive nacionais) a preços bem mais acessíveis.
Para que o vinho alcance a temperatura ideal (aproximadamente 8ºC), mergulhe a garrafa num recipiente com água e gelo por cerca de uma hora ou deixe-a no refrigerador de um dia para o outro. Ao servir, evite o “estouro” da rolha para não comprometer o “perlage” – coroa de espuma formada pelas bolhas de gás carbônico na borda da taça.
Falando em taça, prefira as do tipo flute (com cabo alto e bojo comprido e estreito) às abertas. Embora tenham sido amplamente utilizadas até a década de 70, estas últimas abrigam pouca quantidade de vinho, propiciam a dissipação das bolhas e fazem com que a bebida esquente facilmente.

Feliz ano novo a todos!

Como ficamos sem seção de humor na semana passada, vamos tirar a diferença na postagem de hoje:

O Governo Brasileiro instalou um sistema de medição e controle de abalos sísmicos no país. Poucos dias após entrar em funcionamento, o Centro Sísmico detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste e enviou um telegrama à delegacia de polícia de Icó, no Ceará, com a seguinte mensagem:
Urgente. Possível movimento sísmico na zona. Muito perigoso. 7 na escala Richter. Epicentro a 3 km da cidade. Tomem medidas e informem resultados.
Uma semana depois, o Centro Sísmico recebeu a resposta:
Aqui é da Polícia de Icó. Movimento sísmico totalmente desarticulado. Richter tentou fugir, mas foi abatido a tiros. Desativamos a zona. Todas as putas estão presas. Epicentro, Epifânio, Epicleison e os outros cinco irmãos estão detidos. Não respondemos antes porque teve um terremoto da bexiga por aqui!

LIGAÇÃO INTERCEPTADA DO ALÉM

- ALÔ! LULA? AQUI É O ZÉ!
- QUE ZÉ?
- O ZÉ ALENCAR, SEU VICE!
- AH, ZÉ! MAS QUE LIGAÇÃO "INOPORTUMA"!
- EU LI AQUI NA "FOLHA DO ALEM" QUE VC ESTA DE VIAGEM MARCADA PRA CÁ!
- DEIXA DISSO COMPANHEIRO! CÊ ACHA QUE EU ESTOU NO SUS? TÔ ONDE VC TAVA! TUDO POR CONTA!
- POIS É, VC PODIA CHEGAR PRO CARNAVAL! AQUI TUDO JÁ É VERMELHO, VC VAI ADORAR! E MAIS: CHEGOU RECENTEMENTE UM GRANDE AMIGO SEU, O GADHAFI, QUE NÃO PARA DE PERGUNTAR POR VC!!
- DÊ RECOMENDAÇÃO A ELE, COMPANHERO!!
- ELE TÁ FORMANDO UM BLOCO PARA O "INFERNAVAL" E ESTÁ CONTANDO COM VC E O NOSSO OUTRO GRANDE AMIGO, O CHAVES!
- MAS "COMPANHERO" ISTO NÃO É UM "BROCO"! É FORMAÇÃO DE QUADRILHA! A PF TÁ DE OLHO!
- FICA FRIO, PRESIDENTE, O TUMA TAQUI CONOSCO! NÃO SE ESQUEÇA DE TRAZER AQUELE COCARZINHO AZUL QUE VC GANHOU EM MANAUS, VC FICOU OTIMO NA FOTO COM A DILMA! O GADHAFI VAI SAIR DE TÚNICA E TURBANTE, SE O CHAVES VIER PODERÁ SAIR DE MISS VENEZUELA! TEMOS UMA PIRUCA PRA ELE!
- E VC ZÉ, VAI SAIR DE QUÊ?
- MINEIRINHO COME QUIETO!
- ZÉ, VEJA O QUE VC VAI ARRUMAR, LEMBRA QUE VC É MEU VICE ETERNO!
- PRESIDENTE, QUEM SABE VC NÃO TRAZ O SARNEY? ELE VAI ADORAR O CLIMA DAQUI! É IGUAL DO MARANHÃO, MUITO QUENTE! CHEGA A FERVER!
- TENHO QUE CONVERSAR COM ELE, MAS FALARAM QUE ELE É IMORTAL...?
- INSISTA PRESIDENTE, NÓS SABEMOS QUE ELE TÁ DOIDINHO PRA VIR. TAÍ DE TEIMOSO!
- VOU FALAR COM ELE, MAS ELE É MUITO APEGADO A COISAS MATERIAI$! ACHO DIFICIL ELE DESGARRAR DA MAMATA DO SENADO!
- SE ELE SE ANIMAR, PEÇA PRA TRAZER AQUELA FARDA PRETA BONITA DA ACADEMIA BRASILEIA DE LETRAS, VAI CAUSAR INVEJA AO CHAVES!
- O ZÉ, AI TEM AQUELA CACHAÇINHA MINEIRA ??
- O GADHAFI TROUXE UM CAMINHÃO CHEIO DE ARAK!
- ZÉ, EU NÃO GOSTO DESTE NEGOCIO DE ARAQUE NEM DE URUCUBACA, MEU NEGOCIO É A BRANQUINHA!
- TÁ BOM PRESIDENTE, VOU LIGAR PRA MINAS E VER COM O AÉCIO SE NÃO TEM ALGUÉM VINDO PRA CÁ!
- TÁ, ZÉ, É MELHOR DESLIGAR, POIS VAI FICAR MUITO CARO, MINHA OPERADORA AINDA É A VIVO!
- UMA BOA NOITE E PIORAS, PRESIDENTE!


Ainda que a destempo (antes tarde do que nunca), segue um troço que já publiquei em outros finais de ano, mas que sempre me faz rir. Para conferir, clique aqui

Bom final de semana, boas entradas e até segunda, se Deus quiser.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Soluções "in extremis"

Hardware e Software são dois segmentos distintos, mas interdependentes, que formam um sistema computacional, e tanto um quanto o outro estão sujeitos a falhas que podem comprometer o funcionamento do computador.
Como a causa dos problemas nem sempre é facilmente identificável, quaisquer mensagens de erro, telas azuis da morte e intercorrências que tais devem ser cuidadosamente analisadas: falhas de hardware são menos freqüentes do que problemas de software, até porque o desempenho do Windows tende a se degradar com o tempo e o uso da máquina. Mesmo que você faça manutenções regulares, basta um desligamento anormal provocado por falta de energia, por exemplo, para corromper os arquivos de boot e inviabilizar a reinicialização do sistema.
Em situações como essa, geralmente bate o desespero, e a primeira idéia é reinstalar o Windows a partir do zero – procedimento que, embora relativamente simples, resulta em efeitos colaterais bastante aborrecidos, de modo que deve ser deixado para o último caso.
Então, antes de qualquer outra providência, religue o computador, pressione a tecla F8 durante a contagem da memória e, na tela que será exibida, escolha a opção Última configuração válida, tecle Enter e torça para que funcione. Se não der certo, escolha Modo de Segurança com Prompt de Comando, digite “windows\system32\restore\rstrui.exe” (sem as aspas) na linha de comando, tecle Enter e siga as instruções para retornar o sistema a uma configuração anterior que funcione normalmente.
Se nem assim você obtiver sucesso, acesse o site www.sysinternals.com e baixe MS DART, que oferece 14 ferramentas para solucionar diversos problemas do sistema, tais como trocar senha de usuário local, recuperar arquivos excluídos, editar o registro, controlar o startup de drivers e serviços e muito mais (veja o tutorial completo em http://technet.microsoft.com/pt-br/library/ee532075(en-us).aspx). Note, porém, que existem versões para Windows XP/Server 2003 (5.0), Vista/Server 2008 (6.0) e Windows 7/Server 2008 R2 (6.5), e que para utilizá-lo é preciso gravá-lo num CD/DVD/Pendrive ou numa partição local de recuperação, bem como reconfigurar o BIOS para dar o boot pela unidade desejada. Feito isso, acesse a opção SFC Scan para substituir os arquivos corrompidos, reajuste as opções de boot e tente reiniciar o computador pelo HD. Se o Windows insistir em não carregar, use a opção Disk commander para corrigir erros em partições, trilha MBR, etc. e torne a reinicializar o computador. Se nem assim funcionar, acesse Solution Wizard, escolha o primeiro backup da lista descendente e reinicie o sistema (se necessário, tente o segundo, o terceiro, o quarto, e assim por diante).
Se nada disso resolver seu problema, cogite de recorrer a uma instalação de reparo, que reinstala o Windows na mesma pasta, preservando seus arquivos pessoais e facilitando sobremaneira a reconfiguração do sistema (veja tutorial detalhado em http://support.microsoft.com/kb/315341/pt-br).
Boa sorte a todos e até mais ler.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Utilidade Pública


É possível obter cópias de certidões de nascimento, casamento, óbito, e acessar uma série de outros serviços cartorários sem amargar as tradicionais filas, senhas e aborrecimentos do gênero. Para tanto, acesse www.cartorio24horas.com.br, faça a solicitação, imprima o boleto, efetue o pagamento e aguarde a chegada do documento (por SEDEX).
Não é mais preciso recorrer a um orelhão para acessar gratuitamente o 102 (AUXÍLIO À LISTA). Ligue do seu telefone para 08002800102 e obtenha as informações desejadas sem gastar um tostão.
Caso você tenha a infelicidade de ser roubado ou de perder seus documentos, fazer o BO não só evita um bocado de dor de cabeça, mas também concede gratuidade na emissão da segunda via de documentos como carteira de identidade, habilitação, etc.
Já no caso de multa por infração leve ou média, caso o infrator não seja reincidente (últimos 12 meses), basta ir ao DETRAN munido de cópias da carteira de habilitação e do auto de infração para solicitar a conversão da multa pecuniária em advertência, conforme prevê o artigo 267 do CTB, cuja transcrição segue abaixo:

Art. 267. Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.

        § 1º A aplicação da advertência por escrito não elide o acréscimo do valor da multa prevista no § 3º do art. 258, imposta por infração posteriormente cometida.

        § 2º O disposto neste artigo aplica-se igualmente aos pedestres, podendo a multa ser transformada na participação do infrator em cursos de segurança viária, a critério da autoridade de trânsito.

O Brasil é um país onde os cidadãos têm muitas obrigações e poucos direitos. Não deixe de lutar pelos seus!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Cautela e canja de galinha...


Muitos pais se preocupam com a maneira como os filhos usam seus PCs, mas poucos têm o mesmo cuidado com os smartphones, que expõem a molecada aos tradicionais incidentes de segurança e estimulam o download de músicas e aplicativos que podem custar caro.
Supondo que você tenha presenteado seu filho com um iPhone, clique em Configurações > Geral > Restrições e defina uma senha para estabelecer limitações ao uso do aparelho. Dentre outras coisas, é possível desativar o Safari (ou restringir o acesso a conteúdo impróprio para adolescentes), bloquear o YouTube e a loja do iTunes e impedir a instalação de aplicativos, mas vale lembrar que, enquanto muitos “marmanjões” sofrem até para usar caixa eletrônico, a molecada de hoje já “nasceu informatizada”; para eles contornar as limitações impostas pelos pais não é um bicho-de-sete-cabeças.
A rigor, o melhor a fazer é procurar manter um bom relacionamento com os filhos e alertá-los para os riscos representados pelos golpes virtuais, que continuam ludibriando os usuários da Grande Rede. Aliás, a maneira como os crackers estruturam suas investidas está cada vez mais sofisticada e a detecção, cada vez mais difícil. Os serviços da Web 2.0 tornam muitas ferramentas da Web mais atraentes e úteis, mas até mesmo as redes sociais estão sendo atingidas por mensagens de phishing ou por spam carregado de malware.
Para concluir, não custa relembrar as velhas dicas de sempre, tais como manter o sistema atualizado e protegido por softwares de segurança responsáveis; não abrir anexos nem clicar em pop-ups ou links em e-mails não solicitados; definir senhas fortes e mudá-las freqüentemente; limitar a exposição da privacidade em redes sociais, e por aí vai...
Lembre-se: cautela e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém!
Até mais ler.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Reflexões de final de ano


A despeito de ter sido apeado do poder devido a incidentes de corrupção (que, depois de oito anos de lulopetismo, parecem coisa de punguista de feira), o “homem macho de colhão roxo” Fernando Collor de Mello foi responsável pela abertura das importações e o fim da reserva de mercado – medidas que, dentre outras coisas, propiciaram a modernização da indústria automobilística nacional.
Atualmente, mesmo não sendo tão sofisticadas quanto seus pares do “primeiro mundo”, nossas carroças se beneficiam largamente da tecnologia embarcada. Se seu “poizé” ainda não tem freios ABS, assento inteligente, sensor crepuscular e de chuva, por exemplo, certamente conta com motor bicombustível, injeção eletrônica e outros requintes que algum tempo atrás não passavam de um sonho distante. Por outro lado, parafraseando agora o jornalista José Roberto Guzzo (diretor editorial do grupo EXAME, colunista da revista VEJA e membro do conselho editorial da Ed. Abril), “se você está achando o Brasil muito bom, é porque está na hora de viajar”.
Embora o padrão de vida do brasileiro venha melhorando gradativamente (em parte à custa de “bolsas isso/aquilo”, de interesse eminentemente eleitoreiro, viver aqui por estas bandas está ficando absurdamente caro. Segundo a revista Alfa, em cidades como São Paulo e Rio – onde o custo de vida supera o de Londres, Roma e Berlim –, os imóveis sofreram “valorizações” de 113,2% e 143,8%, respectivamente, nos últimos 3 anos. Em Sampa, mesmo na favela de Heliópolis as residências nas ruas principais custam de R$ 80 mil a R$ 120 mil. No Rio, para desfrutar a vista da praia do Leblon da janela de uma cobertura de 600 m2, chega-se a pagar mais de R$ 30 milhões, enquanto apartamentos em condomínios de luxo em Miami custam a partir de US$ 200 mil.
Isso sem mencionar a escorchante carga tributária que castiga o contribuinte brasileiro e resulta em discrepâncias capazes de deixar qualquer um de cabelo em pé. Segundo a revista CARRO HOJE, o Toyota Corolla (modelo topo de linha), que custa R$ 87 mil no Brasil, sai por R$ 32 mil nos EUA e R$ 35,5 mil no México. Já para o New Fiesta, os preços são R$ 49 mil, R$ 23,5 mil e R$ 25,3 mil, respectivamente. É mole ou quer mais?
Um ótimo dia a todos e até amanha, se Deus quiser.