quarta-feira, 9 de março de 2016

O WINDOWS 10 DEU PAU? VEJA COMO RESOLVER

AS MAIS LINDAS PALAVRAS SÃO DITAS NO SILÊNCIO DE UM OLHAR.

Travamentos, reinicializações aleatórias e “telas azuis da morte” eram bastante comuns no Windows 9x/ME e não raro levavam os usuários a reinstalar o sistema. Claro que elas não eram “o problema em si”, mas apenas um sintoma de que algo não ia bem com o computador. No entanto, a maioria dos usuários domésticos não tinha “know how” para identificar a real causa do mau funcionamento, e os Computer Guys (salvo raras e honrosas exceções) não viam sentido em perder horas de trabalho numa pesquisa não raro inglória, e logo chutavam o pau da barraca (se o cliente não tinha um backup dos arquivos importantes e de difícil recuperação, bem, isso era problema dele).

Observação: Para piorar, poucos conheciam o SCANREG (utilitário do DOS que exibia uma lista de backups do registro, organizadas por data e hora) ou estavam suficientemente familiarizados com o prompt de comando para se valer desse precursor da Restauração do Sistema ― que, como dito em outras oportunidades, foi inaugurada no ME e mantida em todas as edições posteriores do Windows (clique aqui para saber mais sobre esse importante recurso e ver como fazer para acessá-lo no Windows 10).

É fato que tais anomalias se tornaram cada vez menos frequentes a partir do XP, mas mesmo o Ten pode apresentar problemas. A boa notícia é que ele conta com um arsenal de ferramentas que, se usadas da maneira correta no momento adequado, podem recolocar o bonde nos trilhos em poucos minutos e, o que é melhor, sem os indesejáveis efeitos colaterais de uma reinstalação a partir do zero. Muitas dessas ferramentas são nossas velhas conhecidas, mas mesmo assim eu resolvi lhes dedicar algumas linhas nesta sequência. Então, mãos à obra:

a) Uma vasta gama de fatores pode tornar o sistema instável de uma hora para outra, e a menos que você tenha certeza de que seu antivírus pisou na bola, ou de que um driver, patch, software ou componente de hardware adicionado recentemente seja o vilão da história, a Restauração do Sistema pode fazer tudo voltar a ser como antes no Quartel de Abrantes. Para convocá-la, digite “ponto” (sem as aspas) na caixa de pesquisas da barra de tarefas, clique em Criar ponto de restauração e, na janelinha das Propriedades do Sistema, na aba Proteção do Sistema, clique em Restauração do Sistema e siga as instruções do assistente (e torça para dar certo).

Observação: Volto a salientar que a Restauração do Sistema é um recurso valioso, mas não chega a ser um remédio para todos os males. Até porque ela pode não funcionar justamente quando você mais precisa dela. Sem embargo, convém você mantê-la habilitada e bem configurada (na mesma telinha das Propriedades do Sistema, clique no botão Restauração do Sistema e faça os ajustes necessários), bem como criar novos “pontos” antes de instalar aplicativos e drivers de dispositivos, ou de rodar programas de manutenção que excluem arquivos, limpam e desfragmentam o registro ou promovem outros “ajustes invasivos” (ainda na janelinha das Propriedades do Sistema, clique em criar e siga as instruções do assistente). Como esses “pontos” ocupam um bocado de espaço, você pode apagá-los de tempos em tempos clicando em Configurar > Excluir (não que isso seja uma prioridade hoje em dia, devido ao espaço gigantesco oferecido pelos HDs), mas o melhor é gerenciá-los com o CCleaner, que permite excluir os pontos de maneira seletiva.

b) Se a instabilidade ou mau funcionamento do PC vem de longa data, é possível que já não existam pontos de restauração capazes de resolver o problema. Nesse caso, abra o menu Iniciar, acesse Configurações > Atualização e segurança > Restaurar o PC > Começar e escolha uma das opções disponíveis, a saber:

·         “Manter meus arquivos” irá reinstalar o Windows 10, remover os aplicativos, atualizações e drivers que você instalou e desfazer as reconfigurações que você implementou no sistema, mas preservará seus arquivos pessoais. Note que isso não o desobriga de criar cópias de segurança dos arquivos importantes e de difícil recuperação (mais informações nesta postagem), e que, se seu PC veio com o Ten instalado de fábrica, os aplicativos adicionados pelo fabricante da máquina serão automaticamente reinstalados.

·         “Remover tudo” irá reinstalar o Windows 10 desfazer as personalizações e reconfigurações que você implementou no sistema, remover os aplicativos e drivers que você instalou e apagar seus arquivos pessoais.  Note que, também nesse caso, os programas adicionados pelo fabricante do PC serão automaticamente reinstalados.

Observação: Use essa opção quando você for passar adiante seu computador, pois ela reformata a unidade do sistema e apaga todos os arquivos. Lembre-se, porém, de apagar manualmente os dados gravados nas demais unidades lógicas, caso você tenha particionado seu HD.

Por hoje é só, pessoal. O resto fica para os próximos capítulos.

terça-feira, 8 de março de 2016

NÃO SEJA FEITO DE TROUXA POR MAUS COMERCIANTES OU PRESTADORES DE SERVIÇOS. AFINAL PARA C***R EM CIMA DA GENTE, JÁ BASTA ESSE GOVERNO PODRE, INCOMPETENTE E IRRESPONSÁVEL

A ARTE DE GOVERNAR NÃO CONSISTE EM TORNAR DESEJÁVEL O QUE É POSSÍVEL, MAS EM TORNAR POSSÍVEL O QUE É DESEJÁVEL.

Atire o primeiro código civil quem nunca saiu somente com o cartão de crédito e, quando foi tomar um lanche frugal, comprar uma revista ou um maço de cigarros, teve as asinhas podadas pelo comerciante ― por conta de um valor mínimo para pagamento com cartões, e blá, blá, blá.

E o pior é que, em situações como essa, a gente até sabe que a prática é abusiva, mas não sabe onde leu a respeito e qual o dispositivo legal que regulamenta o assunto, não é mesmo? Mas a boa notícia ― pelo menos para quem mora no Rio de Janeiro ― é que a Assembléia Legislativa do Estado desenvolveu um aplicativo é uma mão na roda para quem quer fazer valer seus direitos.

A “Carteirada do Bem”, disponível gratuitamente para download na Apple Store e no Google Play, reúne 61 leis estaduais divididas em 5 categorias ― lazer, serviços, transportes, saúde e compras ―, e, além dos textos legais na íntegra, cada categoria traz um resumo do que dizem as leis e as penalidades previstas, permitindo, ainda, fazer denúncias ao PROCON e divulgar o abuso nas redes sociais.

Eis aí um exemplo a ser seguido pelos demais Estados, até porque seria bom se nossos conspícuos políticos justificassem seus altos salários preocupando-se em criar meios de defender os direitos da população que representam, em vez de pura e simplesmente engordar suas próprias contas bancárias ― tanto aqui quanto no exterior, não é mesmo, deputado Eduardo Cunha?

Observação: O programa pode ser baixado no PC a partir do site Carteirada do Bem. Demais disso, nada impede que você o tenha no seu celular, mesmo que não more no Rio, mesmo que seja para usar a legislação estadual como simples referência. 

Ah, já ia me esquecendo: se você for ao Banco pagar sua conta de água, gás, luz, telefone ou TV e outras contas “de consumo” e não conseguir efetuar o pagamento na boca do caixa, reclame com o gerente e, se necessário, denuncie a recusa para os órgãos de defesa do consumidor.

Os Bancos vêm rompendo convênios com concessionárias de energia, telecomunicações, água e gás, dentre outros serviços, mas você não está obrigado a colocar suas contas em débito automático nem pagá-las em supermercados, caixas eletrônicos, lotéricas ou via internet, pois a Resolução 3.694 do Conselho Monetário Nacional estabelece que os estabelecimentos bancários não podem recusar ou dificultar o acesso dos clientes aos canais de atendimento convencionais, mesmo que ofereçam atendimento alternativo ou eletrônico. 

Exija seus direitos. 

segunda-feira, 7 de março de 2016

WINDOWS 10 ― COMO REVERTER ATUALIZAÇÕES PROBLEMÁTICAS E IMPEDIR QUE ELAS SEJAM REINSTALADAS AUTOMATICAMENTE

QUEM POUPA O LOBO SACRIFICA A OVELHA.

Nos capítulos anteriores sobre o Windows 10, discutimos a nova política de atualizações da Microsoft e vimos algumas formas de bloquear a execução automática do Windows Update para impedir que o sistema seja atualizado sem nosso conhecimento e expressa autorização.

Observação: Volto a lembrar que qualquer software está sujeito a erros de programação, que o Windows não é exceção ― antes pelo contrário ―, e que muitos desses “bugs” podem deixar o computador vulnerável a malwares (vírus, trojans, spywares, etc.) e/ou permitir que a bandidagem digital acesse remotamente o sistema para os mais variados fins, sendo fundamental, portanto manter devidamente atualizados tanto o sistema e seus componentes quanto os demais aplicativos.

Embora seja incomum, pode acontecer de alguns “patches” não surtirem os resultados esperados, seja devido a problemas durante a instalação, seja porque foram realmente mal escritos. E como o Ten é atualizado automaticamente por padrão ― a pretexto de evitar que usuários relapsos deixem de aplicar as correções importantes ―, não dá para separar o que se deseja instalar do que não se deseja, como a gente podia fazer com relativa facilidade nas edições anteriores do Windows.

Via de regra, as atualizações automáticas são precedidas da criação de um ponto de restauração do sistema. Para quem não sabe ou não se lembra, esse recurso foi implementado no desditoso Windows Millennium e mantido nas edições posteriores, e ainda que não seja um remédio para todos os males, pode ser de grande valia na solução de uma vasta gama de problemas. Suponhamos que você instale um aplicativo qualquer e ele torne seu sistema instável, sequestre a página inicial do seu navegador, altere seu mecanismo de buscas e adicione barras de ferramenta indesejáveis, por exemplo. A solução seria desinstalar o programinha, mas como isso nem sempre resolve o problema (em muitos casos, os efeitos indesejáveis permanecem), o melhor a fazer é recorrer à restauração do sistema e torcer para que ela faça tudo voltar a ser como antes no Quartel  de Abrantes (mais detalhes nesta postagem).

No que diz respeito a atualizações mal sucedidas ― que são o mote deste capítulo ―, a restauração do sistema para um ponto anterior ao momento em que um patch problemático foi instalado, quando bem sucedida, fará com seus efeitos indesejáveis desapareçam, mas só temporariamente, pois o Windows Update irá reinstalar o remendo capenga quando tornar a ser executado, seja automaticamente, seja por demanda. Então, dirá um leitor que venha acompanhando atentamente esta novela, o jeito é bloquear as atualizações automáticas, certo? Em tese, sim, mas na prática, a teoria é outra.

Desabilitar o Windows Update resolveria esse problema, mas criaria outro, pois o sistema deixaria de ser atualizado automaticamente. Claro que é possível fazer isso manualmente (vimos em outras postagens como proceder a propósito), só que não poderemos separar a atualização indesejável das demais, ou seja, ou a instalamos todas (aí incluído o patch problemático), ou não instalamos nenhuma (deixando o PC desprotegido). E agora, José?

Felizmente, existe uma maneira de escapar dessa “sinuca de bico” com relativa facilidade. Basta fazer o seguinte:

― Clique com o botão direito do mouse sobre o botão Iniciar, na extremidade esquerda da barra de tarefas, e, no menu suspenso, selecione Painel de Controle;

― Na janela do Painel de Controle antigo do Windows que será aberta, clique em Programas;   

― Na seção Programas e Recursos, clique em Exibir atualizações instaladas, selecione a atualização desejada (ou indesejável, no caso) e clique em Desinstalar. Por medida de segurança, reinicie o computador mesmo que essa ação não seja expressamente solicitada.

Até aqui, meio caminho andado. Resta agora esconder a atualização capenga do Windows Update, de maneira a evitar que ela volte a aborrecer mais adiante. Para tanto, faça o seguinte:

― Clique aqui para baixar o “Show or hide updates” troubleshooter package da página de downloads da Microsoft e salve-o executável na sua área de trabalho.

― Dê duplo clique sobre o ícone respectivo e, na janelinha que se abrir, clique em Avançar (oriente-se pela ilustração acima, com os campos numerados de 1 a 4);

― Clique em Hide updates e em Avançar;

― Quando a lista de updates for exibida (pode demorar um pouquinho), selecione a atualização que você deseja ocultar e clique em Avançar;

― Ao final, clique em Fechar a solução de problemas para encerrar o assistente.

Pronto. Agora você pode deixar as atualizações automáticas fazerem seu trabalho ou rodar o Windows Update manualmente quando quiser, pois o item oculto não tornará a ser instalado (quando a Microsoft liberar uma versão corrigida, ela será aplicada com as demais atualizações). Para tornar a exibir essa ou qualquer outra atualização que você tenha escondido, torne a rodar o utilitário, clique na opção Show hidden updates e siga as instruções na tela.

Era isso, pessoal. Espero ter ajudado.

sexta-feira, 4 de março de 2016

WINDOWS 10 ― MAIS SOBRE O WINDOWS UPDATE E AS ATUALIZAÇÕES AUTOMÁTICAS


DO PRATO À BOCA, PERDE-SE A SOPA.

No capítulo anterior desta “novela” sobre o Windows 10, vimos que a Microsoft mudou a política de atualizações do sistema e deixou de oferecer uma maneira simples e intuitiva de inibir as atualizações automáticas do Windows Update. Vimos também que isso pode ser feito pelo Editor de Políticas de Grupo, e como se faz para instalar esse recurso ― que, por padrão, só está disponível no Windows 10 Pro. Ao final, eu adiantei que a próxima etapa mostraria como desativar as atualizações automáticas de uma maneira mais simples, sem que fosse preciso baixar e instalar arquivos adicionais, e é isso que veremos a seguir, mas não sem antes lembrar que, a despeito de as atualizações automáticas nos dispensarem de verificar manualmente a existência de atualizações aplicáveis ao seu sistema, continua sendo possível rodar o Windows Update a qualquer tempo. Para tanto, abrir o menu Iniciar e clicar em Configurações > Atualização e segurança > Windows Update > Verificar se há atualizações

Feita essa observação, vejamos como desativar as atualizações automáticas:

a) Abra o menu Executar, digite “services.msc” (sem as aspas) e tecle Enter (ou clique em OK, tanto faz).

Observação: Desde o Windows 7 que o menu Executar deixou de figurar entre as opções contidas no menu Iniciar, mas podia ser acessado facilmente pelo atalho de teclado Win+R. Isso também vale para o Windows 10, embora seja possível convocar o menu em questão mais facilmente dando um clique direito sobre o botão Iniciar e selecionando a opção respectiva no menu de cortina, que também facilita o acesso a uma série de recursos importantes; não deixe de conferir.

b) Na tela que se abrir (serviços), dê duplo clique sobre o item Windows Update (no final da lista).

c) A janela Propriedades de Windows Update (computador local) se abre por padrão na guia Geral; se não for isso que ocorrer no seu caso, clique no separador correspondente.

d) No campo Status do serviço (na parte inferior da janelinha) e clique no botão Parar; no campo Tipo de inicialização (logo acima), selecione Desativado.

e) Ao final, confirme em OK, feche a janela e reinicie o Windows.

A partir daí, o sistema deixará de receber atualizações automáticas. Para retornar às configurações padrão, basta abrir a tela das Propriedades de Windows Update, clicar no botão Iniciar, ajustar o tipo de inicialização como Automático, confirmar, encerrar e reinicializar Windows.

Observação: Note que também é possível fazer esses ajustes através prompt de comando, mas, por motivos óbvios, eu acho detalhar esse caminho.

No próximo capítulo, veremos como reverter atualizações problemáticas e evitar que elas sejam reinstaladas quando o Windows Update tornar a ser executado. Até lá.       

E COMO HOJE É SEXTA-FEIRA:
  Bom final de semana a todos.     

quinta-feira, 3 de março de 2016

WINDOWS 10 ― AINDA AS ATUALIZAÇÕES AUTOMÁTICAS

PALAVRAS SÃO DE PRATA, MAS O SILÊNCIO É DE OURO.

No capítulo anterior desta novela, digo, sequência de postagens, vimos que, com o lançamento do Windows 10, a Microsoft alterou sua política de atualizações, dando cabo dos Service Packs (pacotes ainda mais abrangentes, que englobavam todas as atualizações disponibilizadas até então para aquela edição do sistema). 

Aproveitando o embalo, a empresa restringiu a ação dos usuários, que até então tinham liberdade para gerenciar as Atualizações Automáticas como bem entendessem (mais detalhes nesta postagem). No Ten, as opções disponíveis nas configurações avançadas do Windows Update se resumem basicamente a escolher entre Automático (recomendado) e Avisar antes de agendar reinicialização e incluir os demais produtos Microsoft (como o pacote MS Office, por exemplo). Isso evita que a muita gente deixe de atualizar o sistema, mas acaba sendo frustrante para quem gosta de ficar no comando da situação.

Observação: Note que apenas as correções críticas e drivers de dispositivos são instaladas automaticamente; pacotes de idiomas e outras atualizações “opcionais” ficam de fora do processo.

Infelizmente, o mais novo rebento da Microsoft não apresenta uma maneira simples e intuitiva, através da interface do sistema, para desativar as atualizações automáticas, mas os usuários da versão Pro podem fazer esse ajuste no Editor de Políticas de Grupo. Para isso, abra o menu Executar (dê um clique direito sobre o botão Iniciar e escolha a opção respectiva) e, na caixa que será aberta em seguida, digite “gpedit.msc” (sem aspas) e tecle Enter. No painel esquerdo da tela do Editor, navegue pelas chaves Configuração do Computador > Modelos Administrativos > Componentes do Windows > Windows Update, dê duplo clique sobre Configurar Atualizações Automáticas, mude a configuração para Desabilitado, confirme em OK reinicie o computador.

Observação: Caso queira desativar a atualização automática e apenas ser alertado sobre novas atualizações, selecione Habilitado e, logo abaixo, escolha Avisar antes de baixar e instalar qualquer atualização. Reinicie então o computador e repare que, daí por diante, o Windows 10 só irá instalar atualizações se você autorizá-lo expressamente a fazê-lo.

O problema é que, como nas edições anteriores do Windows, a versão Home do Ten não dispõe do gpedit ― ao tentar convocá-lo via menu Executar, você receberá a seguinte mensagem: “O WINDOWS NÃO PODE ENCONTRAR ‘GPEDIT.MSC’. CERTIFIQUE-SE DE QUE O NOME FOI DIGITADO CORRETAMENTE E TENTE NOVAMENTE”. Mas a boa notícia é que é possível instalar o recurso ausente copiando os arquivos necessários de outro computador (que tenha a versão PRO), embora seja mais fácil fazer o download a partir deste link e instalá-lo seguindo o tutorial apresentado neste vídeo (faça-o por sua conta e risco, e não sem antes criar um ponto de restauração no seu sistema; afinal, cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém).

Observação: Para criar um ponto de restauração no Windows 10, digite “criar ponto” (sem as aspas) no campo de pesquisas da barra de tarefas, clique na opção “Criar ponto de restauração ― Painel de controle” e, na janelinha que irá se abrir em seguida, clique no botão Criar, dê ao novo ponto o nome desejado, torne a clicar em Criar, aguarde a conclusão do processo e, ao final, confirme e encerre.

Se você achou complicado o procedimento descrito acima (a instalação do gpedit, não a criação do ponto de restauração), saiba que é possível obter o mesmo resultado através de um procedimento bem mais simples, que não exige downloads nem instalações adicionais, mas isso será objeto do próximo capítulo da nossa novela. Abraços e até lá.

quarta-feira, 2 de março de 2016

WINDOWS 10 ― ATUALIZAÇÕES

DEPOIS DA NOIVA CASADA, NÃO LHE FALTAM PRETENDENTES.

Nenhum programa de comutador é 100% isento de bugs (erros de programação). A indústria do software reputa “normal” a ocorrência de um bug a cada 10 mil linhas de código, e como os sistemas e programas atuais são monstruosas obras de engenharia computacional, compostos por milhões de linhas (o XP e o Seven têm algo em torno de 40 milhões; o Office 2013, 50 milhões, e o Mac OS X Tiger, quase 90 milhões), basta fazer as contas para entender o tamanho da encrenca.

Observação: Bug significa inseto, mas, no âmbito da computação, é usado como sinônimo de “defeito”, tanto de hardware quanto de software. Essa acepção se deve às frequentes queimas de válvulas provocadas pelas mariposas, que, atraídas pelo calor, invadiam os gigantescos mainframes da pré-história da informática. Aliás, circuitos de placas-mãe e de expansão destruídos por formigas (que buscam abrigo e calor no interior do gabinete) não são exatamente incomuns, mesmo nos dias atuais.

Note que nem todo bug tem a ver com segurança. Alguns são totalmente inócuos, ou então se limitam a causar instabilidades e outros probleminhas de relevância menor, mas muitos deles funcionam como de porta de entrada para malwares e invasões. Por essas e outras, fabricantes de software responsáveis buscam identificar e corrigir os erros existentes em seus produtos, mas a aplicação das atualizações (ou, em certos casos, a migração para uma versão mais recente do programa) é de responsabilidade dos usuários.

Até o início da década passada, quando a conexão discada era a opção primária de acesso à internet para a maioria de nós, garimpar atualizações/correções no site da Microsoft e dos fabricantes dos demais aplicativos era uma tarefa tediosa, demorada, e que não raro tinha de ser executada durante as madrugadas ou em finais de semana, quando a navegação pesava bem menos na conta do telefone. Além disso, muita gente achava que esse procedimento era dispensável, pois “comprometia espaço precioso no disco (naquela época, os HDs usados em PCs ofereciam apenas algumas centenas de megabytes) e impactava negativamente a estabilidade e o desempenho do computador”, quando na verdade ele se destinava a proteger o computador e a incorporar novos recursos e funções ao sistema e aplicativos.

O Windows sempre foi considerado um sistema inseguro, e não sem razão. Quando a edição NT (de New Technology) foi lançada, os adeptos do software livre apelidaram-na maldosamente de “Nice Try” (boa tentativa, numa alusão às inúmeras brechas de segurança que os hackers do mal exploravam alegremente) e de “colcha de retalhos” (devido à profusão de “remendos” que eram incorporados regularmente ao seu código original). No entanto, a grande responsável por essa insegurança era a imensa popularidade do programa, que o tornava um prato cheio para hackers, crackers e assemelhados.

Observação: A despeito do lançamento do Ten em julho passado, o Seven ainda conta com a preferência de quase 50% dos usuários de PC em todo o mundo, enquanto o Linux nem chega a 1,5%. Então, se você fosse criar uma praga digital, por que iria mirar uma plataforma “de nicho”, como o Linux, e atingir alguns milhares de computadores, se, com o mesmo trabalho, pudesse infectar dezenas ou centenas de milhões de máquinas baseadas no Windows?

Ao constatar que falhas corrigidas há tempos continuavam sendo exploradas com sucesso pelos “programadores do mal”, a Microsoft introduziu no Win98 um recurso destinado a facilitar a atualização do sistema. A partir de então, bastavam uns poucos cliques do mouse para o usuário localizar, descarregar e aplicar as correções/atualizações disponíveis para sua versão do sistema e outros produtos da Microsoft, como o Internet Explorer, o Outlook Express, a suíte Office, e assim por diante. E não demorou para que outros fabricantes de software fizessem o mesmo e hoje em dia a maioria dos programas conta com uma entrada ― no menu Ferramentas ou na Ajuda, dependendo do caso ― que automatiza a busca e a instalação das atualizações/correções. Sopa no mel!

O Windows Update não só foi mantido, mas também recebeu diversos aprimoramentos nas edições mais recentes do sistema. A partir do XP, o usuário passou a contar também com as Atualizações Automáticas, que, como você pode conferir seguindo este link, oferecem diversas opções de configuração, da desativação pura e simples do serviço à escolha de como ele deve interagir com o usuário.

Observação: É importante ter em mente que o Windows Update e as Atualizações Automáticas não contemplam softwares de terceiros (não-Microsoft). Se você achar muito trabalhoso atualizar regularmente cada um deles, baixe e instale o FILEHIPPO APP MANAGER, o OUTDATEFIGHTER ou o R-UPDATER ― os três são gratuitos para uso pessoal. Outra boa opção ― bem mais abrangente ― é instalar a excelente suíte de manutenção ADVANCED SYSTEM CARE, que, dentre um vasto leque de funções, baixa e comanda a instalação de patches (remendos) importantes para o Windows, além de identificar aplicativos de terceiros desatualizados e disponibilizar os links para as respectivas atualizações. Note ainda que novas versões costumam corrigir erros/falhas de segurança e implementar novas funções e aprimoramentos aos programas, mas há casos em que eles se tornam menos amigáveis ou se transformam em monstruosos consumidores de recursos. Como nem sempre é fácil fazer o downgrade, já que a maioria dos fabricantes mantém em seus servidores somente as últimas versões, não deixe de incluir os sites http://www.oldversion.com/ e http://www.oldapps.com/ em seus favoritos ― neles, você irá encontrar um sem-número de versões antigas de freewares disponíveis para download.

Tradicionalmente, a Microsoft reunia em “pacotes” (packs) os “remendos” (patches) destinados a corrigir falhas e brechas de segurança em seus produtos e os liberava na segunda terça-feira de cada mês (Patch Tuesday), embora pudesse disponibilizar a qualquer tempo, em edição extraordinária, eventuais atualizações críticas de segurança que não pudessem esperar a próxima Patch Tuesday. Depois do lançamento do Ten, porém, a empresa mudou sua política de atualizações (conforme em já comentei em outras oportunidades), não só passando a liberar as correções à medida que elas são desenvolvidas, mas também restringindo as opções de interação do usuário. No entanto, como minha (interminável) introdução acabou deixando este texto muito extenso, vou deixar para tratar desse assunto na próxima (ou numa próxima) postagem. Até lá. 

terça-feira, 1 de março de 2016

AISEESOFT PDF CONVERTER ULTIMATE PERMITE CONVERTER FACILMENTE ARQUIVOS PDF EM FORMATOS EDITÁVEIS

AS FLORESTAS PRECEDEM OS POVOS, OS DESERTOS VÊM DEPOIS DELES.

O Portable Document Format, criado pela Adobe, tornou-se o formato padrão para distribuição de documentos eletrônicos e formulários, sendo amplamente adotado por empresas, educadores e governos do mundo todo para otimizar a troca de documentos, aumentar a produtividade e diminuir a dependência de papel. Até porque arquivos PDF apresentam a mesma aparência dos documentos originais e preservam as fontes, imagens e outros elementos gráficos, independentemente do aplicativo e plataforma usada para a criação dos arquivos de origem.

Diante de toda essa versatilidade, a esmagadora maioria de usuários dispõe de um leitor de arquivos PDF no computador, sendo Adobe Reader, fornecido gratuitamente pela própria Adobe, o mais popular. No entanto, é bom saber que existem outras opções mais leves e amigáveis, como é o caso do FOXIT READER ― que é rápido, fácil de usar, e conta com uma variedade de ferramentas e recursos bastante interessantes (para saber mais, clique em Help e em User Manual).

Mas tudo isso (e muito mais) sobre o PDF já foi discutido aqui no Blog, em outras oportunidades, de modo que vou passar sem mais delongas ao  AISEESOFT PDF CONVERTER ULTIMATE, que se destina a converter arquivos PDF para formatos editáveis.

Vale lembrar que, a despeito de sua inegável versatilidade, o formato PDF gera arquivos quase impossíveis de editar, até porque são “imagens” do documento original. E é justamente essa limitação que o programinha em exame se propõe a contornar, convertendo arquivos monolíticos em formatos editáveis (DOCX, XLSX, PPTX, TXT, RTF e HTML), além do EPUB ― formato de texto não editável que é usado como padrão pela maioria dos e-readers.

Observação: Existem arquivos PDF nativos e digitalizados. Um PDF nativo é um arquivo gerado a partir de um documento que foi processado eletronicamente, ao passo que um PDF digitalizado é criado a partir da digitalização de um documento físico em papel, mediante um dispositivo de digitalização. O lado bom da história é que o Aiseesoft PDF Converter Ultimate pode manipular as duas modalidades, e, no caso dos PDF digitalizados, ele oferece uma avançada tecnologia OCR (reconhecimento óptico de caracteres), que permite reconhecer mais de 190 idiomas entre línguas naturais, auxiliares e linguagem de programação.

O APCU está disponível em versões para Windows e Mac e suporta diversos idiomas. Trata-se de um programa pago, mas você pode testá-lo gratuitamente antes de desembolsar os R$ 189,90 pela licença. Sua utilização é simples, e como o site do fabricante oferece um tutorial circunstanciado, não vejo razão para estender desnecessariamente este texto, de modo que ficamos por aqui.

Era isso aí, pessoal. Abraços e até a próxima.   

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

SITES QUE AJUDAM A IDENTIFICAR BOATOS ESPALHADOS ATRAVÉS DA INTERNET

DIGNIDADE NÃO É TER DE SER GRATO A POLÍTICO, MAS SENTIR GRATIDÃO AO BRASIL PELAS OPORTUNIDADES QUE O CRESCIMENTO GERA.

Os hoaxes — ou boatos — não nasceram com a Internet, mas é inegável que a Grande Rede tenha lhe proporcionado o veículo ideal para que passassem a se disseminar de maneira mais rápida e abrangente.

Infelizmente, não se pode acreditar em tudo o que se lê — em alguns casos, nem no que se vê; como diz um velho adágio, “as aparências enganam”. E o pior é que, além de dar por verdade a vasta gama de bobagens divulgadas na Web, muitos internautas contribuem para seu alastramento replicando boatos, factoides e inverdades através de sites, blogs, redes sociais, programas de mensagens instantâneas, correio eletrônico, e por aí afora.


Por exemplo, o fato de Lula ter afirmado recentemente que não existe viva alma mais honesta do que ele não tem o condão de afastar as suspeitas de corrupção que pairam sobre sua “real cabeça”, embora comprove que sua insolência é um boquirroto parlapatão e mentiroso, mas isso já é assunto para a nossa comunidade de política (http://cenario-politico-tupiniquim.link.flog.br/).


Passando ao que interessa, a divulgação de histórias falsas pode ter consequências reais e, em casos extremos, originar ações violentas, de modo que, antes de compartilhar qualquer informação, deve-se verificar sua autenticidade. Afinal, é no mínimo constrangedor a gente replicar alegremente a notícia de que automóveis de luxo e smartphones serão sorteados entre os seguidores que curtirem e compartilharem determinadas publicações do Facebook, para citar um exemplo real e atual, e em seguida ver a notícia desmentida nas redes sociais.


Para separar o joio do trigo, o E-farsas é sopa no mel. O site tem mais de 10 anos de existência e um vasto bando de informações facilmente pesquisáveis sobre a maioria boatos difundidos pela Internet. Outra excelente opção e o Boatos.org, que segue basicamente a mesma linha editorial, embora o conteúdo não seja exatamente o mesmo, de modo que, entre um e outro, o melhor é pesquisar nos dois.


O Verdades e Boatos é um site mantido pela Coca-Cola para elucidar dúvidas e desfazer a boataria espalhada sobre o refrigerante mais consumido em todo o mundo e outros produtos da empresa, enquanto o Fatos e Boatos foca fatos relacionados com a política (no entanto, por ser um site criado pelo Governo Federal e lançado no final de 2015, só mesmo a Velhinha de Taubaté acreditaria piamente nos desmentidos da petralhada.


Era isso aí, pessoal. Até a próxima.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

PULSEIRA INTELIGENTE DA XIAOMI — SERÁ QUE VALE A PENA?

MANTENHA SEUS AMIGOS PERTO E SEUS INIMIGOS, MAIS PERTO AINDA.

A Mi Band promete contabilizar passos e calorias, monitorar a qualidade do sono e executar outras tarefas — como o desbloqueio de smartphone com o Smart Lock no Android —, além de permitir ao usuário escolher diferentes cores em seus indicadores luminosos. Veja a seguir uma sinopse da avaliação feita pela PROTESTE ou clique aqui para ler a íntegra da matéria no site da associação.

A chinesa XIAOMI desembarcou no Brasil em meados do ano passado, e embora foque precipuamente o mercado de smartphones — a empresa é a quinta no ranking mundial de vendas de smartphones e a primeira na China —, seu leque de produtos vai bem além disso. Recentemente, ela lançou a Mi Band, que constitui uma boa alternativa para quem curte caminhar, correr ou praticar exercícios afins, tanto pela eficácia quanto pelo preço inferior ao dos produtos similares disponíveis no mercado. 

A pulseira “percebe” quando o usuário adormece, faz medições, exibe os resultados na forma de gráficos e, com base no registro e qualidade do sono, identifica o melhor horário para acordar o usuário. Já seu monitoramento de exercício, que opera como um contador de passos, se mostrou bastante preciso. O relatório de atividades exibe a distância percorrida em quilômetros, a quantidade de calorias perdidas e o número de passos dados. No quesito proteção, o aparelho se mostrou resistente, mesmo durante o banho, mas para utilizá-lo é preciso primeiramente carregá-lo, depois baixar um aplicativo e então proceder ao pareamento com o smartphone.

Antes de comprar o produto — que custa R$95 e só está disponível no site da XIAOMI —, verifique os recursos e a versão do sistema operacional do seu aparelho, pois a Mi Band requer Bluetooth 4.0, Android 4.4 ou superior ou iOS 7.0 ou superior.


E como hoje é sexta-feira:



Bom f.d.s. e até a próxima.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

ANDROID — AINDA A INSUFICIÊNCIA DE MEMÓRIA

O SILÊNCIO É TOLO QUANDO SOMOS SÁBIOS, MAS É SÁBIO QUANDO SOMOS TOLOS.

Já vimos como solucionar um probleminha que leva o Android a emitir falsos alertas de memória insuficiente quando a gente tenta instalar aplicativos do Google Play Store; agora veremos como contornar a insuficiência de memória física (RAM) que tanto aporrinha os usuários de smartphones.

Primeiramente, vale relembrar que todo PC (e o smartphone nada mais é que um minicomputador) usa diversos tipos de memória, que é na RAM que são carregados o sistema operacional, os apps e todos os demais arquivos, e que os softwares estão cada vez mais “gulosos”, exigindo mais memória do que boa parte dos telefoninhos de entrada de linha (ou modelos mais antigos) oferece.

Para piorar, diferentemente do que ocorre com a memória de massa (responsável pelo armazenamento dos arquivos), a RAM não pode ser ampliada via SD Card — nos desktops e notebooks, o upgrade é relativamente simples e barato, mas, no celular, é algo impraticável ou, no mínimo, economicamente inviável. E de nada adianta usar os chamados app Killers, já que eles apenas interrompem os processos em execução, proporcionando uma redução momentânea do consumo de memória.

Observação: Quando encerramos um app, parte dele permanece na memória para evitar que o sistema tenha de reiniciá-lo do zero se voltarmos a convocá-lo mais adiante. Ao limparmos o cache (seja através das configurações do sistema, seja com a ajuda dos Killers), o app demorará mais para abrir, demandará mais processamento e consumirá mais energia, reduzindo, consequentemente, a autonomia da bateria. Isso sem mencionar que, apesar de uma determinada quantidade de RAM ser liberada ao “matamos” o aplicativo, esse ganho é meramente momentâneo, pois processo é reiniciado automaticamente pelo sistema. Todavia, se houver dúzias de apps rodando em segundo plano, aí, sim, faz sentido fechar os que estão ociosos e não serão utilizados tão cedo.

Resumo da ópera: Os Killers podem até liberar RAM no curto prazo, mas estão longe de ser uma solução para melhorar o desempenho do aparelho. Por outro lado, desabilitar (ou mesmo desinstalar) aplicativos desnecessários, mas que consomem muita memória, pode impactar positivamente o desempenho do smartphone. Para tanto, convém contar com a ajuda de ferramentas que monitoram o consumo de recursos em tempo real, facilitando a identificação dos apps mais gulosos. 

Observação: Note que também é possível fazer isso através de uma função de monitoramento nativa do Android. Para ativá-la, acesse as Opções de desenvolvedor, selecione Configurações > Sobre o dispositivo e toque sete vezes em Número da versão.

Vale também recorrer a um gerenciador de inicialização de tarefas, como o Advanced Task Manager, para ajuda a administrar aplicativos e processos que entram em execução quando o aparelho é ligado.

Era isso, pessoal. Espero ter ajudado.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

VÍRUS PARA ANDROID PODE INUTILIZAR SEU SMARTPHONE

AS MULHERES E AS CRIANÇAS PODEM SER DESCUIDADAS; OS HOMENS, NUNCA.

Diversas matérias publicadas aqui no Blog remetem a questões de segurança envolvendo o popular sistema operacional Android para smartphones e tablets, e esta dá prosseguimento ao tema alertando para uma praga digital (vulgar mas indevidamente chamada de “vírus”) que copia os arquivos para uma pasta especial, buscando evitar que o usuário solucione o problema com uma restauração do aparelho às configurações de fábrica.

De acordo com a empresa de segurança LOOKOUT, o Brasil ocupa a oitava posição entre os dez países mais afetados por pragas direcionadas ao festejado sistema operacional para dispositivos móveis do Google — perdendo apenas para os EUA, a Alemanha, o Irã, a Rússia, a Índia, a Jamaica e o Sudão.

O vírus em questão se vale de brechas de segurança do Android e infecta o aparelho quando o usuário baixa aplicativos falsos (daí a importância de fazer seus downloads a partir do Google Play ou de repositórios confiáveis, e mesmo assim ter em mente que isso não garante 100% de segurança). Assim que a instalação é finalizada, a praga exibe anúncios publicitários indesejados.

A LOOKOUT informa que a praga é “quase impossível de remover”, e embora não forneça instruções para os usuários infectados resolverem o problema, limitando-se a sugerir que eles procurem um técnico especializado ou adquiram um aparelho novo, disponibiliza gratuitamente um antivírus (que eu, particularmente, não conheço e, portanto, não posso atestar a eficácia da proteção que ele oferece). Para baixá-lo a partir da loja oficial do Google, basta seguir este link.

Abraços a todos e até a próxima.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

MAIS UMA (GRAVE) AMEAÇA PARA USUÁRIOS DE SMARTPHONES COM ANDROID

HÁ PESSOAS QUE TÊM ALGUMA COISA A DIZER E PESSOAS QUE TÊM DE DIZER ALGUMA COISA.


A Heimdal ― empresa de segurança dinamarquesa ― identificou uma praga digital desenvolvida para o sistema operacional Android ― presente na esmagadora maioria dos smartphones do mundo inteiro ― e capaz de, a partir de uma simples mensagem de texto, apagar dados, fazer ligações ou enviar mensagens à revelia do usuário.

Esse malware, conhecido como Mazar, envia mensagens de texto que incluem links multimídia supostamente inofensivos, mas basta os incautos clicarem neles para que descarregar o TOR (que a praga usa para se manter oculta) e o “vírus” propriamente dito.

A empresa estima que mais de 100.000 smartphones já foram infectados na Dinamarca, e ainda não sabe se a peste já se espalhou para outros países.


Pelo sim ou pelo não, convém pôr as barbichas de molho.

Abraços a todos e até a próxima.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

MICROSOFT, WINDOWS 10 E PROCESSADORES INTEL


O ÚNICO SILÊNCIO QUE PERTURBA É AQUELE QUE FALA.

Microsoft vem movendo mundos e fundos para levar o Windows 10 a alcançar o bilhão de usuários, mas até agora só chegou a um quinto dessa meta — o que, de certa forma, é surpreendente, pois o upgrade é gratuito para usuários do Windows 7 SP1, 8 e 8.1

Mesmo assim, a empresa afirma que seu mais novo rebento vem sendo adotado mais rapidamente do qualquer outra versão do Windows, superando o malfadado Eight em 400% e o festejado Seven em 140% e satisfazendo plenamente seus usuários — embora não seja bem isso que a gente vê nos foros de discussão na Web.

ObservaçãoA gente também está careca de saber que Lula é um embusteiro mau caráter, mas o PT, seus defensores apaixonados e o próprio molusco nove-dedos insistem em tentar nos convencer do contrário — aliás, como eu disse numa postagem publicada dias atrás na comunidade de política, o “chefe” teve o desplante de dizer que “não existe viva alma neste mundo mais honesta do que ele”. Depois dessa, nem há o que dizer.

Voltando ao âmbito da tecnologia, uma recente mudança na política da Microsoft em relação a atualizações para sistemas antigos vem de encontro àquilo com que estamos acostumados, ou seja, normalmente são as máquinas mais antigas que não conseguem rodar sistemas mais recentes, e não o contrário. No entanto, de acordo com uma postagem publicada no blog da MS, o TEN será a única versão do Windows compatível com os novos processadores Kaby Lake, da Intel8996, da Qualcomm, e Bristol Ridge, da AMD.

Note que isso não significa necessariamente que o Seven e o Eight deixarão de ser suportados pela Microsoft; conforme eu informei em outras oportunidades, essas edições continuarão recebendo updates até janeiro de 2020 e de 2023, respectivamente. Mas a sexta geração dos microchips Intel, conhecida como Skylake, será a primeira — de muitas? — a não oferecer suporte às edições anteriores do consagrado SO para PCs da Microsoft. De acordo com as duas empresas, “a plataforma e o novo sistema foram “feitos um para o outro”.
A conferir.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

WINDOWS 10 ― MENU INICIAR

NO APERTO E NO PERIGO É QUE SE CONHECE O AMIGO.

Depois de ter sido suprimido no Eight, o menu Iniciar foi restabelecido no Windows 10, e tanto pode ser convocado através do botão respectivo, à esquerda da barra de tarefas, quanto pela tecla Windows (identificada pela logomarca do sistema). Por padrão, ele se abre no canto inferior esquerdo da tela, mas é possível alterar esse comportamento facilmente: basta desbloquear a barra de tarefas (dê um clique direito num ponto vazio da barra e desmarque a opção “Bloquear a barra de tarefas”) e, mantendo o botão esquerdo pressionado sobre a dita-cuja, arrastá-la para a borda superior ou para uma das laterais da sua área de trabalho, a gosto do freguês (a posição escolhida definirá o canto da área de trabalho no qual o menu passará a ser exibido).

Quem migrou para o Ten a partir do malsinado Windows 8 não levará muito tempo para se ambientar com o novo menu Iniciar, que, além de exibir as tradicionais entradas para os aplicativos utilizados com frequência, a lista Todos os aplicativos e atalhos para outros locais no computador, como Explorador de Arquivos e Configurações, conta agora com os “live tiles” (ou blocos dinâmicos) que de início parecerão estranhos para quem veio do Seven, mas logo se mostrarão úteis, intuitivos e fáceis de usar.
Importante ressaltar que o novo menu Iniciar dá margem a um vasto leque de personalizações. Vejamos algumas delas:

― Para desafixar ou editar um bloco dinâmico, dê um clique direito sobre ele para abrir o menu suspenso e selecione a opção desejada.

― Por padrão, os blocos são exibidos em grupos; clique na parte superior do grupo para remover ou editar o respectivo nome.

― Para reposicionar um bloco, clique sobre ele e arraste-o até a posição desejada; para reposicionar um grupo de blocos, clique no botão à direita do nome e arraste-o para a nova posição.

― Para adicionar atalhos ao menu Iniciar, arraste-o da lista à esquerda para o interior de um dos grupos ― ou para fora dos grupos existentes, se quiser criar um novo grupo.

― Para ajustar a largura e a altura do menu Iniciar, posicione o ponteiro na borda superior ou lateral da tela; quando ele assumir a forma de uma seta de duas pontas, arraste-o para a direita, para a esquerda, para cima ou para baixo, até chegar ao tamanho desejado.

― Também é possível fazer alguns ajustes adicionais através do painel de controle. Abra o menu Iniciar, clique em “Configurações”, escolha “Personalização” e, na coluna à esquerda, selecione “Iniciar” e ligue/desligue os botões da porção direita da janela para fazer os ajustes desejados.

Observação: Desligar o botão sob “Mostrar os aplicativos mais usados”, por exemplo, remove a lista dos aplicativos abertos com frequência (à esquerda do menu Iniciar); ativar a opção “Usar tela inteira de Iniciar” faz com que o menu Iniciar seja exibido em tela cheia, ocupando toda a área de trabalho. Clique em “Escolher quais pastas são exibidas em Iniciar” para alterar os atalhos fixados na coluna à esquerda do menu Iniciar (você pode remover os itens “Explorador de Arquivos” e “Configurações”, que vêm ativados por padrão, e acrescentar outros, como “Músicas”, “Documentos”, “Imagens” e outros mais.

Quem não gostar dos live tiles pode remover todos eles e deixar no menu Iniciar somente os atalhos essenciais.

E como hoje é sexta-feira:


Bom f.d.s. a todos.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

AVISO AOS NAVEGANTES

NINGUÉM SE LEVANTA SEM ANTES TER CAÍDO.

NOSSO BLOG ESTEVE FORA DO AR NESTA QUINTA-FEIRA, DE MEADOS MANHÃ ATÉ CERCA DE UMA HORA ATRÁS, POR SUPOSTAS SUSPEITAS DE VIOLAÇÃO DOS TERMOS DO SERVIÇO.

FELIZMENTE, POUCAS HORAS DEPOIS DE EU SOLICITAR A REAVALIAÇÃO, A EQUIPE RESPONSÁVEL RECONHECEU QUE A SUSPENSÃO FOI INDEVIDA E, CONSEQUENTEMENTE, O ESPAÇO VOLTOU AO AR.


LAMENTO O OCORRIDO E CONTO COM A COMPREENSÃO DE TODOS QUE EVENTUALMENTE TENHAM TENTADO ACESSAR O SITE E DEPARADO COM A MENSAGEM DE QUE ELE HAVIA SIDO REMOVIDO.  

WINDOWS 10 ― ÁREA DE TRABALHO

O QUE ME PREOCUPA NÃO É O GRITO DOS MAUS. É O SILÊNCIO DOS BONS.

O menu Iniciar foi criado quando o Windows passou de interface gráfica baseada no MS-DOS à condição de sistema operacional autônomo ― com o lançamento do WIN95 ―, e mantido em todas as demais versões lançadas até 2012, quando a Microsoft simplesmente resolveu “quebrar a corrente do bem” e eliminar do Windows 8 tanto o menu em questão quanto o botão que lhe dá acesso (tradicionalmente exibido na extremidade esquerda da barra de tarefas). E como quebrar correntes costuma trazer má-sorte (ou pelo menos é isso que reza o folclore da Web), o Eight se revelou um fiasco de crítica e de público, mesmo depois de ser acochambrado para se tornar mais amigável quando operado via teclado e mouse (versão Eight.1).

Ciente de que “errar é humano, mas persistir é burrice”, a empresa de Redmond reincorporou o menu Iniciar no Windows 10. Como nas edições 7 e anteriores, basta clicar no ícone à esquerda da barra de tarefas ou pressionar a tecla com o logo do sistema para convocar o dito-cujo, que, dentre diversos aprimoramentos, passou a exibir blocos dinâmicos configuráveis ― inicialmente, isso pode causar certa estranheza, mas a gente logo percebe que eles são bastante úteis. E, claro, continuam presentes a lista Todos os aplicativos e os atalhos para outros locais no computador, tais como Explorador de arquivos (como foi rebatizado o Windows Explorer) e Configurações (que dá acesso ao conteúdo do Painel de Controle).

Observação: Falando em Painel de Controle, quem gosta de ter amplo acesso aos ajustes do computador ficará feliz em saber que continua sendo possível usar o “Modo de Deus”, que concentra mais de 200 configurações em uma única pasta. Para tanto, dê clique direito num ponto vazio da sua área de trabalho, clique na setinha à direita de Novo, selecione Pasta, dê um clique direito na nova pasta e renomeie-a como XXX.{ED7BA470-8E54-465E-825C-99712043E01C} ― substitua os "XXX” pelo nome que você quiser, mas mantenha o ponto e os caracteres entre as chaves. Feito isso, feche a janelinha, dê duplo clique sobre o ícone e confira o resultado.

Como no Seven, o menu Executar não é exibido por padrão na lista de atalhos do menu Iniciar, embora possa ser convocado facilmente através do atalho de teclado Win+R. Para facilitar o acesso, podemos fixá-lo no menu Iniciar (onde ele será exibido como um novo bloco) ou na barra de tarefas, bastando digitar “executar” (sem aspas) na caixa de pesquisa, dar um clique direito sobre a entrada que será exibida na lista e escolher a opção desejada.

Observação: Diferentemente do Windows 8, o TEN não oferece uma maneira simples e intuitiva, via interface do sistema, para a gente reverter o menu Iniciar ao modo de exibição “clássico”. Talvez seja possível fazê-lo editando o Registro manualmente ou usando alguma ferramenta de Tweak, mas eu ainda não tentei, de modo que vamos deixar essa conversa para outra oportunidade.

Antes de encerrar, uma ressalva: alguns usuários repararam que, depois de realizar o upgrade para o Windows 10, não conseguiam abrir o menu Iniciar pelas vias convencionais. No mais das vezes, isso decorria de incompatibilidades com determinados drivers ou aplicativos (como o antivírus Kaspersky), de modo que bastava atualizar o driver problemático ou remover o aplicativo suspeito para que tudo solucionar o problema. No entanto, é bom saber como criar um atalho para o menu Iniciar na área de trabalho, just in case. Interessado? Então clique aqui e siga os passos do tutorial. 

Por hoje é só, gente. Abraços e até a próxima.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

SÉRIES NETFLIX ― CADÊ AS NOVAS TEMPORADAS?

O SILÊNCIO É A MAIS PERFEITA EXPRESSÃO DO DESPREZO.

Serviços de Streaming de Vídeo, como o festejado NETFLIX, substituem com vantagens a tradicional TV por assinatura. Mesmo que as a maioria das operadoras já permita assistir à programação que foi ao ar horas antes (nem todas e nem todos os canais, convém deixar claro), nada melhor do que ter total liberdade na escolha da data e horário ― especialmente quando se trata de um seriado com vários episódios.

Mas nada é perfeito, e há casos em que novos títulos ou novas temporadas das séries demoram a ser disponibilizados ― situação em que nada substitui o DVD, hoje bem menos popular, mas que ainda é a escolha primária de colecionadores e outros aficionados.

Enfim, se você está ansioso pelo lançamento de algum filme ou uma das séries originais NETFLIX, como é o caso deste humilde escriba, talvez fique contente em saber que a tão esperada quarta temporada de HOUSE OF CARDS será lançada no início do mês que vem (a previsão é para 4 de março), e a segunda temporada da série O DEMOLIDOR, duas semanas depois (18 de março). Já a segunda temporada da série BETTER CALL SAUL, produzida pela AMC e distribuída mundialmente pelo NETFLIX, deve entrar na grade de exibição no próximo dia 16, e a quarta de ORANGE IS THE NEW BLACK, em 17 de junho.

Para mais detalhes sobre essas e outras estreias, basta seguir este link

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

SMARTPHONE COM SISTEMA ANDROID — FALSAS MENSAGENS DE MEMÓRIA INSUFICIENTE QUANDO SE TENTA BAIXAR UM APP DO PLAY STORE

CABE A VOCÊ FAZER COM QUE SUA VIDA SEJA MAIS QUE UMA LONGA JORNADA DO BERÇO À COVA.

Os smartphones “de grife” ficaram ainda mais caros com a disparada do dólar: o cobiçado iPhone 6 Plus, por exemplo, na versão top de linha e com capinha de couro ou silicone, custa mais de R$ 5000. Claro que dá para economizar uma grana preta optando pelo modelo de entrada, mais aí você terá de se contentar com apenas 12 GB de memória interna (a quantidade nominal é 16 GB; a diferença a fica por conta do espaço ocupado pelo sistema operacional e aplicativos pré-instalados de fábrica). E como os produtos da Apple não suportam cartões de memória, logo faltará espaço para você salvar fotos, clipes de vídeo, músicas, emails, etc. — a não ser, é claro, que apague parte do conteúdo armazenado no telefoninho.

É fato que existe vida inteligente fora do “Planeta da Maçã”, onde aparelhos de marcas conceituados e recursos bastante satisfatórios podem ser encontrados por menos de mil reais. No entanto, a maioria deles vem com pouca memória interna, e parte dela é igualmente alocada pelo software instalado pelo fabricante.

O lado bom da história é que quase sempre se pode ampliar esse espaço com um SD Card (solução não só prática como barata; por um modelo de 32 GB da marca Sandisk, por exemplo, você paga cerca de R$50). O lado ruim é que, dependendo do aparelho e da versão do Android, o espaço adicionado nem sempre se “funde” ao da memória nativa, e pode não ser possível transferir os aplicativos para o cartão ou defini-lo como destino padrão para novos arquivos, a menos, naturalmente, que você “rooteie” o aparelho.

Observação: A Web está coalhada de tutoriais — inclusive em vídeo — que mostram como rootear smartphones. O procedimento consiste geralmente em baixar e instalar no PC os drivers do aparelho e o aplicativo que será usado no processo (há miríades de programinhas, tanto pagos quanto gratuitos, mas é importante escolher um que seja indicado para a marca e modelo do seu telefone e respectiva versão do sistema) e, ao final, conectar o telefoninho ao computador via cabo de dados e seguir as instruções do tutorial.  

Falando em Android, talvez você já tenha se deparado com avisos de espaço insuficiente quando foi baixar um aplicativo do Google Play Store, e aí conferiu as configurações do aparelho e viu que havia espaço de sobra. Felizmente, esse é um bug fácil de corrigir. Veja como:

— Primeiramente, baixe no seu computador o arquivo .apk do CCleaner — faça-o a partir deste link (clique em “baixar grátis” e siga as instruções), pois, embora o CCleaner esteja disponível na Play Store, o bug em questão não o deixará fazer o download a partir do seu smartphone.

— Salve o arquivo na sua área de trabalho, conecte-o ao telefone ao computador através de um cabo USB, transfira o arquivo .apk para a memória do aparelho, abra o gerenciador de arquivos do telefone, abra o arquivo em questão, selecione a opção instalar.

— Caso seu telefone esteja configurado para impedir a instalação de aplicativos que não sejam da Play Store (por questões de segurança), acesse o menu “Configurações”, habilite a opção “Fontes desconhecidas” e confirme a ação em “OK”. Volte ao seu gerenciador de arquivos, clique sobre o .apk do CCleaner e então clique em “Instalar” novamente.

— Desça a página até o final e toque em “Instalar”. Ao final, selecione “Abrir” e, já na tela do CCleaner, em “Analisar”. Marque todas as caixas de verificação e toque em “Limpar”.

Se nem assim funcionar, verifique se a memória do aparelho não está mesmo cheia. Se não estiver, bem, aí é melhor procurar ajuda especializada.

Boa sorte.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

WINDOWS 10 ― PRIMEIRAS IMPRESSÕES

A TEIMOSIA DOS FATOS CONTESTA AS VERSÕES FALSAS TÃO DILIGENTEMENTE DIVULGADAS NA WEB PELOS BLOGUEIROS OFICIAIS DO LULOPETISMO, REMUNERADOS COM DINHEIRO PÚBLICO, ORIUNDO DOS IMPOSTOS ESCORCHANTES COBRADOS DOS “CONTRIBUINTES”.

Segundo a Microsoft, o Windows 10, lançado comercialmente em julho do ano passado e projetado para manter tanto as virtudes que popularizaram o Seven quanto os aprimoramentos implementados no seu desditoso sucessor, já se faz presente em mais 200 milhões de dispositivos ― um número expressivo, sem dúvida, mas ainda distante da meta de um bilhão de usuários que a “orgulhosa mamãe” achou que o pimpolho alcançaria num piscar de olhos por ser oferecido gratuitamente para usuários de dispositivos “elegíveis”, e por conta disso, o upgrade passará a ser tratado como atualização recomendada (leia-se compulsória), conforme foi dito em outras postagens.

Observação: Diversos “acidentes de percurso” ― amplamente divulgados em sites especializados e foros de discussão ― desestimularam a adoção do novo sistema, sem mencionar o fato de o downgrade ― tecnicamente possível se levado a efeito até 31 dias contados da data do upgrade ― ter se mostrado problemático, levando alguns usuários a formatar suas máquinas e reinstalar a partir do zero as versões anteriores (Windows 7 ou 8.1, conforme o caso).

Então, meu amigo, prepare-se: em breve você terá diante dos olhos uma nova área de trabalho, com um menu Iniciar baseado em blocos dinâmicos (live tiles), e mais uma penca de novidades que eu pretendo abordar doravante, já que finalmente sucumbi ao “canto da sereia” e adotei o mais novo rebento da Família Windows ― com o qual minha experiência se limitava até agora a um breve contato com a versão beta (RC1), de março de 2015.

Considerando que cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém, este que vos escreve achou por bem comprar uma máquina nova, com o W10 pré-instalado de fábrica, e manter o velho e confiável Seven em seu igualmente velho e confiável note ― just in case. Em vista disso, vou dividir com vocês minhas impressões sobre o programa começando peal área de trabalho, e não pelo upgrade propriamente dito, como certamente eu faria se tivesse atualizado o PC, como muita gente certamente irá fazer daqui por diante, quando a evolução lhe for imposta goela abaixo.

Ainda que a Microsoft considere o Windows 10 “tão amigável e fácil de operar que faz os usuários se sentirem especialistas”, uma mudança dessa magnitude sempre exige um período de adaptação, que pode ficar mais fácil de completar com informações conceituais, dicas práticas e truques diversos distribuídos numa sequência de postagens, como eu fiz quando adotei o XP e quando migrei dele para o Seven

Aguardem, portanto as novidades.