Estamos às portas da primavera, e o verão não demora a chegar. Por conta disso, não custa lembrar que aparelhos eletroeletrônicos dissipam calor e, na condição de inimigos figadais de altas temperaturas, os computadores exigem refrigeração constante - que nos primórdios da computação pessoal ficava a cargo do exaustor da fonte, mas a partir dos 486, sem um cooler dedicado, o processador “fritaria” em questão de segundos.
Observação: Nos coolers convencionais, o calor gerado pela CPU é transferido para um dissipador metálico (geralmente de alumínio ou cobre) que é resfriado por um microventilador. Tanto a AMD quanto a Intel dispõem de coolers projetados para seus processadores, inclusive modelos “inteligentes”, equipados com sensores que aumentam ou diminuem a rotação das hélices conforme a necessidade, mas máquinas de altíssimas performances costumam utilizar sistemas de refrigeração mais sofisticados, que trabalham com água ou com nitrogênio líquido.
Devido ao aumento brutal da freqüência de operação de processadores, chipsets, placas gráficas, memórias e outros componentes, coolers e ventoinhas frontais e laterais passaram a ser posicionados estrategicamente, visando coibir a elevação da temperatura interna do gabinete e manter os componentes em condições operacionais. Em climas quentes como o nosso, todavia, essa “brigada do frio” pode não dar conta do recado se você não instalar sua máquina num local ventilado, mantiver as ranhuras do gabinete desobstruídas e os espaços vagos das placas de expansão devidamente fechados (no caso de montagens caseiras ou feitas por integradores independentes, vale conferir também se os cabos flat dos drives foram organizados e presos por cintas plásticas).
Em dias de muito calor, o ar-condicionado pode ser um aliado valioso, mas, na falta dele, um ventilador doméstico direcionado para as entradas de ar do gabinete também pode ajudar. Para aferir a temperatura da CPU (e do interior do case, se a placa-mãe permitir), você pode recorrer ao HWMonitor, por exemplo, que é gratuito e compatível com os sensores da maioria das placas atuais.
Nos portáteis, o espaço exíguo complica ainda mais o quadro, de modo que convém evitar operá-los no colo, sobre mantas, cobertores, toalhas plásticas ou o que quer que possa obstruir as ranhuras de ventilação (que geralmente ficam na base do aparelho). Se você usa seu note como substituto do PC de mesa, considere a aquisição de um suporte como o que ilustra esta postagem – existem várias opções no mercado, com ou sem microventiladores integrados.
A questão dos ruídos fica para amanhã; abraços a todos e até lá.
UM BATE-PAPO INFORMAL SOBRE INFORMÁTICA, POLÍTICA E OUTROS ASSUNTOS.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Calor, Ruídos e Cia. (parte 1)
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Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Todo cuidado é pouco...
Nos primórdios da telefonia móvel celular, as linhas eram vinculadas aos aparelhos. Com o advento da tecnologia GSM, a coisa ficou bem mais fácil; se seu celular está sem bateria e você tem um compromisso urgente, por exemplo, é só pegar emprestado o aparelho do irmão, da namorada, do amigo – desde que compatível com a sua operadora –, trocar o chip, e ele assumirá seu número e você poderá fazer e receber chamadas e mensagens de texto, consultar sua agenda de contatos, e por aí vai.
Essa facilidade favorece também os amigos do alheio: antigamente, em caso de perda ou roubo, bastava contatar a operadora e solicitar o bloqueio da linha; hoje em dia, ainda que essa seja a primeira providência a ser adotada, convém solicitar também o bloqueio do hardware, de modo a evitar o uso indevido ou a comercialização do telefoninho que você suou para pagar. Para tanto, basta informar o IMEI – código único que consta da nota de fiscal e/ou é informado na documentação do produto, mas que também e exibido no display do aparelho mediante o comando *#06#.
Vale lembrar que senhas previnem o uso indevido do telefone e a visualização não autorizada de dados confidenciais (afinal, nunca se sabe o que pode acontecer se você esquecê-lo no restaurante, no táxi, ou mesmo sobre a mesa de trabalho), e que você pode tanto bloquear o cartão SIM quanto o próprio aparelho (ou ambos).
Sem embargo de consultar o manual do seu telefone, veja algumas dicas genéricas que podem ajudar:
No Android, o recurso é ativado na opção “Configurações” e “Padrão de desbloqueio”. Para criar a senha secreta, deve-se deslizar o dedo sobre o monitor de forma a ligar quatro círculos consecutivos da matriz reproduzida abaixo – o estímulo visual ajuda a memorizar a senha. Da próxima vez que tentar acessar seu aparelho, o usuário terá que reproduzir o padrão. Caso a seqüência secreta seja esquecida, o sistema oferece uma pergunta que, se respondida, garante o desbloqueio.
Usuários do iPhone devem clicar no ícone “Ajustes”, pressionar a opção “Geral” e então clicar em “Bloqueio por código”. Nessa tela, basta inserir uma senha de quatro números, que serão exigidos pelo sistema toda vez que o aparelho for acessado. Caso o código seja esquecido, será necessário restaurar o aparelho com a ajuda do iTunes.
Proprietários de Blackberry também podem utilizar o recurso de senhas, localizado na área de configurações (note que, se a senha for esquecida, o aparelho fica travado até a décima tentativa de acesso; depois da qual o sistema apaga toda a memória e retorna ao estado em que veio de fábrica.
Bom dia a todos e até a próxima.
Essa facilidade favorece também os amigos do alheio: antigamente, em caso de perda ou roubo, bastava contatar a operadora e solicitar o bloqueio da linha; hoje em dia, ainda que essa seja a primeira providência a ser adotada, convém solicitar também o bloqueio do hardware, de modo a evitar o uso indevido ou a comercialização do telefoninho que você suou para pagar. Para tanto, basta informar o IMEI – código único que consta da nota de fiscal e/ou é informado na documentação do produto, mas que também e exibido no display do aparelho mediante o comando *#06#.
Vale lembrar que senhas previnem o uso indevido do telefone e a visualização não autorizada de dados confidenciais (afinal, nunca se sabe o que pode acontecer se você esquecê-lo no restaurante, no táxi, ou mesmo sobre a mesa de trabalho), e que você pode tanto bloquear o cartão SIM quanto o próprio aparelho (ou ambos).
Sem embargo de consultar o manual do seu telefone, veja algumas dicas genéricas que podem ajudar:
No Android, o recurso é ativado na opção “Configurações” e “Padrão de desbloqueio”. Para criar a senha secreta, deve-se deslizar o dedo sobre o monitor de forma a ligar quatro círculos consecutivos da matriz reproduzida abaixo – o estímulo visual ajuda a memorizar a senha. Da próxima vez que tentar acessar seu aparelho, o usuário terá que reproduzir o padrão. Caso a seqüência secreta seja esquecida, o sistema oferece uma pergunta que, se respondida, garante o desbloqueio.
Usuários do iPhone devem clicar no ícone “Ajustes”, pressionar a opção “Geral” e então clicar em “Bloqueio por código”. Nessa tela, basta inserir uma senha de quatro números, que serão exigidos pelo sistema toda vez que o aparelho for acessado. Caso o código seja esquecido, será necessário restaurar o aparelho com a ajuda do iTunes.
Proprietários de Blackberry também podem utilizar o recurso de senhas, localizado na área de configurações (note que, se a senha for esquecida, o aparelho fica travado até a décima tentativa de acesso; depois da qual o sistema apaga toda a memória e retorna ao estado em que veio de fábrica.
Bom dia a todos e até a próxima.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Mais sobre atualizações
Vimos recentemente como atualizar nossos navegadores, configurar as atualizações automáticas do XP e buscar soluções para programas “não Microsoft” (que não são contemplados pelo Windows Update). Volto agora ao assunto para sugerir duas ferramentas gratuitas, mas muito interessantes, que proporcionam resultados bem mais abrangentes que os da varredura online oferecida pela Secunia.
A primeira (disponível em http://www.filehippo.com/updatechecker/) gera uma lista de programas que podem ser atualizados e oferece os respectivos links para download (configurável, ela tanto pode ser iniciada junto com o Windows quanto executada por demanda, a critério do usuário). A segunda (disponível em http://www.r-tt.com/, tanto na forma portátil quanto instalável) faz basicamente a mesma coisa, mas abrange uma gama ainda maior de aplicativos.
Nos testes que realizei para fundamentar esta postagem, recorri primeiramente à Secunia, que não encontrou qualquer atualização necessária (tanto via OSI quanto PSI). Já o Update Checker sugeriu 2 atualizações de drivers, 4 de aplicativos (iTunes, Java, Skype e Windows Live Writer) e versões Beta do Firefox, Adobe Flash Player, Chrome e Silverlight. O R-Updater, por sua vez, indicou quase 50 programas passíveis de atualização, além de uma versão Beta do Easy Cleaner, mas não facilitou o trabalho (em vez de disponibilizar os links respectivos, na maioria dos casos ele simplesmente sugeriu localizar as atualizações com auxílio do Google, e muitas delas não estavam disponíveis).
Observação: Note que a divergência entre esses resultados não compromete a confiabilidade do serviço da Secunia, cuja prioridade é a identificação de aplicativos potencialmente inseguros. A profusão de itens que o R-Updater exibiu remete a programas cujas versões estão desatualizadas – o que não significa necessariamente que sejam inseguras –, ao passo que o FileHippo se posicionou entre os dois extremos. Em última análise, eles funcionam de maneira complementar, de modo que não há problema algum em ficar com todos, desde que sejam utilizados com bom senso.
Uma ótima semana a todos e até mais ler.
A primeira (disponível em http://www.filehippo.com/updatechecker/) gera uma lista de programas que podem ser atualizados e oferece os respectivos links para download (configurável, ela tanto pode ser iniciada junto com o Windows quanto executada por demanda, a critério do usuário). A segunda (disponível em http://www.r-tt.com/, tanto na forma portátil quanto instalável) faz basicamente a mesma coisa, mas abrange uma gama ainda maior de aplicativos.
Nos testes que realizei para fundamentar esta postagem, recorri primeiramente à Secunia, que não encontrou qualquer atualização necessária (tanto via OSI quanto PSI). Já o Update Checker sugeriu 2 atualizações de drivers, 4 de aplicativos (iTunes, Java, Skype e Windows Live Writer) e versões Beta do Firefox, Adobe Flash Player, Chrome e Silverlight. O R-Updater, por sua vez, indicou quase 50 programas passíveis de atualização, além de uma versão Beta do Easy Cleaner, mas não facilitou o trabalho (em vez de disponibilizar os links respectivos, na maioria dos casos ele simplesmente sugeriu localizar as atualizações com auxílio do Google, e muitas delas não estavam disponíveis).
Observação: Note que a divergência entre esses resultados não compromete a confiabilidade do serviço da Secunia, cuja prioridade é a identificação de aplicativos potencialmente inseguros. A profusão de itens que o R-Updater exibiu remete a programas cujas versões estão desatualizadas – o que não significa necessariamente que sejam inseguras –, ao passo que o FileHippo se posicionou entre os dois extremos. Em última análise, eles funcionam de maneira complementar, de modo que não há problema algum em ficar com todos, desde que sejam utilizados com bom senso.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Segurança digital e humor de sexta-feira
Nunca a Internet foi tão insegura: numa guerra digital sem precedentes, sites de governos e empresas de todo o mundo tiveram dados sigilosos roubados ou foram tirados do ar. No Brasil, a maioria das investidas foi desfechada mediante ataques DDoS (que consiste basicamente em bombardear determinado site com um volume de requisições superior ao que ele pode suportar). E talvez você até tenha participado desse furdunço – ainda que involuntariamente –, pois, para obter o poder de fogo necessário a ataques dessa magnitude, os cybercriminosos arregimentam milhares de computadores de usuários “comuns” (saiba mais em http://fernandomelis.blogspot.com/2008/03/zumbis.html).
Quando eu “cometi” meus primeiros artigos sobre segurança digital, no final do século passado, o uso doméstico da Internet era incipiente e a propagação dos vírus, lenta. Inicialmente, eles se limitavam a exibir mensagens pornográficas ou produzir sons bizarros, mas logo passaram a danificar arquivos e desestabilizar os sistemas infectados (para saber mais, clique aqui).
Observação: O primeiro antivírus surgiu em 1988, quando o indonésio Denny Yanuar Ramdhani desenvolveu um programa destinado a imunizar sistemas contra o vírus de boot paquistanês “Brain”, criado dois anos antes. Pouco tempo depois a IBM lançaria o primeiro “antivírus comercial”, sendo logo seguida por outras empresas, dentre as quais a SYMANTEC e a MCAFEE, que ocupam respectivamente o primeiro e o segundo lugar no ranking dos fabricantes de softwares de segurança, seguidas pela TRENDMICRO e pela KASPERSKY.
Embora não haja consenso quanto ao número de malwares existentes atualmente – já que cada empresa de segurança utiliza metodologias próprias para classificá-los conforme suas famílias e variantes –, a coisa deve andar pela casa dos 20 milhões (em 2006, eram “apenas” 334.000)*. Para piorar, o objetivo precípuo da esmagadora maioria dessas pragas passou a ser o acesso remoto aos sistemas e a captura de informações confidenciais dos internautas (tais como senhas bancárias e números de cartões de crédito). Ou ambas as coisas, já que um mesmo programinha tanto pode roubar senhas quanto utilizar o PC infectado para enviar spam ou “alistá-lo” num exército de zumbis controlado remotamente.
Segundo a empresa de segurança russa Kaspersky, um novo software malicioso é descoberto a cada dois segundos (até poucos anos atrás, era um a cada 5 minutos)*. No ano passado, em comparação com 2009, foram colocados na rede 87% mais malwares ladrões de senhas e 135% mais cavalos de tróia*. E tudo indica que a bandidagem não deve demorar a concentrar suas baterias nos smartphones e tablets.
Enfim, se há cerca de 10 anos os crackers cometiam suas estripulias para ganhar popularidade e reconhecimento entre seus pares, hoje eles buscam meios de ganhar dinheiro – em outras palavras, o que era uma atividade exibicionista de fundo de quintal se transformou num negócio globalizado, com quadrilhas organizadas e funções divididas.
Tem gente que vê as pragas digitais como uma simples estratégia de marketing (para encher as burras dos fabricantes de soluções de segurança) e por isso desdenha atualizações de softwares e se acha capaz de escapar de quaisquer armadilhas. Não espere até ter surpresas no extrato bancário ou na fatura do cartão de crédito para rever seus conceitos. Hábitos de navegação saudáveis e arsenais de segurança responsáveis são requisitos cruciais para nossa sobrevivência nessa “terra de ninguém”. Demais disso, confiar desconfiando: obtenha uma segunda (ou terceira, ou quarta) opinião sobre a saúde do sistema com serviços online gratuitos como a da F-Secure. Para outras opções, clique aqui.
(*) Fonte: “Guerra Anônima” (INFO#306, Agosto/11).
Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:
No primeiro dia de aula numa escola secundaria dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Satiro Suzuki, do Japão. A aula começa, e a professora pergunta:
- Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: “Dê-me a liberdade ou a morte”?
Silêncio total. Apenas Suzuki levanta a mão e diz:
- Patrick Henry, em 1775.
E quem disse: “O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se”?
- Abraham Lincoln, em 1863.
A professora olha os alunos e diz:
- Vocês não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana do que vocês!
Então, ouve-se um murmúrio:
- Vá tomar no cu, japonês filho da puta!
- Quem foi? - Grita a professora.
Suzuki levanta a mão e responde:
- General McArthur, em 7 de dezembro de 41, em Pearl Harbour, e Lee Iacocca, em 1982, na Assembléia Geral da Chrysler.
Silêncio total. Apenas um murmúrio no fundo da sala:
- Acho que vou vomitar.
- Quem disse isso?
E Suzuki:
- George Bush (pai) ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tókio, em 1991.
Um dos alunos grita:
- Chupa o meu pau!
E a professora, irritada:
Basta! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
- Bill Clinton à Mônica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.
Outro aluno se levanta e grita:
- Suzuki é uma merda!
E Suzuki responde:
- Valentino Rossi, no Grande Prêmio de Moto no Rio de Janeiro, em 2002.
A turma fica histérica, a professora se descontrola, a porta se abre e entra o diretor:
- Que merda é essa, nunca vi uma confusão destas!
Suzuki:
- Lula para o ministro da Aeronáutica, a respeito do caos aéreo em Dez/2006, Brasília.
E outro aluno, num sussurro:
- Ai, agora fodeu de vez!
Suzuki:
- Lula de novo, após a queda do avião da TAM.
Um ótimo final de semana a todos, e até a próxima.
Quando eu “cometi” meus primeiros artigos sobre segurança digital, no final do século passado, o uso doméstico da Internet era incipiente e a propagação dos vírus, lenta. Inicialmente, eles se limitavam a exibir mensagens pornográficas ou produzir sons bizarros, mas logo passaram a danificar arquivos e desestabilizar os sistemas infectados (para saber mais, clique aqui).
Observação: O primeiro antivírus surgiu em 1988, quando o indonésio Denny Yanuar Ramdhani desenvolveu um programa destinado a imunizar sistemas contra o vírus de boot paquistanês “Brain”, criado dois anos antes. Pouco tempo depois a IBM lançaria o primeiro “antivírus comercial”, sendo logo seguida por outras empresas, dentre as quais a SYMANTEC e a MCAFEE, que ocupam respectivamente o primeiro e o segundo lugar no ranking dos fabricantes de softwares de segurança, seguidas pela TRENDMICRO e pela KASPERSKY.
Embora não haja consenso quanto ao número de malwares existentes atualmente – já que cada empresa de segurança utiliza metodologias próprias para classificá-los conforme suas famílias e variantes –, a coisa deve andar pela casa dos 20 milhões (em 2006, eram “apenas” 334.000)*. Para piorar, o objetivo precípuo da esmagadora maioria dessas pragas passou a ser o acesso remoto aos sistemas e a captura de informações confidenciais dos internautas (tais como senhas bancárias e números de cartões de crédito). Ou ambas as coisas, já que um mesmo programinha tanto pode roubar senhas quanto utilizar o PC infectado para enviar spam ou “alistá-lo” num exército de zumbis controlado remotamente.
Segundo a empresa de segurança russa Kaspersky, um novo software malicioso é descoberto a cada dois segundos (até poucos anos atrás, era um a cada 5 minutos)*. No ano passado, em comparação com 2009, foram colocados na rede 87% mais malwares ladrões de senhas e 135% mais cavalos de tróia*. E tudo indica que a bandidagem não deve demorar a concentrar suas baterias nos smartphones e tablets.
Enfim, se há cerca de 10 anos os crackers cometiam suas estripulias para ganhar popularidade e reconhecimento entre seus pares, hoje eles buscam meios de ganhar dinheiro – em outras palavras, o que era uma atividade exibicionista de fundo de quintal se transformou num negócio globalizado, com quadrilhas organizadas e funções divididas.
Tem gente que vê as pragas digitais como uma simples estratégia de marketing (para encher as burras dos fabricantes de soluções de segurança) e por isso desdenha atualizações de softwares e se acha capaz de escapar de quaisquer armadilhas. Não espere até ter surpresas no extrato bancário ou na fatura do cartão de crédito para rever seus conceitos. Hábitos de navegação saudáveis e arsenais de segurança responsáveis são requisitos cruciais para nossa sobrevivência nessa “terra de ninguém”. Demais disso, confiar desconfiando: obtenha uma segunda (ou terceira, ou quarta) opinião sobre a saúde do sistema com serviços online gratuitos como a da F-Secure. Para outras opções, clique aqui.
(*) Fonte: “Guerra Anônima” (INFO#306, Agosto/11).
Passemos agora à nossa tradicional piadinha de sexta-feira:
No primeiro dia de aula numa escola secundaria dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Satiro Suzuki, do Japão. A aula começa, e a professora pergunta:
- Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: “Dê-me a liberdade ou a morte”?
Silêncio total. Apenas Suzuki levanta a mão e diz:
- Patrick Henry, em 1775.
E quem disse: “O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se”?
- Abraham Lincoln, em 1863.
A professora olha os alunos e diz:
- Vocês não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana do que vocês!
Então, ouve-se um murmúrio:
- Vá tomar no cu, japonês filho da puta!
- Quem foi? - Grita a professora.
Suzuki levanta a mão e responde:
- General McArthur, em 7 de dezembro de 41, em Pearl Harbour, e Lee Iacocca, em 1982, na Assembléia Geral da Chrysler.
Silêncio total. Apenas um murmúrio no fundo da sala:
- Acho que vou vomitar.
- Quem disse isso?
E Suzuki:
- George Bush (pai) ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tókio, em 1991.
Um dos alunos grita:
- Chupa o meu pau!
E a professora, irritada:
Basta! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
- Bill Clinton à Mônica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.
Outro aluno se levanta e grita:
- Suzuki é uma merda!
E Suzuki responde:
- Valentino Rossi, no Grande Prêmio de Moto no Rio de Janeiro, em 2002.
A turma fica histérica, a professora se descontrola, a porta se abre e entra o diretor:
- Que merda é essa, nunca vi uma confusão destas!
Suzuki:
- Lula para o ministro da Aeronáutica, a respeito do caos aéreo em Dez/2006, Brasília.
E outro aluno, num sussurro:
- Ai, agora fodeu de vez!
Suzuki:
- Lula de novo, após a queda do avião da TAM.
Um ótimo final de semana a todos, e até a próxima.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Tiro e queda
É certo que travamentos fossem mais freqüentes nas versões 9x/ME do Windows, mas é igualmente certo que as mais recentes ainda possam "dar pau"; basta um aplicativo mal comportado deixar de responder para o sistema se tornar lento ou inoperante.
Note que nem sempre é preciso reiniciar o computador para sair dessas “sinucas de bico”; em certos casos, é só pressionar Ctrl+Alt+Del e reiniciar o “explorer.exe”, ou então “matar” os processos rebeldes. Entretanto, pode haver dois ou mais processos associados ao mesmo aplicativo e, além da dificuldade de identificar todos eles (alguns têm nomes pra lá de nebulosos), o Gerenciador de Tarefas do XP pode não dar conta do recado: você seleciona o item problemático, clica em “Finalizar processo”, e ele simplesmente continua lá, desafiador. Aliás, isso aconteceu recentemente comigo (leia mais na postagem de anteontem), quando eu infelizmente ainda não conhecia o SuperF4 que encerra qualquer aplicativo insubmisso sem dó nem piedade, bastando para isso pressionar Ctrl+Alt+F4.
Se preferir, pressione a tecla com o logo do Windows combinada com F4 e veja que o ponteiro mouse assume a forma de uma caveira com duas tíbias cruzadas (como nas bandeiras dos piratas). Leve a caveirinha até a janela do programa, dê um clique e pronto: ele será encerrado no ato, esteja travado ou não.
Um ótimo dia a todos e até a próxima.
Note que nem sempre é preciso reiniciar o computador para sair dessas “sinucas de bico”; em certos casos, é só pressionar Ctrl+Alt+Del e reiniciar o “explorer.exe”, ou então “matar” os processos rebeldes. Entretanto, pode haver dois ou mais processos associados ao mesmo aplicativo e, além da dificuldade de identificar todos eles (alguns têm nomes pra lá de nebulosos), o Gerenciador de Tarefas do XP pode não dar conta do recado: você seleciona o item problemático, clica em “Finalizar processo”, e ele simplesmente continua lá, desafiador. Aliás, isso aconteceu recentemente comigo (leia mais na postagem de anteontem), quando eu infelizmente ainda não conhecia o SuperF4 que encerra qualquer aplicativo insubmisso sem dó nem piedade, bastando para isso pressionar Ctrl+Alt+F4.
Se preferir, pressione a tecla com o logo do Windows combinada com F4 e veja que o ponteiro mouse assume a forma de uma caveira com duas tíbias cruzadas (como nas bandeiras dos piratas). Leve a caveirinha até a janela do programa, dê um clique e pronto: ele será encerrado no ato, esteja travado ou não.
Um ótimo dia a todos e até a próxima.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
O calvário do Chrome
Passei a utilizar o Chrome regularmente depois que o Blogger ficou “de mal” do Internet Explorer (mais detalhes em http://fernandomelis.blogspot.com/2011/06/aviso-aos-navegantes-edicao-especial.html), e já estava pensando em promovê-lo a navegador padrão quando, sem qualquer motivo aparente, vieram os travamentos. De início, bastava fechar a aba problemática, mas logo se tornaria impossível fechar o próprio navegador e, mais adiante, encerrar o Windows e reiniciar o computador pelas vias tradicionais. Tentei resolver o problema de diversas maneiras, mas nenhuma delas funcionou, e o jeito foi desinstalar o Chrome – e aí começou realmente o meu calvário.
Como o desinstalador nativo não figurava na lista “Todos os programas” do menu Iniciar, eu fiz a remoção com o REVO, que para minha surpresa foi incapaz de remover dezenas de itens, mesmo depois de diversas reinicializações – que por sua vez demoraram uma eternidade. Após vários dias e um bocado de trabalho para recolocar o bonde nos trilhos, instalei o Firefox e o Safari – que funcionaram direitinho, embora o primeiro não exibisse as figuras nas minhas postagens e o segundo não memorizasse o Português para correção ortográfica, exigindo que eu refizesse a configuração a cada sessão. Resolvi então reinstalar o Chrome, mas fui brindado com mensagens de erro do tipo “FOI ENCONTRADA UMA INSTALAÇÃO CONFLITUOSA DO FRAME DO GOOGLE CHROME OU DO GOOGLE CHROME NO SISTEMA; DESINSTALE-O E TENTE NOVAMENTE”, ou “THIS COMPUTER ALREADY HAS A MORE RECENT VERSION OF GOOGLE CHROME. IF THE SOFTWARE IS NOT WORKING, PLEASE UNINSTALL GOOGLE CHROME AND DOWNLOAD IT AGAIN”, ou ainda “HOUVE UMA FALHA NA INSTALAÇÃO DEVIDO A UM ERRO NÃO-ESPECIFICADO, SE O GOOGLE CHROME ESTIVER EM EXECUÇÃO NO MOMENTO, FECHE-O E TENTE NOVAMENTE”.
Enfim, considerando a possibilidade de algum leitor passar por dificuldades semelhantes, segue abaixo o roteiro que eu utilizei (depois e horas fuçando os tópicos da ajuda da Google e fóruns de discussão na Web):
Quando for remover a versão problemática do Chrome – seja pelo desinstalador nativo, seja pelo Painel de Controle, seja com o auxílio de uma ferramenta dedicada como o REVO –, tome o cuidado de desativar seu antivírus e aplicativo de firewall, embora o melhor seja reiniciar o sistema no modo de segurança ou dar um “boot limpo” (mais detalhes em http://fernandomelis.blogspot.com/2007/02/deu-pau-quarta-parte.html).
Reinicie o Windows, rode o CCleaner e, se necessário, remova manualmente quaisquer resquícios associados ao navegador desinstalado (utilize o comando “Pesquisar” do XP). Abra a pasta Meu computador, clique em Ferramentas>Opções de pasta>Modo de exibição, navegue até “Pastas e arquivos ocultos” e marque a opção “Mostrar pastas e arquivos ocultos”. Confirme em Aplicar e dê OK.
Navegue por C:\Documents and settings\seu nome de usuário\Configurações locais\Dados de aplicativos\Google\Chrome. Clique no sinal de adição ao lado da pasta Chrome e remova a subpasta Aplications (mas mantenha a pasta User Data). Refaça os passos do item anterior e torne a marcar a opção “Não mostrar pastas e arquivos ocultos”, confirme em Aplicar e dê OK.
Abra o Editor do Registro (Iniciar>Executar, digite regedit e tecle Enter), navegue até HKEY_CURRENT_USER\Software\Google\Update e apague a chave {8A69D345-D564-463c-AFF1-A69D9E530F96} tanto da pasta Clients quando da ClentState. Feche o Editor e reinicie o computador.
Para mais informações sobre a desinstalação manual do Chrome, visite http://www.google.com/support/chrome/bin/answer.py?answer=111899.
Boa sorte
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terça-feira, 13 de setembro de 2011
Patch Tuesday e Atualizações Automáticas
Hoje é dia de PATCH TUESDAY – “pacote” de atualizações e correções que a Microsoft disponibiliza para seus produtos na segunda terça-feira feira de cada mês (geralmente no finalzinho da tarde).
Softwares atuais – notadamente os sistemas operacionais – são monstruosas obras de engenharia computacional compostas por milhões de linhas de código, e por serem escritos por pessoas (seres sabidamente falíveis), a ocorrência de Bugs (erros) é mais do que natural – até algum tempo atrás, considerava-se “normal” um erro para cada mil linhas de código.
Observação: "Bug" significa "inseto", em inglês. Quando os enormes mainframes de antigamente entravam em funcionamento, as mariposas, atraídas pelo calor, provocavam curtos-circuitos e queimavam as válvulas, razão pela qual o termo passou a designar defeitos, tanto de hardware como de software. Aliás, circuitos de placas-mãe e de expansão destruídos por formigas (que buscam abrigo e calor no interior do gabinete) não são exatamente incomuns, mesmo nos dias atuais.
Embora os programas sejam testados exaustivamente antes de seu lançamento comercial (para isso servem as versão alfa e beta), alguns problemas só vêm à tona mais adiante, quando então são corrigidos mediante patches (remendos) ou com o lançamento de novas versões. Ainda que nem todo Bug represente necessariamente uma falha de segurança, a maioria das brechas advém de erros no código dos programas, sendo importante, portanto, manter o sistema e os aplicativos sempre atualizados.
Para facilitar a vida dos usuários, o Windows integra um recurso (Atualizações Automáticas) que você pode acessar dando um clique direito em Meu Computador, selecionando Propriedades e clicando na guia respectiva. Feito isso, é só escolher uma das quatro opções:
• No modo “Automático” (recomendado), o Windows localiza, descarrega e instala as atualizações em segundo plano; você não é notificado e nem interrompido em seu trabalho
• Com a opção “Baixar atualizações, mas eu decidirei quando instalá-las”, o download é feito automaticamente e, o ícone do Windows Update que aparece na área de notificação irá convidá-lo a completar o processo.
• “Notificar-me de atualizações, mas não baixá-las ou instalá-las automaticamente” faz com que o Windows se limite a verificar e informar a existência de atualizações (nesse caso, quando o ícone do Windows Update aparecer na área de notificação, você precisará comandar manualmente o download e a instalação).
• Escolhendo “Desativar Atualizações Automáticas”, você precisará rodar o Windows Update regularmente para evitar que seu sistema fique vulnerável.
Note que as atualizações automáticas envolvem apenas correções críticas para o Windows e demais produtos Microsoft (suíte Office, por exemplo); para obter soluções opcionais, na página do Windows Update, clique em “Personalizadas”; para atualizar softwares de terceiros, localize a opção correspondente no menu Ferramentas ou Ajuda (caso ela não exista, se você não quiser visitar o website de cada fabricante, recorra ao excelente serviço online oferecido pela Secunia).
Vale lembrar também que determinadas atualizações só surtem efeito após a reinicialização do sistema, o que é um aborrecimento quando estamos fazendo alguma coisa importante que não desejamos interromper, ou quando temos diversos programas em execução e uma porção de janelas abertas. Para minimizar esse inconveniente, uma boa idéia é instalar o freeware CACHE MY WORK , que restaura tudo do jeitinho que estava antes da reinicialização.
Um ótimo dia a todos e até mais ler.
Softwares atuais – notadamente os sistemas operacionais – são monstruosas obras de engenharia computacional compostas por milhões de linhas de código, e por serem escritos por pessoas (seres sabidamente falíveis), a ocorrência de Bugs (erros) é mais do que natural – até algum tempo atrás, considerava-se “normal” um erro para cada mil linhas de código.
Observação: "Bug" significa "inseto", em inglês. Quando os enormes mainframes de antigamente entravam em funcionamento, as mariposas, atraídas pelo calor, provocavam curtos-circuitos e queimavam as válvulas, razão pela qual o termo passou a designar defeitos, tanto de hardware como de software. Aliás, circuitos de placas-mãe e de expansão destruídos por formigas (que buscam abrigo e calor no interior do gabinete) não são exatamente incomuns, mesmo nos dias atuais.
Embora os programas sejam testados exaustivamente antes de seu lançamento comercial (para isso servem as versão alfa e beta), alguns problemas só vêm à tona mais adiante, quando então são corrigidos mediante patches (remendos) ou com o lançamento de novas versões. Ainda que nem todo Bug represente necessariamente uma falha de segurança, a maioria das brechas advém de erros no código dos programas, sendo importante, portanto, manter o sistema e os aplicativos sempre atualizados.
Para facilitar a vida dos usuários, o Windows integra um recurso (Atualizações Automáticas) que você pode acessar dando um clique direito em Meu Computador, selecionando Propriedades e clicando na guia respectiva. Feito isso, é só escolher uma das quatro opções:
• No modo “Automático” (recomendado), o Windows localiza, descarrega e instala as atualizações em segundo plano; você não é notificado e nem interrompido em seu trabalho
• Com a opção “Baixar atualizações, mas eu decidirei quando instalá-las”, o download é feito automaticamente e, o ícone do Windows Update que aparece na área de notificação irá convidá-lo a completar o processo.
• “Notificar-me de atualizações, mas não baixá-las ou instalá-las automaticamente” faz com que o Windows se limite a verificar e informar a existência de atualizações (nesse caso, quando o ícone do Windows Update aparecer na área de notificação, você precisará comandar manualmente o download e a instalação).
• Escolhendo “Desativar Atualizações Automáticas”, você precisará rodar o Windows Update regularmente para evitar que seu sistema fique vulnerável.
Note que as atualizações automáticas envolvem apenas correções críticas para o Windows e demais produtos Microsoft (suíte Office, por exemplo); para obter soluções opcionais, na página do Windows Update, clique em “Personalizadas”; para atualizar softwares de terceiros, localize a opção correspondente no menu Ferramentas ou Ajuda (caso ela não exista, se você não quiser visitar o website de cada fabricante, recorra ao excelente serviço online oferecido pela Secunia).
Vale lembrar também que determinadas atualizações só surtem efeito após a reinicialização do sistema, o que é um aborrecimento quando estamos fazendo alguma coisa importante que não desejamos interromper, ou quando temos diversos programas em execução e uma porção de janelas abertas. Para minimizar esse inconveniente, uma boa idéia é instalar o freeware CACHE MY WORK , que restaura tudo do jeitinho que estava antes da reinicialização.
Um ótimo dia a todos e até mais ler.
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Navegadores e atualizações
Conforme dissemos no post da última quinta-feira, o Firefox vem sendo atualizado em intervalos cada vez mais curtos. No dia 18 do mês passado, a versão 6 foi iberada, prometendo melhorar significativamente o desempenho do browser (tanto no tempo de inicialização quanto na velocidade de abertura de sites).
Observação: Eu não notei grandes diferenças, e testes com o programa de benchmarking Peacekeeper revelam que ela perde não só para a versão anterior quanto para o IE9 e o para o Chrome. Por outro lado, a exibição das URLs na barra de endereços ajuda a diferenciar uma página legítima de um domínio suspeito, e se você digitar “about:permissions” na barra de endereços, poderá configurar quais páginas poderão coletar cookies ou exibir pop-ups, por exemplo, bem como personalizar a navegação escolhendo portais confiáveis.
Concomitantemente, foi lançado o Beta da versão 7 (saiba mais e faça o download em http://www.mozilla.com/pt-BR/firefox/channel/), que deve reduzir em 50% o consumo de memória, além de agilizar a sincronização de senhas e favoritos e oferecer um complemento (opcional) para medir o desempenho do software. E ainda que o modelo estável esteja programado somente para o final de setembro, o Firefox 8 já deve chegar no início de novembro.
Considerando que manter o navegador atualizado é uma questão de segurança, e que muitos usuários não sabem como fazer isso, segue um breve resumo:
Por ser um componente nativo do Windows, o INTERNET EXPLORER é atualizado via Windows Update ou pelas atualizações automáticas (caso você as tenha habilitado). Note que a versão 9 não está disponível para usuários do XP.
No FIREFOX, clique no menu Ajuda, selecione a entrada Sobre o Firefox e, ao final do download, reinicie o navegador. Nas versões anteriores à 4, clique em Verificar atualizações (também no menu Ajuda), aguarde o download e reinicie o navegador.
Para atualizar o CHROME, clique em Ferramentas (ícone de uma chave inglesa, logo à direita da barra de endereços), escolha a opção Sobre Google Chrome e acompanhe o progresso na parte inferior da janelinha. Caso o browser não esteja atualizado, o download será feito automaticamente; aguarde a conclusão e reinicie o navegador.
No SAFARI, a atualização não é feita através da janela do navegador, mas sim pelo Apple Software Update. Clique em Iniciar>Todos os programas, selecione a entrada correspondente e siga as instruções na tela.
No OPERA, clique no menu Ajuda e em Verificar atualizações. Aguarde a transferência dos arquivos e clique em Instalar agora (recomendável) ou Instalar mais tarde. Também é preciso reiniciar o navegador para a atualização surtir efeito.
Bom dia a todos e até mais ler.
Observação: Eu não notei grandes diferenças, e testes com o programa de benchmarking Peacekeeper revelam que ela perde não só para a versão anterior quanto para o IE9 e o para o Chrome. Por outro lado, a exibição das URLs na barra de endereços ajuda a diferenciar uma página legítima de um domínio suspeito, e se você digitar “about:permissions” na barra de endereços, poderá configurar quais páginas poderão coletar cookies ou exibir pop-ups, por exemplo, bem como personalizar a navegação escolhendo portais confiáveis.
Concomitantemente, foi lançado o Beta da versão 7 (saiba mais e faça o download em http://www.mozilla.com/pt-BR/firefox/channel/), que deve reduzir em 50% o consumo de memória, além de agilizar a sincronização de senhas e favoritos e oferecer um complemento (opcional) para medir o desempenho do software. E ainda que o modelo estável esteja programado somente para o final de setembro, o Firefox 8 já deve chegar no início de novembro.
Considerando que manter o navegador atualizado é uma questão de segurança, e que muitos usuários não sabem como fazer isso, segue um breve resumo:
Por ser um componente nativo do Windows, o INTERNET EXPLORER é atualizado via Windows Update ou pelas atualizações automáticas (caso você as tenha habilitado). Note que a versão 9 não está disponível para usuários do XP.
No FIREFOX, clique no menu Ajuda, selecione a entrada Sobre o Firefox e, ao final do download, reinicie o navegador. Nas versões anteriores à 4, clique em Verificar atualizações (também no menu Ajuda), aguarde o download e reinicie o navegador.
Para atualizar o CHROME, clique em Ferramentas (ícone de uma chave inglesa, logo à direita da barra de endereços), escolha a opção Sobre Google Chrome e acompanhe o progresso na parte inferior da janelinha. Caso o browser não esteja atualizado, o download será feito automaticamente; aguarde a conclusão e reinicie o navegador.
No SAFARI, a atualização não é feita através da janela do navegador, mas sim pelo Apple Software Update. Clique em Iniciar>Todos os programas, selecione a entrada correspondente e siga as instruções na tela.
No OPERA, clique no menu Ajuda e em Verificar atualizações. Aguarde a transferência dos arquivos e clique em Instalar agora (recomendável) ou Instalar mais tarde. Também é preciso reiniciar o navegador para a atualização surtir efeito.
Bom dia a todos e até mais ler.
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
E-mail da hora, aniversário do Blog e humor...
De início, os provedores ofereciam espaços miseráveis para nossas caixas postais, levando-nos a recorrer a programas clientes como o Outlook e o Outlook Express, mas a coisa começou a mudar em 2004, quando o Google criou o Gmail, que concedia inicialmente 1 GB de espaço gratuito. Atualmente, com espaço quase que ilimitado, os provedores nos permitem guardar toneladas de mensagens sem comprometer o ingresso de novos e-mails, conquanto isso não nos desobrigue de "dar uma geral", de tempos em tempos, para excluir aquilo que já foi lido (e se não foi, talvez já nem faça mais sentido manter), além das miríades de spam.
Usando o Gmail como exemplo, comece a “arrumar a casa” apagando o spam. Basta localizar a pasta respectiva na coluna à esquerda, abri-a, selecionar os itens indesejados e clicar no botão Excluir definitivamente.
Para identificar as mensagens mais “pesadas”, pesquise no campo de busca do serviço com o operador filename: seguido da extensão dos arquivos mais “gulosos” (.PPS, .WMV, .MP3, e por aí vai).Usando o operador before:, você encontrará mensagens antigas e poderá excluir as que não servem mais para nada (por exemplo, “before:2008/10/10”), e se digitar “has:attachment before:2008/10/10”, matará dois coelhos com uma só cajadada (isso implicará na exibição de mensagens antigas com anexos volumosos).
Já para varrer e-mails reencaminhados (correntes, piadinhas e coisas afins), digite subject: seguido de Fw (subject:Fw), e como geralmente não faz sentido guardar as mensagens temporárias que o serviço salva automaticamente em Rascunhos, abra a pasta em questão e apague tudo que for supérfluo.
Ao final, faça o mesmo com a pasta Enviados e esvazie também a Lixeira.
Nosso Blog completa hoje seu quinto aniversário – algo surpreendente, considerando que minha idéia era tirá-lo do ar tão logo a edição Blogs & Websites da Coleção Guia Fácil Informática ficasse pronta.
Conforme já mencionei em outras oportunidades, a atenção e o carinho de alguns leitores me estimularam a levá-lo adiante, e aqui estamos nós, cinco anos depois, com cerca de 1.400 postagens, 96 seguidores (ops, de ontem para cá, baixamos para 94) e quase 3.800 visualizações do meu perfil completo (ainda que não sejam expressivos, esses números não deixam de ser alvissareiros, pois no aniversário passado eram pouco mais de 60 seguidores e 2.600 visualizações de perfil).
Visitantes vão e vêm, é verdade... Alguns acompanham os posts por meses a fio, deixando comentários em quase todos eles, e num belo dia desaparecem como fumaça; outros ressurgem depois de meses (ou anos), e daí tornam a sumir do mapa (ou pelo menos da seção de comentários). Particularmente, tenho minhas reservas em relação a estatísticas e coisa e tal – afinal, ninguém com a cabeça no forno e os pés no freezer se sente confortável, mesmo que, na média, a temperatura possa ser considerada agradável –, mas as informações fornecidas pelo Blogger dão conta de que as visualizações de páginas vêm crescendo, ainda que lenta e gradualmente. Enfim, agradeço a atenção de todos que por aqui passaram nestes cinco anos e espero ter novo balanço positivo a comemorar no próximo aniversário.
E como o bolo, o champagne e a picanha são meramente virtuais, querendo, clique e ouça:
Passemos ao nosso tradicional humor de sexta-feira:
O Papa veio ao Brasil em missão não oficial, e Negão, o melhor motorista da Sé, o aguardava.
Negão não passava dos 80 Km/h, e o Papa pedia:
- Negón, piú veloce, per favore.
- Santidade, não posso. Dá multa. Desmoraliza a Sé.
O Papa, impaciente:
- Negón, passe a qui, per favore. Dammi l'auto.
O Negão ficou no banco de trás e o próprio Papa foi levando o carro, agora a 150 km/h. À frente, um policial rodoviário os interceptou, mas quando viu quem era, passou um rádio para chefe e sussurrou discretamente:
- Chefe, peguei um cara importante voando na Dutra. Não sei o que fazer!
- Um deputado?
- Não chefe, é mais importante.
- É um senador?
- Não chefe, é mais importante ainda.
- O presidente?
- É mais importante que o próprio presidente, chefe...
- Puxa, então só pode ser o Papa!
- Que nada chefe, o Papa é apenas o motorista, acho que é São Benedito!
Bom final de semana a todos e até mais ler.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Firefox x Segurança
Do ponto de vista da segurança, é sempre recomendável migrar para as versões mais recentes dos softwares, que geralmente integram correções para bugs e brechas e, em muitos casos, funções adicionais, novos recursos e outros que tais. No entanto, há casos em que upgrades resultam em interfaces menos amigáveis, no sumiço de menus e opções com as quais o usuário já está acostumado, ou mesmo num aumento das exigências de hardware que torne o aplicativo incompatível com os recursos da máquina. Para piorar, a maioria das empresas costuma manter em seus servidores apenas as últimas versões dos softwares (nesses casos, o site http://www.oldversion.com/ pode ser uma mão na roda para o downgrade, já que oferece versões antigas de um vasto leque de programas gratuitos).
Muita gente vem fugindo do IE devido à sua pretensa insegurança, mas às vezes isso é como pular da frigideira para o fogo. O Firefox vem sendo remodelado em intervalos cada vez mais curtos (até algum tempo atrás, o cronograma oficial previa uma nova versão a cada ano). À primeira vista, isso pode parecer algo positivo, mas não é essa a opinião de Tyler Downer – ex-colaborador da Fundação Mozilla –, segundo o qual cerca de 2.600 bugs que precisam ter a veracidade confirmada estão sem verificação há mais de 150 dias (saiba mais em http://tylerdowner.wordpress.com/2011/08/27/some-clarification-and-musings/).
Bom dia a todos e até mais ler.
Muita gente vem fugindo do IE devido à sua pretensa insegurança, mas às vezes isso é como pular da frigideira para o fogo. O Firefox vem sendo remodelado em intervalos cada vez mais curtos (até algum tempo atrás, o cronograma oficial previa uma nova versão a cada ano). À primeira vista, isso pode parecer algo positivo, mas não é essa a opinião de Tyler Downer – ex-colaborador da Fundação Mozilla –, segundo o qual cerca de 2.600 bugs que precisam ter a veracidade confirmada estão sem verificação há mais de 150 dias (saiba mais em http://tylerdowner.wordpress.com/2011/08/27/some-clarification-and-musings/).
Bom dia a todos e até mais ler.
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
MALWAREBYTES ANTI-MALWARE
Complementando o que foi dito na postagem do último dia 18, o MALWAREBYTES ANTI-MALWARE é outra excelente solução para garantir a saúde do sistema em relação a vírus e pragas que tais. E como ele não oferece proteção em tempo real, você pode utilizá-lo como complemento do seu antivírus residente, pois ele é capaz de localizar e eliminar ameaças que nem sempre são identificadas por outras ferramentas. De quebra, a versão freeware do programinha inclui ainda o FILEASSASSIN, que ajuda a remover arquivos bloqueados (saiba mais em www.fernandomelis.blogspot.com/2009/07/desinstalar-e-preciso.html) .
Para mais informações e download do MBAM, visite http://www.malwarebytes.org/.
Observação: Ao contrário do que se costuma imaginar, manter dois antivírus ativos e operantes não resulta em proteção dobrada para o computador. Conforme já dissemos em várias oportunidades, essa prática não só resulta num aumento substancial dos recursos da máquina (processamento e memória) como pode gerar conflitos, falsos positivos e instabilidades no sistema (se ambas as ferramentas detectarem e bloquearem uma mesma ameaça, por exemplo, é possível que nenhuma delas seja capaz de removê-la). No entanto, isso não se aplica a antispywares, antispams e assemelhados, que podem coexistir pacificamente e até complementar o trabalho do antivírus propriamente dito.
Um ótimo feriado a todos e até quinta, se Deus quiser.
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Programar é preciso
Antes de passar ao tema de hoje, vale salientar que meu amigo de além-mar José Viegas se dignou de complementar o que eu disse sobre o Java no post da última quinta-feira, mas achou por bem fazê-lo em seu próprio site, notadamente devido à complexidade do tema e extensão do texto. Pelos mesmos motivos, também a mim parece inadequado reproduzir aqui as considerações que ele publicou lá, de maneira que me limito a fornecer o link para a primeira das três postagens, que é http://www.mundopaspalho.com/2011/09/02/java-nao-e-so-na-indonesia-parte-1/. Assim, quem quiser cotejar minhas humildes colocações sobre o Java com a aula que um verdadeiro especialista está ministrando a meu pedido, é só visitar o espaço Mundo Paspalho.
Talvez a maior vantagem do Correio Eletrônico em relação ao Serviço Postal convencional seja a celeridade: instantes após você no botão “enviar” do seu serviço de Webmail ou programa cliente, a mensagem aparece como por encanto na caixa postal do destinatário (se ele vai ou não lê-la imediatamente, aí já é outra história).
Há casos, todavia, em que pode ser interessante programar uma mensagem (para cumprimentar um amigo que aniversaria na semana seguinte, por exemplo). Se você usa o Outlook 2003, basta clicar em Opções, assinalar a caixa de verificação "Não entregar antes de" e definir data e horário para a remessa. Note, porém, que o e-mail só será entregue conforme o programado se na data e hora pré-definidas seu computador estiver ligado, conectado, e com o Outlook aberto.
Por conta disso, talvez seja mais prático utilizar o LetterMeLater. O serviço é gratuito e requer apenas a criação de uma conta e o cadastro do(s) e-mail(s) que deverá(ão) figurar como remetente(s) nas mensagens agendadas. Da primeira vez, você precisa escolher uma faixa de fuso-horário e confirmar o endereço eletrônico cadastrado – para o qual o LetterMeLatter enviará uma mensagem com um link de ratificação. Depois é só compor o texto, preencher o campo assunto, definir o(s) destinatário(s) e selecionar a(s) data(s) e horário(s) para o envio. É possível até mesmo programar mensagens sem acessar o site (veja como em http://www.lettermelater.com/forum.php?id=2).
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
7Zip e Humor de Sexta-feira
O XP é capaz de manipular arquivos zipados através de um recurso nativo (Pastas Compactadas) que costuma “desaparecer” quando instalamos um software de terceiros como o popular WinZip, pois esses programas normalmente assumem as funções de compactador/descompactador padrão do sistema. Vale lembrar que as “Pastas Compactadas” do Windows servem também como ferramenta de segurança, pois permitem manter informações confidenciais longe de olhos curiosos. Para tanto, dê um clique direito num ponto vazio do Desktop, selecione Novo > Pasta e recolha para dentro da nova pasta todos os documentos que você queira proteger. Feito isso, dê um clique direito sobre ela e selecione Enviar para... > Pasta compactada. Abra a pasta compactada, clique no menu Arquivo, clique em Adicionar Senha, insira uma senha, confirme e clique em OK. A partir daí, o conteúdo dessa pasta só poderá ser acessado por quem conhecer sua senha, mas não deixe de fazer um backup dos arquivos num CD-R ou pendrive – não só para o caso de esquecer a senha, mas também porque essa proteção não impede que você ou outro usuário exclua a pasta acidentalmente e esvazie a lixeira.
Vale lembrar também que o ZIP é apenas um dos muitos formatos para compressão – e não necessariamente o melhor –, e que o 7-Zip (gratuito e de código aberto) lida tanto com arquivos ZIP (e outros formatos como RAR, ARJ, CAB, BZ2, etc.) quanto com o 7z, mais avançado e eficiente, cuja taxa de compressão é impressionante; se você lida freqüentemente com arquivos compactados, não deixe de experimentar. Se preferir, faça o download a partir do Baixaki (http://www.baixaki.com.br/download/7-zip.htm), que oferece mais informações e dá dicas importantes para o uso do programa.
Passemos agora ao nosso tradicional humor de sexta-feira:
Oração do Joãozinho:
-Senhor Todo Poderoso, há 2 anos o Senhor levou meu cantor favorito, Michael Jackson; meu locutor favorito, Lombardi; meu ator preferido, Patrick Swayze; minha dançarina preferida, Lacraia, e neste ano levou minha cantora favorita, Amy Winehouse! Quero lembrar ao Senhor que meus políticos preferidos são: Lula, Sarney, Paulo Maluf, Collor, Renan Calheiros, Serra, Sérgio Cabral, Garotinho, Marta Suplicy... Coloque-os na ordem de sua preferência, amém!
Bom final de semana a todos.
Vale lembrar também que o ZIP é apenas um dos muitos formatos para compressão – e não necessariamente o melhor –, e que o 7-Zip (gratuito e de código aberto) lida tanto com arquivos ZIP (e outros formatos como RAR, ARJ, CAB, BZ2, etc.) quanto com o 7z, mais avançado e eficiente, cuja taxa de compressão é impressionante; se você lida freqüentemente com arquivos compactados, não deixe de experimentar. Se preferir, faça o download a partir do Baixaki (http://www.baixaki.com.br/download/7-zip.htm), que oferece mais informações e dá dicas importantes para o uso do programa.
Passemos agora ao nosso tradicional humor de sexta-feira:
Oração do Joãozinho:
-Senhor Todo Poderoso, há 2 anos o Senhor levou meu cantor favorito, Michael Jackson; meu locutor favorito, Lombardi; meu ator preferido, Patrick Swayze; minha dançarina preferida, Lacraia, e neste ano levou minha cantora favorita, Amy Winehouse! Quero lembrar ao Senhor que meus políticos preferidos são: Lula, Sarney, Paulo Maluf, Collor, Renan Calheiros, Serra, Sérgio Cabral, Garotinho, Marta Suplicy... Coloque-os na ordem de sua preferência, amém!
Bom final de semana a todos.
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Entre a Cruz e a Caldeirinha
Outra questão suscitada pelo HILTON (vide postagem anterior) remete à conveniência de se desabilitar o plugin do JAVA – providência recomendada por muitos especialistas em segurança. Antes de entrar nesse mérito, todavia, vamos relembrar que o Java é uma plataforma/linguagem de programação criada pela SUN na década de 90 e amplamente utilizada em computadores, datacenters, celulares, smartphones, consoles de jogos, set-top boxes, impressoras, webcams etc. Sua grande vantagem é ser multiplataforma – ou seja, permitir a criação de aplicativos capazes de rodar em praticamente qualquer sistema operacional. Enquanto softwares desenvolvidos em outras linguagens requerem modificações substanciais para se compatibilizar com outros sistemas (ou mesmo com outras versões do mesmo sistema), isso não ocorre no Java, pois uma “máquina virtual” faz o papel de ponte entre os programas e o SO.
Ao fazer o download do Java, obtemos o Java Runtime Environment, que consiste na tal máquina virtual (JVM), as bibliotecas de suporte da plataforma e o plugin que permite a execução dos applets (mini-aplicativos) Java em diversos navegadores.
No que tange à insegurança, o “xis” do problema não está no Java propriamente dito, mas no plugin. Empresas de segurança vêm esse implemento como um dos expedientes mais utilizados para burlar as proteções do sistema operacional. Aliás, segundo a Kaspersky, a vulnerabilidade mais comum em PCs remete justamente a falhas no Java Runtime Environment, que podem ser exploradas por sites maliciosos através do tal plugin (um verdadeiro presente para criadores de códigos maliciosos).
Observação: Convém ter em mente que os softwares atuais são obras complexas de engenharia computacional, e como a quantidade de bugs (erros) tende a crescer na razão direta do aumento do número de linhas de código, a conclusão é óbvia. A propósito, alguns detratores do Windows o apelidaram de “colcha de retalhos” – devido à quantidade de remendos que a Microsoft disponibiliza regularmente para corrigir suas falhas. No entanto, se os desenvolvedores fazem sua parte criando correções para os problemas, cabe-nos fazer a nossa baixando e instalando as correções.
Os applets Java não têm permissão para alterar arquivos do sistema, mas o sandbox (mecanismo que limita a execução de funções especiais) está sujeito a erros que resultam em brechas de segurança e permitem a instalação de códigos maliciosos. A Oracle – atualmente responsável pelo Java – conserta as vulnerabilidades conforme elas são identificadas, mas como o miniaplicativo do Java (criado Painel de Controle do Windows por ocasião da instalação do programa) vem configurado para buscar atualizações somente uma vez por mês, corremos o risco de passar semanas usando uma versão insegura. É certo que sua aba “Atualizações” permite ajustar a periodicidade e o horário em que a busca deva ser empreendida, mas isso nem sempre funciona direito – da mesma forma que o botão “Atualizar agora” e os comandos da aba “Avançados” que permitem desabilitar o plugin no IE e no Firefox. Para piorar, mesmo com a versão mais nova do Java instalada, os applets que rodam dentro do navegador podem “liberar geral” (a tela exibida tem apenas dois botões: “Executar” e “Cancelar”; um clique no botão errado e pronto: o computador está infectado).
Passando agora à “pergunta de ouro”, devemos ou não desabilitar o plugin do Java em nossos navegadores? Infelizmente, a resposta vai além de um simples “sim” ou “não”, pois toda essa conjunção de fatores nos deixa entre a cruz e cruz e a caldeirinha. Desativar um recurso significa abrir mão da sua funcionalidade, mas o procedimento básico para deixar qualquer sistema seguro é desativar tudo aquilo que não usamos.
Navegar na web com o Java habilitado é indiscutivelmente inseguro, notadamente devido a erros no sandbox e à possibilidade de um clique acidental em “Executar”. Por outro lado, há situações em que os applets são imprescindíveis – como no site do Banco do Brasil, onde, até algum tempo atrás, o net banking dependia desse recurso (atualmente, se o acesso for feito via Internet Explorer ou Firefox, o plugin do Java não é necessário). Aliás, a maioria das instituições financeiras vem dispensando o plugin do Java, independentemente da plataforma e/ou navegador, de modo que cada usuário deve proceder conforme suas necessidades. Uma alternativa interessante é usar o Firefox com o plugin NoScript, que permite criar uma lista de sites confiáveis onde o Java será permitido (note, porém, que o plugin do Java precisa estar ativado; somente a opção Proibir Java do NoScript, configurável em “Opções”, na lista de complementos, é que deve ficar desativada).
Enfim, para desativar o plugin do Java no Internet Explorer, clique em Ferramentas > Opções da Internet > Programas > Gerenciar complementos, localize o Java, desabilite os complementos a ele relacionados e reinicie o navegador. (Se o Java não estiver sendo exibido, verifique se a opção “Todos os complementos” está selecionada no menu “Mostrar”, na porção esquerda da tela). No Firefox, clique no menu “Ferramentas”, selecione “Complementos”, “Plugins”, localize as opções relacionadas ao Java e clique em “Desativar”. No Chrome, digite chrome://plugins na barra de endereços, localize o Java na lista e clique em Desativar.
Observação: Como programação não é a minha praia, não vou me arriscar a lucubrações que transcendem meus pífios conhecimentos; fica aqui o convite ao meu amigo José Viegas, do Blog Mundo Paspalho, que é especialista no assunto e talvez queira fazer a gentileza de preencher as lacunas.
Um ótimo dia a todos e até mais ler.
Ao fazer o download do Java, obtemos o Java Runtime Environment, que consiste na tal máquina virtual (JVM), as bibliotecas de suporte da plataforma e o plugin que permite a execução dos applets (mini-aplicativos) Java em diversos navegadores.
No que tange à insegurança, o “xis” do problema não está no Java propriamente dito, mas no plugin. Empresas de segurança vêm esse implemento como um dos expedientes mais utilizados para burlar as proteções do sistema operacional. Aliás, segundo a Kaspersky, a vulnerabilidade mais comum em PCs remete justamente a falhas no Java Runtime Environment, que podem ser exploradas por sites maliciosos através do tal plugin (um verdadeiro presente para criadores de códigos maliciosos).
Observação: Convém ter em mente que os softwares atuais são obras complexas de engenharia computacional, e como a quantidade de bugs (erros) tende a crescer na razão direta do aumento do número de linhas de código, a conclusão é óbvia. A propósito, alguns detratores do Windows o apelidaram de “colcha de retalhos” – devido à quantidade de remendos que a Microsoft disponibiliza regularmente para corrigir suas falhas. No entanto, se os desenvolvedores fazem sua parte criando correções para os problemas, cabe-nos fazer a nossa baixando e instalando as correções.
Os applets Java não têm permissão para alterar arquivos do sistema, mas o sandbox (mecanismo que limita a execução de funções especiais) está sujeito a erros que resultam em brechas de segurança e permitem a instalação de códigos maliciosos. A Oracle – atualmente responsável pelo Java – conserta as vulnerabilidades conforme elas são identificadas, mas como o miniaplicativo do Java (criado Painel de Controle do Windows por ocasião da instalação do programa) vem configurado para buscar atualizações somente uma vez por mês, corremos o risco de passar semanas usando uma versão insegura. É certo que sua aba “Atualizações” permite ajustar a periodicidade e o horário em que a busca deva ser empreendida, mas isso nem sempre funciona direito – da mesma forma que o botão “Atualizar agora” e os comandos da aba “Avançados” que permitem desabilitar o plugin no IE e no Firefox. Para piorar, mesmo com a versão mais nova do Java instalada, os applets que rodam dentro do navegador podem “liberar geral” (a tela exibida tem apenas dois botões: “Executar” e “Cancelar”; um clique no botão errado e pronto: o computador está infectado).
Passando agora à “pergunta de ouro”, devemos ou não desabilitar o plugin do Java em nossos navegadores? Infelizmente, a resposta vai além de um simples “sim” ou “não”, pois toda essa conjunção de fatores nos deixa entre a cruz e cruz e a caldeirinha. Desativar um recurso significa abrir mão da sua funcionalidade, mas o procedimento básico para deixar qualquer sistema seguro é desativar tudo aquilo que não usamos.
Navegar na web com o Java habilitado é indiscutivelmente inseguro, notadamente devido a erros no sandbox e à possibilidade de um clique acidental em “Executar”. Por outro lado, há situações em que os applets são imprescindíveis – como no site do Banco do Brasil, onde, até algum tempo atrás, o net banking dependia desse recurso (atualmente, se o acesso for feito via Internet Explorer ou Firefox, o plugin do Java não é necessário). Aliás, a maioria das instituições financeiras vem dispensando o plugin do Java, independentemente da plataforma e/ou navegador, de modo que cada usuário deve proceder conforme suas necessidades. Uma alternativa interessante é usar o Firefox com o plugin NoScript, que permite criar uma lista de sites confiáveis onde o Java será permitido (note, porém, que o plugin do Java precisa estar ativado; somente a opção Proibir Java do NoScript, configurável em “Opções”, na lista de complementos, é que deve ficar desativada).
Enfim, para desativar o plugin do Java no Internet Explorer, clique em Ferramentas > Opções da Internet > Programas > Gerenciar complementos, localize o Java, desabilite os complementos a ele relacionados e reinicie o navegador. (Se o Java não estiver sendo exibido, verifique se a opção “Todos os complementos” está selecionada no menu “Mostrar”, na porção esquerda da tela). No Firefox, clique no menu “Ferramentas”, selecione “Complementos”, “Plugins”, localize as opções relacionadas ao Java e clique em “Desativar”. No Chrome, digite chrome://plugins na barra de endereços, localize o Java na lista e clique em Desativar.
Observação: Como programação não é a minha praia, não vou me arriscar a lucubrações que transcendem meus pífios conhecimentos; fica aqui o convite ao meu amigo José Viegas, do Blog Mundo Paspalho, que é especialista no assunto e talvez queira fazer a gentileza de preencher as lacunas.
Um ótimo dia a todos e até mais ler.
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Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Microsoft Security Essentials
No jargão popular, o termo “pai-coruja” define aquele que só vê virtudes no rebento, e resguardadas as devidas proporções, também se aplica a fabricantes de produtos: de automóveis a eletrodomésticos, passando por computadores, sistemas e programas, os “nossos” são sempre os melhores, não importa o que fale a concorrência. Digo isso por conta de um e-mail que recebi do Hilton (leitor que nos acompanha lá dos EUA), remetendo a uma avaliação do AV-TEST (clique aqui para conferir), que relegou o MS SECURITY ESSENTIALS ao penúltimo lugar no ranking dos programas de segurança avaliados. Aliás, o programinha tampouco se saiu bem aos olhos do Olhar Digital (se me perdoam o trocadilho), como atesta nosso amigo Victor Faria em seu Blog Papo de Informática, mas eu poderia elencar diversas matérias que o elogiam, como a publicada pelo Tecmundo, por exemplo, que fez uma avaliação parecida e considerou MSE a melhor entre as ferramentas gratuitas de segurança (clique aqui para saber mais).
Vale lembrar que a MICROSOFT “pisou nos calos” de muita gente para chegar aonde chegou, e não lhe faltam detratores – notadamente entre os defensores mais exacerbados do open source. Demais disso, o resultado desses testes costuma variar devido a diversos fatores (dentre os quais a metodologia e a amostragem de pragas). Traçando um paralelo com a versão 6 do Firefox, que recebeu aprimoramentos visando precipuamente o desempenho, testes realizados com o benchmarking Peacekeeper dão conta de que ela perde tanto para sua antecessora quanto para o IE9 e o para o Chrome. Vá entender.
Para concluir, reafirmo minha opinião sobre o Essentials, que roda de forma praticamente imperceptível, atualiza-se automaticamente e oferece proteção em tempo real contra vírus, spywares e outros tipos de softwares mal-intencionados, além de ser gratuito e compatível tanto com o XP (32-bit) quanto com o Vista e o Seven (há versões para 32 e 64-bit). Confesso que só não o mantive em uso porque já havia feito a revalidação do meu Norton 360 4.0, e dinheiro não dá em árvores.
Mesmo assim, reconheço que minha avaliação não foi além do estritamente necessário para conhecer melhor as funções e recursos do programa. Seria como num test-drive, que apenas dá uma idéia do que esperar do veículo em vista, já que só teremos elementos para formar uma opinião abalizada depois de utilizá-lo por semanas (ou meses), tanto em percursos urbanos quanto em rodovias – quando então já será tarde demais para arrependimentos.
Era isso, pessoal; um ótimo dia a todos e até a próxima.
Vale lembrar que a MICROSOFT “pisou nos calos” de muita gente para chegar aonde chegou, e não lhe faltam detratores – notadamente entre os defensores mais exacerbados do open source. Demais disso, o resultado desses testes costuma variar devido a diversos fatores (dentre os quais a metodologia e a amostragem de pragas). Traçando um paralelo com a versão 6 do Firefox, que recebeu aprimoramentos visando precipuamente o desempenho, testes realizados com o benchmarking Peacekeeper dão conta de que ela perde tanto para sua antecessora quanto para o IE9 e o para o Chrome. Vá entender.
Para concluir, reafirmo minha opinião sobre o Essentials, que roda de forma praticamente imperceptível, atualiza-se automaticamente e oferece proteção em tempo real contra vírus, spywares e outros tipos de softwares mal-intencionados, além de ser gratuito e compatível tanto com o XP (32-bit) quanto com o Vista e o Seven (há versões para 32 e 64-bit). Confesso que só não o mantive em uso porque já havia feito a revalidação do meu Norton 360 4.0, e dinheiro não dá em árvores.
Mesmo assim, reconheço que minha avaliação não foi além do estritamente necessário para conhecer melhor as funções e recursos do programa. Seria como num test-drive, que apenas dá uma idéia do que esperar do veículo em vista, já que só teremos elementos para formar uma opinião abalizada depois de utilizá-lo por semanas (ou meses), tanto em percursos urbanos quanto em rodovias – quando então já será tarde demais para arrependimentos.
Era isso, pessoal; um ótimo dia a todos e até a próxima.
Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Tablets
Depois dos notebooks e dos netbooks, a “bola da vez” são as tablets, que vêm disputando com os smartphones a preferência dos aficionados por gadgets e novidades afins.
Semelhantes aos e-readers em tamanho e formato, esses aparelhos oferecem recursos que vão bem além da simples leitura de arquivos; em última análise, eles combinam a funcionalidade dos PCs convencionais com a portabilidade dos smartphones, proporcionando uma excelente experiência para quem quer navegar na Web, jogar, gerenciar e-mails e assistir a vídeos, por exemplo, conquanto não sejam muito práticos para criação de conteúdo, processamento de texto e tarefas que tais.
Para ser considerado como tablet, o aparelho deve ter a touch screen como principal recurso para comandos e entrada de dados – embora alguns modelos ofereçam teclados deslizantes ou aceitam teclados Bluetooth. No entanto, como suas telas são bem maiores que as dos telefoninhos inteligentes (onde qualquer descuido pode fechar o navegador em vez de abrir o link que você deseja acessar, por exemplo), seu uso no dia-a-dia é bastante é bastante amigável.
Escolher entre uma tablet e um laptop é mais uma questão de preferência pessoal do que qualquer outra coisa. Cada arquitetura tem suas vantagens e desvantagens, de modo que é importante você estabelecer seu perfil de usuário e a partir daí encontrar a solução que melhor atenda suas necessidades e possibilidades. Tanto num caso como noutro, os preços variam conforme a marca, o modelo e os recursos do aparelho, e as diferenças nem sempre são óbvias: antes de sacar seu poderoso cartão de crédito, analise as dimensões da tela, o tamanho e o peso do modelo, a autonomia da bateria, as opções de conectividade, os acessórios incluídos, e só faça comparações de preços entre produtos de características semelhantes.
No que concerne ao hardware, telas resistivas são mais baratas, mas menos sensíveis do que as capacitivas. O tamanho varia entre 7 e 10,1 polegadas (telas menores favorecem a portabilidade, mas as maiores são bem mais confortáveis de usar). No mais, 1 GB de RAM costuma ser suficiente, especialmente com um processador dual core como o TEGRA2, da NVIDIA, que, combinado com o Android, resulta numa solução bastante confiável – existem diversas opções de SO para tablets, mas as mais comuns são o iOS4 (para produtos da Apple) e o Android OS - que também equipa diversos modelos de smartphones. Note que o sistema escolhido definirá os apps (aplicativos) que você poderá instalar no seu aparelho; caso venha a optar pelo Android, assegure-se de que a versão seja 3.x (desenvolvida especialmente para tablets).
Um ótimo dia a todos e até mais ler.
Semelhantes aos e-readers em tamanho e formato, esses aparelhos oferecem recursos que vão bem além da simples leitura de arquivos; em última análise, eles combinam a funcionalidade dos PCs convencionais com a portabilidade dos smartphones, proporcionando uma excelente experiência para quem quer navegar na Web, jogar, gerenciar e-mails e assistir a vídeos, por exemplo, conquanto não sejam muito práticos para criação de conteúdo, processamento de texto e tarefas que tais.
Para ser considerado como tablet, o aparelho deve ter a touch screen como principal recurso para comandos e entrada de dados – embora alguns modelos ofereçam teclados deslizantes ou aceitam teclados Bluetooth. No entanto, como suas telas são bem maiores que as dos telefoninhos inteligentes (onde qualquer descuido pode fechar o navegador em vez de abrir o link que você deseja acessar, por exemplo), seu uso no dia-a-dia é bastante é bastante amigável.
Escolher entre uma tablet e um laptop é mais uma questão de preferência pessoal do que qualquer outra coisa. Cada arquitetura tem suas vantagens e desvantagens, de modo que é importante você estabelecer seu perfil de usuário e a partir daí encontrar a solução que melhor atenda suas necessidades e possibilidades. Tanto num caso como noutro, os preços variam conforme a marca, o modelo e os recursos do aparelho, e as diferenças nem sempre são óbvias: antes de sacar seu poderoso cartão de crédito, analise as dimensões da tela, o tamanho e o peso do modelo, a autonomia da bateria, as opções de conectividade, os acessórios incluídos, e só faça comparações de preços entre produtos de características semelhantes.
No que concerne ao hardware, telas resistivas são mais baratas, mas menos sensíveis do que as capacitivas. O tamanho varia entre 7 e 10,1 polegadas (telas menores favorecem a portabilidade, mas as maiores são bem mais confortáveis de usar). No mais, 1 GB de RAM costuma ser suficiente, especialmente com um processador dual core como o TEGRA2, da NVIDIA, que, combinado com o Android, resulta numa solução bastante confiável – existem diversas opções de SO para tablets, mas as mais comuns são o iOS4 (para produtos da Apple) e o Android OS - que também equipa diversos modelos de smartphones. Note que o sistema escolhido definirá os apps (aplicativos) que você poderá instalar no seu aparelho; caso venha a optar pelo Android, assegure-se de que a versão seja 3.x (desenvolvida especialmente para tablets).
Ainda em dúvida sobre qual plataforma escolher? Então, fique com as duas: o Eee Pad Transformer TF101, da ASUS – tablet com sistema Android campeão de vendas em todo o mundo – chega agora ao Brasil.
Com processador Tegra II 1 GHz dual core, 16 GB + microSD, tela de 10.1” e movido a Android 3.1 Honeycomb, câmera de 1.2 MP, saída miniHDMI e preço sugerido de R$ 1.599, essa belezinha promete dar trabalho à concorrência, especialmente por se transformar em Notebook com a ajuda de uma DOCK
O peso do aparelho (691 g) passa a ser de 1,3 kg com a Eee Station (vendida separadamente, preço ainda não definido), que integra teclado físico, touchpad, leitor de cartão SD e bateria extra. Se desejar, você ainda pode espetar mouse e teclado nas 2 portas USB 2.0. Pena que fica faltando o 3G, já que o Wi-Fi é o único caminho oferecido pelo aparelho para acessar à Internet.
Um ótimo dia a todos e até mais ler.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Proteção de tela
Resolvi dedicar algumas linhas a um recurso que, embora interessante, não foi mencionado nos posts da semana passada: a proteção de tela – ou “protecção de ecrã”, como se diz em Portugal.
Os monitores CRT – notadamente as telas de fósforo verde usadas na pré-história da computação – eram bastante susceptíveis ao “burn-in” decorrente da exibição prolongada de imagens estáticas. Aliás, televisores de tubo também sofrem essa “queima”, bem como as telas de plasma, embora em menores proporções.
Observação: Em caixas eletrônicos, é comum vermos mensagens do tipo “insira seu cartão”, mesmo quando o monitor exibe outros menus de opções. Isso se dá devido à permanência desses indicadores na tela durante todo o tempo em que a máquina permanece ligada, gerando uma sombra ou imagem “fantasma” que, com o passar do tempo, se torna indelével.
Os “screensavers” surgiram com o propósito de minimizar esse problema, já que, modificando ou movendo o conteúdo, impedem que algum tipo de imagem se “fixe” na tela. Eles entram em ação após um período de inatividade pré-configurado e, no caso dos PCs, permanecem ativos até que o mouse seja movimentado ou alguma tecla, pressionada. Para habilitar esse recurso no XP:
1 – Clique na aba Proteção de tela das Propriedades de vídeo e confira as opções disponíveis na pequena representação gráfica do monitor.
2 – Depois de escolher a que mais lhe agradar, clique em Configurações para fazer ajustes adicionais, e em Visualizar para ver o resultado em tela cheia (pressionar a barra de espaço ou qualquer botão do mouse fará com que a tela volte ao normal).
3 – Se estiver satisfeito com o resultado, ajuste o tempo (de 1 a 9999 minutos) no campo Aguardar, marque a caixa “Ao continuar, proteger com senha” (opcional) e clique em Aplicar e em OK.
Como os monitores LCD são imunes ao burn-in (embora possam sofrer outras formas não permanentes de persistência), os descansos de tela assumiram uma função meramente decorativa, com imagens ou padrões em movimento e, em determinados casos, acompanhados de efeitos sonoros – alguns até ativam tarefas úteis em segundo plano, como a varredura do antivírus (saiba mais em http://ultradownloads.uol.com.br/download/Security-Essentials-Screensaver/). Há quem os utilize como medida de proteção contra abelhudos, já que, uma vez marcada a caixa de seleção “Ao continuar, proteger com senha”, o acesso ao computador será bloqueado quando a proteção de tela for ativada e liberado somente com a introdução da senha de logon do usuário. Note que, se configurar seu PC para fazer o logon automaticamente, você não poderá habilitar a senha da proteção de tela.
Outro recurso relevante disponibilizado na aba Proteção de tela das Propriedades de vídeo é acessado via botão “Energia”. Clique nele para criar esquemas com tempos pré-definidos para o Windows desligar o monitor e/ou os discos, entrar em espera e em hibernação. No modo de espera, o computador é desligado parcialmente, e tanto o sistema quanto os programas continuam carregados na RAM; na hibernação, o conteúdo da memória é transferido para o HD e o computador é desativado (você pode até desconectar o cabo de energia), mas o boot será mais rápido e todos os aplicativos e telas ressurgirão como se encontravam antes de o PC “adormecer” (mais detalhes em http://fernandomelis.blogspot.com/2008/10/se-funciona-com-os-ursos.html).
Antes de concluir, não custa lembrar que os “screensavers” são arquivos de extensão .SCR – ou seja, executáveis – e podem conter códigos maliciosos (vírus, trojans etc.). Então, se as animações oferecidas nativamente pelo Windows não lhe agradarem, tome muito cuidado ao baixar opções disponibilizadas na Web.
Um ótimo dia a todos.
Os monitores CRT – notadamente as telas de fósforo verde usadas na pré-história da computação – eram bastante susceptíveis ao “burn-in” decorrente da exibição prolongada de imagens estáticas. Aliás, televisores de tubo também sofrem essa “queima”, bem como as telas de plasma, embora em menores proporções.
Observação: Em caixas eletrônicos, é comum vermos mensagens do tipo “insira seu cartão”, mesmo quando o monitor exibe outros menus de opções. Isso se dá devido à permanência desses indicadores na tela durante todo o tempo em que a máquina permanece ligada, gerando uma sombra ou imagem “fantasma” que, com o passar do tempo, se torna indelével.
Os “screensavers” surgiram com o propósito de minimizar esse problema, já que, modificando ou movendo o conteúdo, impedem que algum tipo de imagem se “fixe” na tela. Eles entram em ação após um período de inatividade pré-configurado e, no caso dos PCs, permanecem ativos até que o mouse seja movimentado ou alguma tecla, pressionada. Para habilitar esse recurso no XP:
1 – Clique na aba Proteção de tela das Propriedades de vídeo e confira as opções disponíveis na pequena representação gráfica do monitor.
2 – Depois de escolher a que mais lhe agradar, clique em Configurações para fazer ajustes adicionais, e em Visualizar para ver o resultado em tela cheia (pressionar a barra de espaço ou qualquer botão do mouse fará com que a tela volte ao normal).
3 – Se estiver satisfeito com o resultado, ajuste o tempo (de 1 a 9999 minutos) no campo Aguardar, marque a caixa “Ao continuar, proteger com senha” (opcional) e clique em Aplicar e em OK.
Como os monitores LCD são imunes ao burn-in (embora possam sofrer outras formas não permanentes de persistência), os descansos de tela assumiram uma função meramente decorativa, com imagens ou padrões em movimento e, em determinados casos, acompanhados de efeitos sonoros – alguns até ativam tarefas úteis em segundo plano, como a varredura do antivírus (saiba mais em http://ultradownloads.uol.com.br/download/Security-Essentials-Screensaver/). Há quem os utilize como medida de proteção contra abelhudos, já que, uma vez marcada a caixa de seleção “Ao continuar, proteger com senha”, o acesso ao computador será bloqueado quando a proteção de tela for ativada e liberado somente com a introdução da senha de logon do usuário. Note que, se configurar seu PC para fazer o logon automaticamente, você não poderá habilitar a senha da proteção de tela.
Outro recurso relevante disponibilizado na aba Proteção de tela das Propriedades de vídeo é acessado via botão “Energia”. Clique nele para criar esquemas com tempos pré-definidos para o Windows desligar o monitor e/ou os discos, entrar em espera e em hibernação. No modo de espera, o computador é desligado parcialmente, e tanto o sistema quanto os programas continuam carregados na RAM; na hibernação, o conteúdo da memória é transferido para o HD e o computador é desativado (você pode até desconectar o cabo de energia), mas o boot será mais rápido e todos os aplicativos e telas ressurgirão como se encontravam antes de o PC “adormecer” (mais detalhes em http://fernandomelis.blogspot.com/2008/10/se-funciona-com-os-ursos.html).
Antes de concluir, não custa lembrar que os “screensavers” são arquivos de extensão .SCR – ou seja, executáveis – e podem conter códigos maliciosos (vírus, trojans etc.). Então, se as animações oferecidas nativamente pelo Windows não lhe agradarem, tome muito cuidado ao baixar opções disponibilizadas na Web.
Um ótimo dia a todos.
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Ícones, etc. (conclusão) e Humor de sexta-feira
Se você personalizou seus ícones e ajustou outros aspectos da área de trabalho, talvez queira mudar também o plano de fundo. Para usar as imagens que o XP oferece por padrão, dê um clique direito num ponto vazio da tela, clique em Propriedades e selecione a aba Área de trabalho. No campo “Plano de fundo”, escolha a imagem desejada, ajuste a forma de exibição (em “Posição”, que oferece as opções centralizar, lado a lado e estender), confira o resultado no pequeno monitor e, se estiver satisfeito, clique em Aplicar e em OK.
Note que qualquer foto ou figura armazenada no seu HD pode ser utilizada como plano de fundo, mas o resultado nem sempre é satisfatório, pois depende do formato, da resolução e do tamanho da imagem. No entanto, existem toneladas de wallpapers disponíveis gratuitamente para download (confira em www.papeldeparedegratis.net/, www.sopapeldeparede.com.br/ e www.papeldeparedebr.com.br/, por exemplo). Baixe os que mais lhe agradarem, salve-os numa pastinha (o nome da pasta e o diretório ficam a critério do freguês), dê um clique direito sobre um deles e clique em “Definir como plano de fundo da área de trabalho”.
Observação: Se quiser criar um papel de parede verdadeiramente personalizado, visite o site http://www.wallpapermaker.net/, que não só oferece um serviço on-line gratuito com diversas opções de efeitos, mas também dispõe de uma galeria com milhares de wallpapers em alta resolução.
Concluídos os ajustes, salve o novo tema (para poder reaplicá-lo a qualquer momento). Ainda na tela das Propriedades de vídeo, clique na aba Temas e, em Salvar como, digite o nome desejado, clique em Salvar, Aplicar e em OK.
O XP permite miríades de outras personalizações. Clicando na aba Aparência e na opção “Avançada”, por exemplo, você poderá personalizar uma porção de elementos de qualquer janela, tanto do sistema quanto de aplicativos que não são do Windows – use a setinha ao lado do menu “Item” para escolher o elemento desejado e fazer as alterações (fonte, tamanho, cor, estilo, espaçamentos, e por aí vai).
Alguns miniaplicativos do Painel de controle abrem ainda mais o leque: experimente dar duplo clique em “Sons e dispositivos de áudio”, selecionar a aba Sons e conferir a lista exibida em “Eventos de programa”. O ícone de um pequeno alto-falante antes de um determinado evento indica que um alerta sonoro lhe foi atribuído; para ouvi-lo, pressione o botão com uma setinha à direita (junto à caixa “Sons”); para modificá-lo, clique na setinha para baixo (ao lado do nome do arquivo) e escolha uma das opções – ou clique em “Procurar” para ampliar o leque de possibilidades. E se gostar de sons diferentes ou bizarros, visite www.thefreesite.com/Free_Sounds/, copie os arquivos desejados para a pasta Media, no diretório C:\Windows (assegure-se de salvá-los no formato WAV) e torne a clicar no botão “Procurar”, para fazer a respectiva associação.
Um número incontável de ajustes pode ser feito via edição manual do Registro (conforme já comentamos em outras oportunidades), mas é mais prático e seguro fazer essas modificações com o auxílio de ferramentas como o Tweak UI ou o X-Setup Pro (já analisados em outras oportunidades).
Passemos agora à piadinha da vez:
Após bater no carro de um mineirim do interior, o gringo desce e diz, gentilmente:
"HELLO!"
E o mineirim responde:
"Relôôô o caraio! Massô foi tudo!"
Bom final de semana a todos.
Note que qualquer foto ou figura armazenada no seu HD pode ser utilizada como plano de fundo, mas o resultado nem sempre é satisfatório, pois depende do formato, da resolução e do tamanho da imagem. No entanto, existem toneladas de wallpapers disponíveis gratuitamente para download (confira em www.papeldeparedegratis.net/, www.sopapeldeparede.com.br/ e www.papeldeparedebr.com.br/, por exemplo). Baixe os que mais lhe agradarem, salve-os numa pastinha (o nome da pasta e o diretório ficam a critério do freguês), dê um clique direito sobre um deles e clique em “Definir como plano de fundo da área de trabalho”.
Observação: Se quiser criar um papel de parede verdadeiramente personalizado, visite o site http://www.wallpapermaker.net/, que não só oferece um serviço on-line gratuito com diversas opções de efeitos, mas também dispõe de uma galeria com milhares de wallpapers em alta resolução.
Concluídos os ajustes, salve o novo tema (para poder reaplicá-lo a qualquer momento). Ainda na tela das Propriedades de vídeo, clique na aba Temas e, em Salvar como, digite o nome desejado, clique em Salvar, Aplicar e em OK.
O XP permite miríades de outras personalizações. Clicando na aba Aparência e na opção “Avançada”, por exemplo, você poderá personalizar uma porção de elementos de qualquer janela, tanto do sistema quanto de aplicativos que não são do Windows – use a setinha ao lado do menu “Item” para escolher o elemento desejado e fazer as alterações (fonte, tamanho, cor, estilo, espaçamentos, e por aí vai).
Alguns miniaplicativos do Painel de controle abrem ainda mais o leque: experimente dar duplo clique em “Sons e dispositivos de áudio”, selecionar a aba Sons e conferir a lista exibida em “Eventos de programa”. O ícone de um pequeno alto-falante antes de um determinado evento indica que um alerta sonoro lhe foi atribuído; para ouvi-lo, pressione o botão com uma setinha à direita (junto à caixa “Sons”); para modificá-lo, clique na setinha para baixo (ao lado do nome do arquivo) e escolha uma das opções – ou clique em “Procurar” para ampliar o leque de possibilidades. E se gostar de sons diferentes ou bizarros, visite www.thefreesite.com/Free_Sounds/, copie os arquivos desejados para a pasta Media, no diretório C:\Windows (assegure-se de salvá-los no formato WAV) e torne a clicar no botão “Procurar”, para fazer a respectiva associação.
Um número incontável de ajustes pode ser feito via edição manual do Registro (conforme já comentamos em outras oportunidades), mas é mais prático e seguro fazer essas modificações com o auxílio de ferramentas como o Tweak UI ou o X-Setup Pro (já analisados em outras oportunidades).
Passemos agora à piadinha da vez:
Após bater no carro de um mineirim do interior, o gringo desce e diz, gentilmente:
"HELLO!"
E o mineirim responde:
"Relôôô o caraio! Massô foi tudo!"
Bom final de semana a todos.
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PC,
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Ícones, etc. (parte 3).
O Desktop, também conhecido como “Área de Trabalho”, é o local ideal para manter sempre à mão determinados arquivos (ou atalhos para certos arquivos). Entretanto, convém não exagerar, sob pena de poluir o visual e prejudicar o desempenho do sistema.
Por padrão, o XP exibe apenas o ícone da Lixeira, no canto inferior direito da tela, e disponibiliza um Assistente para deixar a casa em ordem. Ele tanto pode fazer o serviço automaticamente quanto sob demanda (dê um clique direito num ponto vazio da tela, escolha a opção “Organizar ícones” e clique em “Executar Assistente para limpeza da área de trabalho”). Note, porém, que esse Assistente só gerencia atalhos; ícones de programas e demais arquivos devem ser remanejados ou eliminados manualmente.
É possível modificar a disposição dos ícones no Desktop – e até ocultá-los – dando um clique direito num ponto vazio da tela e explorando as diversas opções disponíveis em “Organizar ícones” (nome, tamanho, por ordem e tipo, data da última modificação, e daí por diante). Mantê-los alinhados à grade (verticalmente, à esquerda da tela), todavia, comprometerá a exibição dos rótulos (caixas de texto), no caso de eles não caberem numa única coluna (a largura depende do espaçamento horizontal padrão entre os ícones). Para resolver o problema, torne a dar um clique direito num ponto vazio da tela, clique em Propriedades, na aba Aparência, no botão Avançada, selecione a opção Espaçamento de Ícone (Horizontal) e aumente o valor (eu uso 62). Dê OK duas vezes e, em Organizar Ícones, refaça os ajustes de modo que as figurinhas sejam exibidas da maneira que mais lhe agradar.
Você pode ainda ampliar a área útil do seu Desktop dando um clique direito na Barra de Tarefas, selecionando Propriedades, marcando a opção “Ocultar automaticamente a barra de tarefas”, clicando em Aplicar e em OK (a barra sumirá de vista até que você mova o cursor pela borda inferior da tela).
Observação: Para aprimorar o visual da área de trabalho, use o freeware RocketDock, que traz para o ambiente Windows a sofisticação do Dock do Mac OS. Disponível em http://rocketdock.com/, o porgraminha instala uma barra de ferramentas interativa, com diversas funcionalidades e temas pra lá de interessantes, que tanto pode ser usada em conjunto com a Barra de Tarefas do Windows quanto substituí-la. Pessoalmente, sugiro manter a barra nativa (até para não “perder” o botão Iniciar) e posicionar a nova na borda superior ou na lateral direita do Desktop. Depois de instalar o aplicativo, clique no ícone do martelo para fazer suas configurações – a maioria delas é bastante intuitiva, mas vale salientar que, na categoria “Posição”, o item “Sobreposição” define como a barra irá se comportar em relação às demais janelas (sugiro escolher a opção “Normal”); na categoria “Estilo”, o item “Tema” oferece um vasto leque de opções, e o botão “Baixar mais” permite obter novos temas a partir do site http://rocketdock.com/addons/skins.
Abraços a todos e até amanhã.
Por padrão, o XP exibe apenas o ícone da Lixeira, no canto inferior direito da tela, e disponibiliza um Assistente para deixar a casa em ordem. Ele tanto pode fazer o serviço automaticamente quanto sob demanda (dê um clique direito num ponto vazio da tela, escolha a opção “Organizar ícones” e clique em “Executar Assistente para limpeza da área de trabalho”). Note, porém, que esse Assistente só gerencia atalhos; ícones de programas e demais arquivos devem ser remanejados ou eliminados manualmente.
É possível modificar a disposição dos ícones no Desktop – e até ocultá-los – dando um clique direito num ponto vazio da tela e explorando as diversas opções disponíveis em “Organizar ícones” (nome, tamanho, por ordem e tipo, data da última modificação, e daí por diante). Mantê-los alinhados à grade (verticalmente, à esquerda da tela), todavia, comprometerá a exibição dos rótulos (caixas de texto), no caso de eles não caberem numa única coluna (a largura depende do espaçamento horizontal padrão entre os ícones). Para resolver o problema, torne a dar um clique direito num ponto vazio da tela, clique em Propriedades, na aba Aparência, no botão Avançada, selecione a opção Espaçamento de Ícone (Horizontal) e aumente o valor (eu uso 62). Dê OK duas vezes e, em Organizar Ícones, refaça os ajustes de modo que as figurinhas sejam exibidas da maneira que mais lhe agradar.
Você pode ainda ampliar a área útil do seu Desktop dando um clique direito na Barra de Tarefas, selecionando Propriedades, marcando a opção “Ocultar automaticamente a barra de tarefas”, clicando em Aplicar e em OK (a barra sumirá de vista até que você mova o cursor pela borda inferior da tela).
Observação: Para aprimorar o visual da área de trabalho, use o freeware RocketDock, que traz para o ambiente Windows a sofisticação do Dock do Mac OS. Disponível em http://rocketdock.com/, o porgraminha instala uma barra de ferramentas interativa, com diversas funcionalidades e temas pra lá de interessantes, que tanto pode ser usada em conjunto com a Barra de Tarefas do Windows quanto substituí-la. Pessoalmente, sugiro manter a barra nativa (até para não “perder” o botão Iniciar) e posicionar a nova na borda superior ou na lateral direita do Desktop. Depois de instalar o aplicativo, clique no ícone do martelo para fazer suas configurações – a maioria delas é bastante intuitiva, mas vale salientar que, na categoria “Posição”, o item “Sobreposição” define como a barra irá se comportar em relação às demais janelas (sugiro escolher a opção “Normal”); na categoria “Estilo”, o item “Tema” oferece um vasto leque de opções, e o botão “Baixar mais” permite obter novos temas a partir do site http://rocketdock.com/addons/skins.
Abraços a todos e até amanhã.
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Jornalista, blogueiro, entusiasta da informática, articulista de TI, autor de livros e de artigos publicados em revistas especializadas quando as pessoas ainda procuravam essas informações na mídia impressa.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Ícones, etc. (continuação)
O termo “ícone”, que remete originalmente a pinturas religiosas expostas em igrejas ou levadas pelos exércitos em suas batalhas, também é usado para definir pequenas imagens mnemônicas que permitem executar diversas ações sem a necessidade de memorizar e digitar comandos complexos. O Windows integra um vasto leque de ícones nativos e os associa a uma porção de itens, mas, uma vez que o sistema é nosso, nada nos impede de redefini-los, desde que entendamos o que eles representam. Nem todos os ícones são passíveis de personalização, mas a maioria (de pastas e atalhos em geral a elementos da área de trabalho, passando pela Barra de Inicialização Rápida e por alguns arquivos do sistema) pode ser modificada facilmente. Antes, porém, crie uma pasta em Meus documentos (ou na própria Área de Trabalho), batize-a como “Ícones”, faça uma busca em sites como http://www.dotico.com/, http://www.iconspedia.com/ ou http://www.iconfinder.com/, por exemplo, e salve nela as figurinhas que mais lhe agradarem (são centenas de milhares de possibilidades). Com a pastinha devidamente abastecida, comece sua personalização pelos ícones da Área de Trabalho:
1 – Dê um clique direito num ponto vazio da tela, selecione Propriedades, clique na aba Área de Trabalho e em Personalizar a área de trabalho.
2 – Na caixa de diálogo Itens da Área de Trabalho, selecione o ícone desejado e clique em Alterar Ícone. (A caixa de diálogo Alterar Ícone é aberta, mostrando todos os ícones no arquivo atualmente selecionado; nela, você pode especificar os ícones que são mostrados por padrão na área de trabalho).
3 – Para escolher ícones não exibidos, clique em Procurar e, na caixa de diálogo Alterar Ícone, navegue pelos ícones que você baixou, selecione o que deseja usar, clique em Abrir e depois em OK.
4 – Quando terminar, clique em OK e, na caixa de diálogo Propriedades de Vídeo, clique em OK para aplicar as alterações.
Veja agora como alterar os demais ícones de pastas e atalhos do Desktop. Para personalizar uma pasta:
1 – Dê um clique direito sobre a pasta, selecione Propriedades, clique na aba Personalizar e veja que tanto é possível colocar uma imagem (no modo de exibição “miniaturas”) quanto alterar o ícone que a representa.
2 – Na caixa de diálogo Alterar Ícone, clique em Procurar, navegue até o novo ícone que deseja usar, clique em Abrir, em OK, e depois em OK novamente, para aplicar a alteração.
Para personalizar um ícone de atalho (ou dos itens da Barra de Inicialização Rápida, que também são simples atalhos):
1 – Dê um clique direito sobre o atalho, clique em Propriedades>Atalho>Alterar Ícone>Procurar.
2 – Navegue até o ícone desejado, selecione-o, clique em Abrir, em OK e em OK novamente, para aplicar a alteração.
Icones de arquivos com extensões comuns (DOC, HTML, etc.) não são acessíveis individualmente, mas é possível alterá-los via Painel de Controle:
1 – Abra Opções de Pasta, clique na aba Tipos de Arquivo e selecione o arquivo desejado.
2 – Clique em Avançado e, na caixa de diálogo Editar Tipo de Arquivo, clique em Alterar Ícone.
3 – Clique em Procurar, navegue até o ícone que deseja usar, selecione-o, clique em Abrir, em OK e em Fechar.
Você pode ainda criar seus próprios ícones com o Paint:
1 – Clique em Imagem>Atributos, preencha as caixas Largura e Altura com o valor 32 (dimensões oficiais de um ícone).
2 – Em Exibir, clique em Zoom>Personalizar, escolha a opção 800% e faça o desenho ou edite uma imagem pré-existente (para visualizar melhor cada ponto na tela, clique em Exibir>Zoom>Mostrar Grade).
3 – Dê um nome ao arquivo e salve-o com a extensão ICO.
Observação: Note que é bem mais fácil fazer esse trabalho com o freeware Criador de Ícones (mais informações e download em http://www.baixaki.com.br/download/criador-de-icones.htm).
Amanhã tem mais; abraços e até lá.
1 – Dê um clique direito num ponto vazio da tela, selecione Propriedades, clique na aba Área de Trabalho e em Personalizar a área de trabalho.
2 – Na caixa de diálogo Itens da Área de Trabalho, selecione o ícone desejado e clique em Alterar Ícone. (A caixa de diálogo Alterar Ícone é aberta, mostrando todos os ícones no arquivo atualmente selecionado; nela, você pode especificar os ícones que são mostrados por padrão na área de trabalho).
3 – Para escolher ícones não exibidos, clique em Procurar e, na caixa de diálogo Alterar Ícone, navegue pelos ícones que você baixou, selecione o que deseja usar, clique em Abrir e depois em OK.
4 – Quando terminar, clique em OK e, na caixa de diálogo Propriedades de Vídeo, clique em OK para aplicar as alterações.
Veja agora como alterar os demais ícones de pastas e atalhos do Desktop. Para personalizar uma pasta:
1 – Dê um clique direito sobre a pasta, selecione Propriedades, clique na aba Personalizar e veja que tanto é possível colocar uma imagem (no modo de exibição “miniaturas”) quanto alterar o ícone que a representa.
2 – Na caixa de diálogo Alterar Ícone, clique em Procurar, navegue até o novo ícone que deseja usar, clique em Abrir, em OK, e depois em OK novamente, para aplicar a alteração.
Para personalizar um ícone de atalho (ou dos itens da Barra de Inicialização Rápida, que também são simples atalhos):
1 – Dê um clique direito sobre o atalho, clique em Propriedades>Atalho>Alterar Ícone>Procurar.
2 – Navegue até o ícone desejado, selecione-o, clique em Abrir, em OK e em OK novamente, para aplicar a alteração.
Icones de arquivos com extensões comuns (DOC, HTML, etc.) não são acessíveis individualmente, mas é possível alterá-los via Painel de Controle:
1 – Abra Opções de Pasta, clique na aba Tipos de Arquivo e selecione o arquivo desejado.
2 – Clique em Avançado e, na caixa de diálogo Editar Tipo de Arquivo, clique em Alterar Ícone.
3 – Clique em Procurar, navegue até o ícone que deseja usar, selecione-o, clique em Abrir, em OK e em Fechar.
Você pode ainda criar seus próprios ícones com o Paint:
1 – Clique em Imagem>Atributos, preencha as caixas Largura e Altura com o valor 32 (dimensões oficiais de um ícone).
2 – Em Exibir, clique em Zoom>Personalizar, escolha a opção 800% e faça o desenho ou edite uma imagem pré-existente (para visualizar melhor cada ponto na tela, clique em Exibir>Zoom>Mostrar Grade).
3 – Dê um nome ao arquivo e salve-o com a extensão ICO.
Observação: Note que é bem mais fácil fazer esse trabalho com o freeware Criador de Ícones (mais informações e download em http://www.baixaki.com.br/download/criador-de-icones.htm).
Amanhã tem mais; abraços e até lá.
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